“No século XVI, quando o
Vaticano proibiu mulheres de cantarem em corais de igreja, a Igreja Católica criou
uma solução cruel — e hoje impensável — para manter as vozes agudas tão
desejadas nas músicas sacras.
Eles recorreram aos
castrati: meninos castrados antes da puberdade.
Sem testosterona, os
castrati preservavam vozes incrivelmente agudas, potentes e duradouras — um
timbre que nenhuma mulher da época podia substituir nos corais oficiais. Mas
esse “dom” imposto tinha um custo devastador.
A castração infantil
alterava profundamente o corpo:
• ossos cresciam de forma
anormal, deixando membros longos e desproporcionais;
• músculos eram frágeis;
• muitos sofriam de
osteoporose precoce;
• problemas respiratórios
eram comuns;
• e a depressão era uma
realidade para muitos deles.
Alguns poucos — os mais
talentosos e favorecidos — alcançaram enorme fama, riqueza e prestígio,
tornando-se estrelas da ópera europeia. Mas a maioria não teve esse destino:
eram meninos pobres entregues por famílias desesperadas, que acabavam vivendo e
morrendo no anonimato, sem reconhecimento e com o corpo e a vida marcados por
um abuso irreversível.
A prática só começou a
desaparecer no fim do século XVIII, e o último castrado oficial do Vaticano,
Alessandro Moreschi, morreu em 1922 — encerrando uma das histórias mais
dolorosas e controversas da música ocidental”.
Fonte: Facebook – História Perdida
– Pesquisa em 14/05/2026.
Isso foi resultado de atos
da Cristandade, poder eclesiástico exacerbado. Nada a ver com o Cristianismo
centro em Cristo e nas Escrituras. Nem os iluministas conseguiram fazer distinção
entre religião e Evangelho, condenando a fé, tentando sobrepô-la pela razão,
na Era das ditas luzes.
Por Samuel Pereira de Macedo
Borges
Natal/RN, 14/05/2026.

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