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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Guilherme Carey(1761-1834)

O Pai das Missões Modernas


           1.    Origem inglesa – avô era professor e o pai sacristão da Igreja Anglicana. Filho de Edmundo  e Elizabeth Carey. Evangelista e missionário Batista inglês.

2.    Nos seus dias a igreja não aceitava a ideia de pregar o evangelho aos pagãos. Certa vez em uma reunião do ministério a que pertencia pediu que ventilassem o assunto de propagar o evangelho aos pagãos, o presidente da reunião pôs-se em pé e gritou com ele dizendo: “Jovem, sente-se! Quando agradar a Deus converter os pagãos, ele fará sem o seu auxílio, nem o meu”

3.   No ano de 1792 pregou o memorável sermão baseado em Is. 54.2,3: ”Amplia o lugar da tua tenda, e as cortinas das tuas habitações se estendam; não o impeças; alonga as tuas cordas, e firma bem as tuas estacas. Porque transbordarás à mão direita e à esquerda; e tua posteridade possuirá as nações e fará que sejam habitadas as cidades assoladas”.  Havia uma ênfase em seu sermão: “ Esperar grandes coisas de Deus e tentar grandes coisas para Deus”.
            RESULTADO: o auditório levantou as vozes em pranto, sentindo-se culpado por  negar o               evangelho aos povos não alcançados.

4.  Então foi criada a primeira sociedade missionária para missões entre os povos não alcançados. A Sociedade Missionária Batista.

5.   A esposa não entendeu a sua chamada para Índia. Foi convencida nas últimas horas da partida, e seguiram em um navio para Índia.

6.   A esposa não tinha interesse nos esforços de seu marido e enlouqueceu. A maior parte dos ingleses com quem Carey teve contato, o tinham como um louco. Esteve muitas vezes sem sustento para a família. Passou a trabalhar de lavrador e empregou-se numa fábrica de anil.

7.  Como era entendido em fauna e flora, fundou a sociedade de agricultura e hortaliças.  Ensinava em escolas para crianças pobres.

8.  No ano de 1775, Carey foi grandemente impactado pelo avivamento liderado pelos também britânicos John Wesley (1703-1791) e George Whitefield (1714-1770).

9.   William Carey viveu num momento muito importante do movimento missionário protestante, que começou com seu ministério de quarenta anos na Índia, e incluía outros nomes, como Henry Martyn, Adoniram Judson, Robert Morrison, David Livingston e Hudson Taylor. Todos conheciam Carey pessoalmente ou foram influenciados por ele.
   
10.  Seu filho Félix aceitou a chamada para pregar o evangelho. Todavia, mais tarde assumiu o cargo de embaixador na Grã Bretanha no Sião. Ele ficou desapontado: E escreveu para um amigo: Félix encolheu-se até tornar-se um embaixador desse mundo.

11. Passou 41 anos na Índia, nunca visitou a Inglaterra. Falava trinta línguas da Índia. E traduziu as Escrituras para todas elas. Escreveu gramáticas e notáveis dicionários indianos. Tornou-se tradutor oficial do governo.Calcula-se que traduziu a Bíblia para a terça parte da  população do mundo de seus dias.

12. Quando Guilherme Carey chegou à Índia, os ingleses negaram-lhe permissão para desembarcar. Ao morrer em 9/06/1834, porém o governo mandou içar as bandeiras a meia haste em honra ao herói que fizera mais em prol da Índia do que todos os generais britânicos.

13.  Em seu leito de morte, William Carey solicitou a Alexandre Duff (1806-1878), missionário escocês na Índia: “Quando eu me for, não diga nada acerca do Dr. Carey. Fale acerca do Salvador de Dr. Carey”. Duff atendeu apenas à segunda parte do pedido, assim como muitos após ele.


            Fonte: Livro Heróis da Fé – Orlando Boyer – 4ª edição 1987.
                       Pesquisas Internet

           Samuel P M Borges
           Abraço!

O que devemos levar ao Senhor?

Texto: Mc 1.29-31; 40-42; Fl 4.6
Introdução: Amados Deus não está longe de cada um de nós, antes chegai-vos a Deus e Ele se chegará a vós...Humilhai-vos perante o Senhor e Ele vos exaltará (Tg 4.8a e 10)...


