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terça-feira, 19 de julho de 2016

Nova Era e Cristianismo

NOVA ERA



A Nova Era nada mais é do que o hinduísmo com roupagem ocidental.

• Bijoy Koshy, médico indiano, presidente internacional da Interserve

O movimento Nova Era são velhas ideias apresentadas com um vocabulário atualizado e mais sofisticado.

• Larry A. Nichols, pastor luterano, um dos autores do “Dicionário de Religiões”, “Crenças e Ocultismo”.

Nova Era é a mistura bizarra de diversas crenças, incluindo religião e ciência, física e metafísica, panteísmo antigo e otimismo evolucionista, astrologia, espiritismo, reencarnação, ecologia e medicina alternativa.

• John Stott, ex-pastor da Igreja da Inglaterra e capelão honorário da rainha Elizabeth.

Os paradoxos da “Nova Era” é que ela parece basear-se em ideias bastante antigas. O paganismo do final da antiguidade foi ressuscitado e mesclado com ideias extraídas de religiões nativas de índios norte-americanos e suplementada por ideias panteístas derivadas de religiões orientais.

• Alister McGrath, professor de ciência e religião na Universidade de Oxford

CRISTIANISMO

Cristianismo é o credo que nos ensina a crer em um único Deus, criador de tudo, com o qual os seres humanos podem ter comunhão e abrigo. Por causa da tragédia gêmea -- pecado e morte -- toda a raça humana precisa de um favor especial de Deus, ao qual se dá o nome de salvação. Essa aspiração é comum a todos os seres humanos, de qualquer tempo, de qualquer lugar e de qualquer raça, cultura e língua. 

O que faz diferença no pensamento humano é de onde vem essa salvação. O cristianismo aponta para a graça de Deus, que se tornou alcançável por meio da encarnação, morte vicária e ressurreição de Jesus Cristo. A salvação não é um processo demorado e complicado nem depende de algo ainda pendente. Logo após Jesus ter dito na cruz: “Tudo está completado!”, a cortina do Templo se rasgou em dois pedaços, de cima até embaixo. A salvação inclui a morte da morte, o novo céu e a nova terra!

Fonte: Revista Ultimato maio-junho 2016

domingo, 7 de julho de 2013

DEUSES PAGÃOS


1.   Camos, Baal Peor  - dos moabitas.
     Jz 11.24; 22.17; Nm 21.29; I Rs 11.7

     2.  Milcom, Moloque – dos amonitas.
     I Rs 11.5; Lv 18.21; Jr 32.35; Amós 5.26;Atos 7.43; I Rs 11.7

     3. Astarote ou Astarte – deusa dos Fenícios, sidônios.
     Jz 2.13; I Sm 7.3; 31.10; I Rs 11.5

     4.Baal – Da Fenícia e dos cananeus.
    Jz 2.3; Os 2.8; II Cr 24.7

     5. Dagom – dos Filisteus.
    Jz 16.23; ISm 5.2; I Cr 10.10

6.  Diana – deusa dos Efésios.
    Atos 19.24,28,35.

     7.Baal-zebude  - de Ecrom .
    II Rs 1.2,3,6.

Suas características: 
Injustos, mutáveis, iracundos, vingativos e podridão mórbida

Enquanto que o Deus revelado nas Escrituras é: Grande, verdadeiro, justo, santo, sublime, augusto, Todo-Poderoso, amoroso, misericordioso, gracioso, imutável, eterno...

domingo, 15 de janeiro de 2012

A Teologia da Prosperidade e seus desafios


A CPAD, através da EBD nos trás mais uma revista (1º trimestre 2012), sobre o tema acima aparentemente muito batido.  Hoje, todos devemos saber que quem adotou este ensino, desde 1977, aos 33 anos, quando fundou a denominação Igreja Universal do Reino de Deus, foi o Edir Macedo.  Posteriormente, foram surgindo outros movimentos sob a insígnia de neo-pentecostais. Convém lembrar que na década de 80 este ensino foi bastante difundido na América do Norte. E no Brasil e alguns arredores da América latina, na década de 90 para cá.

