Pesquisar

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Crer ou não crê...

Texto: Rm 1.16-"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego."


Tema: Crer ou não crê?
Introdução: Há no homem um anseio de crença na alma em algum ser superior...Crer ou não crê. É questão de vida ou morte eterna...

    1. Em quem crer?
a) Em buda, Allan kardec, Maomé, nos gurus do esoterismo? Em imagens fabricadas?
b) Em Jesus para ser salvo tu e tua casa. At 16.31
c) Em Jesus para que a ira divina não permanecer sobre você. Jo 3.36
d) Em Jesus por causa da sua Palavra. Jo 4.41-42
e) Em Jesus para não perecer. Jo 3.16,18
  1. De que maneira crer?
a) Como achar que pode e deve? De qualquer maneira? Sem mudança comportamental?
b) Creia de todo o coração. Atos 8.37
c) Creia conforme às Escrituras. Jo 7.38
d) Creia com a fé que brota para salvação. Rm 10.17
  1. Quando se deve crer?
a) Na hora da morte? Depois das muitas farras? Quando não tiver mais forças?
b) Enquanto se pode achar o Senhor. Is 55.6
c) Hoje, na presente hora. II Co 6.2;Hb 3.7-8
d) Em todo o tempo que se viver sobre a terra.
Mt 10.22; Atos 14.22;II Tm 3.14; I Jo 2.28
  1. Por que tenho que crê no Evangelho?
a) Porque é o maior conto de amor de Deus pela humanidade. A maior mensagem de esperança que o homem já ouviu.
b) Porque ele é de Cristo. Vv 16
c) Porque ele é poder de Deus. Vv 16
d) Porque ele é boas novas para salvação. Vv 16

Conclusão: Portanto, amigos ouvintes creia em Jesus, o Cristo da cruz, que pode perfeitamente perdoar pecados, escrever o seu nome no livro da vida. Vem, arrependido depressa para Cristo. Somente Ele tem palavras de Vida Eterna.

Samuel Borges
Agosto/2016



sábado, 6 de agosto de 2016

Corrupção (o beabá)

Ariovaldo Ramos

Quando o poder não é vigiado, o governo é exposto à corrupção.
Há governo corrupto porque há corruptores.
Os corruptores são os dispostos a trocar o bem por seus interesses, E a corrupção vira modo de governo.

E esse modo de governo se impõe ao mais simples cidadão, Que fica condenado à exploração econômica, à ignorância e à alienação midiática.
Pois não tem dinheiro para acessar o que deveria ter por direito.
E acaba desejando poder corromper, e sendo corrupto e corruptor onde consegue. E, assim, a corrupção passa a ser um modo de viver.

Um governo que pode ser comprado não tem força moral.
Um governo sem moral não tem como enfrentar facínoras.
Um governo que teme bandidos não protege o cidadão,
Mesmo os que o compram por seus interesses.
E os corruptores terão de pagar também aos trânsfugas.

E assim o mal se impõe ao bem.
Os meliantes passam a controlar até a sua punição.
E os nossos filhos sãoimpunemente, viciados.
Os miseráveis são cooptados pela força.
Os canalhas organizados instrumentalizam a nação.
Juízes, governadores, polícia e imprensa passam a servir a malfeitores.

Todos, de alguma forma, tornam-se cínicos.
Até Deus passa a ser apresentado como corruptível.
Porque até os sacerdotes se fizeram malévolos.
Pois a corrupção se fez parte da cultura.

Que santos e profetas clamem ao Pai por misericórdia.
Mesmo que seja o grito do sangue caindo na terra,
Como o sangue de Abel que clamou por justiça.

Os homens de bem resistem.
Os homens de bem instam por ética.
Os homens de bem organizam-se para vigiar o poder.
Os homens de bem exigem as reformas que permitirão a vigilância.
Os homens de bem não veem a miséria como natural.
Os homens de bem conclamam que a riqueza seja distribuída.
Que os homens de bem lutem para que a justiça corra como rio perene.

Que os homens sejam éticos:
Mesmo que seja num simples cruzamento no trânsito,
Mesmo que seja no jogar um papel no lixo...
Só o amor ao bem pode vencer o vício do mal.
Que sejamos homens de bem!

• Ariovaldo Ramos é escritor, conferencista e presbítero na Comunidade Cristã Reformada, em São Paulo, SP. Foi, por quatro anos, membro do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e é presidente da Visão Mundial no Brasil. É autor de Pare de Conjugar o Verbo Sofrer.


Fonte: Revista Ultimato julho agosto 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

Nova Era e Cristianismo

NOVA ERA



A Nova Era nada mais é do que o hinduísmo com roupagem ocidental.

• Bijoy Koshy, médico indiano, presidente internacional da Interserve

O movimento Nova Era são velhas ideias apresentadas com um vocabulário atualizado e mais sofisticado.

• Larry A. Nichols, pastor luterano, um dos autores do “Dicionário de Religiões”, “Crenças e Ocultismo”.

