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domingo, 29 de outubro de 2023

Refugiados Palestinos! É insolúvel?

 

1.Desde 1950, a ONU destinou 1,5 bilhões de dólares da Agência das Nações Unidas para Auxílio dos Refugiados Palestinos (UNRWA) para socorrer os refugiados palestinos. O que se sabe é que grande parte desses recursos, foram desviados por Arafat para o terrorismo contra Israel.

2.Um pesquisador e escritor árabe, membro do Conselho Nacional Palestino, reconheceu: “Os judeus dos países árabes foram expulsos de seus antigos lares...vergonhosamente deportados depois de suas propriedades terem sido requisitadas para fins militares ou desapropriadas por preço vil...estes fatos ocorreram com a maioria de judeus, quando explodiu a guerra de 1948. A propósito, fiz menção aos refugiados judeus, pois só se fala na mídia dos palestinos. Agora, Israel assistiu os seus, mesmo sem apoio internacional.

3.Como o fez Israel? Já administrava o desafio de assistir seiscentos e cinquenta mil colonos, Israel incorporou quase setecentos mil refugiados em sua vida normal naquele diminuto país cercado, enquanto enfrentavam constantes ataques dos exércitos árabes. Entretanto, os países árabes, com uma área cerca de setecentas vezes maior e imensas reservas de petróleo, se recusaram a absorver quinhentos mil refugiados palestinos.

4.Em 31 de maio de 1956, Ahmed Shukairy declarou ao Conselho de Segurança da ONU: ”todo mundo sabe que a Palestina não é nada senão o Sul da Síria. Oito anos depois, em 1964, Shukaiyr tornou-se o presidente fundador da Organização Para Libertação da Palestina e cunhou o lema infame:”Empurraremos os judeus para dentro do mar”. E ele nem sequer era “palestino”! Assim com Arafat, Shukariy nasceu no Cairo – Egito. A OLP não foi fundada (1964) por palestinos e sim por Gamal Abdel Nasser, presidente do Egito, mas tem sido usada para tirar partido desse povo maltratado, na guerra entre o Islã e Israel. Esta é a causa, o verdadeiro impasse de todo o conflito entre palestinos e judeus. 

5.Declaração do rei Hussein, da Jordânia, afirmou em 1960: ”Desde 1948, líderes árabes têm usado o povo palestino com propósitos políticos egoístas. Isso é ridículo, e eu diria até criminoso.”

6.Em suas memórias, publicadas em 1972, o primeiro ministro da Síria após a guerra de 1948, Khaled Al-Azem, lamentou o que os líderes árabes tinham  feito: Desde 1948, somos nós que exigimos o retorno dos refugiados, embora tenhamos sido nós mesmos que os fizemos sair...trouxemos o desastre para os refugiados árabes quando os convidamos e fizemos pressão sobre eles para que saíssem....nós os desapropriamos..Nós os acostumamos à mendicância...tivemos participação no rebaixamento de seu nível  moral e social....e depois os exploramos na execução de homicídios, incêndios, criminosos e lançamento de  bombas sobre homens, mulheres e crianças – e tudo isso para  servir a propósitos políticos...

7.Ano 1977, a Síria precisou de muita gente, para desenvolver terras cultiváveis, com assistência tecnológica americana. Eles dariam valiosos pedaços de terra da Síria a qualquer um que estivesse disposto a cultivá-los. Joan Peters, perguntando a vários funcionários sírios: “Por que vocês não dão terras aos árabes palestinos que queiram aceitar seu oferecimento? “A resposta era sempre a mesma: Daremos a terra a qualquer um – nigerianos, coreanos, americanos...qualquer um que venha – exceto aos palestinos! Precisamos manter seu ódio voltado contra Israel.

8.Em 7 e 8 de junho de 2004, delegados de 90 países, “cuidando das necessidades humanitárias dos refugiados palestinos” em nome da comunidade internacional, firmaram compromisso de dar apoio aos quatro milhões de refugiados espalhados pelo Oriente Médio. A Conferência foi patrocinada pela Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação, presidida por seu diretor, o embaixador suíço Walter Fust. O fato notável foi a ausência de qualquer menção e preocupação com os mais de oitocentos e cinquenta mil refugiados judeus que fugiram dos países muçulmanos em 1948, forçosamente, deixando para trás patrimônios, conquistas para escapar com vida.

