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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Youtuber pró-Lula estimula petistas a incendiar igrejas evangélicas e a queimar bandeira de Israel.

 


"...O youtuber Helder Maldonado, do canal Galãs Feios, estimulou apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a incendiar bandeiras de Israel presentes em igrejas evangélicas. A declaração consta em vídeo que circula nas redes sociais desde o fim das eleições deste ano.

“Tem bandeirinha de Israel na tua [sic] igreja? Tem? Tá preso, caralho”, declarou Maldonado, ao chamar de “traidor da pátria” quem exibe o símbolo israelense em locais de culto. “Bandeirinha de Israel. Só tem duas formas aqui nesse país, a partir de agora. Ou você tira ou a gente bota fogo, porra.”

Na última sexta-feira, 30, a Frente Parlamentar Brasil-Israel do Congresso Nacional e as frentes evangélicas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal divulgaram uma nota conjunta de repúdio às declarações.

“É inadmissível que líderes religiosos e comunidades de fé sejam alvo de manifestações de intolerância e incitação à violência em razão de suas convicções ou dos símbolos que adotam”, afirmaram os congressistas.

Reportagem de @salgueiro_jr”

Fonte: Facebook Revista Oeste – acesso em 02/11/2026.

A morte, o estado dos mortos pelas Escrituras.

 

1. O sentido do vocábulo morte na Bíblia sempre significa separação.

Morte espiritual – separação de Deus por causa da queda, da desobediência do homem no Éden.

Morte física – separação da parte material (corpo) da parte imaterial (espírito e a alma) até a ressurreição ocorrer, de salvos e não salvos.

Morte definitiva – separação permanente de Deus após a sentença no julgamento do juízo final.

2. À luz da Bíblia o que significa o estado intermediário?

É a fase de transição entre a morte física e a ressurreição. O espírito e a alma dos que morrem sem confessar a Cristo o seu salvador e redentor encontram-se no Hades (Lc 16.22-24). Nenhuma oração pode alterar o destino do espírito e da alma pós-morte. Dependia e depende de arrependimento nesta vida (At 3.19;17.30-31; Rm 10.10,17). As Escrituras não dão respaldo para oração pelos mortos, como ensina II Macabeus 12.42-45, um livro apócrifo (sem autenticidade divina). Quanto à alma dos salvos encontra-se no paraíso (Lc 23.42-43; II Co 12.1-4). Não depende de fogo do purgatório. É o sangue de Jesus que purifica o cristão confesso de todo o pecado (I Jo 1.7). Jesus é o Cordeiro de Deus que pode limpar toda a mancha do pecado (Jo 1.29).

3. A morte é uma consequência direta da desobediência humana. E todos nós herdamos a natureza caída propensa ao pecado. Então, é necessário nascer de novo (Jo 3.3-5).

Romanos 5.12 – “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.

4. A morte é o salário do pecado, mas o indivíduo arrependido pode obter a vida eterna em Jesus Cristo, o redentor. Salvação é uma dádiva divina que pode ser alcançada pela graça de Deus mediante a fé, não por bondade humana.

Romanos 6.23 – “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Efésios 2.8-9 – “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”.

5. A Bíblia não respalda a crença em vidas múltiplas (reencarnações). Ao homem está ordenada morrer uma só vez e enfrentará o juízo, a prestação de contas perante Deus, quer creia ou não.

Hebreus 9.27 – “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo.”

Romanos 14.11-12 – “Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, e toda a língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

6. Jesus Cristo ao afirmar ser a ressurreição e a vida, assegura a ressurreição ao que nele crê para um dia estar com o Pai e com Ele na eternidade (Ap 21.1-3; 22.3-5).

João 5.28-29 – “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição da condenação”.

Veja para compreender quanto a fazer o bem ou o mal no quesito redenção:

https://samuca-borges.blogspot.com/2024/10/fazer-o-bem-e-suficiente-para-ser-salvo.html

João 11.25 – “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá”.

