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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Da dinamite ao Prêmio Nobel!

  
                          (1833-1896)

"Alfred Nobel nasceu na Suécia, em 1833, e desde cedo cresceu cercado por ciência, máquinas e invenções. Filho de um inventor, ele passou parte da juventude na Rússia e se tornou um homem brilhante, falante de vários idiomas e obcecado por química. Mas seu nome entraria para a história por uma criação poderosa demais para ser ignorada: a dinamite.

Na época, a nitroglicerina já era conhecida por seu enorme poder explosivo, mas também era extremamente instável e perigosa. Nobel tentou transformar aquilo em algo mais seguro para obras, túneis, mineração e construções. Em 1866, ele descobriu que a nitroglicerina podia ser estabilizada com uma substância chamada kieselguhr, criando a dinamite, patenteada em 1867.

A invenção fez Alfred Nobel ficar muito rico. Em poucos anos, fábricas ligadas aos seus explosivos se espalharam por vários países, e ele se tornou um dos grandes industriais de seu tempo. Mas havia uma sombra por trás desse sucesso: aquilo que podia abrir estradas e construir túneis também podia ser usado para destruição.

O peso dessa contradição acompanhou Nobel por boa parte da vida. Ele era inventor, empresário e cientista, mas também escrevia poesia, drama e se interessava por literatura, filosofia e paz. A imagem de ser lembrado apenas como o homem da dinamite parecia incomodá-lo profundamente, especialmente porque sua fortuna estava ligada a explosivos, fábricas de munição e centenas de patentes.

Então, perto do fim da vida, Nobel tomou uma decisão surpreendente. Em 27 de novembro de 1895, em Paris, ele assinou seu testamento final, deixando grande parte de sua fortuna para criar prêmios destinados a pessoas que trouxessem “o maior benefício à humanidade”. As áreas escolhidas foram Física, Química, Medicina, Literatura e Paz.

Quando morreu, em 1896, Alfred Nobel deixou cerca de 31 milhões de coroas suecas para financiar essa ideia. Em vez de permitir que seu nome fosse lembrado apenas pela dinamite, ele transformou sua própria fortuna em um símbolo mundial de ciência, conhecimento, literatura e paz. Assim nasceu o Prêmio Nobel, uma das maiores honrarias do planeta — criado por um homem que temia ser lembrado pela destruição, mas acabou associado ao avanço da humanidade”.

Fonte: Facebook – Enfim, Ciência – Acesso em 29/05/2026.

Transcrito por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 29/05/2026.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Doenças Mentais - Sem Culpas.

 

A reflexão acima revela uma percepção equivocada sobre doenças mentais no meio cristão e não cristão. Não quer dizer que todos as pessoas fazem essa dedução.  

A imagem nos faz pensarmos:

1.Ainda hoje as doenças mentais estão sob variados preconceitos. Ficamos à vontade para tratar de uma topada, um ferimento físico, mas temos dificuldades de cuidar da alma quando está gemendo em agonias.

Doenças mentais – “Que pouco matam e muito fazem sofrer”.

2.Quantas brutalidades, distorções no tratamento das doenças da mente foram cometidas pela incompreensão, ignorância, pelas interrogações feitas sem respostas para com os enfermos mentais! Que o diga o Manicômio de Barbacena (MG), entre outros, mundo afora.

“Quando o psiquiatra italiano Franco Basaglia - ativista da luta antimanicomial - visitou o Hospital Colônia de Barbacena em 1979, chegou a comparar o local a um “campo de concentração nazista”, e exigiu seu fechamento imediato. Isso só aconteceria anos mais tarde, em 1996”.

“Governo de Minas celebra o fim da história de 115 anos do hospital-colônia de Barbacena:

Inaugurado em 1903 como Sanatório de Barbacena, voltado inicialmente ao tratamento de tuberculose, o espaço passou a ser conhecido, em 1911, como Hospital-Colônia, o primeiro hospital psiquiátrico público de Minas Gerais. Ao longo do século XX, tornou-se símbolo de um modelo manicomial marcado por superlotação, abandono e violações de direitos” (Agênciaminas.mg.gov.br – 25/05/2026).

