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sábado, 31 de janeiro de 2026

O Deus Filho!

 
“Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o” (Mt 17.5b).

Introdução

Jesus Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens.

Ele não é um personagem entre outros, mas o Deus encarnado. Pelas Escrituras, mediante a fé, podemos estudar e contemplar a Divindade, a centralidade e a missão redentora do Deus Filho.

Textos chaves

Lc 1.35 - A concepção virginal e a ação da Trindade.

Jo 1.1-3 - O Filho é Deus desde a eternidade.

Hb 1.1-3 - O Filho como revelação suprema do Pai.

Mt 17.2,3 - A glória divina de Jesus na Transfiguração.

Fp 2.9-11 - Cristo exaltado acima de todo nome.

At 4.12 - Cristo é o único caminho para salvação.

I. A Divindade do Filho.

1.A Concepção Virginal de Jesus - A concepção do Senhor Jesus foi um ato miraculoso. Sobre isso, o anjo Gabriel explicou à virgem: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra” (Lc 1.35a). O texto afirma que Jesus seria concebido pela ação do Espírito Santo e pela sombra do poder de Deus. A expressão “sombra” (gr. episkiázō) refere-se à presença divina (Êx 40.35). Assim, o Espírito Santo está vinculado à sombra da “virtude” (gr. dýnamis), ou seja, ao poder de Deus. Isso indica que a presença poderosa de Deus repousou sobre Maria, de modo que o menino concebido pelo Espírito Santo seria chamado de Filho de Deus (Lc 1.35b). Dessa maneira, observa-se, nesse evento, a manifestação da Trindade: o Pai, o Filho de Deus e o Espírito Santo.

2.A Deidade do Filho - O Senhor Jesus Cristo é, desde a eternidade, o único Filho de Deus e possui a mesma essência e substância (gr. homooúsios) do Pai (Jo 10.30; 14.9). Antes de nascer em Belém, o Filho já existia eternamente com o Pai: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Ele é a Segunda Pessoa da Trindade e foi enviado pelo Pai ao mundo (1Jo 4.9). Ele se fez carne, sem deixar de ser Deus, possuindo duas naturezas, a divina e a humana, unidas numa única pessoa (Jo 1.14; Fp 2.6-11). Essa união das duas naturezas é sem confusão, sem mudança, sem divisão e sem separação (Concílio de Calcedônia, 451 d.C.). Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem (Rm 1.3,4; 9.5). Sendo Deus e homem, Jesus é o único mediador entre Deus e a humanidade (1Tm 2.5).

3.Os Atributos Divinos de Jesus - Como Segunda Pessoa da Trindade, Jesus possui todos os atributos essenciais da Divindade.

a) Eternidade — Jesus não teve começo, pois é eterno como o Pai (Is 9.6);

b) Imutabilidade — Cristo, sendo Deus, não muda em seu ser ou caráter (Hb 1.12);

c) Onipresença — Jesus declarou sua presença universal (Mt 18.20);

d) Onisciência — Jesus conhece todas as coisas, inclusive nossos pensamentos (Jo 21.17);

e) Onipotência — Nada é impossível para Ele (Ap 1.8).

Em suma, Jesus Cristo manifesta em si mesmo todos os atributos que pertencem Deus Pai. Isso demonstra de forma incontestável sua plena Divindade. Crer em Jesus como Deus é vital para a fé cristã. Negar qualquer um desses atributos é negar a essência do Evangelho (Jo 20.31).

II. A Centralidade de Deus Filho.

A transfiguração foi uma visão, um lampejo rápido para dá lucidez a glória da Divindade de Jesus. Foi uma revelação especial sua Deidade aos três de seus discípulos e a confirmação por parte de Deus Pai de tudo aquilo que Jesus havia feito e estava por fazer. O próprio Cristo foi se revelando gradativamente em seu ministério (Mt 17.9).

1.A Glória Sobrenatural de Jesus - Pedro, Tiago e João acompanharam Jesus até um alto monte (Mt 17.1). Neste local, Jesus “transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz” (Mt 17.2). O verbo “transfigurar” é tradução do grego metamorphóō do qual se originou o vocábulo “metamorfose” (transformação, mudança). Na ocasião, Jesus revelou temporariamente a glória da sua natureza divina, com aparência resplandecente. Um prólogo escatológico, um vislumbre do Cristo pós-ressurreto e glorificado (Ap 1.6). Uma confirmação da união das duas naturezas de Cristo: humana e divina, duas naturezas em uma só pessoa (Jo 1.14). Aqui, a divindade de Jesus foi revelada. Uma manifestação visível da glória de Deus no Filho encarnado (Fp 2.6-9).

