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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Igreja, uma comunidade de pecadores transformados por Jesus


Introdução: No primeiro momento é isto que somos. Pecadores que reconheceram o seu estado espiritual diante de Deus. E vieram a ele por Jesus Cristo....Num segundo tempo, somos: “... a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” ( I Pd 2.9).

Texto: Atos 11.26; Mc 16.15;  I Tm 1.15;2.3-5

I - REQUISITOS PARA FAZER PARTE DE IGREJA DE JESUS.

a) Fé salvífica – “a fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus.” Rm 10.17
Não basta a fé natural, nem genérica em um deus que não se dá satisfação.

b) Arrependimento – Não existe na teologia bíblica perdão de pecados sem arrependimento.

c) Ser discípulo de Jesus. Não é suficiente ser um seguidor. Temos que negar-se a si mesmo, e fazer o que manda o Senhor. (Mt 16.24, Mc 8.34, Lc 9.23).

"A cristologia bíblica é fantástica, coerente, convidativa, redentora e gloriosa. Agarre-se a esse Jesus e não a outro".
Todos somos servos, Jesus é o Senhor. “Quem está garupa não pega na rédea”.  É deixar Jesus comandar sua vida.

II - ELEMENTOS CONSEQUENTES.

a) Disposição para ser adorador – E para adorar a Deus em espírito e em verdade. Nada de tentar materializar a fé. As religiões assim o fazem.  Não cabe no Evangelho.

b) Comunhão – É se irmanar. Vida em comum. Propósitos alinhados, em harmonia. Cuidar, assistir uns aos outros. E para não estarem se chocando uns com os outros, tem o lubrificante poderoso: O amor que nos aperfeiçoa em Cristo.

“O culto não pode ser relegado a um mero encontro social. Ao contrário disso, é um momento indescritível em que o indivíduo tem um tríplice encontro. Um encontro consigo mesmo, com o seu semelhante e com o Deus Todo-Poderoso”. (Rodrigo Odney, pastor Batista, em Pompeia, SP)

c) Serviço – Está escrito: fomos salvos para desempenhar dois papéis muito importantes no Reino de Deus: Servir a Deus e esperar Jesus voltar. I Ts 1.9-10.

1. A gratificação pelo serviço: é olhar para os que vão sendo alcançado, por graça e misericórdia de Deus, pela proclamação do evangelho. E tornam-se irmãos, em Cristo.

2. Eram presos nas drogas, nos vícios, Agora, liberto pela verdade que liberta.Vieram de famílias desajustadas, desastrosas, casamentos falidos. Agora, vida familiar equilibrada, cada uma com seus defeitos, mas com Jesus felizes, para o que vier.

3. Quantos de nós fomos apenas religiosos, na tradição dos pais, boa gente e só. Agora, declaramos-nos para o inferno ouvir: salvos em Cristo e por Cristo. É mérito dele. E o novo proceder, acompanha a fé salvífica. 

4. Era um perdido, sem esperança. Agora, salvo e caminhando para o céu. A sua habitação definitiva é o céu.

d) Esperança - “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis dos homens“. Há no íntimo de cada cristão, uma viva esperança – que salta para eternidade.

 Conclusão:

1. Haverá um acerto de contas entre Deus e os homens.  Há dois caminhos, céu ou inferno.

2. Atos 17.31 - “Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.

3. Os Evangélicos não são melhores que outras pessoas. A diferença entre um cristão e um não cristão é que o cristão arrependeu-se e veio a Cristo. E o não cristão, ainda não tomou esta decisão. Então, vem para Jesus.

4.Pecadores arrependidos não pessoas perfeitas. Você é convidado a participar dessa comunidade de cristã, sabendo de que somos tão faltosos quanto você. Mas, com Jesus, iremos ao céu.

5. Outro aspecto da Igreja - A Igreja é agência do sobrenatural mediante a ação do Espírito Santo, uma vez que Deus a chama para realizar o anormal. Diferente disto, ela se torna natural - Samuel P M Borges

Subsídios:

A igreja congrega pecadores convertidos que deixaram para trás sua conduta anterior. Entre esses estão a mulher adúltera, a mulher pecadora (talvez prostituta), o ladrão da cruz (ele parou de insultar Jesus e começou a repreender o outro ladrão), o escravo Onésimo (antes inútil e depois útil) e alguns irmãos de Corinto, anteriormente imorais, idólatras, adúlteros, homossexuais, efeminados, ladrões, avarentos, alcoólicos, caluniadores e assaltantes (1Co 6.9-11).

