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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Não a Cristandade! Sim ao Cristianismo Bíblico!


“No século XVI, quando o Vaticano proibiu mulheres de cantarem em corais de igreja, a Igreja Católica criou uma solução cruel — e hoje impensável — para manter as vozes agudas tão desejadas nas músicas sacras.

Eles recorreram aos castrati: meninos castrados antes da puberdade.

Sem testosterona, os castrati preservavam vozes incrivelmente agudas, potentes e duradouras — um timbre que nenhuma mulher da época podia substituir nos corais oficiais. Mas esse “dom” imposto tinha um custo devastador.

A castração infantil alterava profundamente o corpo:

• ossos cresciam de forma anormal, deixando membros longos e desproporcionais;

• músculos eram frágeis;

• muitos sofriam de osteoporose precoce;

• problemas respiratórios eram comuns;

• e a depressão era uma realidade para muitos deles.

Alguns poucos — os mais talentosos e favorecidos — alcançaram enorme fama, riqueza e prestígio, tornando-se estrelas da ópera europeia. Mas a maioria não teve esse destino: eram meninos pobres entregues por famílias desesperadas, que acabavam vivendo e morrendo no anonimato, sem reconhecimento e com o corpo e a vida marcados por um abuso irreversível.

A prática só começou a desaparecer no fim do século XVIII, e o último castrado oficial do Vaticano, Alessandro Moreschi, morreu em 1922 — encerrando uma das histórias mais dolorosas e controversas da música ocidental”.

Fonte: Facebook – História Perdida – Pesquisa em 14/05/2026.

Isso foi resultado de atos da Cristandade, poder eclesiástico exacerbado. Nada a ver com o Cristianismo centro em Cristo e nas Escrituras. Nem os iluministas conseguiram fazer distinção entre religião e Evangelho, condenando a fé, tentando sobrepô-la pela razão, na Era das ditas luzes.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 14/05/2026.

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