É comum olharem para exemplos de cristãos do passado e sermos cobrados para seguirmos suas pisadas e condutas. Cada época seu contexto, seus desafios, seus hábitos e costumes. O cristão hodierno tem o compromisso de proceder como "pequenos Cristos", sem anacronismos (trazer uma realidade passada para os dias atuais não fazendo as devidas ponderações). É um extremo. O outro é perdemos de vista a essência de representarmos, à altura, o Cristo que professamos e anunciamos. Vários fatores podem levar a esse engano e declínio moral e espiritual.
Ec 9.8 - "Em todo tempo sejam alvas as suas vestes e nunca falte o óleo sobre tua cabeça". Parafraseando: Fala de retidão, pureza, graça e direção de Deus na jornada da fé.
É típico do crente entre a obediência e a desobediência:
1.Entrou para Igreja, mas o
evangelho não entrou nele (Rm 1.16).
2.A sua confissão de fé em Cristo
pode espelhar um amor sem primazia a Deus (Lc 14.26).
3.Revela vivenciar um arrependimento
raso e estanque. Não nasceu de novo (Jo 3.3; II Co 5.17). Arrependimento é
prática diária...
4.Não houve transformação para o
levar a renovação do entendimento (Rm 12.2)
5.Carece de crescer na graça e no
conhecimento de Cristo (II Pd 3.18).
6.Manifestar crenças em fragmentos
das Escrituras é insuficiente (II Tm 3.16-17).
7.Cristo padeceu por Ele na cruz,
porém para ele sofrer por Jesus é indigesto (II Tm 3.10-13). Ser discípulo de Jesus
tem bônus e ônus.
8.Não alcançou o brilho da luz necessário
para resplandecer no mundo (Mt 5.16).
9.Pode ser um descuidado com a
santificação (Hb 12.14).
10.Não alcançou crescimento para
prestar o culto racional, com maturidade (Rm 12.1).
Por Samuel Pereira de Macedo
Borges
Natal/RN, 14/06/2026.

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