Ficou conhecido na História como o “Holocausto Brasileiro”.

“A loucura das pessoas mentalmente sadias é pior do que a loucura das pessoas portadoras de transtornos mentais. É uma loucura consciente e criminosa”.

3.Não entenda errado, o cérebro, o sistema nervoso central é corpo, são físicos, porém com funções bem mais complexas do que de uma mão, de um pé humano. A ligação da espinha dorsal com o sistema nervoso é um emaranhado de células, fios nervosos, para que o cérebro possa processar o que recebe e externar sentimentos, vontades e a intelectualidade da alma humana.

4.As entradas da alma estão no corpo: Visão, audição, olfato, tato e paladar. São os sentidos da exterocepção, ou seja, do exterior.

5.A neurocientista espanhola Nazareth Castellanos, pesquisadora do Laboratório Nirakara-Lab e professora da Universidade Complutense de Madri, na Espanha afirma que são os menos importantes para o cérebro, após 20 anos de estudos, aplicados apenas ao cérebro humano.

Um sentido é aquela informação que o cérebro recebe e à qual deve responder.

A neurociência reconhece agora que temos mais dois sentidos:

Interocepção“É a informação que chega ao cérebro sobre o que acontece dentro do organismo. O que está acontecendo dentro dos órgãos. Estamos falando do coração, da respiração, do estômago, do intestino. É o sentido número um porque, de todas as coisas que acontecem, é aquela a que o cérebro vai dar mais importância, é prioridade para o cérebro”.

Propriocepção - É o número dois em prioridade – A informação que chega ao cérebro sobre como está meu corpo por fora, a postura, os gestos e as sensações que tenho por todo o corpo.

6.Na dimensão do espírito a Psicologia e a Psiquiatria não têm competências, de certa forma, são cegas. Até onde podem, tratam da alma humana (sentimentos, traumas, vontades, intelecto/atividade mental, cognitiva, construção dos pensamentos, imaginações, ações, reações...), com todas as problemáticas do contexto médico, familiar e social.

7.Quando o problema clínico está além da alma (psiquê), o sistema nervoso central afetado (corpo), em paralelo, o tratamento entra na esfera do psicotrópico no olhar da Psiquiatria. E apesar do avanço das drogas na indústria farmacêutica, é uma área bastante melindrosa e complexa.

A Espiritualidade Humana

1.Existem as linhas de pensamentos: A dicotômica, o homem é corpo e alma, sem fazer distinção entre alma e espírito). E na tricotômica, o homem é o ser com corpo, espírito e alma. Teólogos defendem que não se pode ser dogmático a respeito, pois a Bíblia em certa medida comporta as duas linhas de pensamentos. Mas, vejamos os vocábulos.

2.Alma (do latim anima, ânimo, energia, essência; No gr psykhé, princípio vital e sede da personalidade, afetos, apetites, sentimentos e memória). Nas Escrituras, este termo é usado para designar espírito, a vida, a pessoa e o sangue.

3.espírito (do hb ruah, do Gr. Pneuma, do lat. Spiritus). Nas três línguas clássicas mencionadas, comporta o mesmo significado: sopro, hálito, vento, princípio de vida.

4.A Teologia bíblica ensina que com a alma nos relacionamos com o mundo exterior, com Deus pelo espírito. Sim! Com Deus, o Criador (Gn 1.27;2.7), o Espírito por excelência (Jo 4.24). Obviamente, como espírito e a alma humana são inseparáveis, o homem nascido de novo, cultua e serve a Deus no espírito, alma e corpo (Mt 22.37-40; I Ts 5.23).

5.Na área do espírito temos a necessidade de um reencontro com Deus por causa da queda no Éden (Gn 3.1-24). Morremos espiritualmente (Rm 5.12;6.23), e somente mediado por seu Filho Jesus Cristo (Jo 14.6; I Tm 2.3-5) poderá haver reconciliação com Deus (Jo 3.16; II Co 5.19).