9.O Islã e seu Alá são notoriamente conhecidos pelo ódio a Israel e todos os judeus. Obviamente, Alá não é o Deus da Bíblia. Debaixo das promessas das Escrituras Israel é nação e povo indestrutível. Os palestinos carecem de um território, são nossos semelhantes.

10.Então, os refugiados palestinos são cria dos árabes. Assim disseram: “saiam da zona de conflito, pois vamos empurrar os judeus para dentro do Mediterrâneo, depois vocês retornam”. O maior impasse não é entre palestinos e israelenses, e sim entre o islã e Israel. O que está declarado no Estatuto da OLP e outras entidades do mundo árabe é a extinção de Israel. Os acordos são falácias. O socorro eficaz para Israel virá de cima e não da terra.

11.Em 2005 Israel deixou a Faixa de Gaza, ficando sob a Autoridade Palestina, tendo como braço político o Fatar, grupo terrorista rival ao Ramas.

12. Em 2006 o Ramas venceu as eleições e em 2007 expulsou o Fatar da Faixa de Gaza. E Israel, preventivamente, reforçou os bloqueios à Gaza passando a controlar o espaço aéreo e marítimo do território.

13.Em 2013, a única saída de Gaza não controlada por Israel foi bloqueada pelo Egito.

14. Enfim, o que o Ramas tem feito é viver da guerra, principalmenre sua liderança, com as ajudas humanitárias que recebe, deixando o povo palestino na miséria, gerando ódio aos judeus. Era também essa prática do Fatar, desde os tempos do Yasser Arafat e Mahmoud Abbas. O que importa é vencer Israel em nome de Alá. Há uma instigação maligna e cega no radicalismo religioso do Islã.

Fontes:

O Dia do Juízo – O Islã, Israel e as Nações – Dave Hunt – 2007 – Atual Edições.

G1.globo.com – Pesquisa em 29/10/2023.



O ódio aos judeus!

Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu:

 
"O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês"?

O judeu respondeu: "Haverá um novo feriado para nós!"

"O que você quer dizer com isso?", perguntou o outro, "como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?"

O velho judeu disse:

"Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa!

Hamã quis enforcar Mardoqueu e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim!

Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! 

Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência!

Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém!

E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!" E o velho judeu tem razão!

Adendo do Blog:

Não houve livramento coletivo no Holocausto Judaico, exceto milagres de sobrevivência pessoais narrados na História. Mas, no Armagedom (Ap 16.16) haverá socorro e livramento coletivo do alto (Jr 25.31-32; Joel 3.1-2; Ez 38 e 39; Zc 12.2-3;14.2-4; Mt 24.30-31).

Os oponentes de Israel serão derrotados por um fortíssimo terremoto como nunca houve, pela peste, sangue, grandes pedras de saraiva, fogo e enxofre, aves e animais comerão as carnes dos poderosos naqueles dias, (Ez 38.19-23;39.4;12;17-19), a glória e a ira de Deus manifestada sobre as nações, muita mortandade, corroboram com os textos de Ap 14.20;16.12-21;19.17-21.

E julgadas as nações gentílicas (Mt 25.31-46), lançada a trindade satânica no lago de fogo (Ap 19.20;20.1-3), será estabelecido o Milênio sobre toda a terra (Ap 19.15; 20.4-6;22.5).

Fonte: (Burkhard Vetsch - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho e agosto de 1998, sob o título "Ó Vermezinho de Jacó”.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 29/10/2023.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Teoria da Conspiração: Os Protocolos dos Sábios de Sião


Desde o fim do século 19, esse suposto documento tem servido para acusar judeus de formarem uma conspiração para dominar o mundo

Por Digo Antônio Rodriguez – Super Interessante – 04 de julho de 2018

Publicado em 01 de setembro de 2016.



