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domingo, 1 de março de 2026

Antepassados de Abrão!

 
Gerações Ascendentes de Adão a Abrão

19º geração – Adão (Gn 4.25; 5.1-32).

18º geração - Sete

17º geração - Enos

16º geração - Cainã

15º geração - Maalalel

14º geração - Jarede

13º geração - Enoque

12º geração – Metusalém

11º geração – Lameque – Decavós (de Abrão).

10º geração – Noé - Nonavós

9º geração – Sem – Octavós (Gn 11.10-26).

8º geração – Arfaxade – Heptavós

7º geração – Salá – Hexavô

6º geração – Héber – Pentavô

5º geração – Pelegue – tretavô

4º geração – Reú – Trisavô

3º geração – Serugue – Bisavô

2º geração – Naor – Avô

1º geração – Tera – Pai de Abrão, de Naor e Harã (pai de Ló – Gn 11.27). Tera morre em Harã, aos 205 e anos (Gn 11.32).

Abrão - Chamada e Promessas

Cidade Natal: Ur dos Caldeus, ao norte da Mesopotâmia (Gn 11.31; 15.7; atos 7.2).

Seu pai Tera (+-2.095 a 1.890 a.C.), viveu 205 anos, morre em Harã (Gn 11.26,32).  

Tera era politeísta (Js 24.2).

Abrão toma sara como esposa (Gn 11.29).

Deus o chama antes de habitar em Harã. Em Harã, estava a caminho de Canaã (Gn 11.31; At 7.1-4).

Abrão deixa Harã aos 75 anos, deslocando-se para Canaã (Gn 12.4-5).

Deus promete a sua semente a terra de Canaã (Gn 12.5-7).

Deus reafirma a promessa: um filho, gerado dele (Gn 15.3-4).

Creu Abrão em Deus e lhe foi imputado por justiça (Gn 15.6; Gl 3.7).

Sela a promessa, fazendo um concerto de sangue com ele (Gn 15.18-21).

O sinal do concerto: A circuncisão do macho (Gn 17.9-14).

Homem rico, hebreu e de intimidade com Deus (Gn 13.2;14.13;18.17).

Deus prova a fé de Abraão ao pedir Isaque em sacrifício (Gn 22.1-14).

Abraão, pai da nação hebreia e pai da fé (Rm 4.16).

Os três ícones do Antigo Testamento: Abraão, Isaque e Jacó.

Período Patriarcal (+-2.025 a 1.718 a.C.) – de Abrão a Jacó - Gn 12 a 50. Espaço geográfico - da Mesopotâmia ao Egito.

Abraão (+-2.025 a 1.850 a.C.), falece aos 175 anos (Gn 25.7).

Síntese:

Adão viveu 930 anos – Gn 5.5 (4.000 a 3.070 a.C.).

Noé viveu 950 anos – Gn 9.28-29 (2.950 a 2.000 a.C.).

O Dilúvio - Gn 9.28-29 (+- 2.350 a.C.). Noé tinha 600 anos quando ocorreu o dilúvio (Gn 7.6) e viveu mais 350 anos após o dilúvio (Gn 9.28).

1.Filhos de Noé (Gn 5.32). De Sem, Cam e Jafé se povoou toda a terra (Gn 9.18-19;10.32).

2.Sem, foi pai de cinco filhos: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã (Gn 10-21-32). Arfaxade foi pai dos caldeus que povoaram a região marginal do Golfo Pérsico. Foi progenitor de Abraão, oito gerações anteriores (Gn 5.32;11.10-26).

3.Descendentes de Sem: Assírios, Babilônicos, Árabes e Hebreus (estes, de Arfaxade).

4.Cam, pai de Canaã (Gn 9.22,25). Mais tarde, o território dos filhos de Cam, denominou-se Canaã, que posteriormente se tornou a pátria do povo hebreu.

5.Noé viveu até aos dias de Abraão (+-2.025 a 1.850 a.C.), Gn 25.7.

6.Sem chegou a alcançar os dias de Isaque e Jaçó, filho e neto de Abraão.

Nota 1 – Deus apareceu a Abrão antes de habitar em Harã (Gn 11.31; At 7.1-4; Ne 9.7 – Abraão eleito por Deus no escopo do Plano da Redenção – Gn 12.1-4). habitaram em Harã, a caminho de Canaã.

Nota 2 – Testemunha Mateus, de Abraão a Davi:14 gerações; de Davi até a deportação para Babilônia: 14 gerações; da deportação até Cristo: 14 gerações (Mt 1.17).