6.A condição da alma (ser vivente) humana perante Deus é essa: “A alma que pecar essa morrerá”, é uma responsabilidade individual (Ez 18.20), o pai não responde pelo filho, nem o filho pelo pai.

7.Na Psicologia e na Psiquiatria só se reconhece o fator pecado sobre o gênero humano quando os profissionais são cristãos bíblicos, não basta serem apenas religiosos.

8.Não abordada a culpa diante de Deus, no que tange a queda no Éden, o meio provido pelo próprio Deus para trazer o homem à reconciliação com Ele, com cordas de amor, graça e misericórdia para com todo aquele que venha a crê no Evangelho.

Então, não há culpa no fato em si do indivíduo adoecer via ansiedade continuada, uma depressão, um trauma existencial, qualquer que seja os fatores, e entrar em desequilíbrio mental. Não se pode alegar falta de fé. Comete-se ignorância científica.

 

Fontes das pesquisas:

Revista Ultimato março-abril de 2013.

Bíblia Sagrada.

https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2023/02/26/temos-7-sentidos-e-os-5-mais-conhecidos-sao-os-menos-importantes-diz-neurocientista.ghtml. Pesquisa em 06/07/2023.

Anotações de Estudos pessoais.


Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 28/05/2026.

terça-feira, 26 de maio de 2026

A Igreja versus Mundo - Reflexão em Judas 1.23

 

“E salvai alguns, arrebatando-os do fogo; tende deles misericórdia com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne”.

Considerando o Reino de Deus versus mundo, a discussão se torna mais abrangente, pois se trata de uma oposição de princípios e valores que perpassa todas as esferas das atividades humanas. A Igreja não comporta o Reino de Deus, enquanto o Reino a comporta.

- Mundo - Sistema de valores contrários ao Evangelho de Cristo.

Paul Freston conceituou assim: “Sociedade humana caída, organizada sem Deus e contra Ele, mesmo em seus momentos religiosos”. 

- Carne – Refere-se à natureza pecaminosa, produto da queda no Éden.

- A expressão "detestando até a roupa contaminada pela carne" (RA):

a) É uma metáfora para exortar aos crentes terem compaixão pelos perdidos e ao mesmo tendo repulsa ao pecado, à corrupção moral, evitando qualquer contágio ou associação com comportamentos ímpios, mundanos.

b) A relação do cristão com o mundo requer preparo, prudência, testemunho exemplar para influenciar, evangelizar, ajudando livrarem-se da condenação que paira sobre a humanidade incrédula. Jesus foi contato entre os publicanos e pecadores. A Bíblia não recomenda se isolar da sociedade em geral. Vale frisar que Jesus não foi gerado com a natureza humana caída como nós. 

c) Odiar, detestar, indica uma aversão radical às influências do pecado, optando em buscar pureza espiritual.

d) É um alerta para separar o pecador (a quem se deve mostrar misericórdia) do pecado (que deve ser reprovado). 

e) Em Zc 3.3-10 – Na mesma linha de entendimento, roupas sujas simbolizam a iniquidade que precisa ser removida.

A santidade cristã é oposta aos costumes deste mundo gentio - Cabe ao cristão se despojar (despir-se) do velho homem que se corrompe pelas concupiscências e se renovar no espírito, revestidos do novo homem, segundo Deus, criado em verdadeira justiça e santidade (Ef 4.22-24).

Jesus fez clara distinção entre o mundo e a sua Igreja (Jo 15.18-19). E não podemos ser, em práticas, deste mundo como também Ele não é (Jo 17.16).

Jo 17.14 – “Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo”.

Não se trata de discriminar as pessoas não cristãos e sim atestar a convicção de fé para vivermos em identidade com Cristo.

II Tm 2.19 - "...o Senhor conhece os que são seus e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade".

1.A amizade com mundo é inimizade contra Deus (Tg 4.4).