7. Na Palavra de Deus encontramos Ele estabelecendo limites entre o mundo dos vivos e dos mortos. Não se comunicam. O que houver é espúrio, não legítimo, enganoso.

Necromancia - é uma prática que envolve a suposta comunicação com os mortos, seja pela evocação de seus espíritos pela mediunidade, visões, aparições, ou pela manipulação de cadáveres.

Levítico 19.31 - "Não recorram aos médiuns nem busquem quem consulta espíritos, pois vocês serão contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês."

Deuteronômio 18.10-12 - Proíbe expressamente quem pratica adivinhação, feitiçaria, encantamentos ou quem consulte os mortos, declarando que "todo aquele que faz tal coisa é abominação (profundamente repugnante, reprovável, detestável por Deus) ao SENHOR".

Isaías 8.19 - Questiona a prática ao dizer: "Quando disserem a vocês: “Consultem os médiuns e os adivinhos...” será que um povo não deveria consultar o seu Deus? A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?”.

Lucas 16.27-31 – Na parábola do rico e Lázaro Jesus ensina que não se deve esperar que os mortos venham nos comunicar algo do outro mundo. Os vivos devem ouvir Moisés e aos Profetas (significa a Lei e a Palavra de Deus revelada e anunciada).

8. O estado dos mortos é de consciência ou inconsciência?

O corpo “dorme na sepultura” (Gn 50.5; Mt 27.52). At 6.59-60, usa o termo dormir para morte como um eufemismo. A alma do salvo, lavada e redimida pelo sangue de Jesus (Jo 1.29;19.30; I Jo 1.7) está consciente no paraíso. Jesus ensinou acerca do estado consciente dos mortos em Lc 16.19-31. Vemos também em Ap 6.9-11.

9. Qual o lugar dos mortos onde aguardam a ressurreição, seja para vida ou para condenação?

Primeiro, é grave o erro de confundir espaço sideral com mundo espiritual. O salvo em Cristo aguarda a ressurreição no paraíso (Lc 23.42-43), também conhecimento por terceiro céu (II Co 12.1-4).  O não salvo está no Hades, mundo dos mortos e já em tormento (Lc 16.22-24).

10. Qual a importância de, ao ouvir o Evangelho, confessar a Cristo, o Senhor e Salvador e o seguir? É uma questão de vida ou morte eterna.

Mateus 10.32-33 - “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus”.

Ou seja, a salvação é pela graça, mediante a fé. Porém, a confissão, a declaração de fé em Cristo é uma exigência da graça de Deus.

Mateus 10.37-39 – “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim; e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim. Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á”.

É colocar Deus em primeiro plano na vida, envolve renúncia até do próprio eu...

Romanos 10.8-10 – É com o coração (a mente, decisão pensada) que se crê para justiça e com a boca se faz confissão para a salvação.

E assim sendo, faço minhas as palavras de Moisés em Dt 30.19 – “Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição...”.

Escolhes seguir a Cristo e terás vida eterna! Amém!

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 02/11/2026.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Liderança Eclesiástica - passando o bastão para as próximas gerações...

 

Nós, cristãos contemporâneos, estamos conseguindo passar o bastão para as próximas gerações? É uma indagação de um pregador de nossa época e oportuna.

A corrida está em curso e enquanto corremos, precisamos criar, educar, formar, contribuir com o crescimento de filhos, futuros cidadãos, discípulos, profissionais, lideranças no lar, na sociedade e na Igreja. 

A Igreja Cristã começa no lar. Nas Escrituras vamos encontrar princípios fundamentais para criar, fazer discípulos e formar lideranças na Casa de Deus. Eis um dos princípios bíblicos para liderança observar, além das qualidades exigidas para o episcopado.

II Timóteo 2.2 - “E as coisas que ouviu de mim diante de muitas testemunhas, confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros.”

O processo não é uniforme, há variáveis estruturais de governos, sistemas eclesiásticos, visões e percepções humanas. E cada época apresenta suas problemáticas.

Então, a pergunta levantada é será que estamos tendo êxito neste dever-ser pedagógico? Em meio a tantos percalços, distrações, interesses intercambiáveis e os desafios que nos cercam?