1) 1897: PLANEJANDO O DOMÍNIO

O 1º Congresso Sionista Mundial rolou em Basel (Suíça), com judeus do mundo todo discutindo a criação de um Estado próprio. O encontro foi convocado pelo jornalista e ativista Theodor Herzl, um dos pioneiros em defender a existência de um país para os judeus. Segundo o texto dos Protocolos, o objetivo da reunião seria mais ambicioso: dominar o mundo.

2) 1905: UMA VEZ PERSEGUIDOS…

Sergei Nilus, místico e conselheiro do czar russo Nicolau II, publicou O Grande no Pequeno, citando um documento secreto: Os Protocolos dos Sábios de Sião. Segundo Nilus, a polícia secreta russa (Okhrana) obteve o material na França, comprovando a intenção dos judeus de derrubar o czarismo na Rússia. Foi o início da perseguição de Nicolau aos judeus no país.

3) 1926: FUNDAMENTO DO MAL

Preso durante três anos por tentativa de golpe de estado, Adolf Hitler escreveu Mein Kampf, manifesto político e ideológico que serviu de base para a instalação do 3º Reich e do nazismo na Alemanha. No livro, Hitler usou trechos dos Protocolos para justificar a caça aos judeus que se deu anos depois e culminou no Holocausto.

4) 1933: DISTRIBUIÇÃO ALEMÃ

Já era prática comum dos nazistas editar e distribuir cópias dos Protocolos pela Alemanha, mesmo antes de tomarem o poder. Em 1919, já havia uma edição do texto em solo germânico. Ao assumirem o governo, passaram a usar o texto sistematicamente para incitar o ódio aos judeus e justificar sua perseguição a eles.

5) 2005: ATÉ NAS TORRES GÊMEAS

O Ministério da Informação da Síria autorizou a publicação de uma versão que culpa os judeus pelos atentados de 11 de setembro de 2001, nos EUA. No mundo árabe, aliás, a publicação sempre foi popular. Divulgado em 1988, o manifesto do Hamas, grupo político e militar que governa a Palestina, cita vários trechos dos Protocolos. Síria, Turquia, Índia e Egito são alguns dos países em que apareceram (e ainda aparecem) edições “atualizadas” do texto.

6) 1937: PROTOCOLOS BRASILEIROS

Por aqui também houve uma edição do texto. O responsável pela versão nacional foi Gustavo Barroso, membro do movimento integralista, versão brasuca do fascismo. Desde a Independência, setores conservadores nacionais cogitavam conspirações judaicas em eventos políticos importantes do Brasil. Barroso era um reconhecido antissemita e admirador do nazismo.

7) 2005: TROCA DA PESADA

Uma edição mexicana dos Protocolos sugere que o Holocausto, em que 6 milhões de judeus morreram sob o nazismo, teria sido moeda de troca para que os judeus conseguissem, anos depois, criar o Estado de Israel. Não há explicações de como e com quem essa negociação teria sido feita.

EXPLICANDO A VERDADE

Além de ser falso, o texto dos Protocolos é plágio

– O “autor” foi Mathieu Golovinski. Em 1898, o czar Nicolau o chamou para pôr a culpa dos males econômicos e sociais da Rússia nos judeus. Para isso, adaptou trechos de O Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu e do romance Biarritz.

– O texto já foi identificado como ficção. Em 1921, o repórter britânico Philip Graves, do The Times, desmentiu o livro em uma matéria. Na Suíça, em 1935, um julgamento contra os nazistas apontou a farsa dos Protocolos.

– Henry Ford, fundador da Ford, admitiu que O Judeu Internacional (sua versão dos Protocolos, publicada em capítulos no jornal Dearborn Independent, em 1920) era uma mentira.

– Como o mito continua forte, o Holocaust Museum, em Nova York, fez em 2006 uma exposição para denunciar a farsa dos textos criados por Golovinski.

FONTES Livro O Complô – A História Secreta dos Protocolos dos Sábios de Sião, de Will Eisner; sites Holocaust Museum, Britannica, Opera Mundi, adl.com, The New York Times e BBC News
CONSULTORIA Abraham H. Foxman, diretor da Anti-Defamation League (Liga Antidifamação dos EUA)

Samuel P M Borges
Natal RN – Abril 2020.

domingo, 21 de junho de 2015

Judeus notáveis e suas cooperações universais.