Em 2010, havia mais de 2,2 bilhões de religiosos que se diziam cristãos (32,8% da população mundial). Mas, é claro, nem todos os cristãos são pecadores convertidos. Uma das razões é porque deixamos de anunciar o arrependimento e a conversão.

Fonte básica: Revista Ultimato março/abril 2015

Samuel P M Borges - agosto 2018.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

igreja em Ação

O mais extraordinário médico missionário do mundo 


Jason Fader é cirurgião e missionário, filho de missionários. Ele é um dos treze cirurgiões que servem 10 milhões de pessoas em Burundi (África subsaariana), o país com maior índice de fome em 2016.

Fader ganhou o prêmio Gerson L’Chaim pelo seu extraordinário trabalho. Além do reconhecimento, ele recebeu 500 mil dólares. E já sabe o que fazer com o dinheiro. Vai criar um programa de treinamento para outros médicos, adicionar 48 novos leitos ao Hospital Kibuye Hope e melhorar o tratamento a pacientes com fraturas de membros inferiores -- necessidade crucial num país onde as viagens são feitas a pé. “Centenas de pessoas vão literalmente andar por causa deste prêmio” -- disse o cirurgião missionário.

Fader, que cresceu no Quênia, está no Burundi desde 2013. Além de cuidar de 25 mil pacientes por ano com sua equipe, ele treina médicos locais. “Jason faz cirurgias que ninguém fez antes no Burundi” -- disse sua colega médica Raquel McLaughlin. LD


Fonte: Revista Ultimato março/abril 2017.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Morre o fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor


O fundador da Igreja Pentecostal David Miranda faleceu na noite desse sábado, 21, aos 79 anos em decorrência de um enfarte.

O missionário fundou a igreja em junho de 1962.

Segundo nota de falecimento, a Deus é Amor tem cerca de 22 mil igrejas distribuídas pelo Brasil e em outros 136 países.  

A maior delas fica em São Paulo e é o Templo da Glória de Deus, com capacidade para receber 60 mil pessoas, estacionamento para 500 automóveis e 143 ônibus.


O culto fúnebre ocorre neste domingo(22/02/2015) no Templo da Glória de Deus.

Fonte: G1.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Como temos servido na Seara do Senhor?

Tema: Princípios no serviço cristão.
Texto: Jo 3.22-30; I Co 15.9-10; II Co 10.14-18
Introdução: Amados é por demais honroso, colocarmo-nos à disposição do Senhor, para sermos úteis na  sua seara, a seu serviço. É questão de privilégio ser chamado servo de Deus. Agora, muitos de nós perdemos a noção desta verdade por vários motivos...porém  existem princípios a observar...

I – SERVIR SOMENTE PARA A GLÓRIA DE DEUS.
“ Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: somos servos Inúteis,  porque fizemos somente o que devíamos fazer” Lc 17.10
“É necessário que Ele cresça e que eu diminua” Jo 3.30
“Portanto, quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei para a glória de Deus”.
  I Co 10.31

II – TRABALHAR CONFORME OS PENSAMENTOS E PLANOS DE DEUS.
“Atenta pois que o faças conforme ao seu modelo, que te foi mostrado no monte”. Ex 25.40
“Vai, pois, agora e fere a Amaleque e destrói totalmente a tudo o que tiver e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até a mulher, desde os meninos até aos de mama, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos”. I Sm 15.3.
“Arrependo-me de haver posto a Saul como rei; porquanto deixou de me seguir, e não executou as minhas palavras. Então Samuel se contristou e toda a noite clamou ao Senhor”. I Sm 15.11 
“Levante-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim. E Jonas se levantou para fugir de diante da face do Senhor para Társis.” Jn 1.2-3a

III - SERVIR DE CORAÇÃO PURO.
“ De sorte que, se alguém se purificar destas coisas(contendas de palavras, falatórios inúteis e a iniquidade),  será vaso para honra, santificado e idôneo Para uso do Senhor e preparado para toda a boa obra” II Tm 2.21.
“Vós servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de  vosso coração, como a Cristo”. Ef 6.5
IV – FAZÊ-LO NO PODER DE CRISTO.
“Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles, todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo” I Co 15.10.
“Posso todas coisas naquele que me fortalece”. Fl 4.13
“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; Ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder”. Lc 24.49.
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus, para destruição das fortalezas”. II Co 10.4
  