I – TEMORES – PEDRO LEVOU-OS AO SENHOR.
Mt 14.30 – “Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!”

II – PERGUNTAS  - OS DISCÍPULOS AS  LEVARAM AO SENHOR.
Mt 24.3 – “E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dizei-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”

III – ENFERMIDADES –  A MULHER DO FLUXO DE SANQUE LEVOU-A A JESUS.
Mc 5.27-28 – “Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste.  Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. “

IV – DIFICULDADES – OS DISCÍPULOS AS LEVARAM A JESUS.
Mc 6.35-36 – “E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele, e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado.  Despede-os, para que vão aos lugares e aldeias circunvizinhas, e comprem pão para si; porque não têm que comer. “

V – NECESSIDADES – OS 10 LEPROSOS AS LEVARAM A JESUS.
Lc 17.13 – “E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós”

VI – FRACASSOS – OS DISCÍPULOS OS LEVARAM  A JESUS.
Mc 9.28 – “E, quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que o não pudemos nós expulsar?”

VII – PROBLEMAS –  JAIRO, UM DOS PRINCIPAIS DO SINAGOGA LEVOU-O A JESUS.
Mc 5.23 – “E rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos, para que sare, e viva.”

CONCLUSÃO: Qual é a tua petição, que angústias passas, a respeito de que? Pessoal, familiar?... faça-a conhecida  diante daquele que tudo pode, exercita a tua e confiança nele e sejamos vitoriosos. Amém.

Samuel P M Borges
Abraço!

sábado, 29 de outubro de 2016

INVERSÃO DE VALORES


Texto: Is 5.20 - " Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!"


Crédito de imagem:www.mensagens10.com.br

Introdução: A inversão de valores está muito presente na mídia...trabalha o sensacionalismo, o suspense, a ação, o mistério. Nas novelas é gritante. Aplaudi-se a promiscuidade, a infidelidade conjugal, a desonestidade, a ruptura da família enquanto base da sociedade...Inversão de valores é o mal pelo bem, o errado pelo certo. O foco são futilidades, numa escala de valores irracional, desproporcional...Está presente também na política, na igreja e na família...

Alguém disse: O que se vende tem preço. Mas, há itens, componentes em nossas vidas que não tem preço, tem valor.  Pergunto-lhe: Qual a ordem na escala de valores em tua vida??? Deus, família, trabalho, Igreja...  

I - SOCIEDADE E INVERSÃO DE VALORES

  1. Quando viva, perguntam a Hebe Camargo: O que você faz com 1,2 milhão de reais por mês. Ela disse: “eu me faço feliz”. Correr atrás do ter e não atrás do ser é o grande equívoco da felicidade superficial e circunstancial.   
  2. As bem-aventuranças de Jesus no Sermão do Monte, enfatizam não a posse de bens transitórios, mas a posse de valores eternos. Mt. 5-1-12.
  3. O coreógrafo Carlo Porto, 44 anos, casado, sem filhos. Abriga 33 cachorros que estavam famintos, doentes e abandonados na Grande Belo Horizonte. Tem todo o aparato para assistir esses cachorros. A justificativa: “O dinheiro é meu”.  No século atual ainda morrem 5 milhões de vidas por ano. A cada segundo morre uma criança de fome. 
  4. Os Estados Unidos gastaram em torno de 300 Bilhões de dólares com a guerra no Iraque e Afeganistão. Isto é inversão de valores.  E temos no seio da humanidade: 1/3 nutrida, 1/3 subnutrida e mais 1/3 passa fome.
II - PROPAGANDA VERSUS TESTEMUNHO.

1.“Venham e ouçam, todos vocês que temem a Deus; Vou contar-lhes o que Deus fez por mim” (Sl 66.16).
2. O marketing religioso faz menção direta à tal igreja, tal bispo, tal missionário, ao tal programa. Isto é humanismo na igreja.
3. O abençoado por Deus não consegue se calar, ele extravasa de contentamento, pelo que recebeu de Deus. Isto é testemunho.
4. O testemunho é bíblico e mais: é uma alavanca no crescimento da igreja.
5. Obviamente, o testemunho é uma consequência e não causa.
6. O marketing religioso é danoso à igreja. Pode inchar e enriquecer grupos religiosos.
7.Temos que insistir, combater para que o corpo de Cristo não vire negócio, e os crentes meros consumidores. 
     