Um antissemita que sofre de sífilis não deve permitir que o curem com o Composto Salvassan, que é um medicamento descoberto por um judeu, Ehrlich.

Não deve nem sequer fazer-se a análise que lhe permita determinar se tem dita enfermidade, porquanto estaria utilizando da reação Wasserman, que serve para essa finalidade e que foi descoberto por um cientista judeu.

Um antissemita, que tenha contraído difteria, não deve se utilizar da reação Schick para se curar, porque o judeu Bela Schick foi seu inventor.

Os antissemitas devem estar dispostos a que se lhes eleve a taxa de mortalidade a fim de nunca permitir ser tratados pelo método inventado pelo judeu Robert Baram, cujo sistema para o tratamento de danos cerebrais e do ouvido, tem salvado milhões de vidas;

Os antissemitas, que sofrem um colapso de seu sistema nervoso não permitam que se lhes envie a uma clínica especializada, já que devem rechaçar o emprego dos resultados, as investigações de um judeu, ganhador do Prêmio Nobel, Otto Levi.

O antissemita de qualquer idade deve evitar o emprego das vitaminas, porque o descobridor de seu valor nutricional especial, foi um judeu, Kasimir Tunk.

O antissemita deve continuar morrendo ou permanecendo inválido pela paralisia infantil, porque o descobridor da vacina anti-poliomielite é um judeu, Jonas Salk.

O antissemita deve negar-se a empregar a estreptomicina ainda que mora de tuberculose, porque um judeu, Zalman Waxman, inventou a droga contra esta enfermidade mortal.

Se um antissemita suspeita ter gonorreia, não deve tratar de obter diagnóstico algum, porque estaria empregando o método de um judeu, Neissuer, nem o medicamento Digilatis, descoberto pelo judeu Ludwig Traube.

Se sofre dor nos dentes molares não deveria empregar xilocaína já que estaria sendo beneficiado pelos trabalhos e descobrimentos dos judeus, Widall e Weill.

Se o antissemita sofre de diabetes, não deve aplicar-se insulina, devido ao trabalho de investigação de um judeu, Minkowsky.

Se sofre de enxaqueca, não deve utilizar Piramidon e Antiprym, devido aos trabalhos dos judeus spiro e Ellege.

Um antissemita com convulsões deve suportá-las com paciência, porque foi um judeu, Oscar Leibovich, quem pensou em empregar cloroidrato.

Todo antissemita deve suportar suas enfermidades psíquicas, porque Freud, o pai da psicanálise, foi judeu.

Os doutores antissemitas devem descartar as descobertas e avanços alcançados pelos prêmios Nobel, Niein-Voitear, Brangaj e Otto Warburg, do dermatólogo Judas Sehn Bonediel, do perito em pulmões Trawnkel e de muitos outros cientistas e médicos judeus de renome mundial.

Em poucas palavras, um antissemita autêntico e leal deve suportar de forma valente e consistente: a sífilis, a gonorréia, as enfermidades cardíacas, a enxaqueca, o tifo, o diabetes, os distúrbios dentais, os danos cerebrais, a poliomielite, a nutrição deficiente, as convulsões e a tuberculose.

(Jonathan SCHLEICH. Lutando contra a judeufobia. Dário Comunidades. Correio de Leitores, 13.03.2002. apud
www.tora.org.ar/destacados/des0027.htm.) 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

A Hora da Verdade Sobre o Islã

Dave Hunt


O Que é Ser Fanático?

Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1].  Isso é fanatismo?
Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé...”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3]
Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”?

Terrorista e Prêmio Nobel da Paz


Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes:
a) o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001;

b) o maior número de reféns de uma só vez (300);

c) o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto;

d) o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa);

e) a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.

[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”!

Recompensas no Paraíso

Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.
Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo.
Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”.

Uma Religião Fundamentada na Violência


É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada.

Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo.

Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa ideia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus.