Nota 3 – Lucas escreveu a genealogia de Jesus, a partir do seu pai adotivo retroagindo a Adão e Adão de Deus, demonstrando ser Jesus da linhagem de Davi (Lc 1.26-33; 2.4; 3.23-38). O cego Bartimeu reconheceu ser Jesus o messias esperado e Filho de Davi (Mc 10.46-52; Lc 18.35-43). Na entrada triunfal de Jerusalém, a multidão aclamou Jesus como “bendito o Reino do nosso pai Davi, que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas...(Mc 11.10-11).

Nota 4 - A cronologia bíblica data a criação do homem e não a criação do universo (Lawrense Olson). Datas remotas não são exatas, são aproximadas. Muitas vezes, em números redondos. 

Fontes da pesquisa:

IA Google – busca em 18/02/2026.

O Plano Divino Através dos Séculos – Lawrence Olson - CPAD – 3ª Edição 1974.

Ip.israelbiblicaIstudies.com – Pesquisa em 18/02/2026.

www.racioniocristao.com.br – Pesquisa data incerta.

Bíblia Sagrada.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 01/03/2026.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Brasil - IDH - Relatório da ONU 2025 - Dados de 2023

 


Brasil no Ranking global de desenvolvimento humano (IDH) -  Relatório da ONU

“País passou da 89ª para a 84ª colocação com avanço nos indicadores de renda e saúde. Educação segue estagnada.

Portal g1 — Brasília - 06/05/2025 01h45 

O Brasil subiu cinco posições no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) divulgado nesta terça-feira (6) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O relatório, que analisa dados de 2023, mostra que o país saiu da 89ª para a 84ª colocação entre 193 nações avaliadas.

O IDH é um indicador criado pela ONU que mede o progresso dos países com base em três dimensões: expectativa de vida, acesso à educação e renda per capita.

A pontuação do Brasil subiu para 0,786, em uma escala que vai de 0 a 1. Em 2022, o país obteve um IDH de 0,760.

Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. Um IDH entre 0,700 e 0,799 é considerado "alto".

O que melhorou no Brasil?

Segundo o relatório, a melhoria do Brasil se deve principalmente ao aumento da renda nacional bruta per capita e à recuperação nos indicadores de saúde, com a expectativa de vida voltando a crescer após os impactos da pandemia de Covid-19.

Apesar do avanço, o desempenho na área de educação continua estagnado.

O tempo médio de estudo da população permanece abaixo da média dos países com IDH alto, o que ajuda a explicar por que o país ainda não figura entre os mais bem colocados do mundo”.

Fonte: g1.globo.com – Pesquisa em 22/02/2026.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 22/02/2026.

Jesus, Filho de Deus por Geração!

 

Quando Jesus foi gerado como Filho de Deus? Na eternidade ou na execução do mistério da sua encarnação?

Deus, o Filho, não tem princípio nem fim, é o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim (Ap 1.8;22.13,16).

Há cerca de 700 anos estava profetizado que Ele (um menino) nasceria de uma virgem (Is 7.14;9.6).

Miquéias 5.2 – Na predição do nascimento do Messias (720 a.C.), Miquéias revela onde ele nasceria em Israel e fala de Deus, o Filho, da sua eternidade, um ser atemporal. O advento do Messias – Deus e homem ao mesmo tempo, seria a esperança para Israel e demais nações, um divisor de águas na História (Mq 5.3; Lc 2.28-32).

Na profecia do Salmos 2.6-7, a expressão “Te gerei”, traduzido literalmente é dar à luz, aponta para sua encarnação, quando ocorreu sua geração e concepção sobrenatural no ventre da virgem Maria (Mt 1.18,20,23; Lc 1.26-35).

Disse o anjo Gabriel a virgem Maria: Ele seria grande, chamado Filho do Altíssimo, herdaria o trono de Davi seu Pai, para reinar eternamente. E o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus (Lc 1.26-35).

Hb 1.1-6 - O escritor aos hebreus faz referência, ao salmos 2 messiânico, e demonstra a superioridade do Jesus encarnado em relação aos anjos, seres criados, os quais são ordenados a adorá-lo, atestando sua Divindade.  

Gl 4.4 - Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a Lei. Ou seja, ele se fez semelhante aos homens (Fl 2.7), como um de nós, mas sem pecados (Hb 4.15), uma vez nascido de modo sobrenatural (Is 7.14; Mt 1.18,20,23; Lc 1.34-35).

I Pd 1.18-20; Ap 13.8 – Faz menção ao Cordeiro de Deus morto desde a fundação do mundo, no âmago da redenção, na presciência divina, não diz respeito à geração e concepção, isto é, de que modo viria ao mundo.