V – SERVIR CONFIADAMENTE CHEIO DE ESPERANÇA.
“Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará sem dúvida com alegria, trazendo consigo os seus molhos”. Sl 126.5-6
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” I Co 15.58

VI – SER SERVOS HONRADOS DE CRISTO.
“E seja sobre nós a graça do Senhor nosso Deus; e confirma a obra de nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos”. Sl 90.17
“E o seu Senhor lhe disse: Bem está , servo bom e fiel, sobre o pouco foste fiel, sobre o muito de colocarei; entra no gozo do teu Senhor”. Mt 25.21
“Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas sim aquele a quem o Senhor louva”. II Co 10.18

CONCLUSÃO: A lâmpada é acesa para iluminar os outros, assim deve ser o cristão no mundo e na casa do Senhor. Todos somos úteis. O primeiro bispo ordenado na Nigéria foi um escravo que fora trocado por um pedaço de fumo. Porém, Deus o utilizou grandemente naquele país africano. O consagrado reavivalista inglês George Whitefield (1714-70), pronunciou em seu último sermão na noite em que partiu para o seu Mestre: “Senhor estou cansado no teu trabalho, mas não do teu trabalho”.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

A arma divina contra o mal humano

I Coríntios 13

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Tensões entre Igreja Instituição e Igreja Comunidade, Corpo Vivo de Cristo. Erros a evitar.

     1.Não cometa o pecado de enclausurar Deus nas paredes da sua Instituição.

2. Não limite as manifestações do Reino de Deus aos limites ou horizontes da sua Instituição/Denominação.

3. Não condicione a relação com Deus à relação Institucional.

4. Não exija sacrifício do povo em nome da sua Instituição.

“Deus tem muitos a quem a Igreja Instituição não tem; e a Igreja tem muitos a quem Deus não tem”.

5. Não restrinja a vocação ministerial ao engajamento na Igreja Instituição.

a) o serviço como servo do reino está para além da Igreja Institucional.

b) valorize o voluntariado em prol do próximo, independentemente de estar vinculado a sua instituição ou não.

c) não precisamos ter uma creche para investir nela, ou algo dessa natureza. Podemos cooperar com creches sérias já estabelecidas na comunidade a que pertencemos.

6. Não confunda Instituição religiosa com a Comunidade Cristã.

a) é diferente o rol de membros aqui embaixo do Livro da Vida lá em cima.

b) a comunidade é teocêntrica. A instituição pode ser episcopal, congregacional ou presbiteral, conforme o regime eclesiástico adotado. 

c) a Comunidade Cristã deve se reger pelas Escrituras. A Igreja Instituição é gerida por convenções, estatutos, portarias, regimentos humanos, etc...

7. Não pretenda gerir o Corpo de Cristo de acordo com a lógica da gestão da Igreja Institucional. 

a) temos sido orientados a ofertar, dizimar tão somente na sua Igreja Instituição/Denominação a que pertencemos. Este é o nosso primeiro compromisso. Porém, o Reino de Deus está além das nossas Denominações.

b) Deus não nos pede 10%. O que conta é a generosidade e a solidariedade voluntária. Até porque dele são os 100% que nos dá para administrarmos.

8. Não priorize as relações funcionais eclesiásticas em detrimento das pessoais e fraternais.

a) você serve a Deus ou é a mão de obra de um ministério?

b) cometemos a imaturidade de nos tratarmos como obreiros do Senhor, ignorando muitas vezes, as relações ovelhas e irmãos.

9. Não pretenda perenizar a sua Instituição/Denominação.

a) as Instituições se renovam, se refaz, mudam e passam. A Igreja Comunidade, Corpo Vivo de Cristo, é perene.

b) a Igreja Institucional é cíclica para cada época.

10. Jamais coloque o Corpo Vivo de Cristo a serviço da Instituição. A Igreja Instituição deve trabalhar em prol da Igreja Comunidade Cristã.

Fonte: Baseado na mensagem “Tensão entre a Igreja Corpo Vivo de Cristo e Igreja Instituição” – Ed René Kivitz. No evento Lutando pela Igreja - Deus não tem um plano B.


Por Samuel P M Borges - com adendos

Bacharel em Direito e Teologia

Natal RN - 17/12/2013.

