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sexta-feira, 3 de abril de 2026

De Abrão a Abraão - Chamada e Promessas!

 
1.Cidade Natal: Ur dos Caldeus, ao norte da Mesopotâmia (Gn 11.31; 15.7; Atos 7.2).

2.Seu pai Tera (+-2.095 a 1.890 a.C.), viveu 205 anos, morre em Harã (Gn 11.26,32). Tera era politeísta (Js 24.2).

3.Abrão toma sara como esposa (Gn 11.29).

4.Deus o chama antes de habitar em Harã. Em Harã, estava a caminho de Canaã (Gn 11.31; At 7.1-4). Uma chamada soberana e irrevogável (Rm 11.28-29).

5.Abrão deixa Harã aos 75 anos, deslocando-se para Canaã (Gn 12.4-5).

6.Deus promete a sua semente a terra de Canaã (Gn 12.5-7).

7.Deus reafirma a promessa: um filho, gerado dele herdaria a promessa (Gn 15.3-4).Ele creu em esperança contra a esperança (Rm 4.18-22).

8.Creu Abrão em Deus e lhe foi imputado por justiça (Gn 15.6; Gl 3.7).

9.Sela a promessa, fazendo um concerto de sangue com Abrão (Gn 15.18-21). Deus se fez presente, mas ele não pôde ver. Nenhuma das partes poderia quebrar.

10.Deus muda o nome de Abrão (pai das alturas) para Abraão (pai de multidões (Gn 17.1-5).

11.O concerto de Deus com Abraão foi de caráter perpétuo, bem como a terra de Canaã dada à semente por possessão perpétua (Gn 17.7-8). Cabia a Abraão, a sua semente e as gerações futuras guardar o concerto (Gn 17.9).

12.O sinal do concerto: A circuncisão do macho (Gn 17.9-14).

13.Homem rico, hebreu e de intimidade com Deus (Gn 13.2;14.13).

14.Deus se apresentou a ele como seu escudo e grandíssimo galardão (Gn 15.1).

15.Deus não ocultou a Abraão o juízo que traria sobre Sodoma e Gomorra (Gn 18.17). Pelo contrário, admitiu discutir o juízo a ser executado com ele (Gn 18.23-33).

16.Isaque nasce quando Abraão tinha 100 anos (Gn 21.5).

17.Deus prova a fé de Abraão ao pedir Isaque em sacrifício (Gn 22.1-14).

18.Três ícones do Antigo Testamento: Abraão, Isaque (filho) e Jacó (neto). 

19.Deus reconheceu, elegeu Israel como semente de Abraão, meu amigo (Is 41.5), por causa da promessa e o concerto estabelecido.

20.Abraão, pai da nação hebreia e o pai da fé (Rm 4.16).

21.Abraão é contado na galeria dos heróis da fé (Hb 11.8-10).

22.Período Patriarcal (+-2.025 a 1.718 a.C.) – de Abrão a Jacó - Gn 12 a 50. Espaço geográfico - da Mesopotâmia ao Egito.

23.Abraão (+-2.025 a 1.850 a.C.), falece aos 175 anos (Gn 25.7).

24.Abraão habitou na terra da promessa como em terra alheia na esperança da cidade com fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus (Hb 11.9-10).

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 03/04/2026.

Golda Meir, uma estadista rara!

 

   Imagem: bernschwartz.org - (1898–1978)

"A noite em que Golda Meir desapareceu — para tentar impedir uma guerra.

Em novembro de 1947, uma mulher entrou num carro em Jerusalém — e simplesmente desapareceu na noite.

Vestia-se como uma árabe. Carregava um segredo.

E atravessava, em silêncio, território inimigo.

O destino: a Transjordânia.

A missão: encontrar-se com Abdullah I da Jordânia e negociar, nas sombras, uma chance improvável de paz.

Israel ainda não existia. Mas ela já lutava por ele como se fosse inevitável.

E estava disposta a morrer por isso.

Antes de se tornar uma das figuras mais poderosas do século XX, ela foi apenas uma menina judia em fuga.

