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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O Criador e a Sexualidade Humana

Direitos dados pelo Criador e direitos inventados pela criatura


1. Nas premissas bíblicas não há elementos capazes de autorizar o domínio do homem sobre outros homens, à exceção do domínio próprio, que é o domínio do homem sobre si mesmo.

2. Ao se conceituar adequadamente pecado, percebe-se que pecado é sempre uma alteração da ordem estabelecida por Deus, não necessariamente ordem (mandamento), mas ordem (equilíbrio), embora o mandamento seja o principal agente mantenedor do equilíbrio. 

3. Pode-se observar que todos os indivíduos das espécies animais criados por Deus situam-se no binômio macho e fêmea, e a mesma atração que atua entre o homem e a mulher os atrai entre si. No rompimento desse equilíbrio está o gérmen em potencial da extinção de uma espécie. 

4. Mais do que um dom, a sexualidade é um direito, e os direitos do homem são flagrantemente reconhecidos por Deus: “a César o que é de César” (Mt 22.21). Todavia, os direitos inventados pelo homem são de sua responsabilidade.

5. Quando homens e mulheres deixam-se alterar em sua identidade sexual, não importa quando, como ou por que, só existe um caminho para reassumi-la. Alterações da natureza transformam-se em amarras de tamanha resistência que não podem mais ser rompidas pelas pessoas, nem pela medicina, senão por um poder maior: “Se, pois, o Filho [de Deus] vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36). 

6. A humanidade encontra-se em processo irreversível de solidão. Quanto mais promíscua é uma pessoa, maior a solidão que ela acumula, porque a solidão é diretamente proporcional à sua incapacidade de amar. 

7. A famosa expressão “amor livre”, tão em voga modernamente, de amor só tem o rótulo.

8. Na ótica do Criador só existem dois seres capazes de se formar uma só carne. O problema, portanto, não é ser ou não homossexual, mas estar ou não estar homossexualizado.

9. No plano criador de Deus, ninguém é homossexual. 

Celso Milan é funcionário aposentado do Banco Central e escritor. As frases acima foram retiradas com sua permissão do seu mais recente livro Conceituação - temas polêmicos, p. 55.


Adendo do Blog:

I     I - Partindo do princípio de que fomos criados macho e fêmea. O que poderá levar pessoas ao homossexualismo, seja o homem ou a mulher?

      a) Educação infantil deformada por abusos, principalmente,        sexuais e as concepções da moralidade e as crenças.              Sadias ou não, todos as temos.
      b) Formação distorcida nas relações afetivas primárias                (pais)  e secundárias (familiares ou    de terceiros).
      c) Problemas de ordem genética e/ou hormonais.
      d) Traumas psicológicos, disjunções e distúrbios                           psiquiátricas.
e    e) Percepções e concepções "construídas" pelas mídias               escritas e faladas, sem bases científicas, pelo movimento         homossexual.
      f)  A não aceitação do gênero sexual em que foi criado o             indivíduo. A concepção é Divina. 
f
                 
      II - Quais são as consequências no tecido social?

a) Como comportamento gera comportamento, temos então, a prática homossexual influenciada por comportamentos.

b) O que se observa são pessoas em constantes frustrações consigo mesmas, insatisfações interiores agudas e algumas doentias.

c) Desequilíbrios psíquicos e emocionais que demandam tratamentos por profissionais habilitados.

d) Conflitos nas relações sociais em torno da Moral (indivíduo) e da Ética (coletiva). Sociologicamente, o limite da Moral é a Ética Coletiva.

e) O ativismo gay em todo o mundo, em reação às discriminações e violências sofridas, está determinado a destruir todo o grupo social que não aceita a sua opção homossexual. E forçam afirmar que são normais.

     E com a queda espiritual humana, no fundo do poço, a degradação moral, que possui foro íntimo/pessoal, tem levado o homem a uma depravação sem freios, de toda ordem. E esta, objeto do juízo de Deus no passado, presente e no futuro. É prerrogativa Divina.
    A Igreja Cristã cabe anunciar o evangelho, sem discriminação de nenhuma ordem e sem acepção de pessoas.


      Samuel P M Borges
      Natal/RN

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Estratégias do ativismo homossexual


1. Tachar a todos que opinam diferente do movimento, de homofóbicos. Homofobia é ter aversão, ódio, repugnância e agir com violência contra os homossexuais. Discordar deles respeitosamente, opinar no campo das ideias, não é homofobia.

2. Fazer do vocábulo “preconceito” um cavalo de batalha, procurando destruir conceitos e princípios estabelecidos há séculos, como: macho, fêmea, casamento monogâmico, família heterossexual histórica e milenar.

3. Aproveitar toda oportunidade que tiver, em favor do movimento, fazendo-se de vítima, ainda que tenham provocado a situação.

4. Reivindicar 1000%, contrariando o modelo social tradicional heterossexual. O que for alcançado é lucro para o movimento. O imoral, forçosamente, procura-se legalizar ou dá feições de legalidade.