Nova Era é a mistura bizarra de diversas crenças, incluindo religião e ciência, física e metafísica, panteísmo antigo e otimismo evolucionista, astrologia, espiritismo, reencarnação, ecologia e medicina alternativa.

• John Stott, ex-pastor da Igreja da Inglaterra e capelão honorário da rainha Elizabeth.

Os paradoxos da “Nova Era” é que ela parece basear-se em ideias bastante antigas. O paganismo do final da antiguidade foi ressuscitado e mesclado com ideias extraídas de religiões nativas de índios norte-americanos e suplementada por ideias panteístas derivadas de religiões orientais.

• Alister McGrath, professor de ciência e religião na Universidade de Oxford

CRISTIANISMO

Cristianismo é o credo que nos ensina a crer em um único Deus, criador de tudo, com o qual os seres humanos podem ter comunhão e abrigo. Por causa da tragédia gêmea -- pecado e morte -- toda a raça humana precisa de um favor especial de Deus, ao qual se dá o nome de salvação. Essa aspiração é comum a todos os seres humanos, de qualquer tempo, de qualquer lugar e de qualquer raça, cultura e língua. 

O que faz diferença no pensamento humano é de onde vem essa salvação. O cristianismo aponta para a graça de Deus, que se tornou alcançável por meio da encarnação, morte vicária e ressurreição de Jesus Cristo. A salvação não é um processo demorado e complicado nem depende de algo ainda pendente. Logo após Jesus ter dito na cruz: “Tudo está completado!”, a cortina do Templo se rasgou em dois pedaços, de cima até embaixo. A salvação inclui a morte da morte, o novo céu e a nova terra!

Fonte: Revista Ultimato maio-junho 2016

quarta-feira, 15 de junho de 2016

“Eu sou quem sou”

A autoafirmação de Deus



Eu existo

Sou o primeiro e sou o último. Estou dentro da eternidade e não dentro do tempo. Não tenho princípio nem fim. Eu sou eterno. Eu era, eu sou e continuarei a ser.

Eu sou formidável e onipresente

Eu estou onde estou: aqui, ali e algures. Estou lá em cima e lá embaixo. Estou na claridade e na escuridade. Estou no céu dos céus e no abismo dos abismos. Estou tanto no Oriente como no Ocidente. Estou em toda parte e ao mesmo tempo.

Eu sou único

Haverá outro deus que seja igual a mim? Não, não há outro igual nem outro diferente. Antes de mim não houve outro deus e nunca haverá outro. Eu sou único no espaço e no tempo. No passado mais remoto, no presente mais presente e no futuro mais distante, eu sou Deus. Eu sou exclusivo. Não há outro deus em ponto algum do universo todo nem em página alguma da história toda.

Eu sou todo-poderoso

Tenho todo poder em todo lugar, em todo tempo, em toda circunstância. Meu poder não varia, não diminui, não pode ser subtraído por ninguém, não termina.

Eu sou soberano

É isso mesmo. Faço o que planejo fazer, o que quero fazer, o que julgo certo fazer. Não ouço ninguém, não peço conselho a ninguém, não obedeço a ninguém. Sou totalmente livre. Eu me movo para cima e para baixo, para trás e para diante, para um lado e outro lado.

Eu amo

Ninguém ama tanto quanto eu. Ninguém tem tanta e repetida misericórdia quanto eu. Ninguém chega tão perto da criatura quanto eu. Ninguém perdoa tanto quanto eu. Ninguém prova tanto o seu amor quanto eu. Ninguém sofre tanto por causa do amor quanto eu.

Eu sou onisciente

Eu tenho conhecimento de tudo, das coisas particulares e públicas, das coisas mostradas e escondidas. Sei de tudo o que acontece na superfície, acima da superfície e abaixo da superfície, nos mais altos céus e nas mais baixas profundezas. Conheço as coisas passadas, presentes e futuras. Sei do que é dito só na mente, só ao pé do ouvido e só no alto de um monte.

Eu sou o criador de tudo

Com as minhas próprias mãos, estendi o céu e ordenei que o sol, a lua, as estrelas e as galáxias aparecessem. Apesar de serem incontáveis, sei o nome de cada estrela. Coloquei todas as partes do universo em seus devidos lugares. Não criei a Terra para que ela ficasse vazia, mas para que houvesse moradores nela. Coloquei em cada alma a minha marca, o meu selo, o sinal da minha presença e da minha semelhança. Para que toda criatura humana sinta falta de mim e tenha contínua fome e sede de mim.

Eu sou irresistível

Ninguém foge de mim. Por esta razão, digo aos povos do mundo inteiro: “Voltem para mim, e eu os salvarei, pois eu sou Deus”. Todos os que me desconhecem, todos os que me deixam de lado, todos os que me trocam por algum deus fictício, todos os que me têm combatido – ficarão desapontados e envergonhados. Tenho certeza que estes e aqueles, todos acabarão ajoelhados diante de mim, ou pela via do arrependimento e conversão ou pela via da simples capitulação.