2.A Aprovação do Deus Pai - A transfiguração atinge seu clímax com a voz audível do próprio Pai: “eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz” (Mt 17.5a). A voz vinda da nuvem — símbolo da presença de Deus (Êx 13.21) — ecoa as palavras já proferidas no batismo de Jesus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17; 17.5b). Essa repetição é significativa: o Pai confirma que Jesus é o seu Filho eterno, não apenas em missão redentora, mas em natureza divina. A expressão “em quem me comprazo” (gr. eudokēsa) revela que o Filho é aquEle em quem o Pai se deleita (Is 42.1). A voz do Pai é uma afirmação da centralidade de Cristo (Jo 14.6) e sustenta a doutrina da Trindade, em que o Filho é Deus, gerado pelo Pai e consubstancial com Ele (Jo 14.9,10).

Moisés e Elias testemunham que Jesus é o tema central e o cumprimento definitivo das Escrituras (Lc 24.27). A presença deles atesta, é uma prova visível da superioridade de Jesus em relação aos diversos personagens bíblicos (Hebreus capítulos 1 a 7).

O âmago da transfiguração – Neste evento vemos: Moisés representação da lei; Elias, os Profetas e Jesus, o Cristo de Deus, o Filho amado em quem o Pai se compraz e em voz audível testemunhou dele. A Lei e os Profetas apontavam para o Messias, o Cristo que estava se revelando no plano redentivo. E tudo convergia para Ele. E terminou assim a transfiguração - “ninguém viram, senão a Jesus”, destacando que nossa fé deve estar centrada em Jesus (Mt 17.8).

III. A Missão Redentora do Deus Filho

1.O Filho, a Revelação Suprema/Maior - A transfiguração é marcada, também, por uma ordem direta do Pai acerca do Filho: “escutai-o” (Mt 17.5c). A declaração reflete a profecia de Moisés: “O Senhor, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis” (Dt 18.15). A Escritura deixa claro que esse Profeta prometido é o próprio Cristo (Jo 6.14; At 3.20-23). A instrução — “escutai-o” — coloca o Filho em posição de supremacia sobre as revelações anteriores (Lc 16.16; Jo 1.17,18). Não é Moisés (a Lei) e nem Elias (os Profetas) que devem ser ouvidos, mas o Cristo (Hb 1.1,2). Esse evento sinaliza a transição entre a Antiga e a Nova Aliança, centrada na pessoa do Filho (Cl 2.17; Hb 10.1). Logo, negar a Cristo, ignorá-lo ou relativizar sua voz é rejeitar a autoridade de Deus (1Jo 5.12).

2.A Exclusividade de Cristo na Redenção - Após a visão do Cristo transfigurado, a Bíblia declara: “erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus” (Mt 17.8). Essa afirmação encerra uma verdade fundamental: Cristo é absolutamente único e exclusivo na obra da redenção. A presença de Moisés e Elias cessou; restou apenas Cristo. Ele é o cumprimento da Lei e dos Profetas (Mt 5.17). Toda a Escritura aponta para Ele (Lc 24.27). Cristo não é meramente um Profeta; Ele é o Deus revelado (Jo 14.9), o resplendor da glória divina (Hb 1.3). Ele é o único mediador entre Deus e os homens (At 4.12; 1Tm 2.5). Seu sacrifício é plenamente suficiente para reconciliar o pecador com Deus (Cl 1.20-22). Diante de sua majestade, toda figura da Antiga Aliança se desfaz — somente Jesus permanece.

3.O Aprendizado pela Experiência - A revelação da glória do Cristo no monte foi também um evento pedagógico para os discípulos. Mais tarde, Pedro reconheceu o episódio como evidência incontestável da majestade de Jesus: “mas nós mesmos vimos a sua majestade [...] quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido” (2Pe 1.16,17). A transfiguração, portanto, é o vislumbre do Reino, prenúncio da ressurreição, antecipação da vitória final de Cristo, e o anúncio de seu triunfo escatológico sobre a morte e todo domínio (Hb 1.8-12; Fp 2.9-11). Diante dessa glória, somos chamados a contemplar e adorar a Cristo com fé e esperança (Hb 12.2).

Conclusão

1.Jesus, Ele é o Verbo eterno feito carne, a revelação suprema do Pai e o único que pode reconciliar o homem com Deus.

2.Jesus é digno de adoração, obediência e seu nome deve ser anunciado como o único caminho para redenção humana.

3.Negar sua Divindade ou relativizar sua pessoa distorce o Evangelho, perdendo-se o centro e a essência da fé cristã.

Fontes da Pesquisa:

Lição EBD/CPAD – 1º trimestre de 2026.