Nascida em Kiev, em 1898, no então Império Russo, cresceu cercada pelo medo — o antissemitismo não era uma ameaça distante, era cotidiano. A pobreza moldou seu caráter, mas foi a perseguição que moldou sua coragem.

A família fugiu. E foi em Milwaukee, nos Estados Unidos, que aquela menina encontrou algo raro: voz.

Ali nasceu sua consciência política.

Ali começou a mulher que mais tarde ajudaria a criar um país.

Quando jovem, tomou uma decisão que poucos ousariam sequer imaginar:

mudou-se para a Palestina sob domínio britânico.

Não havia garantias. Não havia Estado.

Havia apenas uma ideia — e ela decidiu viver por ela.

Durante décadas, fez o trabalho invisível que constrói nações: Negociou, organizou, arrecadou fundos, enfrentou salas hostis com uma verdade direta, quase incômoda.

Até que chegou 1948.

Com a independência à beira de acontecer — e sem dinheiro para sustentá-la — ela foi enviada aos Estados Unidos.

Em poucas semanas, arrecadou cerca de 50 milhões de dólares.

O suficiente para transformar um sonho em realidade.

David Ben-Gurion diria depois:

“Ela foi a mulher que conseguiu o dinheiro que tornou o Estado possível.”

No dia 14 de maio de 1948, ela estava lá.

Entre os 37 que assinaram a independência de Israel — apenas duas eram mulheres. Dizem que chorou.

Talvez por saber o preço que ainda viria.

As décadas seguintes não foram de descanso — foram de poder.

Embaixadora, ministra, diplomata.

Cada cargo a tornava mais preparada para o inevitável.

Em 1969, tornou-se Primeira-Ministra de Israel.

Uma das líderes mais experientes do mundo.

E uma das mais solitárias.

Porque havia algo que ninguém sabia.

Em 1965, fora diagnosticada com linfoma. E decidiu guardar o segredo.

Governou um país cercado por ameaças…

enquanto travava, em silêncio, uma guerra dentro do próprio corpo.

Sem que ninguém soubesse.

Então veio o dia que ela tentou evitar durante anos.

6 de outubro de 1973: Guerra do Yom Kippur.

Egito e Síria atacaram de surpresa. O erro de inteligência foi devastador. As primeiras horas foram caos.

Mas ela não recuou. Autorizou mobilizações contra recomendações.

Manteve-se firme quando tudo parecia desmoronar.

Israel sobreviveu. Mas a vitória não trouxe paz.

A pressão pública veio como uma segunda guerra.

Investigações. Indignação. Culpa coletiva.

Em abril de 1974, ela renunciou. Não porque fosse considerada culpada, mas porque compreendia algo raro:

uma democracia exige, às vezes, que alguém carregue o peso de todos.

Morreu em 1978, aos 80 anos.

O câncer que manteve em segredo por treze anos finalmente venceu — não a guerra, não a política, mas o silêncio.

Chamaram-na de “Dama de Ferro” antes mesmo de esse nome existir para outras. Mas ela rejeitava rótulos.

Quando lhe perguntaram sobre ser “uma grande mulher”, respondeu, com simplicidade quase cortante: Ela havia trabalhado para ser uma grande líder.

O resto… era irrelevante. E talvez seja isso que a define.

Não o título. Não o poder. Mas a escolha constante de continuar — mesmo na dor, mesmo no risco, mesmo no desconhecido.

Naquela noite de 1947, uma mulher desapareceu na escuridão para tentar impedir uma guerra. Ela não conseguiu. Mas ajudou a criar uma nação inteira.

E, às vezes, isso é o mais perto que a história chega de um milagre".

Fonte: Facebook – Sobre Literatura – Pesquisa em 03/04/2026.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Carne Magra versus Fígado!

 

A carne que você mais come é a MENOS nutritiva do boi.

Sim. Enquanto todo mundo paga caro na carne “bonita”, joga fora o alimento mais completo que existe.

