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domingo, 7 de outubro de 2012

Política versus politicagem

Pr. Luís Carlos Porto
Ex-vice Governador do MA


1. POLíTICA é amar pessoas compromissadamente. POLITICAGEM é usar pessoas descaradamente.

2. POLíTICA é uma missão totalmente divina. POLITICAGEM é uma prática totalmente satânica.

3. POLíTICA implica em respeitar, preservar e defender as instituições para que elas alcancem seus objetivos de promover as pessoas. POLITICAGEM implica em manipular as instituições para que sirvam a objetivos corporativos e pessoais.

4. POLíTICA é a arte de estabelecer fundamentos para o futuro a fim de que a próxima geração seja beneficiada, celebrando com gratidão a memória dos estadistas do passado. POLITICAGEM é o legado imoral recebido por filhos que dizem sem constrangimento: "estamos curtindo o que nossos pais roubaram do povo no passado".

5. POLíTICA deságua em fidelidade ante os compromissos feitos com o povo, administrando o bem público para toda a comunidade. POLITICAGEM é a arte do cinismo, temperada com ostentação e riquezas provenientes do assalto ao fruto do suor do povo.

6. POLíTICA sempre pensa na próxima geração. POLITICAGEM sempre pensa na próxima eleição.

7. POLíTICA vislumbra um futuro repleto de justiça e dignidade para todos. POLITICAGEM embriaga os corruptos para levar vantagem sobre o povo.

8. POLíTICA é generosamente conciliadora. POLITICAGEM é perversamente desagregadora.

9. POLíTICA vê o adversário como um possível aliado no futuro, na defesa do bem-comum. POLITICAGEM sempre encara o adversário como um inimigo que precisa ser tirado do páreo a qualquer custo e com qualquer arma.

10. POLíTICA caminha debaixo de princípios ideológicos e éticos. POLITICAGEM surfa no oportunismo cínico.

Fonte:Jcaucora.blogspot.com.br – pesquisado em 07/10/2012.

Política versus politicalha

(Jurista, político brasileiro baiano - 1849-1923)

A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento. Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado.

Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que seus consoantes. Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis.

A Politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou um conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A Politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A POLÍTICA é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

Rui Barbosa, em 18 de janeiro de 1917.

Postado por Samuel P M Borges - Natal RN - 07/10/2012.

sábado, 6 de outubro de 2012

É muita politicagem



Papai! Papai! É verdade que todos contos de fadas começam com “Era uma vez...”
- Nem sempre, filho ! Tem alguns que começam assim: “Quando eu for eleito...”

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Serviço cristão versus anonimato, requer de nós:



Primeiro entendamos: Anonimato não é inutilidade, passividade, curtir a preguiça, seja ela material ou de ordem espiritual...


1) Profunda convicção de quem nós somos e quem é Deus. O vaso e o oleiro...

2) Atentar e ser daqueles que ainda fazem a oração de João Batista:  “Que ele cresça e eu diminua...”

“As estrelas brilham, enquanto o sol não desponta”

3) Correr atrás do título proposta por Cristo em Lc 17.10,  quando expressa “assim também vós”....

“O elogio destrói mais do que a crítica, porque a crítica ainda que seja doida, ajuda você a melhorar cada vez mais”
Matheus Moraes - 13 anos

4) Revermos a lição ética e espiritual  do lava pés de Jesus em 13 João...

5) Reconsiderar  que no reino de Deus o servo maior é aquele que mais serve... e não servido como as grandes deste mundo....”entre vós não é assim...”

6) Escolher a melhor parte, como Maria, e não lhe será tirada. Jo 10.42

7) Receber o Reino de Deus como uma criança, sem racionalismos exacerbado, sem julgamentos abstratos,  intelectualismo fútil, arrogante e sem tê-lo para se favorecer, como objeto de lucro.  Lc 18.17

8) Distinguir  o que  é de César e o que é de Deus. Lc 20.25


MOTIVAÇÃO e SERVIÇO A DEUS

I – O local do nosso serviço: o mundo inteiro. Mt 28.19

II – O exemplo para o nosso serviço: O Senhor. Mt 20.28

III – A motivação para este serviço: O amor. II Co 5.14

IV – O poder para este serviço: O Espírito Santo. At 1.8

V – A finalidade deste serviço:  Testemunhar do Senhor. At 23.11

VI – A condição para este serviço: Humildade. Lc 9.48

VII – A recompensa deste serviço: Uma coroa. I Co 9.25

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Os direitos de Deus


Se existem os direitos do homem, os direitos da mulher, os direitos da criança, por que não haveria também os direitos de Deus? 

Deus tem o direito de ser único. Não há outro deus no espaço nem no tempo. 

Deus tem o direito de não ter princípio nem fim. Ele está fora do tempo.