(As palavras desta autoafirmação de Deus são praticamente dele mesmo e quase todas estão no livro do profeta Isaías, especialmente nos capítulos 40 a 46. A famosa expressão “EU SOU QUEM SOU” foi dirigida a Moisés e aparece em Êxodo 3.14.)


Fonte: Revista Ultimato maio-junho 2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Lidando com o dinheiro

Tema: O valor do dinheiro

Texto: I Tm 6.17-19; Ec 5.10;7.12;10.19
O dinheiro pode ser encarado diferente de pessoa para pessoa. Não somente pode suprir as necessidades da vida, mas também pode simbolizar poder, posição social e segurança emocional. Devemos usar o dinheiro e não deixar que ele nos use. No relacionamento familiar o dinheiro é um dos maiores campos de batalha. Muitas vezes as rixas sobre dinheiro no lar não são problemas fundamentais, mas na realidade é o sintoma de problemas muitos mais profundos no lar e inconscientes na vida do casal.

I - O DINHEIRO NA PERSPECTIVA ERRÔNEA. Lc 12.13-21
1.    Quando o dinheiro é considerado fonte de satisfação de poder. Vv 19
2.    Quando o dinheiro significa a própria vida.
      Vv 15-19; Mt 19.21-22; I Tm 6.10
3.    Quando o dinheiro leva a destratar as pessoas. Vv 21
4.    Quando o dinheiro leva a destratar para com Deus. Vv 21; I Tm 6.9

II – O VALOR E A UTILIZAÇÃO CORRETA DO DINHEIRO.
      I Tm 6.9-19
1.    É para o nosso deleite e satisfação.
2.    É destinado à prática do bem.
3.    Para emprego em boas Obras.
4.    Deve ser usado como ferramenta de oportunidade para exercer a generosidade.
5.    É útil para investimentos eternos.

III – UM PLANO FINANCEIRO BASEADO NA PALAVRA DE DEUS.
1.    Possuindo bens materiais com humildade. Tg 1.9-11;
2.    Possuindo altos valores, no céu. Mt 6.19-21
3.    Honrando  a Deus com o que tem. Pv 3.9-10
4.    Distinguindo entre necessidades e desejos. I Tm 6.8; Fl 4.19
5.    Desapego ao material. I Tm 6.7;
6.    Buscando o Reino de Deus em primeiro lugar. Mt 6.33; I Pd 5.7
(São itens básicos no orçamento familiar – o dízimo e as ofertas, alimentação, vestuário, calçados, moradia, educação e cultura, saúde, lazer, transporte, reserva financeira para o imprevisível...)

IV - Quatro formas de gastar o dinheiro quanto à sua destinação
  1. O seu dinheiro em benefício próprio.
  2. O seu dinheiro em benefício do(s) outro(s).
  3. O dinheiro dos outros em seu benefício.
  4. O dinheiro dos outros em benefícios dos outros.
CONCLUSÃO: Dois pontos básicos devem pautar a nossa visão sobre o tema: Para os que são ricos a Palavra assevera “Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos”(I Tm 6.17). E como preceito de vida prática valem as palavras de Agur “Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra:  Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume; Para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o SENHOR? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o nome de Deus em vão” (Pv 30-7-9).

Subsídios: riqueza  x pobreza.

-          Quem ama as riquezas não agradará a Deus. Mt 6.24; Lc 18-22-25
-       Para os judeus riquezas era sinal do favor especial divino, como também a pobreza era sinal de falta de fé do desagrado de Deus.
-          A avareza é qual pecado da idolatria. Cl 3.5
-      As riquezas tem o poder da sedução. Mt 13.22. E segundo o Senhor Jesus, era obstáculo à salvação e ao discipulado.  Mt 19.4 e Mt 13.22
-          Os que querem ser ricos caem em tentação e em laços. I Tm 6.9
-          A vida de quem quer que seja, não consiste na abundância daquilo que ele possui. Lc 12.15
-          Há quem para si ajunte tesouros e não é rico para Deus. Lc 12.21
-          O rico passará como a flor da erva. Tg 1.10-11
-          A recomendação bíblica é que sejamos ricos em boas obras.
      Ef 4.28; I tm 6.17-19
-         Amontoar bens materiais indica que a vida já não é mais vista do ponto de  vista da eternidade. 
       Lc 3.1

-    O evangelho dos pobres. Lc 7.22
-          Deus escolheu os pobres para serem ricos na fé. Tg 2.5
-          Jesus foi ungido para evangelizar os pobres. Lc 4.18
-          Geralmente os ricos exploram os pobres. Tg 2.5,6
-          Para o cristão verdadeiro, riquezas consiste na fé e no amor.

“Um homem com um bom saldo bancário pode controlar as circunstâncias, sem ele, é controlado por elas”.    Harvery Firestone.


“O melhor de todos os planos financeiros é gastar pouco e melhor de todos os impostos o que for menos possível” – Say
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...