Alguns pontos precisam ficar bem claros, a fim de entendermos e aplicarmos o conteúdo em reflexão, visando corrigir as grosseiras distorções no cenário nacional, por alguns denominado também de “o Evangelho da Nossa Era”.

1. O meio de propagação era inicialmente o rádio, e depois a televisão. Ou seja, o espaço vazio encontrado na mídia pelos expoentes da Teologia da Prosperidade foi bem explorado. Aí está resultado: Os templos passam a ser balcões; adoradores transformados em consumidores; e casam a religião com o cifrão. Deus é tido como um deus vovô, só atende os pedidos e até determinações.
2. O que hoje assistimos é uma confusão nas pregações, com colocações de Bíblia na mão, como se estivessem embasados nas Escrituras.
3.  Combatê-la é preciso. E as lideranças, na minha humilde visão, foram dormentes, quando tinham um ensino saudável, mas pouco foi feito, inclusive na mídia. Porém, não podemos ter nossos irmãos neo-pentecostais como inimigos da cruz de Cristo. Não precisamos fazer novas cruzadas.
4.    Em se tratando do tema prosperidade bíblica, o caminho é nem 8 e nem 800. Devemos pautar a temática, sedimentados na Palavra e sem extremos.
5.  Compreender que o Movimento Evangélico Brasileiro, tem deixado de ser aquele evangelho de pé de serra, com vultosos quantias em jogo, requerendo muito mais cuidados com as finanças da Casa do Senhor, para evitar os escândalos e digo: em  todos os segmentos denominacionais.
6.  Não podemos comprar as bênçãos de Deus por dinheiro ou outros meios indulgenciais da Idade Média. A sua Graça não deixou de graciosa.
7. E, portanto, necessitamos enfocar o calvário, reiterando o Evangelho Cristocêntrico, sem medos de pregar o arrependimento, novo nascimento, a prosperidade cristã e a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor.

Samuel P M Borges   

sábado, 7 de janeiro de 2012

CONSEQÜÊNCIAS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE"


1. Profissionalismo ministerial e espiritualidade mercantil. A primeira conseqüência danosa que a Teologia da Prosperidade causa pode ser vista nos púlpitos. O ministério que anteriormente era vocacional tornou-se, em alguns círculos, algo meramente profissional. Os pastores passaram a ser vistos como executivos bem-sucedidos! O pastor agora é visto como um profissional liberal e não como um ministro de Deus. Segundo a Teologia da Prosperidade, ele não mais pastoreia (1 Pe 5.2), mas gerencia sua igreja. A igreja passa a ter a mesma dinâmica administrativa de uma grande empresa. A fé tornou-se um bem de consumo e os adoradores foram alçados a consumidores. Já existem denominações que contratam institutos de pesquisas para verificar se abrir uma igreja em determinado bairro é viável. Pode ser que não seja lucrativo (1 Tm 6.5)!
2. Narcisismo e hedonismo. O narcisista é aquele que só pensa em si e nunca nos outros (Fp 2.4). A Teologia da Prosperidade tem gerado milhares de crentes narcisistas. Estão morrendo e matando uns aos outros. Já o hedonista é aquele que vive em função dos prazeres.
3. Modismos e perda de ideais. De vez em quando aparece uma nova onda no meio dos crentes. São modismos teológicos para todos os gostos. Antes era o cair no espírito, a unção do riso, etc. Atualmente a lista está bem maior. Outra conseqüência terrível da Teologia da Prosperidade é a perda dos ideais cristãos. Ao criar essa mentalidade de mercado e transformar os crentes em consumidores, a Teologia da Prosperidade acabou esvaziando os ideais do Reino de Deus. Para que buscar o perfeito estado eterno se é possível possuir tudo agora? A escatologia bíblica é trocada por uma teologia puramente utilitarista (Mt 6.33; Cl 3.2).