Veja o choque de realidade:

Carne de boi magra (100 g)

• 120 kcal

• 0% vitamina A

• 0% vitamina C

• 3% ácido fólico

• 45% vitamina B12 e Proteína… e só.

Fígado de boi (100 g)

• 135 kcal

• 550% vitamina A

• 47% vitamina C

• 5% ácido fólico

• 100% vitamina B12

Um Multivitamínico natural.

Diferença calórica mínima.

Diferença nutricional absurda.

Comer só carne magra não é “saudável”.

É marketing, hábito e medo do fígado.

A natureza já entregou o alimento mais completo.

A gente é que aprendeu a ignorar.

#fblifestyle

Fonte: Facebook Tumblr 1880 – 28/02/2026.

quinta-feira, 12 de março de 2026

A Igreja de Jesus em expansão no Irã.

 

“Funcionários do governo iraniano admitiram em junho de 2023 — e repetiram a informação em 2025 — que cerca de 50 mil das 75 mil mesquitas do país estão fechadas.

O motivo principal, segundo o próprio clérigo Mohammad Abolghassem Doulabi (representante especial do presidente) e o ministro da Cultura: queda drástica na frequência, especialmente entre os jovens, que estão se afastando em massa da religião imposta pelo Estado. Muitas mesquitas ficaram sem fiéis, sem imãs ou sem verba — reflexo de uma rejeição crescente à instrumentalização da fé pelo regime, como o próprio governo reconheceu publicamente (“humilhação do povo em nome da religião”).

Enquanto isso, o cristianismo vive um crescimento explosivo no Irã. Pesquisas independentes (GAMAAN, 2020) e organizações de direitos humanos estimam que mais de 1 milhão de iranianos (e possivelmente até 2 milhões) já se converteram ao cristianismo — a grande maioria em igrejas subterrâneas. Trata-se de um dos movimentos cristãos que mais crescem no mundo, passando de poucas centenas de crentes em 1979 para centenas de milhares hoje.

Apesar da perseguição severa (conversão do islã é crime), as “house churches” secretas e as transmissões via satélite (como SAT-7) se multiplicam. Mesquitas vazias e igrejas cheias: uma nova página espiritual está sendo escrita no Irã”.

Fonte: Facebook – Franklin Ferreira – Pesquisa em 12/03/2026.

...

Evangelho cresce no Irã mesmo sob risco de morte: ‘Crentes estão cheios do Espírito Santo’

Em entrevista, o pastor Hormoz Shariat afirma que a igreja clandestina no Irã tem demonstrado uma fé extraordinária.

Fonte: Guiame, com informações da Fox NewsAtualizado: Segunda-feira, 9 de março de 2026 às 14:22.

Muitos ex-muçulmanos passaram por profundas transformações espirituais. (Foto representativa: Portas Abertas)

Apesar da perseguição religiosa severa, o cristianismo continua crescendo no Irã, onde abandonar o islamismo pode ser considerado crime grave e, em alguns casos, punido com a morte.

Em entrevista à Fox News, líderes cristãos iranianos relataram como a fé em Jesus tem se espalhado no país – que enfrenta neste momento uma guerra com a coalizão EUA-Israel –, mesmo sob grande risco às suas vidas.

A presidente e CEO da organização Transform Iran, Lana Silk, contou que sua família enfrentou perseguição ainda quando ela era criança.

Ela relembrou que, aos oito anos, pregava o Evangelho da varanda de casa, até que sua mãe a advertiu sobre o perigo.

“Você não pode compartilhar o Evangelho dessa forma no Irã. Isso é punível com a morte”, disse a mãe.

Silk também relatou que estudantes eram obrigados nas escolas a entoar slogans políticos como “morte à América” e “morte a Israel”.

Pastor assassinado

Ela conta que desde muito nova – com cinco ou seis anos de idade – já sentia que aquilo era errado.

“Eu me lembro de tentar me esconder atrás de outra menina para que não percebessem que eu não estava dizendo aquilo. Lembro desses momentos tentando encontrar um caminho, porque é complicado para crianças”, lembrou.