 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

BASES DA FRATERNIDADE CRISTÃ

(Catalogação por Bernardo Johnson)
Amarem uns aos outros. Jo 13.34

Lavarem os pés uns dos outros. Jo 13.14

Amarem cordialmente uns aos outros com amor fraternal. Rm 12.10

Terem o mesmo sentimento uns para com os outros. 
Rm 15.5

Não julgarem uns aos outros. Rm 14.13

Edificarem-se uns aos outros. Rm 14.10

Acolherem uns aos outros. Rm 15.7

Admoestarem-se uns aos outros. Rm 15.14

Saudarem uns aos outros. Rm 16.16

Esperarem uns pelos outros. I Co 11.33

Cooperarem uns com os outros. I Co 12.25

Servirem uns aos outros. Gl 5.13

Levarem as cargas uns dos outros. Gl 6.2

Suportarem-se uns aos outros. Ef 4.2

Serem compassivos uns com os outros. Ef 4.32ª

Perdoarem-se uns aos outros.  Ef 4.32b

Falarem uns com os outros com salmos, hinos e cânticos espirituais. Ef 5.19

Sujeitarem-se uns aos outros.  Ef 5.21

Considerarem, cada um, os outros superiores a si mesmo. Fp 2.3

Não mentirem uns aos outros.  Cl 3.9

Consolarem uns aos outros. I Ts 4.18

Edificarem-se uns aos outros. I Ts 5.11b

Viverem em paz uns com os outros.  I Ts 5.13

Seguirem sempre o bem uns para com os outros. 
I Ts 5.15

Considerarem uns aos outros. Hb 10.24

Não falarem mal uns do outros. Tg 4.11

Não se queixarem uns dos outros. Tg 5.9

Confessarem os pecados uns aos outros. Tg 5.16b

Serem hospitaleiros uns com os outros. I Pd 4.9

Cingirem-se de total humildade no trato uns com os outros. I Pd 5.5

Isto é amor e comunhão no corpo de Cristo!!!
E fundamentos para qualquer relação humana saudável, duradoura, madura, construtiva,  em todo tempo e todo lugar.

Samuel Borges com alterações.
  

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

REPENSANDO O CRISTIANISMO NA PÓS-MODERNIDADE

Tema: A Igreja e a Pós-Modernidade

Texto: Rm 12.1-2; I Co 3.10-15

              Imagem: aceitojesuscristo.blogspot.com

Introdução: É inegável que estamos vivendo uma transição socioeconômica e cultural, sem precedentes na história da humanidade. As conquistas dos últimos 50 anos, superaram todos os séculos passados, em desenvolvimento e expansão do conhecimento humano. O modernismo se identificada com a globalização, Internet, turismo espacial, código de DNA, clonagem, sistema integrado de mídia, novas tecnologias,  etc.. Há um progresso desenfreado, porém profundamente egoísta. A Pós-modernidade traz consigo quebra de princípios, inclusive cristãos, e vem como uma avalanche. Muitos cristãos estão atordoados. Vivemos uma ruptura das hegemonias denominacionais.  Cantores cristãos com fã clube. Vivemos a era da informação, a qual está duplicando a cada década...

I – A IGREJA E A PÓS-MODERNIDADE

1. Vamos nos atrasar ou acompanhar os novos tempos, sem romper com a Palavra de Deus? Sejamos cônscios, o Evangelho de Cristo, permanecerá como a nossa bandeira de luta.

2. Afirmar que o Pós-Modernismo é um mal em si mesmo, estaremos excluindo a responsabilidade individual, sobrecarregando o coletivo, perdendo-nos no anonimato generalizado. Como ser inteligente criado por Deus, o homem tem é que desenvolver suas aptidões. Se expandir nestes novos tempos.

3. O dilema - Se a Igreja entra na onda da Pós-modernidade, o que acontecerá com as pessoas que não conseguem acompanhar as mudanças? Mas, se a Igreja tomar uma posição de clausura, como alcançará aquelas pessoas que já estão envolvidas nestas mudanças sociais e comportamentais?

4. Desde a Modernidade e com a Pós-modernidade há pecados tomando cara nova, como que deixando ser pecado, identificamo-los no liberalismo, hedonismo, mundanismo, relativismo. Igrejas com dirigentes, porém sem lideranças. Há muita preocupação com exterior, o homem interior, a cada dia mais fraco, debilitado.