2.Amar ao mundo e o que nele há - Certamente levará o cristão ao naufrágio da fé, vai absorvendo seus valores e perde o amor de Deus (I Jo 2.15-17). Restará o que? Nada de temor, serviço e adoração ao Senhor!

Quanto à cultura dizia Theodore Williams – “A cultura é composta de língua, hábitos, idéias, crenças, costumes, organização social, invenções, processos tecnológicos e valores éticos e morais. Agora, toda cultura é manchada pelo pecado, seja ela americana, africana, britânica ou indiana”.

3.Não se conformar, não se amoldar ao mundo – Repudiar o estilo do mundo, é condição para sermos transformados pela renovação do entendimento (da mente), para andarmos na boa, perfeita e agradável vontade de Deus (Rm 12.2).

“Sede homens e mulheres no mundo, mas não sejais homens e mulheres mundanos”.  - Escrivá de Balaguer.

C S Lewis afirmou: “Quando o mundo inteiro corre em direção ao precipício, quem corre na direção oposta parece louco”.

4.Como sal e luz do mundo, devemos salgar e brilhar – O sal que se torna insosso, perder o sabor e função, para nada mais serve. Se aqueles que seguem a Cristo, perderem seu impacto transformador na sociedade, não servem mais para o propósito a que foram chamados. Brilhe a vossa luz diante dos homens e glorifique ao Pai que está nos céus (Mt 5.13-16).

Então, reflitamos:

“Não somos o caramelo da terra, somos o sal da terra, algo que o mundo tem vontade cuspir e não de engolir” (Charles Spurgeon).

O cristão pode se sentir em perigo quando está sob críticas, zombarias e perseguição do mundo. Porém, maior é o perigo quando aplaudido por ele.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 26/05/2026.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Meditação Esotérica – Yoga, Meditação Transcendental e a Dinâmica.

 

É oriunda do Oriente. Do Oriente que, espiritualmente, não orienta, desorienta.

Ela faz parte do tripé do ocultismo: Meditação – iluminação – reencarnação.

Os tipos e métodos de meditações místicas são muitos variados – O processo exige postura correta, jejuns, longos períodos de silêncio, relaxar o pensamento para iniciar o esvaziamento da mente, imaginar algo que transmita tranquilidade, recitação de mantras (quase sempre são nomes de divindades hindus ou budistas, taquipneia (respiração acelerada), forçada, e por fim, tentar se comunicar com um ser dentro do próprio praticante, “o Eu Superior”.

Então, em resumo são dois passos: Esvaziar a mente do praticante e segundo, direcionar a mente vazia e desprotegida para uma busca de um Eu Superior introvertido. Uma deidade interior. É o ser humano supostamente sentindo-se ser um deus.

A meditação mística (envolve relação entre o mundo material e o espiritual) é apresentada como uma técnica para relaxar e se auto conhecer (realização de uma gnose). E assim, expõe o “meditador”, deixa-o como uma presa fácil de ser enganado pelo predador, no qual o mundo incrédulo está sob sua influência maligna (I Jo 5.19). Jesus em João 8.44, identifica-o como matador desde o princípio, sem nenhuma verdade nele, é mentiroso e pai da mentira.

Vejamos as três meditações místicas mais comuns objetivamente:

1.Yoga – Para a maioria da ingênua população brasileira é apenas uma forma de relaxar, tranquilizar, normalizar a pressão arterial, o colesterol, ficar com a musculatura torneada e abolir algum vício. É uma prática hindu milenar e não se sabe quem a criou.

O vocábulo vem do indiano antigo (sânscrito) e literalmente significa “união com Brâman”. É um deus do hinduísmo, identificado como uma força energética, impessoal, que habita toda e qualquer criatura viva.

Para o professor de Yoga, José Hermógenes: “Yoga é espiritual. Faça uma asana pensando no seu eu-divino e ofereça a Deus o que está fazendo”.

