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domingo, 14 de junho de 2026

Que Evangelho estamos vivendo?

 

É comum olharem para exemplos de cristãos do passado e sermos cobrados para seguirmos suas pisadas e condutas. Cada época seu contexto, seus desafios, seus hábitos e costumes. O cristão hodierno tem o compromisso de proceder como "pequenos Cristos", sem anacronismos (trazer uma realidade passada para os dias atuais não fazendo as devidas ponderações). É um extremo. O outro é perdemos de vista a essência de representarmos, à altura, o Cristo que professamos e anunciamos. Vários fatores podem levar a esse engano e declínio moral e espiritual.

Ec 9.8 - "Em todo tempo sejam alvas as suas vestes e nunca falte o óleo sobre tua cabeça". Parafraseando: Fala de retidão, pureza, graça e direção de Deus na jornada da fé.

É típico do crente entre a obediência e a desobediência:

1.Entrou para Igreja, mas o evangelho não entrou nele (Rm 1.16).

2.A sua confissão de fé em Cristo pode espelhar um amor sem primazia a Deus (Lc 14.26).

3.Revela vivenciar um arrependimento raso e estanque. Não nasceu de novo (Jo 3.3; II Co 5.17). Arrependimento é prática diária...

4.Não houve transformação para o levar a renovação do entendimento (Rm 12.2)

5.Carece de crescer na graça e no conhecimento de Cristo (II Pd 3.18).

6.Manifestar crenças em fragmentos das Escrituras é insuficiente (II Tm 3.16-17).

7.Cristo padeceu por Ele na cruz, porém para ele sofrer por Jesus é indigesto (II Tm 3.10-13). Ser discípulo de Jesus tem bônus e ônus.

8.Não alcançou o brilho da luz necessário para resplandecer no mundo (Mt 5.16).

9.Pode ser um descuidado com a santificação (Hb 12.14).

10.Não alcançou crescimento para prestar o culto racional, com maturidade (Rm 12.1).  

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 14/06/2026.

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