II - TRAÇOS DA SOCIEDADE ATUAL

1. Com a explosão do conhecimento, fragmentada na aceleração dos ritmos das mudanças, praticamente tudo está mudando velozmente, temos então, a sociedade do descartável, seja objetos, pessoas e instituições...

2. O capitalismo induz as pessoas a um consumo desenfreado e insaciável. Altamente valorativa do modo ter sobre o ser. Entramos na era do dinheiro virtual.

3. Afirmou o psicanalista brasileiro Renato Mezan “o progresso coletivo das condições de vida não é suficiente para proporcionar felicidade psíquica permanente". O que traz segurança ao homem é uma experiência pessoal com Deus. E só é possível pelo o único caminho - Jesus Cristo - o mediador legítimo entre Deus e os homens (Jo 14.6).

4. Os relacionamentos humanos são a cada dia, mais superficiais. Nunca se alisou tanto o ego humano, através de técnicas de relaxamento, tentando erguer a sua autoestima.

5. Não há limites na busca de vencer mal-estar que a oprime, mesmo atropelando a Ética e a Moral. Casamentos oficiais entre pessoas do mesmo sexo. Trocas de parceiros entre casados. A prática do sexo entre namorados, com apoio de muitos pais. Lésbicas já procuram uma companheira em programas de televisão, ao vivo.  O ativismo gay está impondo a sociedade a mentira velada de que ser gay é normal.

6. Há um mal-estar à nossa volta pelo descompromisso reinante. Insensível, porém sensual e irresponsável.

7. É uma sociedade desnorteada, porque não oferece rumos identificáveis.

III -  O EVANGELHO DE JESUS CRISTO E O HOMEM PÓS-MODERNO.

1. Não precisa renovar seus conceitos.
2. Não precisa de inovações religiosas.
3. Não precisa de novas crendices.
4. Ou ele está encoberto para os que se perdem, ou ele está descoberto para os que se salvam.
5. São as boas novas de salvação, por excelência, para toda humanidade.
6. E permanece contendo uma declaração de salvação para os que crêem, porém uma sentença de condenação para os que o rejeitam.

IV – REAFIRMANDO VALORES INSUBSTITUÍVEIS.

1. A igreja evangélica precisa ser reconhecida por todos, não por alguns, como a reserva moral e espiritual da sociedade hodierna. Isso depende do meu e do seu testemunho cristão.
2. Será ainda as Escrituras a nossa regra de fé e prática cristã? Charles Swindoll escreveu o livro “Firme seus Valores” - e não é fácil fazê-lo, principalmente valores morais, éticos e espirituais. E a oração, o jejum, a comunhão no templo e demais atividades no Reino de Deus? Lembremo-nos: com a explosão do conhecimento tudo ou quase tudo está se tornando descartável.
3. Não basta sermos Igreja Militante, melhor é sermos participantes da Igreja Triunfante, que ascenderá ao céu quando soar a trombeta.

                           CONCLUSÃO REFLEXIVA

1) Do modo como estamos vivendo a vida cristã, como também fazendo a obra de Deus, até onde estamos edificando?  Estamos expandindo o reino de Deus ou estamos estagnados.

2) Nenhuma nova estratégia, nova abordagem de trabalho no Reino de Deus, substituirá a unção do Espírito na vida e sobre a Igreja de Cristo (Missionária Izabel Zwahlen).

3) Verdades históricas do Cristianismo, as quais suas grandes defesas, estão sendo obscurecidas por um evangelho de vantagens, mercadológico, de milagres questionáveis, não sacrificial, sem compromisso com o arrependimento e a conversão.
 
4) Jesus Cristo é o único fundamento. Não abramos mãos um milímetro deste referencial bíblico.  Não percamos a visão do calvário.

I Co 3.10-11 – “Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo”.

SUBSÍDIOS:

A Idade Moderna – Foi um período predominante do século XV ao XVIII. Fundados em movimentos como: Renascença, a Reforma Protestante, a Contrarreforma, o Iluminismo, Antropocentrismo, Ceticismo, novas ideologias políticas e econômicas, Revolução Industrial, etc...

