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quarta-feira, 16 de julho de 2025

Filósofos e a Bíblia.

 


“Zenão? Crescas? Spinoza? Spengler? Quem se lembra? Quem conhece? São inúmeros os pensadores que fizeram sucesso um dia e definiram a vida de muitos! Por que fenecem?

Todavia eu me pergunto como e porque Gênesis, Salmos e os Evangelhos sempre cativam o coração de filósofos, cientistas, crianças, esportistas, artistas e religiosos?

É curioso observar de os grandes pensadores sempre fizeram um recorte limitado da realidade e falaram para um contexto de sua época. O Zeitgeist os delimitou. O fluxo da história e a heterogênea experiência humana logo sepulta a relevância de suas ideias.

E o que é que o texto bíblico tem? Por que fascina e prevalece? A Palavra do Senhor permanece para sempre (I Pd 1.25). Em sua amplitude única a Bíblia combina elementos que tocam na essência de todas as áreas internas do coração e da experiência humana. O mosaico bíblico é obra de arte magistral. Não é recorte simplista. O mais sábio pensador é um fragmento.

A Bíblia é o mosaico nítido e diverso. Cativa. O pensador instiga, a Bíblia faz mais, inspira, pois inclui o mistério e o insondável permeando suas declarações de verdade. Mas, isso não explica tudo.

O teor de confrontação do texto é o seu tempero forte inesquecível. Não só é um contraponto a propostas antigas, mas se ergue em crítica feroz contra seus protagonistas e o próprio leitor.

É ferida que cura. É extração de tumor. É a derrota do marketing supérfluo.

Mas, talvez o segredo maior da Palavra Divina está no seu feitio simples, que humilha todo elitismo. Filósofo fala difícil, cria um mundo hermético que até é difícil de explicar. A Bíblia? Tem história da cobra, do gigante, do leão, da menina, do baixinho e da cruz. Histórias que unem céu e terra. Ligam o mundo das coisas, das ideias e das palavras. Fazem rir e chorar, refletir e dançar. Numa combinação de santo temor e sagrada euforia, trazem vida que a toda derrota desafia.

Quem da Bíblia bebe não morre, nem envelhece. É fôlego eterno e para o dia-a-dia. É o sorriso da tartaruga que desbanca a lebre prepotente.

Tenho visto que toda perfeição tem limite; mas não há limite para o teu mandamento. Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro (Sl 119.96)”.

Por Luiz Sayão – Paulista (1963-) - É um teólogo, linguista, hebraísta (USP) e pastor batista brasileiro. Ele é conhecido por seu trabalho como tradutor da Bíblia, tendo participado das versões NVI (2000), Almeida 21 e A Mensagem. Além disso, é conferencista internacional, professor na área bíblica e autor de diversos livros e materiais de estudo bíblico (IA).

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

O mau uso da Bíblia

II Tm 3.16-17 – “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra”.

Introdução

1.A Bíblia é o livro chave para uma fé sólida, corretamente orientada, ao Deus Criador dos céus e da terra.

2.Muitos são os deuses criados pelos homens; outros fazem do seu Eu o seu deus, outrens, a ciência.

3.Deus procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade (João 4.23). Toda tentativa de materialização da fé no culto a Deus é perigosa para levar ao engano e a manipulação.

4.Há pessoas que se satisfazem com uma vida religiosa e não tiveram um encontro pessoal com o Deus verdadeiro.

5.Crenças genéricas não nos leva a Deus. A Bíblia aponta um só caminho para Deus: Jesus Cristo (João 14.6).

I – Falsos ensinadores da fé

1.São aqueles que aprendem da religião, mercantilizam o Evangelho de Jesus e a Ele não o seguem nem se submetem. E ainda fazem da piedade causa de ganho (I Tm 6.3-8).

Mateus 7.21-23 – “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.  Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”.

2.São daqueles de quem Paulo falou: “Aprendem, aprendem...e não chegam ao conhecimento da verdade (II Tm 3.5,7).

3.Tem aqueles que interpretam a Bíblia para defender seus dogmas eclesiásticos e a eles estão presos e amordaçados (II Pd 3.16; Mc 7.6-7).

4.Existem grupos que entraram na onda do modernismo/liberalismo teológico, distorcem o Teísmo bíblico e difundem heresias contrárias ao caráter, à pessoa do próprio Deus, questionando atributos como sua onipotência e onisciência.

Isaías 46.9-10 – “Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim; que anuncio o fim desde o princípio e, desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade”. (No texto Deus se revela o único Deus verdadeiro e fala da sua onisciência).

5.Alertemos para as advertências de Jesus e dos apóstolos (Mt 24.11,29; II Co 11.13-14; I Pd 2.1; I Jo 4.1).

I João 4.1 – “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”.

II – Em matéria de fé e religião muitos pensam erroneamente por ignorância das Escrituras

1.A Bíblia menciona os falsos mestres e pregoeiros. Mas, tem quem afirme que toda religião é boa, se fala de Deus, leva a Ele...