Rabi R. Maharaj, um ex-guru hindu convertido ao Senhor Jesus, afirma: “Não existe hinduísmo sem yoga e não existe yoga sem hinduísmo”.

2.Meditação Transcendental (MT) com entoação de mantra – É uma das formas mais popularizada da yoga. Foi o guru indiano Maharishi Mashesh Yogi que introduziu a MT no mundo ocidental. E tornou-se um homem rico, famoso e com poder. A Revista Capital o expôs com a fortuna avaliada em 2 bilhões de dólares (ano 1993).

A MT é um tipo de yoga mântrica. A palavra mantra, em sânscrito, significa “libertação da mente”. Para os desinformados, os mantras são apenas sons sem significados. E na verdade, são nomes de deidades hindus e/ou budistas com intensos poderes ocultos.

Um praticante CRAIG: “Eu estava profundamente envolvido em MT por vários anos antes de começar a reconhecer que tinha me associado a uma seita hindu, àquela, no entanto, já estava muito comprometido...para retroceder...”

Alguns estudantes e praticante da MT com o guru Maharishi Mashesh Yogi, viram espíritos grotescos sentados junto deles enquanto meditavam. Outros, foram atacados pelos espíritos, outros tomados de uma fúria cega, até com impulso para cometer assassinato. O “professor” explicou que se tratava de carmas ruins de vidas passadas e estavam sendo trabalhados.

CRAIG conclui dizendo: Ao retornar aos EUA, trabalhei na Universidade Internacional de Maharishi. Meu companheiro de quarto cometeu suicídio e eu fui confinado em uma instituição psiquiátrica.

3.Meditação dinâmica – Quem inventou a MD foi o guru indiano Bhagwan Shee Rajneesh (1932-1990), também conhecido por Osho.

Montou uma comunidade espiritual em Antelope, Oregon/EUA, reivindicou ser Deus, angariou fortuna e causou um escândalo internacional com suas cerimônias tântricas (São relações sexuais praticadas como parte das doutrinas de uma pequena variante do budismo. Havia a crença do poder sexual de uma divindade do hindu chamada Shakti. As transas sexuais era uma forma de alcançar união com o divino...

Bhagwan Shee Rajneesh, o Osho, foi deportado dos Estados Unidos para a Índia, e pesava contra esse guru esotérico perversão, lavagem cerebral e sonegação de impostos. E lá ele morreu.

As três meditações citadas dão uma ideia do pântano que é o esoterismo para os incautos, os descuidados em procurar a verdade, em especial, no mundo espiritual.

Hoje vivemos a febre das academias, exercícios físicos variados, artes marciais, técnicas de respiração até certo ponto saudáveis, acupuntura, música rock (muito tem de místico como o funk...), uso de cristais, etc. A autora de Vasos para Honra – Rebecca Brown lista cerca de 20 ou mais portas de entradas, para ação demoníaca na vida das pessoas desavisadas.

Distinções com uma aplicação pedagógica sobre o tema, entre a meditação esotérica e a cristã.

A meditação esotérica é passiva. A meditação cristã é ativa.

O reverendo Bob Larson, afirma: “A raiz da palavra meditação implica um processo ruminativo de uma digestão vagarosa das verdades de Deus. Isso envolve um pensamento concentrado, dirigido que medita nas leis, obras, preceitos, palavra e na pessoa de Deus”.

No esoterismo se busca encontrar um deus apequenado dentro do homem caído, não transformado, não nascido de novo. E muitos dos casos através do uso de drogas, da prática da yoga, MT, mediunidade, hipnose, sexo até com animais, experiências quase-morte, etc.

A meditação bíblica estende-se ao exterior para um Deus transcendental que nos levanta acima da nossa natureza interna pecaminosa para termos comunhão com Ele, através do sangue de seu Filho, Jesus Cristo.

Na meditação cristã não se admite mente vazia, o cessar do pensamento. Mente vazia é oficina para o diabo atuar. O culto a Deus é racional (Rm 12.1).

