
É oriunda do Oriente. Do
Oriente que, espiritualmente, não orienta, desorienta.
Ela faz parte do tripé do
ocultismo: Meditação – iluminação – reencarnação.
Os tipos e métodos de meditações
místicas são muitos variados – O processo exige postura correta, jejuns,
longos períodos de silêncio, relaxar o pensamento para iniciar o esvaziamento
da mente, imaginar algo que transmita tranquilidade, recitação de mantras
(quase sempre são nomes de divindades hindus ou budistas, taquipneia
(respiração acelerada), forçada, e por fim, tentar se comunicar com um ser
dentro do próprio praticante, “o Eu Superior”.
Então, em resumo são dois
passos: Esvaziar a mente do praticante e segundo, direcionar a mente vazia e
desprotegida para uma busca de um Eu Superior introvertido. Uma deidade
interior. É o ser humano supostamente sentindo-se ser um deus.
A meditação mística (envolve relação
entre o mundo material e o espiritual) é apresentada como uma técnica para
relaxar e se auto conhecer (realização de uma gnose). E assim, expõe o “meditador”,
deixa-o como uma presa fácil de ser enganado pelo predador, no qual o mundo
incrédulo está sob sua influência maligna (I Jo 5.19). Jesus em João 8.44,
identifica-o como matador desde o princípio, sem nenhuma verdade nele, é
mentiroso e pai da mentira.
Vejamos as três meditações
místicas mais comuns objetivamente:
1.Yoga – Para
a maioria da ingênua população brasileira é apenas uma forma de relaxar, tranquilizar,
normalizar a pressão arterial, o colesterol, ficar com a musculatura torneada e
abolir algum vício. É uma prática hindu milenar e não se sabe quem a criou.
O vocábulo vem do indiano
antigo (sânscrito) e literalmente significa “união com Brâman”. É um deus do
hinduísmo, identificado como uma força energética, impessoal, que habita toda e
qualquer criatura viva.
Para o professor de Yoga, José
Hermógenes: “Yoga é espiritual. Faça uma asana pensando no seu eu-divino e
ofereça a Deus o que está fazendo”.
Rabi R. Maharaj, um ex-guru
hindu convertido ao Senhor Jesus, afirma: “Não existe hinduísmo sem yoga e não
existe yoga sem hinduísmo”.
2.Meditação Transcendental
(MT) com entoação de mantra – É uma das formas mais popularizada da
yoga. Foi o guru indiano Maharishi Mashesh Yogi que introduziu a MT no mundo
ocidental. E tornou-se um homem rico, famoso e com poder. A Revista Capital o
expôs com a fortuna avaliada em 2 bilhões de dólares (ano 1993).
A MT é um tipo de yoga
mântrica. A palavra mantra, em sânscrito, significa “libertação da mente”. Para
os desinformados, os mantras são apenas sons sem significados. E na verdade,
são nomes de deidades hindus e/ou budistas com intensos poderes ocultos.
Um praticante CRAIG: “Eu
estava profundamente envolvido em MT por vários anos antes de começar a
reconhecer que tinha me associado a uma seita hindu, àquela, no entanto, já
estava muito comprometido...para retroceder...”
Alguns estudantes e praticante
da MT com o guru Maharishi Mashesh Yogi, viram espíritos grotescos sentados
junto deles enquanto meditavam. Outros, foram atacados pelos espíritos, outros
tomados de uma fúria cega, até com impulso para cometer assassinato. O
“professor” explicou que se tratava de carmas ruins de vidas passadas e estavam
sendo trabalhados.
CRAIG conclui dizendo: Ao
retornar aos EUA, trabalhei na Universidade Internacional de Maharishi. Meu
companheiro de quarto cometeu suicídio e eu fui confinado em uma instituição
psiquiátrica.
3.Meditação dinâmica –
Quem inventou a MD foi o guru indiano Bhagwan Shee Rajneesh (1932-1990), também
conhecido por Osho.
Montou uma comunidade
espiritual em Antelope, Oregon/EUA, reivindicou ser Deus, angariou fortuna e
causou um escândalo internacional com suas cerimônias tântricas (São relações
sexuais praticadas como parte das doutrinas de uma pequena variante do budismo.
Havia a crença do poder sexual de uma divindade do hindu chamada Shakti. As
transas sexuais era uma forma de alcançar união com o divino...
Bhagwan Shee Rajneesh, o Osho,
foi deportado dos Estados Unidos para a Índia, e pesava contra esse guru
esotérico perversão, lavagem cerebral e sonegação de impostos. E lá ele morreu.
As três meditações citadas dão
uma ideia do pântano que é o esoterismo para os incautos, os descuidados em
procurar a verdade, em especial, no mundo espiritual.
Hoje vivemos a febre das
academias, exercícios físicos variados, artes marciais, técnicas de respiração
até certo ponto saudáveis, acupuntura, música rock (muito tem de místico como o
funk...), uso de cristais, etc. A autora de Vasos para Honra – Rebecca Brown
lista cerca de 20 ou mais portas de entradas, para ação demoníaca na vida das
pessoas desavisadas.
Distinções com uma aplicação pedagógica sobre o tema, entre a meditação esotérica e a cristã.
A meditação esotérica é
passiva. A meditação cristã é ativa.
O reverendo Bob Larson, afirma:
“A raiz da palavra meditação implica um processo ruminativo de uma digestão
vagarosa das verdades de Deus. Isso envolve um pensamento concentrado, dirigido
que medita nas leis, obras, preceitos, palavra e na pessoa de Deus”.
No esoterismo se busca
encontrar um deus apequenado dentro do homem caído, não transformado, não
nascido de novo. E muitos dos casos através do uso de drogas, da prática da
yoga, MT, mediunidade, hipnose, sexo até com animais, experiências quase-morte,
etc.
A meditação bíblica estende-se
ao exterior para um Deus transcendental que nos levanta acima da nossa natureza
interna pecaminosa para termos comunhão com Ele, através do sangue de seu
Filho, Jesus Cristo.
Na meditação cristã não se
admite mente vazia, o cessar do pensamento. Mente vazia é oficina para o diabo
atuar. O culto a Deus é racional (Rm 12.1).
A meditação esotérica
caracteriza-se pela exacerbação da intuição em detrimento da razão. Ela utiliza
como isca recursos capazes de nos fazer sentir mais e pensar, analisar menos;
mais urros e menos louvor; mais devaneios e menos realidade; mais egocentrismo
e menos de Cristo no centro.
Portanto, o alvo da meditação
cristã é o cultivo constante de um relacionamento de amor e dependência do
homem limitado com o único Deus – Criador, Onipresente, Onipotente, Onisciente,
Maravilhoso e ilimitado.
Sl 19.14 – “Sejam agradáveis
as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, ó
Senhor, Rocha minha e Redentor meu!”. Amém.
E isto é Ciência:
Fontes da pesquisa:
Século 21 – Estamos Sendo Seduzidos!
Actual Edições - 2007 – Os doces galanteios do esoterismo e da psicologia - Dr.
Samuel F. M. Costa.
Bíblia Sagrada.
Por Samuel Pereira de Macedo Borges
Natal/RN, 25/05/2026.