5. A distorção é um elemento muito importante no movimento. Por exemplo, “a Cura Gay” imputada aos evangélicos pela mídia. E só tem servido para desviar o absurdo da Resolução do Conselho de Psicologia, a qual proíbe os profissionais da área de clinicar pessoas, que os procuram para se tratar quanto a sua sexualidade. Há distorções também nos teóricos do movimento. Estão “criando” novos vocábulos, conceitos e definições no campo da sexualidade, ao ponto de afirmarem que quem não os aceitam é porque  é doentio ou não tem identidade sexual definida.

6. A estratégia, em síntese, do movimento: dividir, iludir e destruir a consciência moral no tecido social. É uma guerra frontal contra a cultura judaico-cristã. E muitos dos nossos entes queridos têm sido afetados no contexto família e Igreja, por influências negativas, falhas na criação e comportamentos sociais desvirtuados.

7. Como as Escrituras os condenam, (não são os religiosos) eles estão alterando as Escrituras canônicas, emitindo, editando suas próprias Bíblias e fundando suas igrejas para atender o público LGBT. E só eles, estão acima da crítica.

8. A presença dos ativistas, defensores do movimento estão infiltrados em todas as áreas: São escritores, jornalistas, cientistas, educadores, politiqueiros, operadores do direito, produtores de filmes, novelas, seriados, artistas, cantores, médicos, enfermeiros, empresários, etc...

As três técnicas em defesa da bandeira homossexual no mundo:

1.           Dessensibilização – Propagando a ideia de os gay são pessoas normais. Ou seja, não possuem distúrbio emocional, comportamental ou psiquiátrico.  E com base no Trabalho de pesquisa fraudulento de Alfred Hinsey – chamado de o “Pai da revolução sexual”, e outros, a OMS, a ONU, tem se posicionado erroneamente, influenciando outras instituições, países, o sistema educacional em todo o mundo. O que vemos hoje se difundindo nas escolas? A erotização das crianças, uma ideologia, travestida de ressocialização, objetivando desconstruir o conceito de sexualidade da masculinidade do menino e feminilidade da menina. E como um abismo chama outro abismo, os teóricos a favor, defendem abertamente a pedofilia e outras expressões sexuais torpes.

Torpeza: qualidade, condição ou ato que revela indignidade, infâmia, baixeza. Ato ou qualidade de indecente, de obsceno. Qualidade daquilo que é repulsivo.

“De todos os enganadores que violaram a ordem social e corromperam o espírito humano, ninguém causou um dano maior do que Alfred Hinsey. Do início ao fim, a obra da vida de Hinsey foi uma fábrica de mentiras.”  - Rev. Louis Sheldon

2. Bloqueio – Tentativas de envergonhar os resistentes conscientes e os conservadores morais, rotulando-os de homofóbicos e intolerantes.

3. Conversão – Intensa pressão sobre as massas, a cristãos e críticos por meio de ataques psicológicos planejados e propagandas pela mídia.
Desse modo, cabe ao cristão não discriminar, não brincar com a sexualidade de ninguém. Entretanto, prontos para apoiar, com amor e misericórdia todo aquele(a) que pedir socorro para sair dessa camisa de força. E ainda que sejamos incompreendidos.  Na Bíblia, está escrito: “...SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos....II Tm 3.1

Há algumas formas de lidar com o movimento, fazendo prevalecer a verdade de Deus aos homens, em matéria de família no modelo divino.

    1. Educação Cristã sábia, consistente e persistente nos lares e templos.

    2. Manifestos formais perante as autoridades constituídas, da posição clara de nossas crenças, pela Igreja Instituição, a qual nos representa coletivamente, em sociedade. Exemplo: na 41ª Assembleia Geral Ordinária da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (CGADB), nos dias 08 a 11 de abril de 2013, acatando proposta do I FÓRUM POLÍTICO DA CGADB, realizado no dia 09 de abril de 2013, onde foi emitida a Carta de Brasília.

  3. Agir e atuar politicamente, se fazer representar perante os poderes da República Federativa do Brasil.

    4.  E nós, como cidadãos, devidamente preparados, bem informados, participar de conselhos de bairros, escolares, manifestações pacíficas, marcando posição sobre o assunto, na vida civil em sociedade.

    5.  E como não é uma mera questão social, devemos está em oração, sobre todos os aspectos em pauta. Na verdade, é uma guerra espiritual.

E finalmente, onde está Deus nesta discussão? Será Deus uma abstração? Ou é aquele que nos criou à sua imagem e semelhança. E macho e fêmea nos criou? Este sim tem um padrão moral (indivíduo) e ético (coletivo) na relação com Ele e nas relações humanas. Neste ponto, só há duas posições: Submeter-se a Deus ou romper com Ele, rebelar-se contra Ele.

Fontes:
Livro – A estratégia. Autor – Reverendo  Loius P. Sheldon. Ano 2012. Editora Central Gospel.
A Bíblia Sagrada


Samuel P M Borges 

domingo, 18 de agosto de 2013

PORNOGRAFIA – INTEGRIDADE E SANTIDADE EM PERIGO. FAMÍLIAS POR UM FIO...

Definições:

1. Violação ao pudor, ao recato, à reserva, socialmente exigidos em matéria sexual; indecência, libertinagem, imoralidade.  
2. Qualquer coisa feita com o intuito de ser pornográfico, de explorar o sexo tratado de maneira chula, como atrativo (p.ex., revistas, fotografias, filmes, etc.) 
                                                        (Dicionário Houaiss)




Em 2010 uma pessoa passou em média 18hs On line.