Bíblia Sagrada.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 31/01/2026.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Anatomia Facial

 

“Esta seção anatômica lateral do rosto e do pescoço revela por que esta é considerada uma das regiões mais densas e complexas do corpo humano.

O que vemos é a transição entre o sistema nervoso central e os sistemas de execução (músculos e glândulas). A face não possui apenas músculos para movimento ósseo, mas sim os músculos da expressão facial, que são únicos por estarem inseridos diretamente na derme da pele, permitindo que micro movimentos transmitam estados emocionais complexos instantaneamente.

Abaixo desta camada muscular, encontramos a glândula parótida, a maior das glândulas salivares, posicionada logo à frente da orelha. Sua importância é crítica não apenas pela produção de saliva, mas por ser o "túnel" através do qual o nervo facial (VII par craniano) se ramifica. Este nervo emerge da base do crânio e se divide em cinco ramos principais (temporal, zigomático, bucal, mandibular e cervical), funcionando como os fios elétricos que comandam toda a mímica facial. Qualquer compressão ou dano nesta região pode resultar em paralisia facial, demonstrando quão delicada é essa organização”.

Fonte: Portal do Mundo – Facebook - em 25/01/2026.

Tipos de Filhos de Deus.

Em linhas gerais podemos afirmar:

Por criação – Os anjos (Jó 38.4-7; Ez 28.13-14; Sl 148.2,5; Cl 1.16).

Por formação – Adão (Gn 1.26-27;2.7; Lc 3.38).

Por eleição – A nação de Israel (Is 1.2; 45.4; Ne 9.7-8; Is 41.8-10; Sl 33.12).

Por geração – Jesus Cristo, no propósito da encarnação (Mt 1.20; Lc 1.34-35).

Por adoção (do latim, escolher) – A Igreja Cristã (Jo 1.11-12; Rm 8.14-17; Ef 1.5; Gl 4.4-7; I Jo 3.1-2).

Jo 3.35 – O Pai ama o Filho e tudo colocou, entregou em suas mãos.

Jo 3.36 - Crê em Jesus, como o Filho de Deus e o Salvador dos que creem e lhe obedecem, resulta em vida eterna (I Jo 4.14; 5.11-12; Hb 5.9).

Jesus, o Unigênito do Pai (Jo 1.14;3.16) e o Primogênito (Cl 1.15).

O significa de primogênito aplicado a Cristo é o mesmo do AT, o primeiro quanto à posição, o herdeiro ou preeminente. Também diz respeito ao primeiro dentre os mortos, vitória, autoridade sobre a morte (Jo 10.17-18; Fl 2.8-11; Cl 1.18; Ap 1.5). Cristo é herdeiro de toda a Criação, na condição de Filho Primogênito (Hb 1.1-6).

Rm 8.17 – Ao alcançarmos a posição de filhos de Deus, mediante a fé, logo herdeiros e co-herdeiros com Cristo. E assim participando dos seus sofrimentos (preço do discipulado), teremos acesso às riquezas espirituais, a glória futura, enfim a vida eterna.

Filiação: Ao crer, somos adotados como filhos, estabelecendo essa relação familiar com Deus.

Herdeiros de Deus: Como filhos, somos legalmente parte da família de Deus e herdeiros de riquezas espirituais imensuráveis.

Co-herdeiros com Cristo: Significa que partilhamos da herança de Cristo; tudo o que pertence a Ele, pertence a nós também. 

A fé em Jesus (autor e consumador) e as consequências

Jo 1.11-12 - Jesus veio para os seus e eles não o receberam. Todavia, ao crermos podemos nos tornar filhos de Deus.

Rm 9.4-5 – Em primeiro plano, do povo judeu são a adoção de filhos, a glória, os concertos, a lei, o culto e as promessas. E o Cristo deles, segundo a carne. A salvação vem dos judeus (Jo 4.22).

I Jo 5.4 - Só os nascidos de Deus vencem o mundo. A fé é a vitória que vence o mundo. É a fé que contempla as realidades eternas.

I Jo 5.5 - Vence o mundo (incrédulo) aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus.  

A quem interessa negar que Jesus veio em carne? O espírito do anticristo, notoriamente oposto, contrário a  Cristo (I Jo 4.2-3).

Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus (I Jo 4.15).

A Divindade de Jesus

Cl 1.13-20 – Jesus é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a Criação, cocriador com o Pai do que existe nos céus e na terra, tudo foi criado por Ele e para Ele (Jo 1.1-3; Cl 1.16). É antes de tudo o que veio a existir, subsiste por Ele e em tudo tem preeminência (Cl 1.17-18). Não é mero princípio da Criação (ensino do Jeovismo). A sua Deidade, o verdadeiro Deus (I Jo 5.20) é atestada pelo direito à adoração (Mt 8.2;15.25; Jo 9.37-38; Fl 2.9-11; Hb 1.5-6; Ap 5.9-12), seja na terra ou no céu.