Outro momento marcante para ela foi o assassinato de seu pastor no Irã por causa de sua fé cristã. A notícia chegou no mesmo dia em que ela seria batizada.

“Meu pai recebeu a ligação do Irã pouco antes do meu batismo. Não sei como ele conseguiu se controlar durante a cerimônia”, contou.

“Eu estava nos fundos me trocando quando minha prima entrou correndo, chorando e repetindo: ‘Eles o mataram’. Eu não tinha contexto algum. Demorei um pouco para entender do que ela estava falando”, lembrou.

“Naquele momento o Senhor falou comigo, dizendo: ‘Quero que você se lembre deste momento. Com o tipo de chamado que está sobre a sua vida, é esse tipo de fé que está envolvida. Não estou necessariamente chamando você ao martírio, mas esta é uma fé de tudo ou nada – e eu quero tudo’”, relatou.

‘Morrendo por Jesus’

Na mesma entrevista, o pastor iraniano Hormoz Shariat, fundador do ministério Iran Alive, destacou que a igreja clandestina no Irã tem demonstrado uma fé extraordinária.

Segundo ele, muitos convertidos são ex-muçulmanos que passaram por profundas transformações espirituais.

“Os crentes no Irã estão cheios do Espírito Santo. Eles são corajosos. Eles estão lá fora... Eles não se importam se morrerem por Jesus”, afirmou Shariat.

“Muitos estão vivendo por Jesus e alguns estão morrendo por Ele - e eles não se importam”.

O líder cristão, que dirige uma igreja nos EUA com uma grande população iraniana, acrescentou que a experiência de deixar o islamismo para seguir Cristo faz com que muitos valorizem ainda mais a fé.

“Quando você sai das trevas para a luz, você valoriza a luz”, declarou. “Eles amam Jesus. Eles apreciam a luz e acreditam que o Irã será uma nação cristã.”

“Quando digo isso, algumas pessoas perguntam: ‘Você está louco? Como pode dizer isso?’ E eu respondo: roubei essa ideia. ‘De onde você roubou?’ Eu a tirei de Jeremias 49:38, onde o Senhor promete estabelecer o seu trono em Elão – que fica dentro do território do atual Irã.”

Segundo estimativas citadas na entrevista, pode haver até um milhão de cristãos no Irã vivendo na clandestinidade, se reunindo principalmente em igrejas domésticas para evitar a repressão do regime.

Para Shariat, apesar da perseguição, a fé cristã continua se expandindo no país.

Ele acredita que muitos iranianos estão encontrando esperança no Evangelho e afirmou que a transformação espiritual do povo pode mudar o futuro da nação.

Sonhos sobrenaturais

“Lana contou ainda que seus pais tiveram um sonho espiritual, dado por Deus, para deixar o Irã:

“Foi um chamado direto para deixar o Irã, sem nenhuma explicação adicional naquele momento, justamente em uma época em que a igreja estava sendo perseguida. Muitos líderes estavam saindo, mas ao mesmo tempo víamos um crescente interesse pelo Evangelho e havia entusiasmo em servir”.

Ela disse que no início eles resistiram, estavam confusos, não entenderam aquele sonho.

“Às vezes Deus nos chama e você não entende por quê. Não faz sentido em termos humanos. Eles lutaram com essa decisão por várias semanas, até que Deus usou o sonho do pastor principal para confirmar o chamado. Foi um ato de obediência sair, com o coração ainda voltado para o Irã”, relatou.

Depois o Senhor revelou o plano completo, ela contou:

“Esta igreja está prestes a ser levada para a clandestinidade. Vocês serão necessários para fornecer recursos, fortalecer e encorajar essa igreja e ajudar a desenvolver o que se tornará uma igreja vibrante, porém muito perseguida.”

Fonte: Guiame.com.br – pesquisa em 12/03/2026.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Como enfrentar a perseguição à Fé Cristã?

Para começar, num mundo civilizado, cumpra deveres, conheça e exerça direitos...