III -  A IGREJA E A INVERSÃO DE VALORES.
  1. Avançam as superstições na espiritualidade evangélica.
  2. Caminhamos para não acreditar na suficiência da cruz.  Há amuletos, objetos várias representativos de canais de bênçãos, em intermináveis campanhas de oração. 
  3. O Esvaziamento dos conteúdos da fé, pois a proposta do Reino de Deus estão se resumindo em chavões sem conteúdo. 
  4. Há frases que de tão repetidas, em nosso meio, perderam o seu valor.
  5. Na Medida em que crescemos numericamente, seremos mais cobiçados.
  6. O Colombiano César Castelhanos e outro companheiro seu que vai na mesma ótica. Livros intitulados “Uma igreja com propósito”. Estes, aplicaram teorias da mais moderna administração, contida num invólucro de evangelização de massas.  Resultado: enriquecem às custas da pobreza e ignorância dos fiéis...E quem não fizer como eles estão fazendo com o Evangelho, estão fora da direção de Deus, para estes tempos. 
  7. Tem gente tentando ganhar o mundo inteiro “para Jesus”, e ficando com a alma atrofiada. Você diz: “Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu” (Ap 3.17). 
  8. O movimento evangélico como um todo, preciso resgatar a centralidade do evangelho. Porque há muitas novidades entre nós, tirando a nossa atenção do calvário. Portanto, vigilância.     
  9. Os megas templos tendem a fazer da igreja massa de manobras, uma vez que a integração vai para o espaço no corpo de Cristo.
Reflexões finais:

a)Se passamos horas a frente da televisão e não temos tempo para orar, meditar na Palavra de Deus, assistir e educar nossos filhos, está havendo uma inversão de valores. 
     b) faças um levantamento de como você gasta o seu tempo. 
     c) A sua vida está tendo sentido em que? Bases sólidas ou frágeis? É consistente sua visão de futuro? Se é que tem! Ou gira em torno de futilidades.
    d) A que você está mais apegado atualmente? Corrija os exageros, as distorções. Reveja sua escala de valores...

Subsídios:

NÃO SOU A CONTRA A CRIAÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, CONTUDO, CHAMO À ATENÇÃO PARA OS EXAGEROS.

       1. Hoje temos grife para animais, estofados para animais, desfile de beleza para animais. 
      2. A indústria de rações e outros produtos para consumo animal, nunca faturou tanto, em toda a sua história.
       3. Há mulheres vivendo com cachorros como seu companheiro.
4.Temos falado muito de como o diabo tem destruído famílias, pela separação, desamor, infidelidade conjugal, falta de comunicação, violência no lar...ao tempo que nunca assistimos tantos filmes onde os personagens principais são animais heróis se falando entre si pelos cotovelos. E mais, seus donos, seus inimigos se comunicando com eles.  Verdade é, nós humanos estamos vivendo como animais irracionais e indústria de entretenimento humanizando os animais. Na China, quem matar um urso panda, sofre prisão perpétua...
5. Há filhos sendo criados como animais, e animais como filhos. 76% dos americanos, consideram que os animais de estimação, são membros da família.   
6. Em um país na Ásia, 75% dos pais permitem que os animais de estimação durmam com seus filhos, ou seja, na mesma cama.
7. Vejo esse comportamento social como uma nova modalidade de Panteísmo pós-moderno. E os animais sendo endeusados.

Samuel P M Borges

Abraço!

sábado, 22 de outubro de 2016

O que é Erário Público?

Erário significa tesouro público, é um termo oriundo do latim, aerarium. Erário é o dinheiro que o Governo dispõe para administrar o país, é o conjunto de bens, composto pelos recursos financeiro, tesouro nacional etc.

O erário é controlado pelo Fisco, que é um conjunto de órgãos da administração pública, que tem o objetivo de arrecadas e fiscalizar tributos, portanto é o conjunto de valores pertencentes ao Estado.

Erário público é, na verdade, um pleonasmo, que é uma expressão redundante, que a segunda palavra tem o mesmo sentido que a primeira. Neste caso, se erário já significa o tesouro e bens do Governo, obviamente, o erário será sempre público, não sendo assim necessário o uso da palavra público.