Diariamente 2.5 bi e e-mail pornográficos circulam na NET.

O Primeiro contato com a pornografia é com 9 anos.

90% das crianças de 8 a 16 anos já viram alguma forma de pornografia.

77% dos adolescentes afirmam ter tido contato  com pornografia antes dos 18 anos pela INTERNET.

80% dos jovens de 15 a 17 anos foram expostos à pornografia EXTREMA.

O vício da pornografia aumenta em 300% a infidelidade.

De acordo com academia americana de advogados 68% de todos os divórcios envolveu um amante na INTERNET.

Pesquisas de 2002 afirmam que 30% dos pastores viram pornografia nos últimos 30 anos.

20% das mulheres sofrem com o vício da pornografia.

O termo mais procurado nos sites é “sexo”.


Fonte: Pr. Josué Gonçalves


terça-feira, 16 de julho de 2013

REPENSANDO A SEXUALIDADE SADIA

A construção de uma sexualidade relacional

Por Carlos “Catito” e Dagmar Grzybowski
O compositor e cantor baiano Raul Seixas afirmava em uma de suas músicas que ele preferia ser uma “metamorfose ambulante”. Na verdade o ser humano é realmente um ser em contínua construção. A cada novo dia, a cada nova experiência, a cada novo relacionamento, nós somos transformados. Nossa sexualidade é parte inseparável desta construção.

A ideia de uma sexualidade estática e imutável adquirida nos primeiros anos da infância é bastante questionável do ponto de vista das teorias mais atuais no campo da psicologia, como a Teoria Sistêmica.

Em outra perspectiva, o reducionismo fisiologicista que observamos hoje em muitos campos das ciências do comportamento e especialmente da mídia quer nos levar a pensar que a sexualidade é algo exclusivamente sensorial e orgânico,  nada mais equivocado! O principal agente construtor da sexualidade é a mente. É por meio dela que somos capazes de evocar sentimentos de desejo ou repulsa, de excitação ou aversão, de amor ou ódio.

Todavia a mente humana é extremamente complexa e construída a partir de influências genéticas, ambientais, familiares, sociais, religiosas, culturais e uma infinidade de outros fatores que vão moldando nossa forma de perceber a realidade. Logo, a sexualidade humana é algo de grande complexidade. Reduzi-la a uma dimensão meramente fisiológica é rebaixar o ser humano de sua condição primordial de “homo sapiens sapiens” e animalizá-lo.

Assim, a sexualidade humana deve ser compreendida dentro desta condição de complexidade intrínseca a ela. Simone de Beauvoir afirma categoricamente: “A gente não nasce mulher, torna-se mulher”.1 Pode-se dizer o mesmo de qualquer outra expressão da sexualidade.

Acima de tudo, porém, a sexualidade precisa ser compreendida dentro da dimensão da relacionalidade. Somos seres relacionais e a sexualidade é uma das expressões de nossos relacionamentos. O outro é que me constitui: só me torno marido diante de uma esposa.

As mudanças sociais das últimas décadas, com excessiva ênfase no individualismo, transformaram a sexualidade de uma expressão relacional em uma expressão objetal, ou seja, em vez de o outro me constituir, torna-se um objeto para meu uso, na busca de um desfrute sensorial/fisiológico. Essa busca é sempre insaciável e neste viés surgem todas as perversões e a indústria da pornografia.

A sexualidade relacional é aquela que, antes da penetração genital, busca a interpenetração de “outros orifícios” relacionais: a interpenetração do olhar, que atravessa o “orifício” da pupila e enxerga e deixa enxergar a alma (Mt 6.22); a interpenetração do falar, que atravessa o orifício auditivo e toca o mais profundo do ser (Pv 16.24) -- não apenas a pele. Para estas outras interpenetrações são necessários tempo e diálogo fecundo. Não acontecem em um primeiro encontro -- nestes encontros rápidos com finalidade sexual, o máximo que se obtém é o orgasmo fisiológico, e a verdadeira celebração da sexualidade é muito superior a isso.

É necessária uma nova reflexão (Rm 12.2) sobre a sexualidade, fugindo da superficialidade de binarismos como “homo x hetero”, que só causam discussões reativas e pouco produtivas. Pensar na sexualidade como uma construção complexa e permanentemente mutante, cujo elemento motriz é o “relacional”, é o desafio.

Nota

1. BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo. Trad. Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. v. 1.
• Carlos “Catito” e Dagmar são casados, ambos psicólogos e terapeutas de casais e de família. São autores de Pais Santos, filhos nem tanto.

Fonte: Revista Ultimato julho-agosto 2013


terça-feira, 9 de julho de 2013

Quem cura quem? A “cura gay” coloca os psicólogos no armário


O projeto de lei pejorativamente denominado de “cura gay”, aprovado no último dia 18 na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, ganhou protestos nas ruas e discussões no país nas últimas semanas. De autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), ele, na verdade, pretende dar mais liberdade a pacientes homossexuais que queiram buscar ajuda de psicólogos.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) por votação simbólica requerimento do autor do projeto para que o texto fosse retirado de tramitação. Com a retirada de pauta, um projeto com o mesmo teor só poderá voltar a ser apresentado em 2014. Se o projeto tivesse sido votado e rejeitado pela maioria dos deputados, um texto semelhante só poderia ser protocolado na próxima legislatura, a partir de 2015.

Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC) se manifestou diante do polêmico projeto de lei na declaração a seguir.

Sobre o projeto de decreto legislativo, PDC 234/2011, do Deputado João Campos, e a Nota de Esclarecimento emitida pelo Conselho Federal de Psicologia em 07/05/2013.

A propósito de polêmicas sobre o Projeto de Decreto Legislativo – PDC 234/2011, do Deputado João Campos, que pretende sustar os artigos 3° e 4° da Resolução 001/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), por considerá-los restritos à liberdade de atuação dos psicólogos, e, considerando a Nota de Esclarecimento emitida pelo Conselho Federal de Psicologia em 07/05/2013 com título “Resolução do CFP não impede atendimento a pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual”, o Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC), como o fórum permanente de discussões de interface ciência psi e fé cristã, vem a público dizer que:

O Projeto do Deputado João Campos em seu texto repercutiu vozes insatisfeitas com a redação de partes da Resolução, especialmente o parágrafo único do artigo 3° que diz: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.” Esta redação peca por imprecisão e coerção à livre discussão de ideias e de práticas clínicas, essenciais para o avanço de ciência psicológica. Desta forma gerou insegurança em muitos que atendem pessoas insatisfeitas com suas práticas sexuais geradoras de sofrimento psíquico e que buscam vivenciá-las adequadas ao seu sistema pessoal de valores. Vale lembrar que o artigo 2°, letra b, do Código de Ética veda o psicólogo de induzir seu paciente e convicções religiosas como proíbe à indução de convicções políticas, filosóficas, morais e ideológicas e de orientação sexual;

Relembra que o psicólogo trabalha a partir da demanda e da queixa do seu paciente, e sempre dentro do marco epistêmico da psicologia, como um agente facilitador na superação do sofrimento e do mal-estar psíquico e na promoção do seu bem-estar, respeitando e preservando sempre a subjetividade e os valores do paciente. Entende que da mesma forma que um psicólogo não pode fundamentar seu trabalho a partir de suas crenças religiosas nem discriminar negativamente um paciente homossexual, depreciar sua orientação sexual ou comportamento, nem induzi-lo a procurar tratamentos não solicitados, será igualmente antiético tratar crenças e os valores de fé do paciente como expressões patológicas, de subdesenvolvimento psíquico, ou induzi-lo a se comportar de maneira contrária a sua fé e religião;

Considera a atual redação do parágrafo único do Artigo 3° e o Artigo 4° como geradora de insegurança jurídica para os profissionais da psicologia, configurando um ato de censura prévia ao pensamento e exame de questões relativas à sexualidade. Propõe que seja integrada, ao artigo 3° da Resolução, o seguinte teor da Nota de Esclarecimento do CFP sobre a Resolução: “Esta norma não proíbe as (os) psicólogas (os) de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, seja ela homo ou heterossexual, nem tampouco, pretende proibir as pessoas de buscarem o atendimento psicológico”. 
E ao Art. 4° que diz: “Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”, propõe que se adicione o seguinte Parágrafo Único: “Esta norma preserva o direito e dever de liberdade de pesquisa, discussão e expressão em questões da sexualidade humana”. Desta maneira o PDL 234/2011 perderá sentido e se esvaziará.

O CPPC manifesta sua disposição para colaborar no diálogo produtivo isento de preconceitos.

Curitiba, 18/06/2013.

Atualizado em 08/07/2013.

Fonte: HTTP://www.ultimato.com.br/conteudo

segunda-feira, 1 de julho de 2013

DESMASCARADA A DESONESTIDADE INTELECTUAL DA MÍDIA BRASILEIRA


Este artigo aborda a mentira veiculada na mídia brasileira sobre cura gay, que teria sido aprovada na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDMH) da Câmara dos Deputados, sob a presidência de Marcos Feliciano. Ele desmente jornalistas do Brasil usando provas irrefutáveis e pede ao povo que espalhe a verdade sobre o fato. Assista ao vídeo e perceba o quanto a Militância LGBT, através da televisão - veículo de concessão pública - e outros meios de comunicação, tenta manipular a opinião do povo brasileiro despudoradamente.

CLICAR NO ENDEREÇO ABAIXO E VEJA O VÍDEO DE 17:OOm

terça-feira, 14 de maio de 2013

Cartórios são obrigados a celebrar casamento gay


De acordo com a decisão do Conselho Nacional de Justiça, cartórios terão de converter as uniões estáveis homoafetivas em casamento civil.

Agência Estado - 1405/2013 11:31:06

Os cartórios de todo o Brasil serão obrigados a celebrar casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os cartórios terão de converter as uniões estáveis homoafetivas em casamento civil, mesmo que ainda não haja previsão legal para isso. 
                                                                                                   
A proposta foi apresentada pelo presidente do CNJ, Joaquim Barbosa, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), e aprovada por 14 a 1. A conselheira Maria Cristina Peduzzi foi a única a votar contra a aprovação da resolução, sob o argumento de que, para permitir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, o Congresso teria de aprovar um projeto de lei. Há projetos em tramitação no Congresso sobre o casamento civil de pessoas do mesmo sexo. 
A resolução aprovada pelo CNJ diz que: "É vedada às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo". E acrescenta que, se houver recusa dos cartórios, será comunicado o juiz corregedor para "providências cabíveis".