Da Constituição Brasileira

CAPÍTULO I

DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.


Precisamos também compreender o estado espiritual e existencial do mundo atual, entre crédulos e incrédulos. Há dois males atuantes desde o princípio: Do maligno e do homem afastado de Deus, após a queda no Éden.

O empate entre a luz e trevas - Não como pensam os filósofos, os religiosos, os místicos e até acadêmicos. A Igreja Cristã está em guerra contra o mal. Porém, esse dualismo não se aplica ao próprio Deus. Ele não luta! Determina, executa a sua vontade soberana, faz acontecer e só vence. Deus não pode nem ser tentado pelo mal (Tg 1.13).

Jesus, seus discípulos e a perseguição – Disse Jesus em João 15.18: “Se o mundo vos aborrece, sabei que primeiro do que a vós, aborreceu a mim”. Há um ditado que diz: “Quer arranjar inimigos, fale a verdade”. E a verdade de Deus é teor do Evangelho de Cristo. O mundo incrédulo, desde os primórdios civilizatórios se alimenta de mentiras e engodos, e odeia a verdade. Aliás, uma das missões de Jesus neste mundo foi dá testemunho da verdade – Ele é, em última análise, a verdade de Deus aos homens.

Em que termos e objetivos? Ao revelar o Pai, no chamado do homem ao arrependimento, não ao pecado, na reconciliação com Deus, mudança das trevas para luz, passando a andar uma nova vida. Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12).

A Igreja foi edificada para pregar o Evangelho e combater o mal - A promessa de quem segue a Cristo é receber nesta vida 100 vezes mais...e haverá oposições/perseguições (Lc 10.8-12,16; Mc 10.29-30). Jesus garantiu vitória a sua Igreja quando afirmou: “...e as portas do inferno não prevalecerão contra Ela”.

O sal precisa salgar, temperar, dá sabor, faz a diferença, não pode se tornar insípido, insosso (Mt 5.13). Assim, devem ser os discípulos de Jesus.


A Igreja Cristã enfrenta perseguições de natureza:

a) Religiosa – Por fanáticos de outros credos e crenças;

b) Filosófico/Ideológica – De natureza social-política e cultural;

c) Física – Quando há agressão consumada e até homicídios de cristãos;

d) Estatal/Institucional – Através de leis opostas à fé cristã, tentando parar a marcha da Igreja, ou nos tirar a liberdade de evangelizar e de culto;

e) E espiritual – Por trás, sem isentar os homens das responsabilidades de seus atos ou omissões, está o diabo, de cujo sujeito está escrito: “Não deis lugar ao diabo” (Ef 4.27). Ele é o tentador, mas pode ser resistido – Tg 4.7 - “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; resisti ao diabo e ele fugirá de vós”.

Por Cristo ou contra Cristo - A responsabilidade dos homens se define pelo lado que assumem. Afirmou Jesus: “Quem não for por mim, é contra mim” – Não há neutralidade. Ninguém pode ficar em cima do muro. E cuidado! O muro é do diabo.

Você já ouviu falar a respeito da parábola da indecisão?

https://samuca-borges.blogspot.com/2026/02/a-parabola-da-indecisao-os-neutros-ja.html

É uma metáfora que ilustra não ser Deus de meio termo. Eis porque disse Jesus "Quem não é comigo é contra mim e quem comigo não ajunta espalha" (Mt 12.30; Lc 11.23). O que estamos fazendo na Causa Cristo? ajuntando, edificando ou espalhando? Uma posição é ser firme contra a oposição ao Evangelho de Jesus; outra é incitar a perseguição contra si. Calar não! Se omitir não! E que façamos com estratégias, sabedoria e prudência.

O Domínio entre os Homens

1.Quando Deus estabeleceu o governo político-econômico humano sobre a Terra, não deu domínio do homem sobre o homem (Gn 1.26-31), foi dado sobre os recursos naturais para mantimento.