Preconceito Religioso?

Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.

(Adendo: E Maomé mandou – “matar todo aquele que não aceitasse a fé islâmica e lutar contra quem não  testificasse que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.)

O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas, os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos.
Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.

E Agora, o Que Deve Ser Feito?

Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça.

Fanático é:
1. Que se acredita inspirado pelo espírito divino, por uma divindade; iluminado.
2. Que tem zelo excessivo pela religião; intolerante.
3. Que se mostra excessivamente entusiástico, exaltado, de uma devoção quase
    sempre cega; apreciador apaixonado.

                       Dicionário Houaiss – Língua Portuguesa

Notas:
David Lamb, The Arabs: Journey Beyond a Mirage (Vintage Books, 1988), p. 287; David Reed, “The Holy War Between Iran and Iraq” (Reader’s Digest, agosto de 1984), p. 389.
Citado na autoridade de Ibn ’Abbas em Sahih of al-Bukhari (Parte 9), p. 19. Atestado por vários eruditos islâmicos.
Ibid (Parte 1), p. 13.
John Laffin, The PLO Connections (Transworld, 1982), p. 18.


Fonte: Livro: A  Hora da Verdade Sobre o Islã – (Dave Hunt (1926-2013).

sábado, 4 de janeiro de 2014

Moisés e a saída de Israel do Egito(+- 1.445 a.C)


  Moisés, menino mui formoso e hebreu, nascido sob o cativeiro, da casa de Levi, criado na corte egípcia. Êx 2.1-10; Atos 7.22 (1.525 a.C).

  Moisés, neto de Coate e filho de Anrão. Sua mãe Joquedebe, filha de Levi. Êx 6.20;Nm 26.58-59

  Aos 40 anos(atentou para as  cargas do povo), mata um egípcio em favor de um irmão hebreu e foge para Midiã. Êx 2.12;atos 7.23; Hb 11.24-25

  Deus ouviu o gemido do povo e “lembra-se” do concerto com Abraão, Isaque e Jacó. Êx 2.24-25.

  “E atentou Deus para os filhos de Israel e  conheceu-os Deus.” Vv25. 

  Moisés, na sarça ardente(80 anos, Êx 7.7), a pessoa a quem Deus se revela, falando dos seus ancestrais e o chama para ir a faraó e tirar os filhos de Israel do Egito. Êx 3.6,10-11.

  Moisés, o maior vulto do AT.(Dt 34.7,10-12).  Recusou-se os status da corte egípcia, escolhendo ser maltratado com o povo de Deus.Êx 3.13-16; Hb 11.24-26

  Deus confirma o Pacto Patriarcal com o povo, Israel . Êx 6.1-9

  Deus envia as 10 pragas sobre o Egito.

 A instituição da Páscoa (Poupar, passar além da marca), ainda no Egito. Êx 12.1-14

 A travessia do mar Vermelho e o morte dos cavaleiros egípcios.  Êx 14.15-31

 Na linguagem poética de Moisés: “E com sopro dos teus narizes, amontoaram as águas; as correntes pararam como montão; os abismos coalharam-se no coração do mar”.  Êx 15.8

 "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim" (Êx 19.4).

       Morre Moisés(1525 -1405 a.C) aos 120 anos, na terra de Moabe.  Dt 34.7

Fonte: Conteúdo de Estudo Israel, passado, presente e futuro...(Samuel Borges).


Amados, vamos estudar o livro de êxodo neste 1º trimestre/2014 – Boas aulas...Chame mais um. Adicione almas para edificação e crescimento  na maior Escola do Planeta: a EBD.

sábado, 1 de outubro de 2011

São os árabes descendentes de Ismael?


1. Sem, filho de Noé, foi pai de cinco filhos (Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã). Gn 10-21-32. Arfaxade foi pai dos caldeus que povoaram a região marginal do Golfo Pérsico. Foi progenitor de Abraão, oito gerações anteriores. Gn 5.32;11.10-26
2. Descendentes de Sem: assírios, babilônicos, árabes, hebreus (estes de Arfaxade).
3. Eles afirmam que são descendentes de Ismael, o primeiro filho de Abraão (o hebreu, Gn 14.13). Eles realmente têm muito sangue ismaelita correndo em suas veias, mas não há uma genealogia direta que vá desde os árabes modernos até Ismael. Eles são um povo misturado.
4. O próprio Ismael não era descendente dos antigos habitantes de Canaã. Seu pai, Abraão, era de Ur dos Caldeus; sua mãe, Agar era egípcia.