No âmago dessa discussão, precisamos refletir não limitados a quatro paredes do “nosso sistema religioso”. Pensemos Igreja no macro. É necessária humildade na Igreja Organização para ouvir, receber críticas, se corrigir, considerando suas imperfeições e erros. Falar em nome de Deus, não os eliminam.

O que aconteceu com o declínio da Igreja na Europa? Qual a cara da Igreja Evangélica Brasileira em suas múltiplas bandeiras de fé que observamos? Como se encontram as famílias que compõem o corpo de Cristo na atualidade? Inteiras, bem estruturadas, aos frangalhos? Muitas já destruídas. E afeta a Igreja.

Vejamos alguns pontos que nos ajudam levantar a resposta que buscamos:

1. Pais identificados com Cristo - tem um papel preponderante na missão de passar o bastão para as primeiras e segundas gerações (Dt 6.1-9; Pv 22.6). Pode até ocorrer filhos não professarem a Cristo na mesma denominação, todavia que sejam verdadeiros discípulos de Jesus. Afirmar identidade com Cristo não significa ser uma cópia dos pais.

2. O papel dos Departamentos Infantis na Igreja - Há anos que observo um número bastante reduzido de crianças nestes departamentos, mesmo considerando os avanços, preparação docente etc.  Fui diretor de EBD algumas vezes, qual será o futuro dessas Igrejas, com o quantitativo de crianças instruídas em relação à sua membresia? E pior, existem templos sem espaço para esse fim. Pastores com uma visão míope a respeito...

3. Modelos eclesiásticos – Que estilos têm alcançado objetivos, em maior escala, para formar e desenvolver lideranças no bojo dessa discussão? Sem descuidar de dar o devido lugar a ação do Espírito Santo na Igreja. Jesus ascendeu ao céu e deixou Ele com a Igreja. É verdade que de uma maneira ou de outra, a Igreja será espiritualmente vencedora. Quanto a aspectos sociais na carreira eclesiástica, poderá ser justa ou injusta, a depender se praticou ou não justiça social.

4. Motivações no Ofício Pastoral - A chamada é de Deus, mas pastores em exercício, quantos deles têm convicções motivadas para incentivar filhos, companheiros ao ministério cristão, transmitir o legado às próximas gerações? Ou não desejam que eles passem pelo que têm passado, como trabalhadores do Evangelho? Ou apenas que sirvam enquanto Igreja, sem compromisso ministerial de tempo integral? São perguntas que não temos respostas prontas. É óbvio que ministério é ofício de servir, envolve renúncia e abnegação sacrificial em certa medida.

5. Pastores discipulando pastores – Um tema atual na percepção de que pastores e suas famílias precisam de cuidados - alguns só percebem quando se esgotam espiritual e psiquicamente. E tudo em razão da carga de trabalho emocional e espiritual que carregam. Outros se acham insubstituíveis, não respeitam data para jubilamento, não se planejaram para velhice ou não a aceita.

É relevante frisar que transição é um processo que exigirá humildade, maturidade emocional e espiritual entre líderes e liderados. Não é um descarte.

(Algumas denominações tem um fundo previdenciário privado para remuneração mínima aos pastores jubilados, além da parte dele junto ao INSS. É outra discussão que envolve decisões convencionais e estatutos eclesiásticos).

Portanto, passar o bastão, faz-se necessário para que não haja descontinuidade no avanço do Reino de Deus. E que se faça mantendo as conquistas na Causa Cristo, não retrocedendo. Que possamos dizer como disse o apóstolo Paulo, consciente da proximidade da partida: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”. E seguro de que lhe aguardava galardões nas mansões celestiais. Amém!

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 27/10/2026.

domingo, 25 de outubro de 2026

A Obediência a Deus!

 

Implica em:

1. Amor a Ele leva à obediência (Jo 14.15). Não é o contrário. Uma obediência meramente religiosa poderá ser pouco útil e insuficiente para “ganhar o céu” (Mt 7.21-23).

