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terça-feira, 3 de abril de 2012

Páscoa versus Jesus Cristo


Texto: Êx 12.1-14; I Co 5.7
Introdução: A páscoa está entre as grandes festas judaicas. Era observada anualmente, no dia 14 do mês de abibe (março/abril  do nosso calendário) . Foi instituída para ser celebrada a partir da saída do povo judeu do Egito, por ocasião da décima e última praga, a morte dos primogênitos. Com esta praga, Deus sabia que os egípcios iam rogar aos israelitas que deixassem o Egito. Assim sendo,  deveriam assar e não ferver(cozer) um cordeiro, além dos pães asmos e ervas amargosas e comer apressadamente. Literalmente, páscoa significa pular além da marca, passar por cima, poupar. E isto aconteceu com os filhos primogênitos dos hebreus, pois nos umbrais ou vergas das casas onde havia sangue aspergido, o anjo destruidor passava por cima, poupando os filhos primogênitos do povo hebreu. De modo que naquele mesma noite, partiram os israelitas do Egito, sob a liderança de Moisés, a caminho de Canaã. Para nós cristãos, a páscoa contém ricos simbolismos proféticos os quais se cumpriram em Jesus Cristo. Portanto,  Ele é a nossa Páscoa.


I - CELEBRAÇÃO DA MORTE E RESSURREIÇÃO DE CRISTO.
a) A primeira ocorreu em solo brasileiro, de 26/04 a 03/05/1500, por Dom Henrique Soares de Coimbra e mais oito missionários franciscanos.
b) A âmago do evento da Páscoa era é a graça salvadora de Deus.
c) O sangue aplicado nas vergas das portas servia de sinal para que o primogênito daquela casa não morresse.
d) O cordeiro pascoal foi sacrificado (Hb 12.27) em substituição do filho primogênito.
II - O JESUS DOS EVANGELHOS NÃO FOI UM MÁRTIR.
a) Mártir é aquele cuja morte é imposta de modo irreversível por religiosos, autoridades e indivíduos de crenças opostas e intolerantes.
b) Considerar Jesus um mártir está diminuindo a sua glória, o reduz simplesmente a um personagem histórico e não reconhece nele seus traços de divindade.
c) A sua morte foi voluntária. Ele tinha completa liberdade diante da morte.
d) Ele tinha poder para dar e tornar a tomar a sua própria vida.
     (Jo 10.17-18).
e)  A sua morte foi doação. (João 10.11; 3.16).
f) Quando chegou o momento, ele não fugiu, não recuou, não recorreu a nenhum milagre, não pediu ao pai legiões de anjos para o livrar.


Refletindo na Ressurreição de Jesus:

“Desde a manhã da ressurreição, os séculos passaram num relâmpago, impérios surgiram e se foram, civilizações inteiras desapareceram, revoluções militares, convulsões nacionais e políticas mudaram à própria ordem do nosso mundo, Mas aquela pequena comunidade de pescadores fundada pelo judeu Jesus, da aldeia de Nazaré, a sua igreja, permanece de pé até hoje, como um rochedo firme no meio de um mar em contínuo movimento. "

Aleksandr Mien, sacerdote ortodoxo russo.

“Não devemos considerar a cruz como derrota e a ressurreição como vitória. A cruz foi a vitória conquistada e a ressurreição foi a vitória endossada, proclamada e demonstrada.”

                               John Stott, escritor episcopal inglês.

“Ninguém chore pelos próprios pecados, porque o perdão emergiu do túmulo. Ninguém tenha mais medo da morte, porque dela nos livrou a morte do salvador; prisioneiro da morte, ele a sufocou, tendo descido aos infernos, submeteu os infernos.”       
     
                             João Crisóstomo, um dos pais da igreja.

“A ressurreição de Jesus foi a fé que transformou o coração partido dos seguidores de um rabino crucificado em corajosas testemunhas e mártires da primeira igreja...eles podiam ser presos e açoitados, mas ninguém conseguiu fazê-los mudar a convicção de que no terceiro dia, ele ressuscitou”.

                               Michael Green, pregador inglês.
  
Fontes:Revista Ultimato.
             Bíblia de Estudo Pentecostal



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