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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

É mais ou menos por aí....Pr. Cláudio Duarte


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A Fábula do clube dos 99

Era uma vez um rei muito rico. Tinha tudo. Dinheiro, poder, conforto, centenas de súditos. Ainda assim não era feliz. Um dia, cruzou com um de seus criados, que assobiava alegremente enquanto esfregava o chão com uma vassoura. Ficou intrigado. Como ele, um Soberano supremo do reino, poderia andar tão cabisbaixo, enquanto um humilde servente parecia desfrutar de tanto prazer?

- Por que você está tão feliz? - perguntou o rei.

- Majestade, sou apenas um serviçal. Não necessito muito. Tenho um teto para abrigar minha família e uma comida quente para aquecer nossas barrigas.

O rei não conseguia entender. Chamou então o conselheiro do reino, a pessoa em que mais confiava.

-Majestade, creio que o servente não faça parte do "Clube dos 99".

- "Clube dos 99"? O que é isso?

- Majestade, para compreender o que é o "Clube dos 99", ordene que seja deixado um saco com 99 moedas de ouro na porta da casa do servente. E assim foi feito.

Quando o pobre criado encontrou o saco de moedas na sua porta, ficou radiante. Não podia acreditar em tamanha sorte. Nem em sonhos tinha visto tanto dinheiro. Esparramou as moedas na mesa e começou a contá-las.

-…96, 97, 98… 99.

Achou estranho ter 99. Achou que poderia ter derrubado uma, talvez. Provavelmente eram 100. Mas não encontrou nada. Eram 99 mesmo.

Por algum motivo, aquela moeda que faltava ganhou uma súbita importância. Com apenas mais uma moeda de ouro, uma só, ele completaria 100. Um número de 3 dígitos! Uma fortuna de verdade.

Ficou obcecado por completar seu recente patrimônio com a moeda que faltava. Decidiu que faria o que fosse preciso para conseguir mais uma moeda de ouro. Trabalharia dia e noite. Afinal, estava muito muito muito perto de ter uma fortuna de 100 moedas de ouro. Seria um homem rico, com 100 moedas de ouro. 

Daquele dia em diante, a vida do servente mudou. Passava o tempo todo pensando em como ganhar 1 moeda de ouro. Estava sempre cansado e resmungando pelos cantos. Tinha pouca paciência com a família, que não entendia o que era preciso para conseguir a centésima moeda de ouro. Parou de assobiar enquanto varria chão. 

O rei percebeu essa mudança súbita de comportamento e chamou seu conselheiro.

- Majestade, agora o servente faz, oficialmente, parte do "Clube dos 99".

- E continuou:

- O "Clube dos 99" é formado por pessoas que têm o suficiente para serem felizes, mas mesmo assim não estão satisfeitas. Estão constantemente correndo atrás desse 1 que lhes falta. Vivem repetindo que, se tiverem apenas essa última e pequena coisa que lhes falta, aí sim poderão ser felizes de verdade. Majestade, na realidade, é preciso muito pouco para ser feliz; porém, no momento em que ganhamos algo maior ou melhor, imediatamente surge a sensação de que poderíamos ter mais. Com um pouco mais, acreditamos que haveria, de fato, uma grande mudança. Só um pouco mais. Perdemos o sono, nossa alegria, nossa paz e machucamos as pessoas que estão a nossa volta. E o pouco mais, sempre vira… um pouco mais. O “pouco mais” é o preço do nosso desejo.

E concluiu: Isso, majestade, é o "Clube dos 99". 

Autor desconhecido

Adendo do Blog:

Fábula é uma pequena narrativa em que se aproveita a ficção alegórica para sugerir uma verdade ou reflexão de ordem moral, com intervenção de pessoa, animais e até entidades inanimadas (Moderno Dicionário de Língua Portuguesa-Michaelis)

As fábulas tem um bom proveito na vida prática. No que tange ao campo da Teologia tem proveito, uma vez que a Teologia diz respeito à relação de Deus com o homem, criado a sua imagem e semelhança. E no contexto dessa relação vertical na dimensão transcendental, não é apropriado incluir seres inanimados e animais irracionais. Na verdade, caracterizará um retrocesso de aprendizagem ou falsa aprendizagem, e portanto, levar a conclusões enganosas acerca de Deus e do homem, seres morais no sentido literal do termo.

Características das Fábulas


A fábula trata de certas atitudes humanas, como a disputa entre fortes e fracos, a esperteza, a ganância, a gratidão, o ser bondoso, o não ser tolo.

Muitas vezes, no finalzinho das fábulas aparece uma frase destacada chamada de MORAL DA HISTÓRIA, com provérbio ou não; outras vezes essa moral está implícita.

Não há necessidade de descrever com muitos detalhes os personagens, pois o que representam nas fábulas (qualidades, defeitos) já é bastante conhecido.