(Como tenho utilizado termo erroneamente, achei por bem divulgar o seu significado, visando evitar o pleonasmo).

Fonte: https://www.significados.com.br – pesquisa em 21/10/2016

Samuel P M Borges

Abraço!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Paixão ou Amor

Paixão ou Amor? Saiba a Diferença!


 Quando nós namoramos, temos sentimentos de amor para com a outra pessoa, mas precisamos tomar cuidado para não perder a objetividade. Objetividade é a habilidade de, mentalmente, avaliar as coisas como realmente elas são, em vez de ser manipulado pelos sentimentos. Muitos jovens têm tomado decisões precipitadas porque perderam a sua objetividade, casando com a pessoa errada, descobrindo somente depois que não era amor, mas simplesmente paixão romântica. Deus é a única pessoa que pode pensar objetivamente, isto é, Ele faz decisões baseadas no entendimento completo da situação. Por isso, Ele é capaz de nos dirigir nesta área. Cabe a nós esperar nEle para fazermos decisões corretas em nosso namoro. Vamos ver a diferença entre amor e paixão romântica.


PAIXÃO ROMÂNTICA

É um impulso emocional de amor. É baseada em um conhecimento superficial de outra pessoa e não passa pelas provas de tempo e circunstância.
O mundo encara o amor como um sentimento intenso de duas pessoas que se consideram certas uma para a outra. Estes sentimentos se tornam tão fortes que o casal conclui que deve casar. Quando ambos perdem este sentimento, acham que nunca houve amor, tendo então como única solução o divórcio. O mundo confunde paixão romântica com amor.

AMOR

É uma necessidade emocional e um ato da vontade que responde a uma avaliação intelectual da personalidade total de outra pessoa.

      Expressões como: "o amor é cego", "amor à primeira vista" , não têm sentido e discordam da definição bíblica. Vejamos essa definição em I Coríntios 13. 4-7:

O amor é paciente

O amor que é paciente leva tempo para conhecer a outra pessoa e o seu caráter. Se você sente que tem amor por ele (a), o tempo é seu maior amigo.

O amor precisa de tempo

O amor é sempre um processo de crescimento, e crescimento precisa de tempo. Uma palavra de aconselhamento: enquanto você está namorando, envolva-se com várias atividades diferentes que o (a) colocarão e a seu parceiro (a) em situações reais. Isto dará oportunidade de observar as reações dos dois em meio a vários tipos de pressões e circunstâncias.

   A paixão tem pressa em se envolver romanticamente para que os sentimentos de amor possam ser preservados ou para ter a segurança de que a outra pessoa não vai abandoná-la. O perigo da pressa é que a pessoa diz e faz coisas para preservar os sentimentos de amor que, porém, não se conservam por muito tempo.

  A paixão romântica procura mudar a personalidade básica e o estilo de vida de seu parceiro para moldá-la (o) ao tipo de pessoa que ele (a) idealiza.

A paixão romântica não pode mudar estas características negativas da outra pessoa. A mudança do seu parceiro vem através de um amor profundo, muita paciência e submissão à obra do Espírito Santo. O amor verdadeiro aceita a pessoa como é e não como gostaria que fosse. Foi esse o amor de Deus para conosco. Deus demonstrou Seu amor para conosco, tendo paciência e não nos manipulando como objetos. O amor diz ao seu parceiro:

A. Eu aceito você como é agora.
B. Você é bonito (a) (mesmo não sendo).
C. Você está de bom humor (mesmo irritado/a).
D. Você é pontual (mesmo estando atrasado/a).
E. Você é sensível (mesmo quando não é).

O Amor é benigno

A tendência da paixão romântica é esquecer rapidamente os atos de bondade. No início do seu namoro com alguém que você gosta muito, parece muito fácil ser benigno. O amor genuíno será provado através dos anos nas lutas e provações que ambos enfrentarão.

O problema com o relacionamento baseado na paixão romântica é a inconsistência em dar de si mesmo para seu parceiro. O relacionamento baseado na paixão romântica se desfaz facilmente e, ao invés de ser algo agradável, torna-se um peso na vida do casal. O amor é um sentimento maravilhoso porque está disposto a dar, dar e ainda dar. Se você notar que a sua disposição em dar é esporádica, seria sábio verificar se existe mesmo amor.