II Co 11.13-14 – “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”.

2. Há o grupo dos que confiam na voz do coração, quando a Bíblia diz: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso, quem o conhecerá? (Jr 17.9). Coração no texto refere-se a natureza humana caída. É um erro grave confiar na natureza humana corrompida (Jr 17.5).

3.Outros seguem as suas tradições herdadas e precisam experimentar um encontro pessoal com Cristo, assim como foi com Zaqueu, o apóstolo Paulo. E até filhos de crentes e cristãos carecem de suas experiências.

I Pedro 1.18-19 – “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado”.

4.Muitos vivem em torno de superstições, crenças infundadas, carregados de preconceitos e lendas, ao invés de seguir a Cristo Jesus, a luz do mundo (João 8.12).

5.Existem os que querem Deus como Pai, cuidador, provedor, porém veem a Bíblia como um mero livro religioso e de crendices.

III – A palavra de Deus como prumo da fé salvífica.

1.Não basta fé genérica em Deus, sem direção, sem segurança de salvação. Em Jesus podemos ter certeza de redenção (João 5.24).

Redenção - Ato de redimir ou remir, resgatar, quitar, libertar da pena ou dívida. Perdoar pagando o preço. Assim fez Jesus pelo arrependido (Atos 3.19).

2.Na Bíblia encontramos o Plano Divino da redenção Humana (Jo 3.16)

3.Pelas Escrituras aprendemos a nos preparar para o além-túmulo sem falsas esperanças. Aos homens estão ordenados morrer uma só vez e virá o juízo (Hb 9.27). Isto é, não haverá segunda oportunidade para arrependimento. Muito menos, vidas múltiplas.

4.É um grande erro examinar as Escrituras, pois elas testificam do Salvador Jesus, o Cristo e não se render a Ele e segui-lo.

João 5.16-18;39-40 - Nos textos Jesus admoestava, confrontava os judeus, na medida em que se revelava ser o Filho de Deus:

João 5.39-40 - “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam. E não quereis vir a mim para terdes vida”.

IV – Aprendamos a forma correta de considerar a Bíblia, como a Palavra de Deus revelada.

Hebreus 4.12 – “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e propósitos do coração”.

1.Não falsificando o seu teor (II Co 2.17.4.2).

2.Nada a ela acrescentando ou diminuindo (Dt 4.2;13.32; Ap 22.18-19).

3.Encontrando nela exemplos de fiéis a imitar (II Tm 4.12), pois há uma tendência de apontar maus exemplos e generalizar sobre o grupo a que pertencem e não seguem os bons exemplos. Nada pode contra a verdade, senão pela verdade.

Zoe Lilly, cantora e psicanalista cristã, disse: “Se desistirmos na nossa jornada com Deus por causa de péssimos exemplos, provamos que estávamos caminhando somente com os homens e não com Deus”. Ou seja, quem decepciona somos nós, seres falhos e imperfeitos, não Deus.

Conclusão

1.A Bíblia é o livro da verdade de Deus aos homens e sabemos que mundo incrédulo odeia a verdade.

João 3.18-21 – “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus”.

2.A Bíblia é o livro das promessas de Deus, não de homens. Todavia, só as alcançam os que nele creem e dão crédito à sua Palavra. 

Hebreus 11.6 - “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam”.

3.Um conselho: Não te acomodes com uma religião, examinas tuas crenças pelo crivo das Escrituras.

4.Tradições religiosas (hinduísta, romana, evangélica, budista...) não habilitam ninguém para o céu. Pode até distanciar o religioso de Deus. Mas, em Jesus Cristo há segurança de vida eterna. Amém!

João 6.68 – “Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna”.

 

Por Samuel Pereira de Macêdo Borges

Natal/RN, 05/08/2024.

domingo, 14 de agosto de 2022

A Bíblia é uma Novidade Antiga com a Mensagem Atual.

 

Sua linguagem é uniforme

Sua humanidade é homogênea

Sua psicologia é contemporânea

Culturalmente sem discriminação

Sua antropologia é científica

Sua memória é incontestável

Sua integridade é irrefutável

Sua geografia é exata

Perfeita em sua natureza

Sua genialidade é divina

Seu sucesso é constante

Suas profecias confirmadas na História

Seu otimismo é indestrutível

Inesquecível pelo seu impacto

Sua realidade é inegável

Suas promessas são cumpridas

Sua inspiração é sobrenatural

A Bíblia é a inerrante e infalível Palavra de Deus.


Fonte: Livro do Pr. Francisco Cícero Miranda com adaptações/alterações.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN, 14/08/2022.

Pós-Modernidade - Modernidade Líquida

“Modernidade líquida” – É termo, entre outros, para teóricos dizerem, a partir da década de 50, o que entendem da era Pós-moderna.

Deduções, a partir do artigo A Modernidade Líquida - Fonte: Jornal Ação – ANABB Set/Out/2014.

As ideias e as ações não têm bases sólidas.