Originalmente onde viveram os descendentes de Ismael?

1. Os descendentes de Ismael nunca viveram em Canaã, mas se estabeleceram na Península Arábica. Somente depois do século VII de nossa era, através das invasões da jihad (guerra santa) islâmica, é que os árabes chegaram numa quantidade significativa à terra de Israel, que era erroneamente chamada de Palestina naquela época.

Fonte: livro, o Dia do Juízo – O Islã, Israel e as Nações – Dave Hunt

domingo, 25 de setembro de 2011

Refugiados Palestinos! É insolúvel?


1. Desde 1950, a ONU destinou 1,5bilhões de dólares da Agência das Nações Unidas para Auxílio dos Refugiados Palestinos (UNRWA) para socorrer os refugiados palestinos. O que se sabe é que grande parte desses recursos, foram desviados por Arafat para o terrorismo contra Israel.

2. Um pesquisador e escritor árabe, membro do Conselho Nacional Palestino, reconheceu: “Os judeus dos países árabes foram expulsos de seus antigos lares...vergonhosamente deportados depois de suas propriedades terem sido requisitadas para fins militares ou desapropriadas por preço vil...estes fatos ocorreram com a maioria de judeus, quando explodiu a guerra de 1948. A propósito, fiz menção aos refugiados judeus, pois só se fala na mídia dos palestinos. Agora, Israel assistiu os seus, mesmo sem apoio internacional.

3. Como o fez Israel? Já administrava o desafio de assistir seiscentos e cinquenta mil colonos, Israel incorporou quase setecentos mil refugiados em sua vida normal naquele diminuto país cercado, enquanto enfrentavam constantes ataques dos exércitos árabes. Entretanto, os países árabes, com uma área cerca de setecentas vezes maior  e imensas reservas de petróleo, se recusaram a absorver quinhentos mil refugiados palestinos.

4. Em 31 de maio de 1956, Ahmed Shukairy declarou ao Conselho de Segurança da ONU:”todo mundo sabe que a Palestina não é nada senão o Sul da Síria. Oito anos depois, em 1964, Shukaiyr tornou-se o presidente fundador da Organização Para Libertação da Palestina e cunhou o lema infame:”Empurraremos os judeus para dentro do mar”. E ele nem sequer era “palestino”! Assim com Arafat, Shukariy nasceu no Cairo – Egito. A OLP não foi fundada (1964) por palestinos e sim por Gamal Abdel Nasser, presidente do Egito,  mas tem sido usada para tirar partido desse povo maltratado, na guerra entre o Islã e Israel. Esta é a causa, o verdadeiro impasse de todo o conflito entre palestinos e judeus.

5. Declaração do rei Hussein, da Jordânia, afirmou em 1960: ”Desde 1948, líderes árabes têm usado o povo palestino com propósitos políticos egoístas. Isso é ridículo, e eu diria até criminoso.”

6. Em suas memórias, publicadas em 1972, o primeiro ministro da Síria após a guerra de 1948, Khaled Al-Azem, lamentou o que os líderes árabes tinham  feito: Desde 1948, somos nós que exigimos o retorno dos refugiados, embora tenhamos sido nós mesmos que os fizemos sair...trouxemos o desastre para os refugiados árabes quando os convidamos e fizemos pressão sobre eles para que saíssem....nós os desapropriamos..Nós os acostumamos à mendicância...tivemos participação no rebaixamento de seu nível  moral e social....e depois os exploramos na execução de homicídios, incêndios, criminosos e lançamento de  bombas sobre homens, mulheres e crianças – e tudo isso para  servir a propósitos políticos...