Um relacionamento de namoro é bem sucedido quando duas pessoas com personalidades diferentes compartilham uma com a outra tudo o que elas são, tudo o que fazem e seus sonhos para o futuro. Enquanto duas pessoas crescem e compartilham entre si, é importante que cada uma desenvolva outros relacionamentos de amizade. Isso vai ajudar no crescimento, enquanto estão separados um do outro.

A paixão romântica é baseada na emoção que não tem passado pela prova de tempo e circunstância. Assim, a pessoa pensa que é importante manter o sentimento de amor; consequentemente, os pontos de irritação ficam encobertos evitando-se assim ter que enfrentá-los. O amor não faz romantismo com as realidades da vida, mas procura ser aberto e enfrentar as dificuldades e resolvê-las com sinceridade.

PERGUNTAS QUE O AJUDARÃO A DISCERNIR SE O SEU RELACIONAMENTO É REALISTA E HONESTO, OU NÃO.

A. Há fraquezas em sua vida que você procura esconder do seu parceiro pois teme que, se descobertas, podem provocar o rompimento do seu relacionamento?
B. Há assuntos controvertidos que vocês evitam pois temem "criar encrencas"?
C. Seu parceiro possui fraquezas na área de atitudes e comportamentos que você gostaria de conversar com ele, mas sente medo?

         Se você respondeu sim a qualquer uma dessas perguntas, então seu relacionamento está necessitando de mais objetividade e honestidade.

O amor verdadeiro procura resolver a exasperação. O amor sabe que todo relacionamento tem que passar por provações e tempos difíceis. O amor sabe que, fugindo das dificuldades, somente piorará a situação. O amor real usará a tribulação para que o relacionamento se torne mais profundo.

Gênesis 2.24 – “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.”

Provérbios 3.5-6 - "Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus carninhos e ele endireitará as tuas veredas.”

Fonte: https://www.facebook.com/notes/segredos-de-princesa
(Extraído de uma das Apostilas do Pastor Jaime Kemp)



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Deus e a Idolatria


Gênesis 12.1-3 - Quando Deus chama Abraão e a partir dele forma o povo de Israel, no decálogo (Êxodo 20.1-5), Deus estabeleceu a maneira, o modelo de culto, de adoração sem utilização de imagens de esculturas. Deus, o Criador, estava erguendo em meio o paganismo a bandeira do monoteísmo – a crença em só Deus Verdadeiro.
Vejamos alguns textos:

a) Êxodo 20.1-6 – “ENTÃO falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

b) Levítico 26.1 - “Não farás para vós ídolos...”

c) Deuteronômio 7.25-26. - “Destruirás imagens à fogo dos cananeus, pois eram abomináveis a Deus...” Este fato se realizou com a conquista de Israel na terra dos cananeus.

d) Deuteronômio 6.13 a 15. - “Servir outros deuses, provoca a ira de Deus...”.

e) Salmos 106.36-38 - “Israel caiu no pecado de servir aos ídolos, e ao ponto de sacrificar filhos e filhas aos ídolos de Canaã, na verdade, aos demônios.

f) Salmo 115.1 a 8 (tradução Protestante) -“As imagens são obras das mãos dos homens...”. E Salmo 113.1 a 8 (tradução Católica Apostólica Romana”).

g) Isaías 45.20 - Nada sabem os que conduzem suas imagens de escultura em “procissão e rogam a um deus que não pode salvar”...

Como Deus é Espírito, deve ser adorado em espírito e em verdade (João 4.24), não admite nenhuma forma ou tentativa de materialização de fé. É prática pagã e leva ao politeísmo, o culto e crença em vários deuses e mediadores.

Deus não divide a sua glória com ninguém e nem o seu louvor com imagens de esculturas.

Isaías 42.8 – “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de esculturas”

Deus deixa claro no texto sagrado que o idólatra não entrará no seu reino. Ou seja, está arrolado entre os que ficarão de fora, na eternidade.
         
a) I Coríntios 6.10 - “Os idólatras não herdarão o Reino de Deus”.

b) Atos 15:20 - Aos cristãos primitivos recomendou-se:“...Abstenham-se das contaminações dos ídolos).

c) Efésios 5.5 - “Os idólatras não têm herança com Cristo e com Deus...”

d) I João 5.21- Recomendação amorosa do apóstolo João em: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos...”

e) Ap 22.15 - “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira”

Há, basicamente, nas Escrituras, três tipos de adoração: a falsa, a vã e a verdadeira.

