1.I Timóteo 2.9-10 - Paulo
orienta Timóteo quanto à maneira correta de as mulheres se comportarem na
igreja. A mulher cristã precisa ser reconhecida não somente por sua maneira de
vestir, mas por suas atitudes.
Traje honesto, com pudor - É
sinônimo de decoroso, decente, com sobriedade. Um vestido transparente não é
honesto, pode atrair a cobiça dos homens, incentivando o pecado.
Traje com modéstia - Significa “simplicidade, singeleza, despretensão”. Portanto, são itens
importantes na indumentária do cristão, seja homem ou mulher: De maneira
honesta e com pudor (recato).
Este ponto da lição envolve
dois assuntos - Doutrina e costumes. Pontos pacíficos.
a) Não
é cabível a nós cristãos nos vestimos seguindo os modismos mundanos. Fujamos da
paranoia de beleza.
b) Há
vestes que vai além do ato de se vestir. E remete ao pecado de lascívia (sensualidade
desregrada).
c) Valores
do Reino de Deus são opostos aos valores desde mundo.
Roupas
revelam, em parte, valores e caráter
1.Em Deuteronômio 22.5 está
escrito: “A mulher não usará roupa de homem, nem o homem roupa de mulher, pois
quem faz tal coisa é abominável ao Senhor teu Deus”.
2.Mulheres não devem vestir
roupas elaboradas exclusivamente para o uso masculino nem o contrário disso. O
objetivo é manter a distinção dos sexos que foi estabelecida desde a Criação
do mundo.
3.A Bíblia não estabelece
que tipos de roupas são de homens ou de mulheres, mas nos ensina a respeitar a
distinção entre macho e fêmea.
4.As vestimentas são um
testemunho visível e silencioso de nossos valores morais.
5.É verdade também, que
muitas pessoas de mau caráter se escondem por trás de um fino traje destacado
socialmente.
6.Quando uma pessoa se
sente à vontade para se vestir de qualquer jeito ou de uma maneira
extravagante, prova, no primeiro plano, o quanto Deus não é considerado em sua
vivência; e no segundo, revela uma imagem egocêntrica (que gosta de atrair a
atenção para si).
7.O “ser luz” não está
apenas na beleza de nossas atitudes. De alguma forma, vai refletir no comportamento exterior.
8.Quanto ao se vestir a
questão do egocentrismo é mais séria do que parece: não só põe o “eu” em
relevância como estimula o pecado no outro (Isaías 3.16-23).
9.Vestir-se moderadamente
implica em cobrir adequadamente as partes do corpo que possam despertar
impulsos sexuais no outro. Deus nos convida a nos vestir modesta e
decentemente, não só para prevenir o pecado, como também preservar a intimidade e transmitir respeito.
10.A aparência do cristão
serve para diferenciá-lo do mundo e reflete o Senhor de sua confissão de fé.
Aliás, não só as roupas, como o nosso falar, o nosso caminhar, o nosso pensar.
Enfim, todo o nosso existir.
11.Todos somos exortados a
não andar em conformidade com este
mundo. Pelo contrário, devemos buscar renovação diária de coração e mente, para
que experimentemos qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus
(Rm12.2).
12.O “vestir-se” não é o
principal exercício de santidade. Jesus pede um coração puro, um espírito
quebrantado, um caráter justo; e essas coisas não dependem das indumentárias
exteriores. O vestuário não faz o cristão, mas revela a sua identidade e os
valores predominantes em sua vida.
Fonte: Baseado em artigo de
Fernando César Timóteo Alves
Comunidade Cristã Paz e Vida
– Olinda-PE.
Por Samuel Pereira de Macedo Borges
Bacharel em Direito e Teologia
Natal/RN, 19/07/2015.

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