O presidente do CNJ afirmou que a resolução remove "obstáculos administrativos à efetivação" da decisão do Supremo. "Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso."

O subprocurador da República, Francisco de Assis Sanseverino, manifestou-se contra à aprovação da resolução e citou os votos dos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, que foram favoráveis ao reconhecimento da união homoafetiva, mas deixaram claro que a decisão não legalizava o casamento.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br,  pesquisa em 14/05/2013.

terça-feira, 7 de maio de 2013

TRAIÇÃO CONJUGAL



“Jardim fechado… Eu sou um muro, e os meus seios como as suas torres; sendo eu assim, fui tida por digna da confiança do meu amado”. (Gn. 2:24,25) Quem ama não trai. Com certeza não existe maior traição da confiança do que a infidelidade conjugal. 

POR QUE PESSOAS TRAEM? (Segundo o terapeuta norte-americano Alert Ellis).

Causas não-neuróticas:

Insatisfação sexual no casamento que pode levar a busca de compensação. A perda de atração pelo companheiro(a). O desejo sexual vai ficando reprimido e as fantasias vão se multiplicando até levar ao adultério. A excessiva absorção no trabalho, pode produzir no outro uma sensação de rejeição e abandono. O tédio, que vem da repetição, da rotina e que gera indiferença sexual e emocional. Extensos períodos de ausência. A pressão do estar longe de casa durante longos períodos de tempo pode ser esmagadora. Doenças físicas de vários tipos. Gestações sucessivas.

Causas neuróticas:

Os “mimados” – são aqueles que acreditam que precisam de tudo o que desejam. Encaram caprichos temporários com necessidades básicas. Os casos nunca correspondem suas expectativas, que são, aliás, irreais (ex: a síndrome do fim de semana perfeito, do sexo perfeito).

Os “narcisistas”- eles se consideram irresistíveis, têm uma necessidade constante de reconhecimento e admiração, uma enorme preocupação consigo mesmos e uma total incapacidade de corresponder. Adultério para eles é uma experiência de auto – engrandecimento.

Os “os fujões” – são aquelas pessoas que estão fugindo não apenas de si mesmas, mas da própria vida.

Os “imaturos”¬ – são os que através da infidelidade procuram afirmar, provar eternamente sua masculinidade ou feminilidade. A vida se transforma num teste contínuo de sedução. A mola propulsora desse comportamento é ansiedade.

Os “inseguros” – são pessoas que se auto desvalorizam, não se respeitam e não têm auto estima. Usam o adultério como fuga.

Os “vazios” – são os que sofrem de um grande vazio existencial e se recusam a dar um sentido para a própria vida. Estes vão tendo relacionamento promíscuos para encobrir a falta de nexo dentro de si mesmos.

Os “vingativos”- São os que traem tendo como motivação um sentimento de vingança.

A fidelidade conjugal da segurança ao casamento e garante a bênção de Deus na vida do casal. Veja o a Palavra de Deus diz: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros”. (H. 13:4) Na verdade, o adultério é a manifestação da necessidade de cura, libertação interior.


sábado, 20 de abril de 2013

Qual a diferença entre abrasamento, lascívia, adultério, prostituição e fornicação?



Bom, primeiro vamos às definições de cada palavra individualmente, depois as suas diferenças.


ABRASAMENTO - Na lingua portuguesa, significa queimar, destruir, esquentar muito; inflamar, excitar. No sentido bíblico como pecado sexual, significa incapacidade de controlar o desejo sexual, pensamento vicioso e obsessivo por sexo.

LASCÍVIA - Comportamento indisciplinado e desregrado; em particular, um flagrante desprezo pelas restrições sexuais. (Mc. 7.22 ; 2Co 12.21). A palavra grega traduzida por lascívia significa "Conduta Ultrajante", demonstrando que o comportamento lascivo ou licencioso vai além do pecado e envolve o desprezo pelo que é certo. Ou seja, lascívia são os pensamentos ou atos totalmente imorais.

ADULTÉRIO - Ato intencional de manter relações sexuais com outra pessoa que não o marido ou a esposa. Jesus expandiu o significado do adultério, incluindo-lhe a lascívia: "Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela" (Mt. 5.28).

PROSTITUIÇÃO - Ato ou prática de relações sexuais promíscuas, especialmente por dinheiro. Várias palavras são usadas para a mulher que se engaja em atividade sexual ilícita por dinheiro, incluindo meretriz, vadia e prostituta. Um tipo de meretriz era a prostituta do templo, que realizava atos sexuais no templo pagão (Os. 4.12-14). Os cultos à prostituição tanto masculina quanto feminina eram dirigidos nesses templos. Todas as vezes que Judá foi governada por um rei justo, tal rei buscou retirar as prostitutas do templo de sua terra (II R 23.4-14).