É lindo observarmos que Jesus não perde a sua humanidade ao ressuscitar e ascender aos céus, como mantém o título de Cordeiro de Deus, pelo que padeceu pela humanidade (Jo 1.29; Ap 5.8-14; 6.16; 7.14,17; 14.1,4,10; 17.14;19.7-9; 21.9,14,22-23,27;22.1,3,14), até na eternidade.

Assim sendo, nessa discussão é relevante fazermos distinção entre as duas naturezas de Jesus: A divina e a humana. E esta última foi adquirida na sua geração e concepção, alinhadas aos propósitos da Redenção Humana. Fez-se pobre para nos enriquecer, desceu para nos fazer subir...Amém!

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Bacharel em Direito e Teologia.

Natal/RN, 22/02/2026.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Deus, o Espírito Santo (lição 8 - Pneumatologia).

 


João 14.16 - “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre.”

Introdução

1.Quem é o Espírito Santo? É a terceira Pessoa da Trindade, distinta do Pai e do Filho, plenamente divino e coigual ao Pai e ao Filho.

2.Aprenderemos o que não é o Espírito Santo - Ele não é uma força impessoal, mera influência, não é uma energia sem identidade.

3.Funções do Espírito Santo na Igreja: Consolador, Ensinador e Santificador.  

Estes três aspectos de Sua atuação (consolo, ensino e santificação) não estão restritos aos primeiros anos da igreja, mas se estendem às próximas gerações, até Jesus voltar.

4.Veremos também a atuação do Espírito Santo nos eventos da encarnação, ressurreição e santificação.

I – A pessoalidade do Espírito Santo - A Bíblia o apresenta como Pessoa divina, com mente, vontade e emoções.

a) Ele age com autonomia, exercendo funções próprias de uma Pessoa. Ele tem propósito, mente e consciência, o que comprova sua racionalidade (Rm 8.27).

b) Ele pode ser entristecido, o que envolve sensibilidade e emoções (Ef 4.30).

c) Ele ensina e faz lembrar, o que demonstra inteligência e comunicação consciente (Jo 14.26). Ele guia os crentes, função que exige entendimento e relacionamento (Jo 16.13).

d) Ele distribui os dons soberanamente, o que confirma sua vontade em ação (I Co 12.11).

e) Ele fala com clareza, chama pessoas e designa tarefas, que são ações de uma Pessoa divina (At 13.2). Negar sua Pessoa é mutilar a Trindade.

Assim sendo, o Espírito Santo compartilha da mesma natureza divina do Pai e do Filho, sendo plenamente Deus, Ele é uma Pessoa distinta dentro da unidade da Trindade (Tt 3.5).

2.Essa distinção do Espírito Santo é essencial para refutar heresias, como:

a) O modalismo - que ensina que Pai, Filho e Espírito são apenas “modos” sucessivos de uma única Pessoa divina;

b) O arianismo - que negava a divindade do Filho e do Espírito;

c) e os pneumatómacos - que negavam a deidade. Porém, as Escrituras ensinam que o Espírito é enviado pelo Pai e em nome do Filho, evidenciando seu papel distinto e sua missão específica (Jo 14.26). Em suma, o Espírito Santo é distinto do Pai e do Filho, mas plenamente Deus (I Co 2.10-11).

3.A palavra “Consolador” é tradução do grego paráklētos – Significa:

a) “aquele que encoraja e conforta”; e, “Ajudador”, que auxilia na necessidade;

b) e, ainda “Advogado”, que intercede ou defende alguém perante uma autoridade.

c) O vocábulo paráklētos aparece cinco vezes nos escritos de João, referindo-se tanto ao Espírito Santo como a Cristo (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7; 1Jo 2.1).

d) O Espírito Santo é chamado de “outro Consolador”, isto é, alguém da mesma natureza que Jesus. E, portanto, aquele que assume o papel da presença permanente de Deus na vida dos crentes.

e) Ele é o Consolador prometido que procede do Pai e do Filho (Jo 14.25-31).

II. A Divindade do Espírito Santo

1.O debate “Filioque” - A expressão latina que significa ‘e do Filho’- Foi inserida no Credo Niceno-Constantino-politano para reafirmar o ensino bíblico que o Espírito procede do Pai e do Filho:

a) “o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome” (Jo 15.26 — NAA);

b) “se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm 8.9);

c) “Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho” (Gl 4.6).