A meditação esotérica caracteriza-se pela exacerbação da intuição em detrimento da razão. Ela utiliza como isca recursos capazes de nos fazer sentir mais e pensar, analisar menos; mais urros e menos louvor; mais devaneios e menos realidade; mais egocentrismo e menos de Cristo no centro.

Portanto, o alvo da meditação cristã é o cultivo constante de um relacionamento de amor e dependência do homem limitado com o único Deus – Criador, Onipresente, Onipotente, Onisciente, Maravilhoso e ilimitado.

Sl 19.14 – “Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, ó Senhor, Rocha minha e Redentor meu!”. Amém.

E isto é Ciência:

Fontes da pesquisa:

Século 21 – Estamos Sendo Seduzidos! Actual Edições - 2007 – Os doces galanteios do esoterismo e da psicologia - Dr. Samuel F. M. Costa.

Bíblia Sagrada.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 25/05/2026.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

O Cristão e a Convivência Social.

 

Texto chave - I Co 15.33 – “Não vos enganeis: as más conversações (companhias) corrompem os bons costumes”.

É uma advertência bíblica milenar, cujo teor de verdade reflete no mundo atual sobre a influência do meio social no comportamento humano. 

A mensagem central - É um alerta contra a ingenuidade de achar que princípios sólidos e valores morais não podem ser abalados quando se está constantemente cercado de valores opostos, por más influências. 

É oportuno lembrar: Princípios cristãos e mundanos se chocam quanto às crenças, linguagem, assuntos, no estilo de se vestir, modos de conquistas, enfim, pode afetar o comportamento. E não adianta ser meia luz para ser agradável ao mundo (Ap 22.11-12).

A psicologia e a sociologia ciências bem mais recentes, confirmam o texto bíblico, explicando que o comportamento humano é altamente adaptativo ao ambiente e às pessoas com quem convivemos. Como se processa?

Normalização: O convívio diário faz com que comportamentos nocivos (como mentir, fofocar, vícios ou egoísmo, ceder para conseguir o que deseja...) passem a ser vistos como algo "normal".

Pressão Social: O desejo de aceitação e pertencimento a um grupo frequentemente leva à repetição de ações que a pessoa, sozinha, não cometeria.

Desgaste Gradual: Assim como a água mole bate na pedra até furar, a convivência constante com pessoas que não tiveram um encontro pessoal com Cristo, não nasceu de novo, pode sim minar a resistência e a moral cristã de forma sutil. 

Se no meio cristão existem maus testemunhos, a Bíblia orienta-nos olhar para o exemplo dos fiéis em I Tm 4.12. E o texto realça seis áreas: Na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé e na pureza.

Então, no lado positivo da discussão, a lógica é a mesma do argumento bíblico - Cercar-se de pessoas sábias, inspiradoras e que possuem valores éticos elevados naturalmente eleva o comportamento e fortalece o caráter.

A Bíblia corrobora ainda em:

Provérbios 13.20 - "Aquele que anda com os sábios será cada vez mais sábio, mas o companheiro dos tolos acabará mal”.

“...A boca fala do que o coração está cheio” (Mt 12.34). Ou seja, cada um vai, em algum momento, externar o que está no seu interior.

Salmos 1.1 – Ensina-nos que será muito bem sucedido, o homem (gênero humano) que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na rota dos escarnecedores. Ou seja, proximidade, amizades com quem não comunga de valores de fé e crenças comuns, é um risco de quem quer pagar para ver os danos, as consequências.

Em síntese: Qual voz de conselho estamos ouvindo? Quanto tempo nos detemos no ambiente que “cheira a pecado, ao secularismo”? Estamos evitando companhias e posturas que podem comprometer a integridade do testemunho cristão?  

Ensinava John Stott: “Não é certo tentar preservar a santidade, fugindo do mundo, nem sacrificar a nossa santidade se conformando com ele”.

Portanto, podemos e devemos conviver, não termos comunhão. Comunhão é própria do Corpo de Cristo, a Igreja. Amém!

Fontes da pesquisa:

IA – Google.