Adoração falsa – Mateus 23.27 – “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia”

Adoração vã - Mateus 15.9 – “Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.

Adoração verdadeira – João 4.23-24 – “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”

O centro da discussão, a essência do tema é: A prática idolátrica desvia de Deus a adoração, desvirtua o culto genuíno à Aquele que é digno de toda adoração, louvor e glorificação. E por extensão, um “ídolo” é tudo aquilo que toma o lugar número 1 de Deus em nossas vidas. Este ídolo pode ser o cônjuge, filhos, um vício, a tradição, dinheiro, um esporte, um clube de futebol, um hobby, etc...

Conclusão reflexiva:
a)    Está evidente à luz da Bíblia o quanto é abominável, aborrecível e repudiada por Deus a prática da idolatria. Seja qual for o meio ou forma: ídolos físicos, imagens em vídeos ou digitais, gravuras, turismo religioso sob pretexto de desenvolvimento regional, etc. Não se deixem enganar com as facilidades tecnológicas. Deus não mudou e nem mudará. É imutável.
b)  Nenhum sistema religioso ou tradição religiosa é segurança de salvação:Assim escreveu o apóstolo Pedro:
I Pd 1.18-19 – “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado”.

        c) A minha oração é que Deus nos conceda graça e entendimento pelas Escrituras, não pela religião de A ou de B. O ponto de partida é crê ou não crê nas Escrituras como a revelação de Deus escrita à humanidade.

Samuel Borges
Abraço!


domingo, 9 de outubro de 2016

Elber César, 1930-2016 – Lamento...

Em homenagem ao Rev. Elben César...

É com pesar que a família e a Editora Ultimato comunicam o falecimento do pastor Elben Magalhães Lenz César. Aos 86 anos, Elben César morreu hoje, quinta-feira, dia 6 de outubro de 2016, às 1h08 min., no Hospital Madre Tereza, em Belo Horizonte, MG, vítima de uma parada cardíaca, resultado das complicações clínicas enfrentadas nos últimos 29 dias de internação, após uma queda, em casa. Ele era casado com Djanira Momesso César, pai de cinco filhas, avô de dez netos e bisavô de quatro bisnetos.

O culto de gratidão por sua vida será realizado na Igreja Presbiteriana de Viçosa, às 9h desta sexta-feira, dia 7 de outubro e, em seguida, o sepultamento acontecerá no Cemitério Colina da Saudade, em Viçosa, MG.

O texto bíblico que nos consola é também um dos preferidos dele: Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti (Is 26.3).
E, claro, também nos anima a sua lembrança insistente em zombar da morte apelando para a ironia do apóstolo Paulo: “Onde está, ó morte, a tua vitória?” (1Co 15.55). Ironia porque a resposta à pergunta vem antes, da lavra do mesmo escritor: “O último inimigo a ser destruído é a morte” (v. 26). Assim, antecipando o riso futuro e sem sair do mesmo capítulo 15 da primeira carta aos Coríntios, reafirmamos as últimas linhas: “Meus queridos irmãos, sejam fortes e firmes, sempre dedicados ao trabalho do Senhor, pois vocês sabem que nada do que vocês fazem para o Senhor é inútil” (v. 58).

Linha do Tempo


Elben M. Lenz César  (1930-2016) nasceu em Campos dos Goytacazes, RJ, era casado com Djanira Momesso César e tinha cinco filhas, dez netos e quatro bisnetos. Era jornalista e pastor presbiteriano. Formou-se no Instituto Bíblico de Pedra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, em 1954, e serviu como missionário na Zona da Mata de Minas Gerais e em Porto Alegre, RS, entre 1955 e 1970. Exerceu por longos anos o pastorado da Igreja Presbiteriana de Viçosa, MG, da qual era pastor emérito. Foi o fundador e diretor da revista Ultimato desde a sua primeira edição, em janeiro de 1968. Foi também fundador da Rebusca – Ação Social Evangélica Viçosense e do Centro Evangélico de Missões (CEM), dos quais era presidente honorário. Publicou Práticas DevocionaisRefeições Diárias com o Sabor dos Salmos, Refeições Diárias com os Discípulos, Refeições Diárias com Jesus, Por que (Sempre) Faço o Que Não QueroSou Eu, CalvinoPara Melhor Enfrentar o SofrimentoSúplicas de Um Necessitado, entre outros.