Jesus como Deus, já existia com o Pai, na eternidade, antes que o mundo existisse (Jo 1.1-3;17.4-5).

Jesus, Filho de Deus por geração

Salmos 2.7 – “Proclamarei o decreto: o SENHOR me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei”.

Hb 1.5-6,13 – Neste texto o escritor aos hebreus faz referência à profecia sobre o Filho gerado, demonstrando ser Ele superior aos anjos. Superior a Moisés, o legislador (Hb 3.1-6), superior aos sumos sacerdotes do antigo pacto (Hb 4.14-16).

Jesus, Filho de Deus por geração, na ação e graça do Espírito no ventre de Maria (Lc 1.30-35; Mt 1.18-25), tinha o objetivo de encarnar neste mundo, como um de nós, mas sem pecados (Hb 4.15) e ser a causa de eterna salvação para todos que lhe obedecem (Hb 5.8-9). Não foi criado ao ser gerado no sublime mistério da encarnação.

Cumpriu-se a profecia do seu sacerdócio (aquele que entre Deus o e pecador intermedia, intercede), segundo a ordem de Melquisedeque, (Sl 110.4). Destaca-se no NT em Hebreus 5.6,10 e 7.17, confirmando o sacerdócio eterno e superior de Cristo, sem começo nem fim de dias, sem genealogia (Hb 7.1-3). Amém!

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 25/01/2026. 

domingo, 18 de janeiro de 2026

Roubadores do Tempo!

 
            Fonte da imagem - Canva.com

1.A dispersão – É quando não sabemos o que fazer, como fazer, quando fazer e para que fazer. É como um pedaço de isopor no mar da vida...

2.As preocupações – É um mau sintoma. Vem antes das ocupações. Pode revelar ausência de fé e de planejamento.

3.Perda de foco – Quando deixamos de ser pessoas centradas nos objetivos e metas. E perdem-se energias, tempo e talentos.

4.Sobrecarga de atividades – O sujeito vai entrar em parafuso. O tempo é o senhor. É um mau sinal pessoal, profissional e com efeitos nocivos à saúde em geral. Dizia Sócrates: “Tenha cuidado com uma vida ocupada demais”.

5.Desrespeito aos limites - O indivíduo se torna uma máquina irracional. Sem hora para começar e para terminar. E alguns se acha o máximo, o cara!

6.Perfeccionismo – O indivíduo fica preso a detalhes sem relevância e se perde no que é fundamental nas tarefas e atribuições.

7.Centralização – Não procura meios para otimizar o tempo. Não tem capacidade de delegação. É o faz tudo.

8.Desorganização – Falta organização, ausência de ordem e de métodos, traduzem uma vida em desordem.

9.Excessos de contatos – Comunicação em demasia. E muitos se acham importantes, porém enganados, pensando que as redes sociais substituirão o calor humano, as relações pessoais. Ledo engano!!

10.Não separar o significante do insignificante - Este é crucial. Não tem discernimento, não sabe separar Deus, pessoas, dinheiro, instituições, coisas, animais etc.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 26/08/2023.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Deus, o Pai!

Mt 11.27c - “...Ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.


Introdução

1.Quantas afirmações fazemos em torno do Deus da Bíblia, às vezes alguns chavões, será que realmente queremos aprender sobre a sua pessoa da divindade, Deus, o Pai?

2.É possível conhecermos a identidade, os atributos e a glória do Deus Pai por meio da revelação de Cristo e da ação do Espírito Santo.

3.Ele é o único Deus verdadeiro (Dt 6.4), a legítima divindade, a qual age por meio do Filho e do Espírito. 

4.Ele é só Deus em três Pessoas coeternas, consubstanciais e distintas — o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Quantos tronos encontraremos no céu?

5.Deus Pai é o Criador, mantenedor de toda vida, seja na esfera espiritual e material. E por meio da fé, somos convidados a conhecer e nos relacionar com o Pai Celestial (Mt 6.9).

I. A Identidade de Deus, o Pai.

1.O Pai é o único Deus verdadeiro - O Pentateuco declara “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Dt 6.4).

a) No AT Deus se revela pelos seus nomes, pelos seus atributos e pelos seus atos (Horton, 1997, p.159).

b) O NT apresenta o Pai como Deus por excelência, identificado seis vezes com o título de “Deus Pai” (Jo 6.27; 1Co 15.24; Gl 1.1,3; Ef 6.23; I Pd 1.2).