2.Todos os atributos divinos do Pai e do Filho podem ser igualmente relacionados com o Espírito Santo, tais como:

a) Onipotência - O Consolador tem pleno poder sobre todas as coisas (Lc 1.15; Rm 15.19);

b) Onisciência - Não existe nada além de seu conhecimento (At 5.3,4; 1Co 2.10,11).

c) Onipresença - Não há lugar algum onde se possa fugir da sua presença (Sl 139.7-10);

d) Eternidade - Ele não passou a existir no Pentecostes, pois estava presente no ato da criação (Gn 1.1-2; Hb 9.14).

E são atributos absolutos exclusivos da divindade. Tais virtudes são, de modo inequívoco, evidências da deidade do Espírito Santo. Essas características lhe são inerentes, não lhe foram agregadas nem conferidas. A Terceira Pessoa da Trindade possui a mesma essência do Pai e do Filho.

3.Os símbolos do Espírito - Os principais símbolos representativos do Espírito Santo são:

a) Fogo - Utilizado para retratar o batismo no Espírito (At 2.3), simboliza pureza, a presença e o poder de Deus.

b) Água - O Espírito flui da Palavra como águas vivas que refrigeram o crente e o revestem de poder (Jo 7.37-39).

c) Vento - Refere-se à natureza invisível do Espírito (Jo 3.8). No Pentecostes é representado pelo som como de um vento (At 2.2).

d) Óleo - Usado para a luz e a unção, simboliza a consagração do crente para o serviço, e a iluminação para o entendimento das Escrituras (II Co 1.21,22; I Jo 2.20,27).

e) Pomba - O Espírito desceu sobre Jesus em forma de pomba (Mt 3.16), é símbolo da paz e da mansidão. Cada símbolo atua como figuras para a compreensão do caráter e da atuação do Espírito.

III. A Atuação do Espírito Santo

1.Na encarnação do Filho de Deus - Revela o papel do Espírito como o agente divino na concepção de Jesus: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá [...] o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35). O Espírito Santo, em união com o poder do Pai, atua de modo sobrenatural no ventre de Maria. O evento é uma ação trinitária: o Pai envia o Filho (Gl 4.4); o Filho assume a forma humana (Fp 2.7); e o Espírito realiza o milagre da geração e concepção (Mt 1.18,20).

Mq 5.2 – Fala da eternidade do Deus Filho, atemporal, não afirma haver sido gerado na eternidade. Aliás, na eternidade Ele é Deus juntamente com o Pai e Espírito Santo. 

Nota: Quando lemos que o Cordeiro de Deus foi morto antes da fundação do mundo, na presciência divina no conjunto dos eventos da redenção, não significa estar gerado na eternidade. Jesus foi gerado no momento da concepção, no mistério da encarnação, para tomar forma humana, como um de nós. Tornou-se homem, não deixou de ser Deus. E podemos afirmar ser Jesus plenamente homem, embora não 100% humano em razão da forma como foi gerado. Sendo Deus para aqui encarnar, foi gerado diferente dos humanos. Eis a causa de não ter a natureza humana caída. Do contrário, Jesus seria enquadrado em Rm 5.12. De modo que podemos crê e ratificar Hebreus 4.15.

2.Na Ressurreição de Jesus - A vida e o poder sobre a morte são atribuições exclusivas de Deus (Jo 5.21). Nesse sentido, a ressurreição de Cristo é uma obra da Trindade:

a) o Pai ressuscitou o Filho (At 2.24);

b) o Filho declarou possuir poder para dar a sua vida e retomá-la, Ele próprio é a ressurreição (Jo 10.18; 11.25);

c) e o Espírito Santo é o agente vivificador: “E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita” (Rm 8.11).

Paulo atribui ao Espírito Santo a ação direta na ressurreição, e afirma que esse mesmo Espírito habita nos crentes, garantindo-lhes a ressurreição final, uma ação que apenas Deus é capaz de executar (Ef 1.13,14). A atuação do Espírito no evento da ressurreição comprova sua plena divindade.

3.No processo da Santificação – Como atua o Espírito Santo?

a) Convence-nos da pecaminosidade humana (Jo 16.8);

c) O Espírito Santo passa a habitar no crente desde a regeneração operando a santificação, até a glorificação;

b) Promove transformação (II Co 3.18). Deus nos escolheu, via fé em Cristo, para vivermos em santidade (Ef 1.4; II Ts 2.13).