Abril de 1930 – Nasce em Campos dos Goytacazes, RJ.

Fevereiro de 1951 a Dezembro de 1954 – Estuda no Instituto Bíblico de Pedra de Guaratiba, RJ.

Outubro de 1954 (Rio de Janeiro) – Abre o coração com a futura esposa, dizendo-lhe que sente grande necessidade de repartir com os outros as belezas que encontra na Palavra de Deus.

Fevereiro de 1956 – É ordenado pastor pelo Presbitério de Juiz de Fora, MG, e casa-se com Djanira Momesso em Mogi das Cruzes, SP.

Agosto de 1963 (Viçosa, MG) – Depois de várias tentativas, consegue um horário na Rádio Montanhesa de Viçosa, com a condição de apresentar um programa noticioso. Começa a preparar o Informativo Evangélico, com notícias internacionais, nacionais, regionais, históricas e… notícias da Bíblia. É obrigado a assinar jornais e revistas de várias denominações evangélicas para ficar bem informado. Aprende a selecionar e condensar notícias. Escreve tudo à mão. Neusa bate à máquina. Walace e Daison leem as notícias imitando o repórter Esso.

Maio de 1966 (São Paulo) – O presbítero Paulo César pede-lhe para escrever a história de alguns de nossos jornais evangélicos para publicação no Brasil Presbiteriano. Faz um longo trabalho de pesquisa e descobre que quase todos os jornais do passado vieram a lume para evangelizar o Brasil. A Imprensa Evangélica (1864), o primeiro jornal evangélico brasileiro, diz que “o anúncio do evangelho não pode depender só do púlpito”. O Púlpito Evangélico (1874) foi lançado com o propósito de levar “as mesmas doutrinas que chamam ao arrependimento” a milhares de leitores, já que “o número de pregadores é ainda pequeno”. O Salvação de Graça (1875) surgiu com o objetivo de “chamar os homens das trevas à luz de Deus, guiar os pecadores ao Salvador e edificar na verdade”. A Sociedade de Tratados Evangélicos (1883) veio à luz para produzir folhetos de evangelização “da lavra de brasileiros, em língua escorreita, refletindo o nosso temperamento e feitio”. O Evangelista (1885) tinha a ideia fixa de evangelizar. O Puritano (1898) foi lançado pela Associação de Propaganda da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro para fazer propaganda do evangelho, numa época em que apenas 0,3% dos 700 mil habitantes da velha capital frequentavam os templos evangélicos. A revista Fé e Vida (1930), depois Unitas, apareceu para evangelizar a elite brasileira. Nenhum desses jornais e revistas existe mais. Os periódicos existentes, muitos e de boa qualidade, em geral só visam os leitores crentes e servem suas próprias denominações. Fica muito surpreso com essa constatação, sobretudo porque na época há muito mais recursos humanos e materiais.

Junho de 1966 (São Paulo) – Vem-lhe à cabeça a tímida ideia de suprir a lacuna existente e fundar um jornal que chame a atenção de não-crentes. Escreve a pessoas competentes de quatro diferentes denominações – Henriqueta Rosa Fernandes Braga, Flamínio Fávero, Mário Barreto França e Augusto Gotardelo – e ao pai, Benjamim César, expondo a ideia e pedindo opinião. Para sua surpresa, todos respondem à carta e põem mais lenha na fogueira. Começa a orar sobre o assunto com a antiga namorada, então esposa.

Novembro de 1967 (Barbacena, MG) – Escreve ao conselho da Igreja Presbiteriana de Viçosa, da qual foi um dos fundadores e o primeiro pastor, perguntando se eles podem dar o empurrão inicial, pagando as despesas gráficas do primeiro número do jornal que pretende lançar no início de 1968, ainda sem nome. A resposta é positiva.