Pós-modernidade – Da metade do Século XX em diante - Resulta da influência dos vários "ismos" (sistemas de ideias e pensamentos consolidados como regra de um grupo...). A Pós-modernidade se caracteriza pela superficialidade, a predominância de uma visão de mundo destituída dos valores cristãos, tem base na pseudo Revolução Sexual (1948  - Relatórios Alfred Kinsey, o mito dos 10...), no relativismo, sem lugar para o certo e o errado, com ênfase na valorização das questões existenciais e a insatisfação recorrente que alimenta toda forma de idealização humana.  São implicações da Pós-modernidade:

O conceito de família foge dos padrões tradicionais e a sociedade em geral se robotiza pelo alto grau de facilidade da vida humana.

A prevalência da visão naturalista que, reduz os fenômenos, por um encadeamento mecânico (teoria da evolução orgânica), a fatos do mundo concreto material sem a intervenção de nenhuma causa transcendente. Busca-se excluir a possibilidade da existência do Criador.

No naturalismo a vida humana se reduz a um simples ato da natureza e passa a ter a mesma importância da vida de qualquer animal. O Criacionismo ensina que os animais foram criados por Deus, contudo o homem foi feito à sua imagem e semelhança, de modo que ele é um ser distinto dos irracionais. No evolucionismo, todavia, todos somos iguais. Aplica-se até a lei do mais forte, alinhando a vida humana racional à cadeia alimentar dos irracionais. 


Por Samuel P M Borges


Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN - 05/08/2013 - Revisão em 23/07/2023.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Serviço cristão versus anonimato, requer de nós:



Primeiro entendamos: Anonimato não é inutilidade, passividade, curtir a preguiça, seja ela material ou de ordem espiritual...


1) Profunda convicção de quem nós somos e quem é Deus. O vaso e o oleiro...

2) Atentar e ser daqueles que ainda fazem a oração de João Batista:  “Que ele cresça e eu diminua...”

“As estrelas brilham, enquanto o sol não desponta”

3) Correr atrás do título proposta por Cristo em Lc 17.10,  quando expressa “assim também vós”....

“O elogio destrói mais do que a crítica, porque a crítica ainda que seja doida, ajuda você a melhorar cada vez mais”
Matheus Moraes - 13 anos

4) Revermos a lição ética e espiritual  do lava pés de Jesus em 13 João...

5) Reconsiderar  que no reino de Deus o servo maior é aquele que mais serve... e não servido como as grandes deste mundo....”entre vós não é assim...”

6) Escolher a melhor parte, como Maria, e não lhe será tirada. Jo 10.42

7) Receber o Reino de Deus como uma criança, sem racionalismos exacerbado, sem julgamentos abstratos,  intelectualismo fútil, arrogante e sem tê-lo para se favorecer, como objeto de lucro.  Lc 18.17

8) Distinguir  o que  é de César e o que é de Deus. Lc 20.25


MOTIVAÇÃO e SERVIÇO A DEUS

I – O local do nosso serviço: o mundo inteiro. Mt 28.19

II – O exemplo para o nosso serviço: O Senhor. Mt 20.28

III – A motivação para este serviço: O amor. II Co 5.14

IV – O poder para este serviço: O Espírito Santo. At 1.8

V – A finalidade deste serviço:  Testemunhar do Senhor. At 23.11

VI – A condição para este serviço: Humildade. Lc 9.48

VII – A recompensa deste serviço: Uma coroa. I Co 9.25

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Culto solene e homenagens a humanos



Relutei em não escrever sobre o tema, mas sinto-me no dever de fazê-lo. O que é o culto solene? Primeiro, o culto cristão é o ato de prestar adoração reverente a Deus, com decência e ordem nas palavras do apóstolo Paulo. O adjetivo solene quando pesquisamos tem vários significados: Feito com aparato e pompa, majestoso, que infunde respeito, enfático na sua seriedade.  São elementos básicos do culto evangélico: Oração, louvor, ofertório, leitura do texto sagrado, ministração da Palavra de Deus.  Assim acontece, quando não foge aos seus objetivos precípuos e exclusivos.

Não é de hoje que se observa certo antropocentrismo no culto cristão. E notadamente, voltado à liderança. Faço parte do ministério da Igreja, tenho muitos amigos pastores, líderes de Igreja, todavia não comungo do que tenho visto. Abro aqui um parêntese: Quando estudamos o estilo de liderança do próprio Cristo, ele nos mostrou o quanto devemos honrar e respeitar aqueles que vieram antes de nós. Na expressão paulina à Igreja de Tessalônica, devemos ter a nossa liderança em alta estima e consideração. Na carta aos hebreus, devemos obedecê-las, sujeitar-se a elas e imitá-las. Sou consciente do que é uma Autoridade Delegada. É insensatez ir de encontro a ela, porque vai se deparar com quem a delegouEntão, o propósito da postagem não é fazer cavalo de batalha contra a liderança da Igreja. É sim, discutir onde, em qual contexto, em que momento, estamos fazendo homenagens aos humanos.