7. Ano 1977, a Síria precisou de muita gente, para desenvolver terras cultiváveis, com assistência tecnológica americana. Eles dariam valiosos pedaços de terra da Síria a qualquer um que estivesse disposto a cultivá-los. Joan Peters, perguntando a vários funcionários sírios: ”Por que vocês não dão terras aos árabes palestinos que queiram aceitar seu oferecimento? “ A resposta era sempre a mesma: Daremos a terra a qualquer um – nigerianos, coreanos, americanos...qualquer um que venha – exceto aos palestinos! Precisamos manter seu ódio voltado contra Israel.

8. Em 7 e 8 de junho de 2004, delegados de 90 países, “cuidando das necessidades humanitárias dos refugiados palestinos”...em nome da comunidade internacional, firmaram compromisso  de dar apoio aos quatro milhões de refugiados espalhados pelo Oriente Médio. A Conferência foi patrocinada pela Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação, presidida por seu diretor, o embaixador suíço Walter Fust. O fato notável foi a ausência de qualquer menção e preocupação com os mais de oitocentos e cinquenta mil refugiados judeus que fugiram dos países muçulmanos em 1948, forçosamente deixando para trás patrimônios, conquistas para escapar com vida.

9. O Islã e seu Alá são notoriamente conhecidos pelo ódio a Israel e todos os judeus. Obviamente, Alá não é o Deus da Bíblia. Debaixo das promessas das Escrituras Israel é nação e povo indestrutível. Os palestinos carecem de um território, são nossos semelhantes.

10. Então, os refugiados palestinos são cria dos árabes. Assim disseram:” saiam da zona de conflito, pois vamos empurrar os judeus para dentro do Mediterrâneo, depois vocês retornam”. O maior impasse não é entre palestinos e israelenses, e sim entre o islã e Israel. O que está declarado no Estatuto da OLP e outras entidades do mundo árabe é a extinção de Israel. Os acordos são falácias. O socorro final para Israel virá de cima e não da terra.

      Fonte: livro, o Dia do Juízo – O Islã, Israel e as Nações – Dave Hunt

A origem do nome Palestina



 1. Quando estudamos os três ícones históricos do Antigo Testamento – Abraão, Isaque e Jacó, vamos também encontrar as origens da Terra de Canaã, onde seus descendentes viveram durantes séculos, há cerca de quatro mil anos. Israel começou a sofrer o Tempo dos Gentios (perda de governo sobre seu território para os gentios), a partir de 732 a. C, Cativeiro Assírio – 722 a.C, o Babilônico começando em  605 a.C e se concretizando plenamente em 586 a. C.
2. A antiga terra de Canaã e seus habitantes estão identificados de forma inequívoca, tanto na Bíblia quanto nos registros arqueológicos. Canaã nunca foi prometida aos árabes e eles nunca viveram ali. Os primitivos habitantes de Canaã eram os queneus, os quenezeus, os cadmoneus, os heteus, os ferezeus,os refains, os amorreus, os cananeus, os girgaseus e os jubseus. (Gn 15.19-21).
3. Quando os israelitas retornam do Cativeiro Egípcio, depois de 400 anos (fato que atesta serem os herdeiros da promessa), eles executaram o juízo de Deus sobre aqueles povos ímpios, perversos, conquistando Canaã como Deus ordenou...Pela maldade destas gerações é que o Senhor as lança de diante de ti. Não por causa da tua justiça (Dt 9.4-5). Canaã tornou-se Israel e foi chamada assim por mais de mil e quinhentos anos.
4. Hoje, a maioria dos povos e até os judeus a chamam de Palestina. Tem sido assim há séculos. Agora, como surgiu esse nome?
5. Por volta de 132 d. C, os romanos que haviam dizimado Jerusalém no ano 70 de nossa era, começaram a reconstruí-la para o imperador Adriano, para ser uma cidade pagã para ele e para júpiter. E no Monte do Templo começaram a construir um tempo dedicado a Júpiter, deus da mitologia romana. Os judeus se rebelam tentando impedir a profanação. Através do líder Simão Bar Kochba, que muitos acreditam ser o Messias.
De início a revolta teve sucesso. Mas, Roma enviou mais legiões de soldados, destruiu quase mil aldeias, matou cerca de quinhentos mil judeus e escravizou outros milhares. Quando a rebelião foi finalmente esmagada em 135 d. C, os romanos indignados trocaram o nome da terra de Israel para Província Síria-Palestina, homenageando os antigos inimigos de Israel, os filisteus. Daquela época em diante, todos os que viviam ali passaram a ser conhecidos como “palestinos”.
6. Na segunda Guerra Mundial, a Grã-Bretanha tinha uma brigada de voluntários conhecida como “A Brigada Palestina”. Ela era composta exclusivamente de judeus. Os árabes estavam lutando ao lado de Hitler. E ele havia prometido, além da destruição dos judeus, liberdade e independência de todos os estados árabes, em troca da ajuda.