Dezembro de 1967 (Barbacena) – Eufórico por ter conseguido, com a bênção de Deus, o primeiro programa radiofônico evangélico na história de Barbacena, dirige-se à Rádio Correio da Serra para dar início a esse programa. O deputado Andradinha chama-o à parte e diz que teria de voltar atrás na concessão do horário porque havia recebido um ultimato do padre Hilário: se os protestantes entrassem, ele deixaria de apresentar o programa católico. Impressionado com a força de um ultimato e lembrando-se das palavras gravadas na parede externa do templo da Igreja Presbiteriana de Barbacena– “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Is 55.6) – entende que o nome do jornal pode ser Ultimato. Perde o programa de rádio, mas ganha o nome do jornal.

Janeiro de 1968 (Barbacena) – Impresso na Gráfica Cidade de Barbacena, sai o primeiro número de Ultimato, um tabloide de oito páginas em papel jornal. São 10 mil exemplares. A esposa, as filhas e a sogra dobram um por um. Solenemente colocam nas mãos de Deus a trajetória que o jornal deve descrever, para glória e louvor de seu Filho Jesus Cristo.

Janeiro de 1971 – Depois de mudar de cidade três vezes nos três primeiros anos – Barbacena (1967), Porto Alegre, RS (1969), e Campinas, SP (1970), Ultimato fixa-se definitivamente em Viçosa.

Março de 1976 – Depois de 86 números (janeiro de 1968 a dezembro de 1975), Ultimato deixa de ser jornal e se torna revista, inicialmente com vinte páginas.

1976 – Compra o “Anuário Católico” para copiar e gravar o nome e o endereço de milhares de paróquias católicas do Brasil nas antigas chapinhas de endereçamento para enviar-lhes gratuitamente a revista Ultimato.

1985 – É organizada a Editora Ultimato, com o propósito de dar continuidade à revista Ultimato e publicar também livros.

Março de 1993 – Inaugura a publicação de livros da Editora Ultimato com o título “Deixem que Elas Mesmas Falem”, de sua autoria.

1993 – Publica “Entrevistas com William Carey” e “Em Letras Grandes” (v. 1).

1994 – Publica “Práticas Devocionais” e “Entrevistas com Ashbel Green Simonton”.

1995 – Publica “Deixem que Elas Mesmas Falem” e “Não Perca Jesus de Vista”.
Janeiro de 1996 – Com 28 anos de circulação e 232 edições publicadas, Ultimato passa a ser impressa em cores.

1996 – Publica “Desça do Elevador” e “Súplicas de Um Necessitado”.

Março de 1997 – Ultimato publica as primeiras “Cartas à Redação” recebidas por e-mail.

1997 – Publica “Dicionário dos Desprovidos”.

Agosto de 1998 – É inaugurada a sede própria da Editora Ultimato.

1998 – Publica “Antes de Amarrar Satanás”.

1999 – Publica “Devocionais para Todas as Estações”, com colaboração de vários, e “O Mineiro com Cara de Matuto ao Redor do Mundo”.

2000 – Publica “Em Letras Grandes” (v. 2), “História da Evangelização do Brasil” e “Pastorais para o Terceiro Milênio”.

2001 – Publica “A Pessoa Mais Importante do Mundo” e “Práticas Devocionais – estudos bíblicos”.

2002 – Publica “Os Mortos do Mar” e “Só Eu e Deus”.

2003 – Publica  “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos”.

2004 – Publica “Olhe para o Alto” e “Refeições Diárias com os Profetas Menores”.

2006 – Publica “Conversas com Lutero”.

2008 – Publica “Para (Melhor) Enfrentar o Sofrimento” e “Cartas a Ultimato”.

2009 – Publica “Mochila nas Costas e Diário na Mão”.

2010 – Publica “Refeições Diárias com Jesus”.

2011 – Publica “Por Que (Sempre) Faço o que não Quero?” e “Refeições Diárias”.

2013 – Publica “Refeições Diárias com os Discípulos”.

2014 – Publica “Sou Eu, Calvino” e “Teologia para o Cotidiano”.

2015 – Publica “De Hoje em Diante”.

Setembro de 2016 – Escreve seu último artigo, para a edição 363 da revista Ultimato.


Fonte: http://ultimato.com.br/sites/elbencesar/linha-do-tempo
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