Fonte: Lição EBD – CPAD 1º trimestre 2012

Breve comentário:

Era possível apresentar várias outras conseqüências da Teologia da Prosperidade, mas não o farei. Diante do quebra-cabeça produzido pela “Ideologia da Prosperidade”, enquanto os EUA sofreu uma varrida na década de 80 com esses sub-ensinos, nós da Igreja Evangélica Brasileira  na década de 90 para cá,  estamos vivendo nesses dias o que certo articulista chamou com muita propriedade “um apagão teológico”.  Ao invés de termos pioneiros, fundadores, desbravadores do evangelho, temos hoje montadores de Impérios Eclesiásticos, à custa da ignorância das massas populares, exploradas na sua fé. Não se pensa em melhorar o nível de comunhão cristã na Igreja. Templos grandes, quanto maior, mais dispersão...

É muito oportuno, assistir no arquivo (Vídeos) deste blog a mensagem em duas partes, do Pr. Hernandes Dias Lopes, sob o título “Reforma e Reavivamento”. Deus o inspirou e ele foi muito feliz na sua sábia explanação, onde faz uma radiografia da situação triste e lamentável da Igreja Evangélica Brasileira, divorciada das Escrituras e do Evangelho Cristocêntrico. Não são, claro, todas as denominações do país, entretanto é preocupante a forma como alguns vem tratando as finanças da Igreja. O que há tempos condenamos, hoje praticamos – concentração de renda. Ou seja, alguns bem remunerados; outros recebem uma “colaboração” pelos servimos prestados diariamente. E tudo isso, diz respeito a como estamos lidando com o dinheiro.