Quem  são os “palestinos”?

1. Os que afirmam hoje ser palestinos são árabes por nascimento, língua, religião islâmica e cultura. Seus pais e avós “palestinos” imigraram dos países árabes vizinhos, atraídos pela prosperidade que estava sendo gerada com o retorno dos judeus à sua antiga Terra Prometida. A ONU definiram o termo “palestino” como sendo todo indivíduo que tivesse vivido ali por pelo menos dois anos. Só que foi extensiva aos árabes, mas não aos judeus, embora tivessem vivido na “Palestina”.
2. No final do século XIX, a população de Jerusalém era cerca de 40 mil pessoas, em sua maioria, judeus. O restante era composto de cristãos de várias linhas e só alguns árabes.
3. Até 1950, os árabes não aceitavam ser chamados de palestinos e declaravam que se, tal povo existisse, ele seria o judeu.
4. Em toda a história, nunca houve um povo palestino, nem nação, governo, língua, cultura, religião ou economia palestina. Quem criou os refugiados palestinos foram os próprios árabes, a partir da guerra de 1948, contra a recém fundada nação de Israel.


(veja o outro artigo: Refugiados palestinos! insolúvel?)

Fonte: livro, o Dia do Juízo – O Islã, Israel e as Nações – Dave Hunt




Entendendo o ódio universal aos judeus


Segundo o escritor Dave Hunt, em seu livro O Dia do Juízo – o Islã, Israel e as Nações,  baseado na Bíblia, há duas razões para o ódio universal aos judeus e a Israel:

a) Os judeus como povo escolhido de Deus, estão debaixo de juízo divino por causa da rebeldia contra Deus e a rejeição ao Messias pela liderança religiosa de Israel, no seu advento.

b) No antissemitismo há instigação maligna, na tentativa de destruir o povo eleito, designado propriedade peculiar pelo próprio Deus. E essa luta vem desde o Antigo Testamento, pois assim evitaria a encarnação do verbo e a consumação da redenção humana e as profecias bíblicas cairiam por terra.

1.Eu diria que, nesses dias assistimos a última cartada satânica, na tentativa vã de levar Israel ao extermínio, desacreditar as Escrituras e solapar a fé de muitos. Porém, Deus não está pegando uma queda de braço com o maligno. No tempo de Deus, ele e seus comparsas irão para o Lago de Fogo, pois assim está escrito.

2.O nível de brutalidade, requintes de crueldades, ausência de compaixão, desamor, a insensibilidade entre os humanos, desde os primórdios, é tamanha que não se explica sem considerar a influência satânica na terra.

3.O que podemos e devemos fazer é orar pela paz em Jerusalém, seus arredores, nos quatro cantos da terra e evangelizar os povos. O campo é o mundo. Que os judeus sejam tocados para crê em toda Bíblia e não apenas em parte. Que judeus e árabes tornem-se discípulos de Jesus, o príncipe da paz e a luz do mundo. E para isso não precisam deixar de ser judeus e árabes. Deus os ama, cada um na sua nacionalidade, embora a visão macro divina seja: Israel, gentios (as nações) e a Igreja. E desse forma, Deus vem tratando com os homens e assim será até o Fim dos Tempos.


Por Samuel Pereira de Macedo Borges.
Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN, 25/09/2011.

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