FORNICAÇÃO - Relacionamento sexual fora dos laços matrimoniais. A distinção técnica entre fornicação e adultério é que este envolve pessoas casadas enquanto a fornicação envolve pelo menos uma pessoa não casada. No entanto, o Novo Testamento usa, frequentemente, o termo de forma genérica para se referir a qualquer tipo de ausência de castidade. Das sete listas de pecados nos escritos de Paulo, a palavra "fornicação" é encontrada em cinco delas (Rm 13.13 ; 1Co 5.11 ; Gl 5.19 ; Ef 5.3 ; Cl 3.5). No livro de Apocalipse, a fornicação é símbolo de como a idolatria e a religião pagã corrompem a verdadeira adoração a Deus (Ap. 14.8 ; 17.4)

Muito bem, quando uma pessoa está ABRASADA, significa que está com o pensamento obsessivo, voltado para o ato sexual, quando esse tipo de pensamento sai dos critérios das restrições sexuais bíblicas, se transforma em LASCÍVIA, a lascívia quando deixa de ser somente em pensamento e passa a ser praticada, gera os pecados de ADULTÉRIO, PROSTITUIÇÃO, FORNICAÇÃO e muitos outros.


Pergunta de Paulo Vicente Ferreira, Campinas
Resposta de Cláudia Lucia, em 15/02/2008

Fonte: www.abíblia,com.br,  pesquisa em 20/04/2013.




terça-feira, 9 de abril de 2013

Pr. Marcos Feliciano em Pauta



No Brasil, permite-se, pessoas desrespeitar o estado de direito, afrontar legitimados pelo voto, sob pretexto de preconceito,  apoiando-se em  afirmações pessoais fora de contexto, praticando discriminação religiosa e política por interesses subtendidos e obtusos de uma minoria. Isto é violência social mascarada.
 Samuel P M Borges

Essa discussão poderia ser vista sobre vários prismas:

1.A presença da Igreja Evangélica Brasileira na política e na mídia. E traz consigo, incômodos.

     2.    Amadorismo e amadurecimento do exercício da cidadania do povo evangélico e de suas lideranças.

     3.    Há uma minoria procurando, pela força, impor suas preferências pessoais, sobre a maioria. E o fazem em nome da legalidade, praticando ilegalidades.

     4.    Não estamos diante de uma batalha espiritual? E nem por isso, podemos ignorar o mundo material, sob pena de sermos incompreendidos.

     5.    Conquistas de espaço no tecido social não caem do céu. É normal a discordância respeitosa. Falando na ótica humana, ganha mais espaço os mais articulados.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A solução do problema gay na perspectiva cristã


Com a presença de tantos homossexuais na cidade grega de Corinto e a completa ausência de normas contrárias e de reações homofóbicas na sociedade grega, bastaria a Paulo instituir o casamento gay e combater apenas a orgia homossexual.

Mas não foi isso o que ele fez nem o que aconselhou. Em sua primeira Carta aos Coríntios, o apóstolo é bem explícito: “Já que existe [aqui em Corinto] tanta imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido” (1Co 7.2, NTLH).

Para não se colocar contra a maré, contra a cultura, contra a opinião pública, contra os deuses (Apolo em especial) e contra a “corintização”, Paulo deveria ter prescrito no máximo a monogamia homossexual: “Já que existe em Corinto tantos prostitutos, tantas orgias homossexuais, cada homem deve ter o seu próprio homem, e cada mulher, a sua própria mulher”.

Se somos realmente cristãos, se devemos obediência às normas preestabelecidas desde a criação, se entendemos que a Bíblia é a Palavra de Deus, se reconhecemos a autoridade do apóstolo Paulo, autor de treze dos 27 livros do Novo Testamento, o casamento gay deve ficar totalmente fora de cogitação.

A rigor, e para os cristãos, a questão gay tem de ser enfrentada de outra maneira. Permanecer no armário ou voltar para ele não resolve. Casar-se com o parceiro do mesmo sexo não resolve. Adotar e criar filhos ora sem mãe ora sem pai não resolve. Fazer uma leitura gay da Bíblia não resolve. Filiar-se a uma igreja gay e ter pastores e bispos homossexuais não resolve. Livrar-se de qualquer preconceito por parte da sociedade não resolve.

Isso não quer dizer que não haja solução para a pessoa que nasceu com dificuldade heterossexual ou com tendência homossexual, para a pessoa que recebeu no lar estímulos contrários à heterossexualidade, para a pessoa que foi levada ao homossexualismo por causa de abusos sexuais cometidos por familiares ou estranhos, para a pessoa que chegou a essa situação por curiosidade e para a pessoa que tornou-se homossexual em função da propaganda da homossexualidade (novelas, filmes, internet, paradas gays etc.). A solução é a graça de Deus, que ela deve buscar persistentemente. A graça de Deus a levará à conversão, como aconteceu com certo número de pessoas em Corinto (1Co 6.11). Trata-se, honestamente falando, de um milagre, algo inexplicável operado pelo Espírito Santo. Embora dependente da soberania de Deus, a gênese dessa experiência religiosa tem muito a ver com o ministério da igreja, que precisa orar, amar, acolher, compreender o drama da homossexualidade e comunicar as boas novas da salvação.