A santificação possui duas dimensões:

a) Uma posicional - No momento da conversão (I Co 6.11). O que chamo de status de santo por causa da justificação pela justiça de Cristo, pelo que padeceu por nós e carimbou com a ressurreição  (Rm 4.25).

b) E outra progressiva – Como um processo contínuo de transformação. E devemos buscar a santificação (Hb 12.14).

d) No processo da santificação, requer a cooperação do crente. Paulo exorta: “andai em Espírito” (Gl 5.16), e adverte: “não entristeçais o Espírito” (Ef 4.30).

e) No entanto, não é resultado exclusivo do esforço humano, mas uma ação permanente do Espírito (I Pd 1.2). Essa ação atesta a deidade do Espírito e a necessidade da dependência do Espírito (Ez 36.26-27).

Conclusão/Aplicação

1.O Espírito Santo é plenamente Deus, distinto do Pai e do Filho, mas coigual em essência, poder e glória. Ele nos guia em toda a verdade, transforma nosso caráter e nos fortalece na jornada cristã.

2.O Espírito habita em nós, é Deus se relacionando conosco; e realiza a santificação, na medida que damos lhe damos lugar.

3.Que levemos a sério o Espírito Santo, um companheiro inestimável e inseparável. Que vivamos diariamente sob a direção do Espírito Santo. Amém!

Fontes da pesquisa:

Lição EBD/CPAD – 1º trimestre de 2026. Comentário Douglas Batista.

Bíblia Sagrada.

Anotações de Estudos Pessoais.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 21/02/2026.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A Parábola da indecisão: os neutros já estão do lado do mal.

  

“Havia um muro separando dois grandes grupos.

De um lado, estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro, estavam Satanás, seus demônios e todos os homens que não servem a Deus.

E, em cima do muro, havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar católico, mas que, naquele momento, estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se iria aproveitar um pouco mais os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e lhe gritava sem parar:

– Ei, desça do muro agora! Venha pra cá!

Já o grupo de Satanás não gritava, nem lhe dizia nada.

Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

– O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam, nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

– É porque o muro já é MEU!

Lembre-se de que não existe meio termo. O muro já tem dono! Pois disse Deus que vomitaria os mornos.”

Por Rodrigo Salesi - Jundiaí, 24 de setembro de 2009.

Fonte original: http://www.monfort.org.br – Pesquisa em 20/02/2026.

Nota do Blog – É uma metáfora que ilustra não ser Deus de meio termo (Ap 3.15-16). Eis porque disse Jesus "Quem não é comigo é contra mim e quem comigo não ajunta espalha" (Mt 12.30; Lc 11.23). O que estamos fazendo na Causa Cristo? ajuntando, edificando ou espalhando? É certo sermos firmes contra a oposição ao Evangelho de Jesus; outra questão é incitar a perseguição contra si. Calar não! Se omitir não! Que a nossa ação seja com sabedoria e prudência.

Quanto sangue não derramou o romanismo em nome de autoridades papais? O comunismo deixou um rastro na história, cerca de 110 milhões de vítimas...

Hoje temos em torno de 370 milhões de cristãos sob perseguição. E na sua grande maioria de natureza religiosa e político-ideológica. E em parte, quem mais ganha é o diabo. Porém, sabemos as portas do inferno não irão prevalecer contra a Igreja de Jesus (Mt 16.18b).

Mateus 10.28 - "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.”

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 20/02/2026.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Hormônios e funções no organismo!

 


“Os hormônios são substâncias químicas produzidas por glândulas do sistema endócrino que atuam como mensageiros do organismo. Eles são liberados na corrente sanguínea e transportados até órgãos e tecidos específicos, onde regulam diversas funções essenciais do corpo, como crescimento, metabolismo, reprodução, humor e equilíbrio interno (homeostase).

Fonte: Facebook – Saberes da Ciência – publicação de 18/02/2026.

AMÉRICA # ESTADOS UNIDOS.

 

Atente: “América é um continente, não um país.

Geograficamente, América designa um grande conjunto continental, tradicionalmente dividido em América do Norte, América Central e América do Sul. Esse continente se estende do Ártico até o extremo sul do Chile e da Argentina, reunindo 35 países, além de territórios e uma enorme diversidade de povos, culturas e paisagens.

Usar “América” para se referir exclusivamente aos EUA ignora que todos os habitantes do continente são americanos — brasileiros, mexicanos, colombianos, argentinos, canadenses, entre muitos outros.

Diferenciar Estados Unidos de América (continente):

Respeita classificações geográficas internacionalmente aceitas.

Reconhece a pluralidade de identidades americanas.

Evita que o nome de um continente seja apropriado por um único país.”.

 

Fonte: Facebook - Mais Geografia – Publicação em 18/02/2026.

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