Tempo indeterminado na história.


É breve, pois a história é só um exemplo para o ensinamento ou o conselho que o autor quer transmitir

Conflito entre querer / poder.

O título não deve antecipar o assunto, pois não sobraria quase nada para contar.

A resolução do problema deve combinar com a sua intenção ao contar a fábula e com a moral da história. 

Fonte: Alessandrataelp.blogspot.com.br


Por Samuel P M Borges

Natal/RN - Revisão em 19/12/2021.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Moisés e a saída de Israel do Egito(+- 1.445 a.C)


  Moisés, menino mui formoso e hebreu, nascido sob o cativeiro, da casa de Levi, criado na corte egípcia. Êx 2.1-10; Atos 7.22 (1.525 a.C).

  Moisés, neto de Coate e filho de Anrão. Sua mãe Joquedebe, filha de Levi. Êx 6.20;Nm 26.58-59

  Aos 40 anos(atentou para as  cargas do povo), mata um egípcio em favor de um irmão hebreu e foge para Midiã. Êx 2.12;atos 7.23; Hb 11.24-25

  Deus ouviu o gemido do povo e “lembra-se” do concerto com Abraão, Isaque e Jacó. Êx 2.24-25.

  “E atentou Deus para os filhos de Israel e  conheceu-os Deus.” Vv25. 

  Moisés, na sarça ardente(80 anos, Êx 7.7), a pessoa a quem Deus se revela, falando dos seus ancestrais e o chama para ir a faraó e tirar os filhos de Israel do Egito. Êx 3.6,10-11.

  Moisés, o maior vulto do AT.(Dt 34.7,10-12).  Recusou-se os status da corte egípcia, escolhendo ser maltratado com o povo de Deus.Êx 3.13-16; Hb 11.24-26

  Deus confirma o Pacto Patriarcal com o povo, Israel . Êx 6.1-9

  Deus envia as 10 pragas sobre o Egito.

 A instituição da Páscoa (Poupar, passar além da marca), ainda no Egito. Êx 12.1-14

 A travessia do mar Vermelho e o morte dos cavaleiros egípcios.  Êx 14.15-31

 Na linguagem poética de Moisés: “E com sopro dos teus narizes, amontoaram as águas; as correntes pararam como montão; os abismos coalharam-se no coração do mar”.  Êx 15.8

 "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim" (Êx 19.4).

       Morre Moisés(1525 -1405 a.C) aos 120 anos, na terra de Moabe.  Dt 34.7

Fonte: Conteúdo de Estudo Israel, passado, presente e futuro...(Samuel Borges).


Amados, vamos estudar o livro de êxodo neste 1º trimestre/2014 – Boas aulas...Chame mais um. Adicione almas para edificação e crescimento  na maior Escola do Planeta: a EBD.

domingo, 29 de dezembro de 2013

RESPOSTAS AO SECULARISMO - Humanidade Incrédula


A agenda do diabo desde o princípio: Enganar (Gn 3.1-24;II Co 11.3), mentir (Jo 8.44), roubar, matar e destruir (Jo 10.10).

João 8.44 - "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira".

O que fez o deus desde século? 

II Co 4.4 - "...nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus".

Aconselha-se: Quem quer luz, procure-a em Jesus Cristo.

João 8.12 - "Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida".

Este mundão tem valores influenciados por seus próprios desejos carnais desregrados. O homem caído, o velho "eu" que precisa ser negado (Mc 8.34).

I João 2.15-17 - "Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.  Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.  Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre".

O Senhorio que liberta verdadeiramente, a partir do homem interior...de dentro para fora.

João 8.32,36 - "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres".

Valores do reino em oposição ao mundanismo: Justiça,  paz e a alegria no Espírito Santo.
(Mundanismo - Sistema de valores opostos a Deus e ao evangelho de Jesus Cristo).

Rm 14.27 - "Porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo".

O Evangelho de Cristo - Instrumento de redenção por excelência.

Rm 1.16 - "Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego".

Não há vitória no pecado, muito menos misericórdia.

Pv 28.13 - "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia".

Um convite de amor para está sob o Senhorio de Cristo.

Mateus 11.28-30 - "Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve".

A decisão e as escolhas são suas...(escolhas são subprodutos de nossas decisões).

Por Samuel P M Borges
Bacharel em Direito e Teologia

Natal RN - 29/12/2013


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Tensões entre Igreja Instituição e Igreja Comunidade, Corpo Vivo de Cristo. Erros a evitar.

     1.Não cometa o pecado de enclausurar Deus nas paredes da sua Instituição.