A participação de profissionais da saúde não deve ser descartada nem pela igreja nem pela medicina. Na verdade, a Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia não “impede os psicólogos de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, seja ela homo ou heterossexual”. A proibição, continua o documento, “é claramente colocada na adoção de ações coercitivas tendentes à cura e na expressão de concepções que considerem a homossexualidade doença, distúrbio ou perversão”. Naturalmente, os pregadores do evangelho não estão proibidos, à luz da Bíblia, de condenar como pecado a prática homossexual, desde que chamem todos os outros pecados de pecado e desde que anunciem também a graça de Deus.

A conversão não significa obrigatoriamente que o ex-homossexual ou a ex-lésbica precisa contrair matrimônio com pessoa de sexo diferente. A aceitação do evangelho e o compromisso com Cristo indicam uma mudança radical no estilo de vida, seja qual for o estado civil. E o mesmo se requer do heterossexual solteiro ou casado. No final das contas, a moral sexual cristã não visa apenas os homossexuais, as mulheres e os casados. Ela é também para os héteros, os homos e os solteiros, e em qualquer faixa etária (adolescentes, jovens, adultos e idosos).

A conversão não impede que haja um desagradável descuido que provoque uma acidental queda, que deve ser confessada e abandonada para ser perdoada (1Jo 1.9). Entre os muitos problemas de comportamento que havia na igreja de Corinto, um deles era na área sexual.

O apóstolo temia encontrar, em sua próxima passagem por Corinto, alguns daqueles irmãos que haviam abandonado as imoralidades sexuais de volta a elas, fato que o humilharia muito e o faria chorar por eles (2Co 12.21). Era sabido que um deles havia sucumbido à tentação de deitar-se com a mulher de seu pai (1Co 5.1), embora, depois da disciplina, tivesse se entristecido amargamente e se arrependido (2Co 2.5-8).

Em vez de afrouxar as normas de conduta, o apóstolo as confirma: “Fujam da imoralidade sexual, [pois] todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo, [que] é santuário do Espírito...” (1Co 6.18-20).

Fonte: Revista Ultimato julho agosto 2010.

SEXUALIDADE EM DISCUSSÃO

Heterossexualidade sem homofobia e homossexualidade sem heterofobia


Se todos somos igualmente marcados pelo pecado, tanto potencialmente como na prática, a discriminação por razões morais e religiosas contra, por exemplo, os gays, torna-se ridícula e hipócrita, além de acrescentar mais um pecado ao nosso vergonhoso currículo moral. Além do mais, a oposição que alguns fazem à homossexualidade não é educada, inteligente, coerente e caridosa. Há casos de agressão verbal e física. Em algumas vertentes muçulmanas acentuadamente fundamentalistas, os homossexuais podem ser condenados à morte. Nem todos os prisioneiros dos muitos campos de concentração eram judeus ou inimigos do regime nazista - alguns eram apenas homossexuais.

Em contrapartida, os homossexuais não podem dar lugar à heterofobia. Eles podem sair do armário sem pretender colocar os héteros nos armários vazios. A sociedade precisa enxergar esse processo em andamento. Se os homossexuais podem defender a bandeira da homossexualidade, por que os heterossexuais não podem defender a bandeira da heterossexualidade?

Se a consciência de um homossexual não o deixar em paz, apesar do apoio ostensivo da mídia, de alguns profissionais da saúde e até de alguns líderes religiosos, por que não se pode dar a ele auxílio psicológico ou pastoral, caso a pessoa espontaneamente o deseje? Se uma igreja se recusa a celebrar um casamento gay ou ordenar um padre ou pastor homossexual, por que zombar, perseguir, multar ou prender o responsável por esse comportamento, exigido por seu credo? Os homos querem liberdade de pensamento e de ação. O mesmo acontece com os héteros.

A prática homossexual é condenada pelas três religiões monoteístas do planeta: o cristianismo, o judaísmo e o islamismo. No caso dos protestantes, enquanto eles se conservarem fiéis às Escrituras Sagradas, sua única regra de fé e prática, a conduta homossexual será considerada um desvio sexual. Entretanto, os cristãos horrorizados com a homossexualidade se obrigam pela mesma Bíblia a ficar horrorizados também com o adultério, com a hipocrisia, com o roubo, com o egocentrismo, com a soberba, com a incredulidade, com a inveja, com a violência, com a berrante injustiça social e daí por diante. E com a mesma intensidade!

Fonte:Revista ultimato julho/agosto 2010

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

SEXO FORA DOS PARÂMETROS


Um leitor solicitou à revista Ultimato que publicássemos uma matéria sobre sexo anal e sexo oral. Para atender ao leitor, Ultimato bateu à porta de alguns especialistas cristãos  nas áreas médica, ética e teológica. Vejamos o que cada um deles tem a nos dizer.