Deus tem o direito de não ser masculino nem feminino. Ele cria, mas não se multiplica. 

Deus tem o direito de centralizar o culto em si mesmo. “Não terás outros deuses além de mim” (Êx 20.3).

Deus tem o direito de não permitir que seu santo nome seja profanado. Ele pune aquele que não santifica o nome dele (Êx 20.7). 

Deus tem o direito de ditar as normas de fé e comportamento. Ele tem a última palavra quanto ao que devemos crer e ao que devemos fazer. 

Deus tem o direito de salvar o homem pela loucura da salvação. O Senhor faz convergir todos os pecados para o sacrifício vicário de Jesus Cristo. 

Deus tem o direito e pode exercer controle absoluto sobre tudo e sobre todos. Ele não divide sua glória com ninguém. 

Deus tem o direito de ter agenda própria. Ele deixou por último a destruição da morte (1 Co 15.26). 

Deus tem o direito de revelar o que quiser, quando quiser. Ele mantém oculto o que agora não deseja tornar conhecido (At 1.7).

Deus tem o direito de ter misericórdia e compaixão de quem ele quiser. Ele escolheu Jacó e rejeitou Esaú (Ml 1.2-3; Rm 9.13). O pecado grave de Esaú foi desconsiderar o sagrado.

Deus tem o direito de fazer novas todas as coisas. Ele cria novo corpo, novos céus e nova terra (1 Co 15.51-53; Ap 21.5).

Deus não tem ninguém antes dele, não tem consultor (Is 40.14; Rm 11.34). Ninguém lhe deu coisa alguma (Jó 41.11). Ele começou do nada, sem matéria-prima. Não tem concorrentes. Não tem história.

É por isso que Ele é Deus!

Fonte: Ultimato novembro dezembro 2005

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Intervenção Divina?


Tudo o que Deus faz é bom!

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não  acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito 

que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas as situações dizia:
 -- Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!
 Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu
matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.

 O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu
servo, perguntou a este:
 -- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu
dedo.
O servo respondeu:
 -- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um
dedo, é para seu bem!

O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço. 

Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios
que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois se sabia que faziam sacrifícios humanos para seus
deuses.

Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheio de jubilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei
já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:
 -- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso!
 ...Falta-lhe um dedo!

E o Rei foi libertado.  Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. 

Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:

 -- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida:

Se Deus e tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? ... Logo você, que tanto o defendeu? 

O servo sorriu e disse:
 -- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta nenhum dedo!

Fonte: Desconhecida

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Votar – um ato cidadão


A maneira como vemos se fazer política no Brasil é um tanto equivocada e por que não dizer vergonhosa. Aqueles que não tem autonomia econômico-financeira, fica mercê de favores dos políticos. O nível de educação é baixo, o qual contribui para fragilizar a consciência cidadã quando o ideal era ser crítica e reflexiva sobre a realidade social.

Diz-se que o poder emana do povo. Na verdade, o povo em geral é manobrado por uma minoria que mais se beneficia do mandato, ao invés de trabalhar em prol do Bem Comum. Entretanto, nos politizando, podemos mudar essa realidade.

É triste ver bons projetos, programas, leis propostas, porém por trás de suas execuções quase sempre tem a famigerada corrupção. Bons políticos, homens com vocação pública é uma raridade. O custo do político brasileiro é como vômito de sugadores da pátria lançado sobre a massa vitimada, passiva e subjugada.

O QUE NÃO É UMA BOA POLÍTICA

Esperar ser votado ou votar por amizade.

Votar em troca de favores pessoais.

Votar por força de laços familiares.

Votar em quem acreditamos que vai ganhar o pleito.

Votar em função de sigla de partido e não do seu programa.

Votar para se beneficiar direta ou indiretamente.

Votar sem pensar no interesse coletivo.

Votar para perpetuar políticos no poder sem avaliar seu mandato anterior.

Fazer da política como meio de auferir altas rendas e acumular privilégios de poucos no tecido social.

Contribuir com a concentração de renda, aumentando as injustiças sociais.




O QUE É UMA BOA POLÍTICA

É a política que visa o Bem Comum, o Coletivo.

Quando se pode votar com a consciência livre.

Quando o exercício da política é visto como um sacerdócio.

É aquela que não usurpa os cofres públicos, enriquecendo uma minoria.

É a arte de servir, dignificando o povo.

É a que é avaliada pelas propostas e realizações no curso do mandato recebido do povo e em prol do povo. 

É a política que respeita as diferenças no tecido social, mas não se deixar levar na direção da destruição do núcleo familiar.

Na boa política ocorre a desalienação dos alienados.

É a genitora da democracia pelo povo e útil ao povo.

A boa política não é herança de laços familiares, ela traduz o desempenho político comprovado pelo povo.

 

Por Samuel P M Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN - 05/09/2012.

 

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