2.Gn 3.16b, consequência do que ocorreu na tentação, o domínio do homem sobre a mulher, chama-o à responsabilidade do cabeça no lar, a hierarquia estabelecida por Deus e os dois debaixo da mesma missão - constituir uma família e glorificar a Deus. No NT fica claro, a mulher deve ser amada e cuidada, não é propriedade do homem.

3.Quanto sangue não derramou tiranos políticos pelo poder, religiosos em nome de Deus? E começam com estigma exteriores, controle, domínio sobre as pessoas. Liderar não significa exercer domínio (I Pd 5.1-3). Exorta-se que os líderes sirvam de exemplos, sejam referenciais.

4.O comunismo para distribuir “o bem e bens comuns” deixou um rastro de sangue e lágrimas na História, cerca de 110 milhões de vítimas...

Hoje existe em torno de 370 milhões de cristãos sob perseguição. E na sua grande maioria de natureza religiosa e político-ideológica. E em parte, quem mais ganha é o diabo. Porém, reiteramos as portas do inferno não irão prevalecer contra a Igreja de Jesus (Mt 16.18b).

Atitudes sábias diante da perseguição à Igreja:

1.Não a temer. O medo nos paralisa.

2.Não a incitar ou invocá-la sobre si; seja prudente.

3.Enfrentá-la com unidade no Corpo de Cristo.

4.Distinguir a sua origem em ação e na oração: humana ou espiritual.

5.Manter a identidade de povo de Deus, prosseguir na evangelização e ensino. Importa obedecer a Deus.

6.Buscar discernimento para estabelecer estratégias e agir.

7.Não pagar mal por mal. Deus fará justiça.

8.Amar os inimigos sem ingenuidades.

9.Cumprir deveres, defender direitos, fazendo apologia da fé.

10.Se possível não confrontar, mas também não se omitir.

11.Construir o respeito, civilizadamente, sem desrespeitar.

12.Ter a consciência e a fé firme de que nem o inferno barra a marcha da Igreja de Jesus.

Martin Luther King Jr. (1929-1968): “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter e dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons".

Mateus 10.28 - "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” Amém!

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN, 04/03/2026.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Abraão, o hebreu (+-2.025-1.850 a.C.).

 
Isaías 41.8 – “Mas tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó a quem elegi, semente de Abraão, meu amigo.”

1.Abraão (pai de multidões), originalmente Abrão (pai das alturas), é o primeiro patriarca bíblico, considerado o "pai da fé" e fundador do povo hebreu (Gênesis 11 a 25). 

2.Deus ordenou que ele saísse de sua parentela (Ur dos Caldeus – Mesopotâmia), prometendo fazer dele uma grande nação, abençoar os que o abençoassem, e amaldiçoar os que o amaldiçoassem e dar a terra de Canaã à sua descendência para sempre (Gênesis 12.1-4,7;13.14-15).

3.Mesmo idoso e com a esposa Sara estéril, Abraão creu na promessa de um filho, sendo este ato creditado a ele como justiça (Gn 15.1-6).

4.Deus selou uma aliança (berit) de sangue com Abraão, confirmada pelo sinal da circuncisão, prometendo Canaã como possessão perpétua (Gn 15.7-21; 17.1-14).

5.Abrão era homem rico em gado, prata e ouro (Gn 13.2).

6.No decorrer da chamada, o Senhor Deus se apresentou a Ele em visão e lhe declarou ser o seu escudo e grandíssimo galardão (Gn 15.1).

7.Quando Deus resolveu trazer juízo sobre Sodoma e Gomorra, não ocultou a Abraão. E ainda permitiu Abraão dialogar com Ele sobre o juízo a respeito daquelas cidades devassas (Gn 18.17-33).

8.Abraão faleceu com 175 anos, sendo sepultado por seus filhos Isaque e Ismael na caverna de Macpela, em Canaã (Gn 25.1-11).