2.Para os assembleianos, a nossa Declaração de Fé professa que Deus é o Supremo Ser, é Eterno, nunca teve começo, princípio e nunca terá fim (Dt 33.27), pois Ele existe por si mesmo: “como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5.26). Isto fala da sua asseidade.

a) Ele é o Deus imutável, desde a eternidade, antes da fundação dos mundos (Sl 90.2; Ml 3.6; Tg 1.17; Hb 11.3).

b) Ele é o Criador do céu e da terra e de tudo que neles existe (Is 45.18; At 17.24).

c) Ele é o Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 20.31).

d) Ele é Espírito doador e mantenedor de toda a vida (Jó 33.4).

e) O Pai é a Primeira Pessoa divina da Santíssima Trindade, portanto, Ele é a origem e fonte eterna da divindade, de quem o Filho é gerado e de quem o Espírito procede (Jo 15.26; Hb 1.1-3).

Nota 1– Jesus, o Filho sempre esteve com o Pai, desde a eternidade, foi gerado para encarnar neste mundo (Jo 17.5; Hb 1.1-6; Cl 1.14-20; Ap 1.6-8), dentro do escopo da Redenção Humana.

f) A paternidade é o papel da primeira Pessoa da Trindade. Esta afirmação não implica inferioridade, mas expressa a maneira como as três Pessoas operam inseparavelmente, cada uma conforme sua distinção pessoal.

O Credo de Atanásio (Séc. V): “nenhuma das três pessoas é antes ou depois da outra; nenhuma é maior ou menor do que outra. Mas as três pessoas são coeternas e coiguais”.

Nota 2 – A subordinação entre as pessoas da Trindade, em termos funcionais e ontológicos é tema profundo e dissecado na Teologia de Deus, nas Escrituras.

II. O Pai revelado em Cristo. O apogeu da encarnação do verbo.

1.O Pai se revela aos humildes - Jesus exalta ao Pai acerca de uma profunda verdade espiritual: “...ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25).

Deus não tem satisfação a dar aos homens, nenhuma barganha pratica e assim se revelou na pureza de seu caráter moral e íntegro no mundo dos homens. Jesus, no evangelho de Mateus faz referência aos:

a) Sábios (gr. sophós) - são aqueles que detêm “inteligência e educação acima da média”.

b) Instruídos (gr. synetós) - são as pessoas com “cultura e instrução”. Pode estar apontando para os fariseus e os escribas, que se vangloriavam de sua formação privilegiada, mas que padeciam de cegueira espiritual.

c) Os mistérios do Reino de Deus não são revelados aos soberbos, aos que se consideram sábios aos próprios olhos (Pv 3.7). O Pai se dá a conhecer aos “pequeninos” (gr. népios), àqueles que possuem a humildade das crianças (Mt 18.2-4).

2. O Pai se faz conhecer pelo Filho - “ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27).

a) O Pai é um ser pessoal e relacional (Sl 46.10; Is 46.9);

b) Só é possível conhecer a Deus por meio do Filho, o único mediador entre Deus e os homens (Jo 14.6; I Tm 2.5);

c) Sem Cristo, qualquer tentativa de conhecer o Pai será incompleta ou distorcida, e fadada ao erro e a idolatria (Jo 10.30; Cl 1.15; 2.8,9).

Nota 3 - João 6.44,65, por exemplo, no ministério terreno de Jesus, desde o começo (Lc 4.18-21), constantemente Ele se declara na dependência do Pai, evangelizando, libertando, trazendo perdidos das trevas para luz. Não há contradição com o texto de Mt 11.27.

3.Quem vê o Filho vê o Pai - No diálogo com Filipe, Jesus revela outra verdade sublime: “quem me vê a mim vê o Pai” (Jo 14.9). Essa declaração ratifica à doutrina da unidade da Trindade. Jesus é a perfeita expressão do Pai: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa” (Hb 1.3).

A unidade entre Pai e Filho é essencial e inseparável: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). Não significa que são a mesma Pessoa, mas que compartilham a mesma natureza divina.

III. A Pessoa de Deus Pai.

1.Através dos atributos de Deus podemos aprender acerca da sua sublime pessoa.

Atributos exclusivos da divindade. Elas pertencem apenas ao Deus Pai (bem como ao Filho e ao Espírito), e não podem ser compartilhadas pelo ser humano. Os principais são:

Autoexistência - Deus existe por si mesmo, não depende de nada para existir (Êx 3.14; Jo 5.26);

Eternidade - Deus não tem começo nem fim, não está limitado pelo tempo (Sl 90.2; Is 57.15);

Imutabilidade - Deus não muda, Ele é sempre o mesmo, não requer correção (Ml 3.6; Tg 1.17);

Onipotência - Deus é Todo-Poderoso e nada pode frustrar seus desígnios (Jó 42.2; Lc 1.37);

Onisciência - Deus conhece perfeitamente o passado, o presente e o futuro (Sl 139.1-6; Hb 4.13);

Onipresença - Deus está, ao mesmo tempo, presente em todos os lugares (Sl 139.7-10; Jr 23.24).