No Jeovismo não se comemora aniversário, no intuito de evitar honra aos seres humanos e não aumentar o seu egocentrismo. A meu ver, é um exagero. É outro extremo.

Mas, vamos tratar de nossos problemas assembleianos. O que se constata em nosso meio, em pleno culto dedicado ao Senhor pela ADbrasil.

1. Liturgias pesadas, centradas no pastor da Igreja, ao ponto de se referir a ele mais do que ao Senhor Jesus Cristo no percurso do culto: “com autorização do pastor”, “com permissão do pastor”, “conforme recomenda o pastor”, “assim como tem ordenado o pastor”. Cada um que chega a tribuna do templo faz menção do pastor ou àquele que está dirigindo o culto, determinado pelo pastor. E se não fizer assim, deixa de ter oportunidade no culto. E me chamou atenção um Dia das Mães que não se fez nenhuma referência, nem uma oração pública especial por elas! Será que este ato é censurável como secularismo de consumo no culto?

2. Há lugares em que quando o dirigente de congregação entra no templo, deve a congregação levantar-se para recebê-lo de pé. Em outro, o pastor é recebido de pé todas as vezes que vai se dirigir a congregação, pela primeira vez, em cada culto. Vem-me a lembrança do “Assim também vós” de Lucas 17.10, pois me parece ignorado na atualidade.

3. É mais agravante a mistura que se está fazendo com eventos sociais, como por exemplo aniversários de dirigentes, pastores, durante o culto divino e solene. O tempo demandado, a frequência desses eventos, está se tornando indigesto para muitos do rebanho do Senhor. E como Deus está vendo essa questão? Não estaria ferindo a solenidade da adoração, honras e glórias devida somente a Ele no culto prestado exclusivamente a Ele? Entendo também, em nada fere a solenidade do culto ao Senhor, quando se menciona um aniversário, ora-se pelo aniversariante e o culto ao Senhor prossegue. Depois, participamos do social.

4. Eu, pessoalmente, tenho evitado está em culto onde se mistura o social com o espiritual. Reprovo qualquer deificação do homem. Há uma diferença enorme em ter respeito e se deixar levar por respeitos humanos. Vamos comemorar os aniversários de nossos pastores e companheiros, com muita alegria e amor, entretanto fora do ambiente dos cultos solenes e sem culto à personalidade.

5. Precisamos refletir, rever nossas posturas de adorador individual e coletiva, a liturgia rotineira do culto sagrado, pois do jeito que vai daqui há pouco, o Senhor Jesus  estará do lado de fora batendo à porta. Não obstante, não é um coitadinho. Ele é o SENHOR! E se assim o fizer, será por misericórdia. Só não sei até quando.

6. E observem um fato: Na História da religião, todo ato, ordem, obediência exteriorizada, comportamento visivelmente manifestado, como por exemplo os costumes, a tradição criada pelo homem, quando não obedecida, tem servido para punição, controle, domínio do homem sobre o homem. Portanto, prestemos o culto solene com entendimento agradável ao Senhor com confiança reverente. Amém.

Samuel P M Borges - Julho-2012

terça-feira, 5 de junho de 2012

Cristãos Ocidentais versus Igreja Perseguida


Partindo de nós brasileiros, somos uma pátria livre para confissão de nossa fé. Vivemos em um contexto de legalidade com direitos constitucionais, a Lei maior do país.  Diz-se que a nação é laica no sentido de que não há religião oficial no país. Abraça todos os credos.  O mesmo não se pode dizer com cerca de 90 nações, povos, onde existe perseguição aos cidadãos que confessam serem cristãos. A Missão Portas Abertas tem catalogado desde 1993, os 50 países onde existem perseguições de várias dimensões e até inimagináveis por nós cristãos ocidentais.

Dos 50 países classificados pela Missão Portas Abertas, 38 deles são de predominância islâmica. 


A Coréia do Norte encabeça a lista há cerca de 10 anos.
A Igreja cristã vive a maior perseguição da sua História. Os números giram em torno de 90 a 120 milhões de cristãos sob o fogo serrado da perseguição. A cifra de mortos em função da Causa Cristo está em torno de 250 mil mortos anuais.