Origens dos termos hebreu, israelita e judeu

Por que Abrão "o hebreu" (Gn 14.13)?  A Bíblia não se refere a ele como um “israelita” ou “judeu”. Esses termos só passaram a existir em gerações posteriores no desenrolar da história bíblica no AT. No texto original, a palavra para hebreu é ivri עִבְרִי, da raiz ἉBR’ que significa “atravessar”. Por que no texto sagrado Abrão tem esse nome?

a) Pode ser que no tempo antigo era o nome para povos nômades, atravessando, deslocando-se de uma região para outra.

b) É possível que o nome hebreu venha da sua 6º geração, do ascendente – Héber – o pentavô de Abrão. Então, “hebreu”, da perspectiva etimológica, provem de Héber.

c) Ainda segundo a tradição judaica, Héber teria se recusado a participar da construção da Torre de Babel e, portanto, o idioma hebraico foi preservado e recebeu este nome em homenagem a Héber, e por conseguinte deu nome ao povo que falava hebraico, o povo Hebreu. Sem, filho de Noé era o bisavô de Héber. E de Sem se originou o povo semita.

d) Êx 3.18;5.3 – Nos dias de Moisés, na saída do Egito, Israel debaixo do jugo egípcio, o Deus dos filhos de Israel era identificado como o Deus dos hebreus.

Israelitas – São os descendentes de Israel, que antes tinha o nome de Jacó (filho de Isaque, neto de Abraão), mas Deus lhe mudou o nome (Gn 32.27-28;35.9-10). E ratifica a promessa, feita a Abraão e a Isaque, de herdar a terra de Canaã (Gn 35.11-12).

Da descendência de Israel, provém os nomes das doze de tribos de Israel (Gn 49.1-33; Êx 1.1-5). Viveu seus últimos 17 anos no Egito e morreu aos 147 anos +-1865-1718 a.C. (Gn 47.28).

Judeus – O termo judeu significa ‘homem de Judá’. Para compreender de onde surgiu, faz-se necessário conhecer a divisão dos filhos de Israel em 12 tribos, a partir de Jacó, filho de Isaque, neto de Abraão. 

a) Uma dessas tribos é a de Judá. O termo “judeu” está ligado ao nome Judá, porém não se refere apenas ao povo desta tribo. O termo “judeu” se refere ao povo de todas as 12 tribos.

b) De acordo com a narração do livro de Ester, Judá foi a tribo que predominou nas terras de Israel, após o cativeiro babilônico (586-516 a.C.). Ou seja, durante os primeiros anos deste retorno, conforme os livros de Esdras e Neemias.

c) Daí, a predominância da tribo de Judá neste período, assim todo o povo das doze tribos passou a ser chamado de judeus. E especialmente nos livros de Esdras, Neemias e Ester é que onde encontramos efetivamente a utilização deste termo no sentido de povo das doze tribos.

d) No AT vamos encontrar as primeiras aparições no nome “judeu” em muitas traduções das Escrituras no livro de II Reis 16.6 e II Reis 25.25, bem como nos livros de Jeremias e Daniel.

Nota - Livro Ester – Bíblia de Estudo Pentecostal - BEP.

O Assuero deste livro é comumente conhecido pelo seu nome grego, Xerxes. Foi monarca da Pérsia de 486 a 465 a.C.

Datas importantes relacionadas com o livro de Ester:

1.O cativeiro dos judeus, por Nabucodonosor, em 586 a.C. (II Rs 25);

2.A volta dos judeus, do cativeiro, em 538 a.C., permitida por Ciro (Ed 1);

3.O reinado de Ester como rainha da Pérsia, a partir de 479 a.C. (Ester 2.16-17);

4.A viagem de Esdras, com autorização da corte, de Babilônia para Jerusalém, em 458 a.C. (Ed 7).

Assim sendo, os eventos do livro de Ester ocorreram uns vinte e um anos antes de Esdras conduzir um segundo grupo de exilados a Jerusalém.

Fontes da pesquisa:

Bíblia Sagrada – BEP.

http://www.raciociniocristao.com.br/2015/02/qual-diferenca-entre-hebreu-israelita-e-judeu.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN, 02/03/2026.

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