2. Temor, respeito e reverência a Deus. E só assim começamos sabiamente (Pv 9.10; Sl 111.10).

3. Submissão na caminhada, no culto racional, adorando, servindo, vivendo segundo à Sua palavra (Rm 12.1; 15.4).

4. Entender que o ABC da fé judaico-cristã é obedecer (Js 1.7).

5. A obediência a Deus não é imposta. São limites, muros de proteção para guiar e nos guardar para Ele (Ec 12.13).

6. Ouvir, conhecer, aprender e praticar o que de Deus assimilamos revela o grau de temor a Ele.

Sl 119.11 – “Escondi a tua palavra no meu coração, para não pegar contra ti”.

7. Na obediência não se pode diminuir nem acrescentar o que está divinamente revelado e não importa o pretexto, a intenção (Ap 22.18-19).

8. É muito importante compreender, distinguir no ato de obediência aspectos da vontade de Deus: soberano, permissivo (diretivo, às vezes) moral e desejado. O cristão que não aprende didática e teologicamente esses aspectos, corre o risco de viver uma confusão de subjetividade quanto à vontade de Deus. O que importa mesmo é viver a sua vontade moral, de modo que se separa o certo do errado, o religioso do bíblico, a vontade de Deus da do homem, o santo do profano... (Mt 6.9-10; Jo 4.34).

9. Entender que obedecer é melhor do que sacrifícios. Importa mais para Deus o homem interior (I Sm 15.22).

10. Na obediência, aos que dizem ser difícil seguir a Cristo, afirma a palavra revelada: os seus mandamentos não são pesados (I Jo 5.3). Aqui está implícita a graça de Deus.

11. Obediência no sofrimento ou quando algo dá errado. Há dois momentos entre obediência e a fé: Quando Deus honra a nossa fé e quando teremos que honrar a fé em Deus (At 5.29).

12. Enfim, obediência e fé salvífica andam no mesmo feixe. Não existe nas Escrituras salvação no automático sob o slogan “salvo, salvo para sempre”. Amém!

Fontes da consulta:

Lição EBD/CPAD 4º trimestre 2026 - O chamado à obediência.

EBD AD Candelária – ministração Pr Oaldo Dantas.

Bíblia Sagrada.

Adendos do blog.


Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 25/10/2026.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Alberto Santos Dumont e suas invenções!

 

“No dia 23 de outubro de 1906, no campo de Bagatelle, em Paris, o inventor brasileiro Alberto Santos Dumont realizava um dos maiores feitos da história da humanidade. Diante de mais de mil espectadores atônitos, o lendário 14-Bis decolou por meios próprios, percorrendo 60 metros a dois metros de altura e garantindo a conquista da prestigiada Taça Archdeacon. ​

Ao dispensar qualquer auxílio de dispositivos de lançamento externos ou rampas, Santos Dumont provou ao mundo a viabilidade do voo do mais pesado que o ar. Aquele momento histórico não apenas inaugurou a era da aviação moderna, mas consagrou a genialidade, a determinação e o espírito pioneiro de um mestre da engenharia que ensinou a humanidade a conquistar os céus. ​

Sua audácia abriu caminhos para a transformação dos transportes mundiais e encheu o Brasil de orgulho, eternizando o nome de Santos Dumont como o Pai da Aviação”. ​

Saiba mais... informações da IA – (Wikipédia e ebiografia).

“Alberto Santos Dumont (1873–1932) foi um inventor, aeronauta e esportista brasileiro, mundialmente reconhecido como o "pai da aviação".

Nascimento e Origem: Nasceu em 20 de julho de 1873, em Cabangu (atual município de Santos Dumont), em Minas Gerais. Mudou-se jovem para Paris, onde desenvolveu seus projetos.

Principais Feitos e Invenções

Dirigíveis: Projetou e construiu balões dirigíveis equipados com motores a gasolina. Em 1901, ganhou o Prêmio Deutsch ao contornar a Torre Eiffel com o dirigível Nº 6.