Estes atributos, portanto, revelam que nosso Deus é absoluto e sem limitação alguma.

Atributos comunicáveis do Pai - São qualidades divinas que o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26-27), e mui especialmente, o verdadeiro cristão, com a ajuda do Espírito pode vivencia-las, ainda que de maneira limitada. São reflexos do caráter e da moral de Deus que podem ser percebidos, em grau menor, nos humanos. Dentre eles, destacam-se:

Santidade - Deus é Santo, e chama seus filhos a serem santos em toda maneira de viver (Lv 19.2; 1Pe 1.15,16);

Amor - Deus é amor em essência, e podemos amar a Deus e ao próximo como reflexo desse amor (Mt 22.37-39; 1Jo 4.8);

Fidelidade - Deus é sempre fiel, e também somos desafiados a ser fiéis (2Tm 2.13; Ap 2.10);

Bondade - Deus é bom em todo o tempo, e somos exortados a agir com bondade em nossa conduta diária (Sl 100.5; Gl 5.22).

3. Os nomes que revelam o Pai - Os nomes de Deus não tratam apenas de sua identificação, mas revelam sua natureza, obras e virtudes (Sl 9.10).

O nome Elohim (Gn 1.1) - Apesar do plural, reafirma o monoteísmo (Dt 6.4) e alude à pluralidade da Trindade (Gn 1.26);

El Shadday (Gn 17.1) - Revela Deus como o Todo-Poderoso (Gn 28.3; 35.11);

Adonai (Sl 8.1) e o grego Kyrios (At 2.36) - Manifestam sua autoridade como Senhor (Is 6.1; Fp 2.11);

O tetragrama pessoal YHWH - Revelado como “Eu Sou o Que Sou” (Êx 3.14; 6.13), enfatiza a eternidade e a imutabilidade de Deus (Sl 68.4; Ml 3.6).

Então, quando estudamos os atributos de Deus Pai, os seus nomes divinos identificam a primeira Pessoa da Trindade, sua soberania, poder e eternidade, aspectos fundamentais da doutrina cristã sobre a grandeza e a majestade de Deus.

Conclusão

1.Nesta lição, vimos que Deus, o Pai, é o Deus verdadeiro, eterno e soberano, revelado plenamente em Cristo (Jo 1.14,18).

2.Ele é o autor da Criação, doador e sustentador da vida, o planejador da redenção (Gn 3.15).

3.Para conhecer a Deus, a sua personalidade, o seu caráter requer do homem se reencontrar com Ele, por meio do Filho, e progredir em relacionamento com Deus.  Amém!

Fonte de pesquisa:

Lição EBD/CPAD – 1º trimestre de 2026.

Bíblia Sagrada.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 10/01/2026.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

A doutrina da Trindade.

 


Introdução

1.A doutrina da Trindade é coluna da fé cristã. Consubstancia-se em podermos estudar um só Deus em três Pessoas que coexistem e atuam harmoniosamente no Plano Divino da Redenção humana (I Pd 1.2).

2.As três pessoas divinas se revelam no batismo de Jesus (Mc 1.9-11 - o Filho é batizado, o Espírito Santo desce como pomba e o Pai fala dos céus). Estão presentes na fórmula batismal quando Jesus ordena a Grande Comissão (Mt 28.19). E mais tarde vemos também nos escritos primitivos, como por exemplo, na bênção dos apóstolos (II Co 13.13).

3.O monoteísmo da fé judaica (uma revelação progressiva de Deus, o Pai) é corroborada nos evangelhos e em todo o NT, como aos Efésios 4.4-6, um só Espírito, um só Senhor, um só Deus. Não são três Deuses.

I – As Três pessoas da Trindade no Batismo de Jesus

Jesus, o Deus encarnado (Jo 1.14), desceu às águas do Jordão para ser batizado por João Batista (Mt 3.13).