2. Não limite as manifestações do Reino de Deus aos limites ou horizontes da sua Instituição/Denominação.

3. Não condicione a relação com Deus à relação Institucional.

4. Não exija sacrifício do povo em nome da sua Instituição.

“Deus tem muitos a quem a Igreja Instituição não tem; e a Igreja tem muitos a quem Deus não tem”.

5. Não restrinja a vocação ministerial ao engajamento na Igreja Instituição.

a) o serviço como servo do reino está para além da Igreja Institucional.

b) valorize o voluntariado em prol do próximo, independentemente de estar vinculado a sua instituição ou não.

c) não precisamos ter uma creche para investir nela, ou algo dessa natureza. Podemos cooperar com creches sérias já estabelecidas na comunidade a que pertencemos.

6. Não confunda Instituição religiosa com a Comunidade Cristã.

a) é diferente o rol de membros aqui embaixo do Livro da Vida lá em cima.

b) a comunidade é teocêntrica. A instituição pode ser episcopal, congregacional ou presbiteral, conforme o regime eclesiástico adotado. 

c) a Comunidade Cristã deve se reger pelas Escrituras. A Igreja Instituição é gerida por convenções, estatutos, portarias, regimentos humanos, etc...

7. Não pretenda gerir o Corpo de Cristo de acordo com a lógica da gestão da Igreja Institucional. 

a) temos sido orientados a ofertar, dizimar tão somente na sua Igreja Instituição/Denominação a que pertencemos. Este é o nosso primeiro compromisso. Porém, o Reino de Deus está além das nossas Denominações.

b) Deus não nos pede 10%. O que conta é a generosidade e a solidariedade voluntária. Até porque dele são os 100% que nos dá para administrarmos.

8. Não priorize as relações funcionais eclesiásticas em detrimento das pessoais e fraternais.

a) você serve a Deus ou é a mão de obra de um ministério?

b) cometemos a imaturidade de nos tratarmos como obreiros do Senhor, ignorando muitas vezes, as relações ovelhas e irmãos.

9. Não pretenda perenizar a sua Instituição/Denominação.

a) as Instituições se renovam, se refaz, mudam e passam. A Igreja Comunidade, Corpo Vivo de Cristo, é perene.

b) a Igreja Institucional é cíclica para cada época.

10. Jamais coloque o Corpo Vivo de Cristo a serviço da Instituição. A Igreja Instituição deve trabalhar em prol da Igreja Comunidade Cristã.

Fonte: Baseado na mensagem “Tensão entre a Igreja Corpo Vivo de Cristo e Igreja Instituição” – Ed René Kivitz. No evento Lutando pela Igreja - Deus não tem um plano B.


Por Samuel P M Borges - com adendos

Bacharel em Direito e Teologia

Natal RN - 17/12/2013.

 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

BASES DA FRATERNIDADE CRISTÃ

(Catalogação por Bernardo Johnson)
Amarem uns aos outros. Jo 13.34

Lavarem os pés uns dos outros. Jo 13.14

Amarem cordialmente uns aos outros com amor fraternal. Rm 12.10

Terem o mesmo sentimento uns para com os outros. 
Rm 15.5

Não julgarem uns aos outros. Rm 14.13

Edificarem-se uns aos outros. Rm 14.10

Acolherem uns aos outros. Rm 15.7

Admoestarem-se uns aos outros. Rm 15.14

Saudarem uns aos outros. Rm 16.16

Esperarem uns pelos outros. I Co 11.33

Cooperarem uns com os outros. I Co 12.25

Servirem uns aos outros. Gl 5.13

Levarem as cargas uns dos outros. Gl 6.2

Suportarem-se uns aos outros. Ef 4.2

Serem compassivos uns com os outros. Ef 4.32ª

Perdoarem-se uns aos outros.  Ef 4.32b

Falarem uns com os outros com salmos, hinos e cânticos espirituais. Ef 5.19

Sujeitarem-se uns aos outros.  Ef 5.21

Considerarem, cada um, os outros superiores a si mesmo. Fp 2.3

Não mentirem uns aos outros.  Cl 3.9

Consolarem uns aos outros. I Ts 4.18

Edificarem-se uns aos outros. I Ts 5.11b

Viverem em paz uns com os outros.  I Ts 5.13

Seguirem sempre o bem uns para com os outros. 
I Ts 5.15

Considerarem uns aos outros. Hb 10.24

Não falarem mal uns do outros. Tg 4.11

Não se queixarem uns dos outros. Tg 5.9

Confessarem os pecados uns aos outros. Tg 5.16b

Serem hospitaleiros uns com os outros. I Pd 4.9

Cingirem-se de total humildade no trato uns com os outros. I Pd 5.5

Isto é amor e comunhão no corpo de Cristo!!!
E fundamentos para qualquer relação humana saudável, duradoura, madura, construtiva,  em todo tempo e todo lugar.

Samuel Borges com alterações.
  

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