  
DA PARTE DO TEÓLOGO RUSSEL SHEDD E DO ESPECIALISTA EM ÉTICA LOURENÇO STELIO REGA


            Nem sempre é possível encontrar nas Escrituras orientação explícita a respeito de todos os assuntos que pertencem à agenda das decisões humanas, como é o caso das alternativas sexuais conhecidas como sexo anal e sexo oral, amplamente divulgadas nos meios de comunicação de massa. A verdade é que as Escrituras não foram entregues como uma lista ou guia de pecados. Mais do que isso, ela nos revelam o Cristo ressurreto e os princípios essenciais da vida. Esses princípios é que nos indicam o caminho a seguir quando necessitamos tomar decisões em nosso cotidiano.
            Teológica e eticamente não é possível afirmar de forma explícita que essas práticas sexuais sejam anormais entre cônjuges que se sentem livres para se relacionar assim, mas também as Escrituras não as encorajam. É também preciso informar ao leitor que, no aspecto teológico-ético, há um outro lado nesta questão. Aliás, em questões desse tipo sempre há esse outro lado.
            O apóstolo Paulo afirma pôr quatro vezes que todas as coisas são lícitas, mas também afirma que nem todas convêm, porque nem todas edificam e não se pode deixar dominar pôr nenhuma delas( I Co 6.12; 10.23).
            Além disso, o próprio apóstolo Paulo menciona que a ausência de certeza não agrada a Deus(Rm 14.3). se há dúvida em encontramos uma correta para uma decisão, é melhor” decidir não decidir” enquanto a resposta bíblico-teológica-ética não for clara. Para um exercício de reflexão, gostaríamos de lançar ao leitor algumas questões que precisam ser respondidas na busca dessa certeza sobre a questão.
            As Escrituras, mesmo não mencionando claramente essas práticas, condenam a desonra do corpo(Rm 1.24; I Co 6.19-20). Não é possível negar que em Romanos o caso que está sendo tratado se refere ao homossexualismo, que Paulo situa na categoria de práticas contrárias à natureza(Rm 1.26). Será que outra prática diferente ao sexo pênis-vagina seria considerada pôr Deus como contrária à natureza e, portanto, não cabendo dentro da intenção. Original da criação? Analisando-se o sexo oral à luz do princípio que transpira no texto, não poderíamos ser considerados também como práticas contrárias à natureza?
            A prática dessas alternativas sexuais poderá ferir a consciência do outro cônjuge. Isso já suficiente para uma decisão contrária a elas, uma vez que a consciência do próximo, na compreensão bíblica, é um forte e incondicional inibidor de uma escolha, conforme  I Co 10.23-33 e Rm 14.
            Ainda que seja comum o ditado que, fechado em seu quarto , um casal pode fazer o que quiser, convidamos ao leitor desta matéria que busque Ter certeza daquilo que deve decidir, mesmo no mais íntimo de seu quarto, porque mesmo lá devemos praticar somente aquilo que pode ser considerado como um ato que glorifique a Deus( I Co 10.31).
           

DA PARTE DO MÉDICO EDUARDO LANE


            Assim diz a Bíblia: “Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou”(Gn 1.27). Deus criou cada um com anatomia e fisiologia próprias do sexo de cada um. A relação entre si, através de seus órgãos sexuais, foi criada para o gozo e reprodução da espécie. O casal, uma vez estabelecida a união, “os dois uma só carne”, vai se habituando à  relação que lhes convém, nos limites da fidelidade conjugal. O casal cria hábitos e jeitos próprios, estimulando a maior sensação erótica, para completar o ato sexual satisfatoriamente. Entre esses “jeitos”, o sexo oral, isto é, o contato entre órgãos genitais e a boca de ambos é praticado pôr casais que assim se sentem bem. Desde que esta prática seja feita dentro dos cuidados de uma boa higiene, não há nada reprovável do ponto de vista médico. Sob a visão cristã, desde que este casal tenha uma relação sexual estável, comungando igualmente o ato sexual, não vejo erro ou prática condenável.

            O Coito anal já é anormal à anatomia e fisiologia do ser criado. O ânus não é para uma relação com o órgão masculino. O trauma na mucosa anal cria condições para infecção e transmissão de doenças sexualmente transmissíveis.

A relação anal é contra a natureza e, portanto, condenável, tanto sob a visão médica como cristã, pois é prejuízo para o corpo, templo do Espírito Santo.

DA PARTE DA MÉDICA RÚBIA MARA CORREIA CAMPOS SILVA

            Considero o sexo anal uma prática, se não sintomática de problemas mais graves da sexualidade, pelo menos geradora de problemas de saúde. O ânus e a ampola retal são estruturas com anatomia e fisiologia destinadas exclusivamente à excreção de fezes. Pôr isso a elasticidade de seus tecidos é própria à passagem das fezes, que são de consistência pastosa e moldável ao seu calibre e forma. Possuem também flora bacteriana típica que, em outra parte do corpo, como pôr exemplo os tratos genitais e urinário, produzirão infecções, podendo assumir caráter de gravidade. A limpeza com lavagens do reto e da ampola não modificarão essa flora a ponto de exterminá-la. A introdução do pênis no ânus certamente causará fissuras anais, sangramento e infecções. Naquelas mulheres portadoras de hemorróidas, ainda que assintomáticas, o risco de traumatismo e conseqüente sangramento ou estrangulamento com dor, aumentará em muito com esta prática. Sendo o homem portador de herpes simples no pênis, transmitirá o herpes ao ânus da mulher, podendo levar à proctite aguda(freqüente entre homossexuais), com sintomas de dor, secreções, constipação, tenesmo e sangramento, e até envolvimento neurológico com disfunção da bexiga. Outras infecções poderão ser transmitidas com essa prática, incluindo todas as doenças sexualmente transmissíveis.


Fonte: Revista Ultimato Julho/1997
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