A perseguição pode ser:

Física - com agressões físicas, prisões sem o devido processo legal, sem oportunidade de defesa, mutilações pelo corpo, perda de bens, perda do sustento do pão de cada dia, ruínas de famílias e mortes. (É a dura realidade da Igreja Perseguida).

Cultural - Via culturas populares, movimentos sociais, mídia escrita, falada e imagens, filosofias humanas, relativismo moral, liberalismo com uma ética lasciva, frágil e permissiva.

Institucional – Vem ocorrendo pela via legal silenciosamente diante da nossa omissão, falta de unidade na Igreja Evangélica Brasileira e por causa de seu analfabetismo político. Como os interesses do Reino de Deus não comungam com o Reino deste mundo e este está no maligno, necessitamos está muito atentos às investidas contra a Igreja Instituição. Não dá para se esconder por trás do determinismo. E que ninguém espere por vozes isoladas protestando no deserto da omissão eclesiástica. Escolhamos: atores da história ou plateia apática. Em uma sociedade civilizada, os segmentos mais organizados e reivindicatórios tendem a ganhar mais espaço.

Edmund Burke: “Há um limite em que a tolerância deixa de ser uma virtude".
                      
Espiritual – Neste âmbito, diante das investidas no mundo espiritual, forças contrárias à Igreja, utilizemo-nos sim, das armas de cunho espirituais: Oração, jejum, autoridade da Palavra e do nome de Jesus. É caco de demônio para todo lado! Discernimos a Igreja organismo vivo e invisível, tal qual como Deus a ver.  E as portas do inferno não prevalecerão contra Ela.  O inimigo maior é um só.  Está se debatendo ferido, mas sua derrota final é certa. E Saibam todos: Deus não está pegando queda de braço com o diabo. Deus é o Soberano e o resto é resto.

Então, o que fazer diante desde quadro? Algumas atitudes Deus espera de nós cristãos Ocidentais:
1.    A consciência de que vida cristã não é uma colônia de férias; não é uma estufa espiritual; muito menos uma redoma de vidro de não me toque ou não me perturbe. Parafraseando o Pr. Hernandes D. Lopes.

2.   Não devemos, é claro, se comportar como estivéssemos sob perseguição tal qual a Igreja Perseguida. Porém, também não podemos viver a síndrome do adágio popular: ”O que os olhos não veem o coração não sente”.

3.     Ficamos caretas de saber: Missão se faz de três formas: Orando, contribuindo ou indo além-fronteiras. Cada um pergunte-se a si mesmo: Que investimento tenho feito na Igreja Perseguida desde o momento que ouvi falar de suas lágrimas, dores, prisões, carências  e mortes?

4.    Precisamos sair do indiferentismo. Levantar a cabeça e ver além dos limites denominacionais em que fomos domesticados. Isto, sem perder o compromisso com a Igreja local.

5.   A postura da maioria na Igreja Ocidental para com a Igreja perseguida é como se ela não fosse nem nossos parentes. Precisamos tratar com a Igreja Perseguida verdadeiramente como o corpo de Cristo na terra, da qual somos parte.

Finalmente, quando vemos a perseguição batendo à porta da Igreja de Jesus, precisamos de estratégias. ESTRATÉGIA REQUER:

Sabedoria, Inteligência, Discernimento, Percepção e Sensibilidade.


Atitudes diante da perseguição:

1. Não temê-la. O medo nos paralisa;
2. Não incitá-la ou invocá-la sobre si;
3. Enfrentá-la com unidade no corpo de Cristo;
4. Distinguir o campo de ação: o humano, institucional e o espiritual;
5. Manter a identidade de povo de Deus e prosseguir na sua missão evangelizadora;
6. Discernimento para estabelecer estratégias e agir;
7. Não pagar mal por mal. Deus fará justiça;
8. Amar o(s) inimigo(s) sem ingenuidades;
9. Cumprir deveres, defender os direitos, fazendo apologia da fé;
10. Se possível não confrontar, mas também não se omitir;
11. Aprendendo impor respeito, civilizadamente,  sem  desrespeitar;
12. Ter a consciência de que nem o inferno barra a marcha da Igreja Cristã.

Martin Luther King: “O que mais preocupa não é  o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter e dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons."
                                              

Por Samuel P M Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN - 05/06/2012.
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