domingo, 8 de maio de 2011

A Cabana

Recentemente, as vendas do livro A Cabana aproximaram-se de [sete] milhões de cópias. Já se fala em transformar o livro em filme. Mas, enquanto o romance quebra os recordes de vendas, ele também rompe a compreensão tradicional de Deus e da teologia cristã. E é aí que está o tropeço. Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?
Quem é o autor? William P. Young [Paul], um homem que conheço há mais de uma década. Cerca de quatro anos atrás, Paul abraçou o “Universalismo Cristão” e vem defendendo essa visão em várias ocasiões. Embora freqüentemente rejeite o “universalismo geral”, a idéia de que muitos caminhos levam a Deus, ele tem afirmado sua esperança de que todos serão reconciliados com Deus, seja deste lado da morte, ou após a morte. O Universalismo Cristão (também conhecido como a Reconciliação Universal) afirma que o amor é o atributo supremo de Deus, que supera todos os outros. Seu amor vai além da sepultura para salvar todos aqueles que recusaram a Cristo durante o tempo em que viveram. Conforme essa idéia, mesmo os anjos caídos, e o próprio Diabo, um dia se arrependerão, serão libertos do inferno e entrarão no céu. Não pode ser deixado no universo nenhum ser a quem o amor de Deus não venha a conquistar; daí as palavras: reconciliação universal.
Muitos têm apontado erros teológicos que acharam no livro. Eles encontram falhas na visão de Young sobre a revelação e sobre a Bíblia, sua apresentação de Deus, do Espírito Santo, da morte de Jesus e do significado da reconciliação, além da subversão de instituições que Deus ordenou, tais como o governo e a igreja local. Mas a linha comum que amarra todos esses erros é o Universalismo Cristão. Um estudo sobre a história da Reconciliação Universal, que remonta ao século III, mostra que todos esses desvios doutrinários, inclusive a oposição à igreja local, são características do Universalismo. Nos tempos modernos, ele tem enfraquecido a fé evangélica na Europa e na América. Juntou-se ao Unitarianismo para formarem a Igreja Unitariana-Universalista.
Ao comparar os credos do Universalismo com uma leitura cuidadosa de A Cabana, descobre-se quão profundamente ele está entranhado nesse livro. Eis aqui algumas evidências resumidas:
1) O credo universalista de 1899 afirmava que “existe um Deus cuja natureza é o amor”. Young diz que Deus “não pode agir independentemente do amor” (p. 102),[1] e que Deus tem sempre o propósito de expressar Seu amor em tudo o que faz (p. 191).
2) Não existe punição eterna para o pecado. O credo de 1899 novamente afirma que Deus “finalmente restaurará toda a família humana à santidade e à alegria”. Semelhantemente, Young nega que “Papai” (nome dado pelo personagem a Deus, o Pai) “derrama ira e lança as pessoas” no inferno. Deus não pune por causa do pecado; é a alegria dEle “curar o pecado” (p. 120). Papai “redime” o julgamento final (p. 127). Deus não “condenará a maioria a uma eternidade de tormento, distante de Sua presença e separada de Seu amor” (p. 162).
3) Há uma representação incompleta da enormidade do pecado e do mal. Satanás, como o grande enganador e instigador da tentação ao pecado, deixa de ser mencionado na discussão de Young sobre a queda (pp. 134-37).
4) Existe uma subjugação da justiça de Deus a seu amor – um princípio central ao Universalismo. O credo de 1878 afirma que o atributo da justiça de Deus “nasce do amor e é limitado pelo amor”. Young afirma que Deus escolheu “o caminho da cruz onde a misericórdia triunfa sobre a justiça por causa do amor”, e que esta maneira é melhor do que se Deus tivesse que exercer justiça (pp. 164-65). 5) Existe um erro grave na maneira como Young retrata a Trindade. Ele afirma que toda a Trindade encarnou como o Filho de Deus, e que a Trindade toda foi crucificada (p. 99). Ambos, Jesus e Papai (Deus) levam as marcas da crucificação em suas mãos (contrariamente a Isaías 53.4-10). O erro de Young leva ao modalismo, ou seja, que Deus é único e às vezes assume as diferentes modalidades de Pai, Filho e Espírito Santo, uma heresia condenada pela igreja primitiva. Young também faz de Deus uma deusa; além disso, ele quebra o Segundo Mandamento ao dar a Deus, o Pai, a imagem de uma pessoa.
6) A reconciliação é efetiva para todos sem necessidade de exercerem a fé. Papai afirma que ele está reconciliado com o mundo todo, não apenas com aqueles que crêem (p. 192). Os credos do Universalismo, tanto o de 1878 quanto o de 1899, nunca mencionaram a fé.
7) Não existe um julgamento futuro. Deus nunca imporá Sua vontade sobre as pessoas, mesmo em Sua capacidade de julgar, pois isso seria contrário ao amor (p. 145). Deus se submete aos humanos e os humanos se submetem a Deus em um “círculo de relacionamentos”.
8) Todos são igualmente filhos de Deus e igualmente amados por ele (pp. 155-56). Numa futura revolução de “amor e bondade”, todas as pessoas, por causa do amor, confessarão a Jesus como Senhor (p. 248).
9) A instituição da Igreja é rejeitada como sendo diabólica. Jesus afirma que Ele “nunca criou e nunca criará” instituições (p. 178). As igrejas evangélicas são um obstáculo ao universalismo.
10) Finalmente, a Bíblia não é levada em consideração nesse romance. É um livro sobre culpa e não sobre esperança, encorajamento e revelação.


                                                      William P. Young, autor de A Cabana
Logo no início desta resenha, fiz uma pergunta: “Será que um trabalho de ficção precisa ser doutrinariamente correto?” Neste caso a resposta é sim, pois Young é deliberadamente teológico. A ficção deve servir à teologia, e não vice-versa.
Fonte: Título original, “Fique Longe desta cabana”, extraído de uma resenha de James B. De Young, Western Theological Seminary - The Berean Call – www.chamada.com

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