O 14-Bis: Reiterando, em 23 de outubro de 1906, no Campo de Bagatelle, em Paris, realizou o primeiro voo público homologado de uma aeronave mais pesada que o ar (com propulsão própria e sem ajuda de trilhos ou ventos).

Demoiselle: Criou em 1909 um dos primeiros aviões ultraleves e de fácil pilotagem da história.

Outras Criações: Atribui-se a ele também a criação do relógio de pulso (para conseguir ver as horas sem soltar os comandos) e do *chuveiro de água quente.

*Esse eu vi instalado em sua casa conhecida como "A Encantada" - é uma residência de veraneio construída em 1918 por Alberto Santos Dumont, em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Legado e Princípios: Não patenteava suas invenções, defendendo o livre acesso ao conhecimento aeronáutico. Nos últimos anos de vida, abalado pelo uso de aviões em guerras, tornou-se pacifista. Faleceu em 23 de julho de 1932, no Guarujá (SP)”.

Fontes consultadas para transcrições:

Facebook History – acesso em 23/10/2026.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 23/10/2026.

Lidando com o sagrado - o episódio de Uzá em I Crônicas 13.6-10

                      Imagem da fonte citada

Não basta servir a Deus, ajudar ao semelhante, à liderança, importa como, para que, porque fazer.

Para Deus há clara diferença quando servimos respeitando princípios espirituais, o estabelecido como sagrado, não apenas a simples disposição humana.

Sinceridade, às vezes, não caminha junto com a obediência.

Apoio e boas intenções não são suficientes ao lidar com o sagrado, com o servir no Reino de Deus.

Desobediência é sempre desobediência. Não se agrada a Deus de qualquer jeito.

Precisamos de discernimento para distinguir entre o humanismo e a expressão da espiritualidade sadia.

O rei Davi reconheceu o erro fatal na primeira tentativa de levar a arca para Jerusalém (I Cr 15.13-15) - devemos buscar e fazer para Deus pelas vias autênticas, não apenas para agradar aos homens e sim como Ele tem orientado na sua Palavra.

Nota – É relevante considerar no contexto geral das Escrituras que Deus age e reage de acordo com cada etapa da sua revelação progressiva à humanidade.

Fonte/base: Instagram Evangelhodiariooficial – acesso em 23/10/2026.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 23/10/2026.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Faça-se como uma criança para entrar no Reino do Pai!

 


Mateus 18.3 - "Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus".

Introdução

a) Jesus não ensinou que temos de ser crianças na fé, pessoas imaturas, que não crescem, não evoluem na medida que a idade avança.

b) Ele não ensinou aos cristãos a serem ingênuos. Então! Qual foi o sentido?

I - Ser como as crianças, fala de:

Inocência - não têm senso crítico inflamado. Logo, dificilmente crianças serão murmuradoras.

Simplicidade - não discriminam, geralmente não revelam orgulho pessoal.

Humildade - para aprender, depender... Deus exalta os que se humilham, diferente de alguém que sofre uma humilhação, a qual pode ser justa ou injusta.

Ausência de maldade - não cultivam o mal, são sem malícia no coração, via de regra.

Imitação e empatia - aprendem pela imitação. Elas têm tendências à empatia.

Sensibilidade - são mais sensíveis. Não guardam mágoas. Perdoam com facilidade. Diferentemente, vivemos numa sociedade insensível e de uma sensualidade reprovável.

Verdade – crianças geralmente falam sem filtro, sem as hipocrisias de adultos.

Pureza de fé - transmitem confiança e também confiam.

Conclusão

1. Acima vimos algumas virtudes infantis com as quais precisamos aprender e aplicar na vida cristã na perspectiva que Jesus lecionou.

2. Hoje temos uma geração de crianças sendo desrespeitadas, provocadas a descobrirem o que não devem, impulsionadas a um crescimento forçado e mal intencionado. Incentivadas a uma autonomia que não lhes cabe na tenra idade.

3. I Co 14.20 - "Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no entendimento". 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 21/10/2026.

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