Bíblia Sagrada.

Anotações de Estudos Pessoais.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 20/05/2026.

5/2026.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Não a Cristandade! Sim ao Cristianismo Bíblico!


“No século XVI, quando o Vaticano proibiu mulheres de cantarem em corais de igreja, a Igreja Católica criou uma solução cruel — e hoje impensável — para manter as vozes agudas tão desejadas nas músicas sacras.

Eles recorreram aos castrati: meninos castrados antes da puberdade.

Sem testosterona, os castrati preservavam vozes incrivelmente agudas, potentes e duradouras — um timbre que nenhuma mulher da época podia substituir nos corais oficiais. Mas esse “dom” imposto tinha um custo devastador.

A castração infantil alterava profundamente o corpo:

• ossos cresciam de forma anormal, deixando membros longos e desproporcionais;

• músculos eram frágeis;

• muitos sofriam de osteoporose precoce;

• problemas respiratórios eram comuns;

• e a depressão era uma realidade para muitos deles.

Alguns poucos — os mais talentosos e favorecidos — alcançaram enorme fama, riqueza e prestígio, tornando-se estrelas da ópera europeia. Mas a maioria não teve esse destino: eram meninos pobres entregues por famílias desesperadas, que acabavam vivendo e morrendo no anonimato, sem reconhecimento e com o corpo e a vida marcados por um abuso irreversível.

A prática só começou a desaparecer no fim do século XVIII, e o último castrado oficial do Vaticano, Alessandro Moreschi, morreu em 1922 — encerrando uma das histórias mais dolorosas e controversas da música ocidental”.

Fonte: Facebook – História Perdida – Pesquisa em 14/05/2026.

Isso foi resultado de atos da Cristandade, poder eclesiástico exacerbado. Nada a ver com o Cristianismo centro em Cristo e nas Escrituras. Nem os iluministas conseguiram fazer distinção entre religião e Evangelho, condenando a fé, tentando sobrepô-la pela razão, na Era das ditas luzes.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 14/05/2026.

domingo, 3 de maio de 2026

Segredos para uma vida com autoridade espiritual!

 

1.Oração - busca diálogo diário com Deus - Não vive de visita espiritual, cultiva um relacionamento com Deus (Ef 6.18; I Ts 5.17). Oração é oxigênio para o espírito. Oração sem cessar significa regular, continuada). Há vários modos de oração: petição, súplica, intercessão, rogos, oração pública, no secreto com Deus...

2.Obediência - Obedece com alegria, sem pesar - Porque ama, obedece (Jo 14.15,21,23). A fé salvífica está no mesmo feixe da obediência com compromisso.

3.Domínio Próprio – Não é guiado pelas emoções ou sentimentos, mas pelo Espírito. Controla a língua, as atitudes e reações (Gl 5.22-23).

4.Discernimento Espiritual - Percebe o que agrada a Deus e o que lhe desagrada. Não entristece o Espírito (Ef 4.30). Evita conversas e ambientes que o afasta de Deus. Quando erra, logo se corrige.

5.Amor, o vínculo da perfeição – Cultiva a marca do discípulo de Jesus (Jo 13.35). Ama além do merecimento humano. Amar só quem nos ama é o normal (Mt 5.44-46).

6.Santidade - Repudia, separa-se do pecado mesmo quando ninguém está vendo (I Pd 1.15-16). Exercita-se nela, não negocia com o pecado. Convive com o mundo incrédulo, não se aplica em ter comunhão com ele (I Jo 2.15-17; Tg 4.4).

7.Testemunho da fé - Com coragem e firmeza, não se esconde. Prega o Evangelho pelo comportamento e em palavras (At 1.8). Sabe em quem creu (II Tm 1.12). Faço-o com compaixão, autoridade e amor (Mt 9.36; Jo 3.16) Somos devedores (Mc 16.15; Rm 1.14-15). Amém!

Fonte da pesquisa:

Escolhido no Instagram 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 03/05/2026.

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