Diante da objeção de João Batista, diz Jesus: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça” (Mt 3.15).

a) Jesus não foi batizado para externar arrependimento de pecados.

b) Jesus submeteu-se ao batismo em água, associando-se à condição dos pecadores que veio salvar (Mt 5.17).

c) O batismo de Jesus é um gesto de identificação com a humanidade pecadora, dentro do escopo geral do Plano Redentor desde a eternidade.

d) A descida do Espírito Santo sobre Ele, em forma corpórea, ratificou a unção do seu ministério. Ou seja, uma manifestação visível indicando ser Ele o Messias prometido, o Cristo, literalmente “o Ungido” de Deus (Is 11.2; 42.1).

e) O batismo em águas, sendo Ele o Filho de Deus (Lc 1.32), representa sua unção pública e visível, marcando o início de seu ministério terreno e capacitando-o para cumprir a missão redentora.

Nota 1 - “DEUS É TRINO (isto é, três-em-Um) — Ele é um Deus, um único Ser (Dt 6.4; Is 45.21; 1Co 8.5,6; Ef 4.6; 1Tm 2.5), que se revelou em três Pessoas distintas (não separadas), mas inter-relacionadas e completamente unidas: Pai, Filho e Espírito Santo (Mt 28.19; 2Co 13.14; I Pd 1.2). Cada Pessoa é completamente divina (isto é, completamente Deus) e igual às outras; no entanto, não são três Deuses, mas apenas um Deus” (Bíblia de Estudo Pentecostal Edição Global, editada pela CPAD).

II. A Distinção e a Unidade das Pessoas Divinas.  

1.A doutrina da Trindade afirma que Deus é uma só essência (gr. ousia), mas subsiste em três Pessoas distintas (gr. hipóstases). A Obra da Redenção, é trinitária em sua essência:

a) o Pai planeja e elege todo salvo em Cristo (Ef 1.4);

b) o Filho executa a obra expiatória (Jo 3.16; Hb 9.12);

c) e o Espírito divulga a tão grande salvação (Tt 3.5; Rm 8.16).

“O Deus Bíblico não é uma unidade absoluta, monolítica ou impessoal, mas sim uma unidade composta e dinâmica, eternamente subsistente em três Pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo”.

2.A Pluralidade na Unidade no AT - O nome hebraico Elohim, plural de Eloah, é utilizado para designar o Deus único de Israel: “No princípio, criou Deus (Elohim) os céus e a terra” (Gn 1.1). No texto, o sujeito (Deus) está no plural, enquanto o verbo “criou” (bara) está no singular, indicando uma pluralidade pessoal em uma única essência divina. Essa estrutura gramatical incomum reaparece em outros textos bíblicos (Gn 1.26; 3.22; 11.7; Is 6.8). Essas passagens evidenciam que o monoteísmo do AT realça a pluralidade interna na Divindade. Assim sendo, a doutrina da Trindade não contraria a unidade de Deus conforme revelada nas Escrituras, mas a completa e a qualifica.

Nota 2 - “DEUS. O nome pessoal de Deus mais importante é Yahweh (YHWH), que é traduzido na maioria das bíblias por ‘O Senhor’. Na sarça ardente, no deserto de Horebe, Deus primeiramente revelou a Moisés o seu nome pessoal em forma de sentença: ‘EU SOU O QUE SOU’ (Êx 3.13-15). Embora ponto de debate, o nome divino “YHWH” parece originar-se de uma forma abreviada dessa frase. Jeová, que falou com Moisés e com seu povo na época do Êxodo, é o Deus que estava com Abraão, Isaque, Jacó. De acordo com o testemunho de Jesus, “o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” é identificado como o Deus ‘dos vivos’ (Mt 22.32). [...] O Deus cristão da Bíblia é o Deus trino. 

III. A Relevância da Trindade para a Fé Cristã.

1.A doutrina da Trindade está baseada nas Escrituras como a revelação progressiva, a partir de Deus, o Pai (Dt 6.4; Mc 12.29; Rm 1.3,4; Is 7.14; Jo 16.13; II Co 3.17).

a) No Concílio de Niceia (325 d.C.) proclamou que o Filho é “da mesma substância” (gr. homoousios) do Pai, condenando a ideia de que Ele fosse uma criatura exaltada, ou endeusada.

b) No Concílio de Constantinopla (381 d.C.) completou a formulação trinitária ao afirmar a divindade do Espírito Santo. Desde os primeiros séculos, estudiosos da fé cristã têm ensinado a perfeita unidade em Deus, sem confundir a identidade de cada Pessoa divina. 

2.Implicações doutrinárias - A negação da Trindade tem resultado em heresias, desvios da Escrituras:

a) O triteísmo (crença em três deuses separados) viola a unidade de Deus, pois a Bíblia revela a existência de “um só Deus” (I Co 8.6).

b) O unitarismo afirma que somente o Pai é Deus, negando a divindade de Cristo e do Espírito Santo, contrariando as Escrituras que ensinam a Divindade de ambos (Jo 1.1; At 5.3-4).

c) O unicismo (ou modalismo), ensina que Deus se manifesta em três formas sucessivas, ou que Deus se manifesta em modos diferentes, mas não como Pessoas distintas. Porém, no batismo de Jesus está claro que as três Pessoas são distintas e se manifestaram simultaneamente (Mt 3.16-17).

d) Assim sendo, o monoteísmo bíblico ensina que “há um só Deus que subsiste em três Pessoas distintas”. A compreensão distorcida dessa doutrina tem sérias implicações para a salvação. A doutrina da Trindade é inseparável do Evangelho, pois o Deus que salva é o mesmo Deus que se revela.

“E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3).

 Conclusão

1.A doutrina da Trindade não é uma distorção da Teologia Bíblica.  Ela combate heresias teológicas acerca da Divindade revelada nas Escrituras e sustenta o Plano Divino da Redenção Humana.

2.Crer na Trindade é crer no Deus que é um só em essência, mas subsiste em três Pessoas distintas.

3.O entendimento teológico e didático da Trindade contribui com a preservação da verdade do Evangelho e a plena revelação de Deus.

4.A negação da existência da Trindade causa ignorância (falta de conhecimento) aos cristãos de quem é Deus, em consequência, danosa no amadurecimento da relação com Ele. Portanto, a doutrina da Trindade devidamente compreendida é crucial para que não sejamos enganados.

Fontes da pesquisa:

Lição EBD/CPAD – 1º trimestre de 2026.

Bíblia Sagrada.

Anotações de estudos pessoais.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 05/01/2026.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Saúde Mental!

 

É um estado de bem-estar mental que permite as pessoas lidarem com momentos estressantes da vida, desenvolvam suas habilidades, sejam capazes de aprender e trabalhar adequadamente e contribuam para a melhoria do mundo a sua volta. Há fatores individuais, sociais e ambientais envolvidos no processo. A saúde mental também é um direito humano fundamental. É um elemento essencial para o desenvolvimento pessoal, comunitário e socioeconômico. Saúde mental é mais do que ausência de patologias psiquiátricas. 

1.Não existe ideal psíquico. É sempre gradativo. É enganoso pensar que está no ápice do comportamento impecável.

2.Relacionamento requer desenvolver habilidades de conviver. Pessoas não são iguais. Existem as difíceis de se relacionar, e você?

3.Precisamos sentar para conversas difíceis, visando tornar a vida menos complexas, ou menos complicada.

4.A carga emocional dos papéis sociais diz respeito à postura de esposa, pai, filho, parentes, do profissional, etc.

5.Cuidado com sua agenda! Será que tudo da agenda, da rotina faz realmente diferença na vida, ou pode ser revista, descartar alguns itens?

6.Os homens falam de menos? ou as mulheres falam demais?  

7.Como mensurar as decisões? Decisão unilateral, programadas, ou decisões construídas pelo diálogo? E o pensar, a visão do coletivo?

8.Há sofrimentos que não são naturais, são consequentes. Há sofrimentos que podem ser eliminados, superados, vencidos.

9.Ser agradável, gentil nem sempre é possível. Sabedoria faz-se necessária para admoestar, corrigir.

10.Eduque-se, organize-se para ter horário para cada atividade, sempre que possível.

11.É relevante aprender tomar decisões qualitativas, visando foco e resultados esperados.

12. “Humildade é um exame sincero de si mesmo”. Faça assim, corrija-se e não espere afirmação de outrens para se dá valor. Autoestima na medida certa é item vital na saúde mental.

Dicas:

a) Saúde Mental é prioridade na sua trajetória da vida? Haverá prejuízos, ao dissociar autocuidado de saúde psíquica-emocional.

b) Corpo e mente (faculdade da alma) são interligadas. O espírito humano, do nascido de novo, comunica-se com Deus. É uma área ignorada (sem visão) na Psicologia, exceto quando o profissional é cristão.

c) Rotina inteligente estabelecida resulta em qualidade de vida.

d) Não alimente antipatia com quem não desenvolveu, não desenvolve laços de amizade. Pode haver razões. Se oportuno, aconselhe. Pratique aceitação sem censura.  

e) Durma bem, cuide da máquina corpo. Não permita funcionar 100% do tempo, ou 24 horas.

f) Geralmente tratar uma ferida física não é difícil. Recuperar danos no Sistema Nervoso Central é mais complexo. Então, zele-o.

Fontes da pesquisa:

Who.int/news/room; Pan American Health Organization - PAHO). Pesquisa em 30/12/2025.

marianasaadeh.com.br – consulta em 30/12/2025.

Ministração? Palestra? – Não lembro - anotações de 25/11/2023.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 30/12/2025.

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