As atitudes e pontos de vistas são de acordo com as circunstâncias.

As pessoas não constroem relacionamentos, elas fazem conexões.

Conexões se desfazem a qualquer momento.

Paciência é um vocábulo ignorado.

Predominam a artificialidade, a superficialidade e o mundo virtual.

Informações raramente geram conhecimentos e as conclusões são precipitadas.

Predomina o individual sobre o coletivo.

Intolerância agressiva nas divergências de opiniões.

Há pessoas que tratam os pensam diferente deles, como inimigos mortais.

O desejo de morte dos que pensam diferentes, está até nas redes sociais.

E finalmente, não distinguem ideologia de ponto de vista.

“A era do vazio”, “o fim das certezas”, “cultura líquida”, “pós-verdade” são termos para nomear o mesmo fenômeno cultural: A Pós-modernidade.

O novo paradigma cultural está em oposição ao Cristianismo, forçando a destruição do conjunto de valores ético-morais e espirituais. 

Por trás de tudo isto, está o relativismo bradando: Não há valores perenes ou absolutos.  Não existe parâmetro para medir o certo ou errado. Julgar depende do ponto de vista de quem julga ou analisa.

De modo que o cristão bíblico crê, pensa e vive a fé cristã pautado nas Escrituras Sagradas. E não tem como ser diferente. A Bíblia é a âncora da nossa fé.

Salmos 119.105 – “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho”.

João 5.39 – “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam”.

II Timóteo 3.16-17 – “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”.

I Timóteo 1.15 – “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal”.

Hebreus 4.12 – “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN, 14/08/2022.

domingo, 12 de dezembro de 2021

Semana da Bíblia

 

Semana da Bíblia na ADBrasil 


O livro de Deus escrito à Humanidade. O livro dos livros. Nele se contém:

a) O maior romance da História –  O amor de Deus pela humanidade.
b) A maior pergunta da vida - “Que farei para herdar a vida eterna?”
c) A revelação de Deus aos homens - E o ápice é a pessoa de seu bendito e unigênito Filho – Jesus Cristo. 
“O verbo que se fez carne e nós vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”.

Na Bíblia encontramos a realidade do pecado sobre todo o gênero humano. É o livro que afastará o homem do pecado, ou o pecado afastará o homem da Bíblia. Escrita por cerca de 40 escritores, num espaço de tempo de quase 1500 anos. Porém, mantém a sua unidade consistente na revelação da Divindade, seus propósitos para com o homem na Terra e para a eternidade.

Não foi escrita para servir de objeto de magia. Nem tão pouco de amuleto, nem para ser objeto de idolatria e sim para ser obedecido e vivido. A Bíblia é o livro mais lido em todo o mundo. Nos grandes meios acadêmicos atuais, é um intelectual completo quem conhece o mínimo necessário da Bíblia Sagrada.

Todos, homens e mulheres, precisam examinar as Escrituras:

Para compreenderem o amor de Deus (Jo 3.16; Ef 3.17-19).

Para serem sábios (Sl 111.10).

Para serem Bem-aventurados (Sl 119.1).

Para não pecarem (Sl 119.11).

Para evitarem o inferno (Jo 5.24).

Para conhecerem a verdade e a liberdade (Jo 8.32).

Para encontrarem a Cristo (Jo 14.6).

Ainda para refletirmos:
  
A. Monod – “A Bíblia é um livro perigoso: para a incredulidade, porque a confunde; para o pecado, porque o condena; para o mundo, porque o acusa; para satanás, porque o destrona; para as falsas religiões porque as desmascara”.

I. Simonetti – “A Bíblia é a revelação que renova o homem, ilumina sua mente, inclina seus desejos para o bem, enche-nos de santos afetos e prepara-nos para a vida celestial”.

John Wesley – “Você pode não entender tudo o que lê na Bíblia, mas pode obedecer a todos os ditames que compreender”.

Walter B. Knight – “Há homens que rejeitam a Bíblia, não porque ela se contradiz, mas porque ela lhes contradiz”.


Por Samuel Pereira de Macedo Borges 

Natal/RN,  Dezembro de 2019.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O Dia da Bíblia


Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI. O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia.

No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários cristãos evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).

E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela entidade, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede a data. Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.

Hoje, as celebrações se intensificaram e diversificaram. Realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e distribuição maciça de Escrituras são algumas das formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida.

A Bíblia

O livro de Deus escrito à Humanidade. O livro dos livros. Nele se contém:

a) O maior romance da História –  O amor de Deus pela Humanidade.

b) A maior pergunta da vida: “Que farei para herdar a vida eterna?”

c) A revelação de Deus aos homens - E o ápice é a pessoa de seu bendito e unigênito Filho – Jesus Cristo. “O verbo que se fez carne e nós vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”.

Na Bíblia encontramos a realidade do pecado sobre todo o gênero humano. É o livro que afastará o homem do pecado ou o pecado o afastará da Bíblia. Escrita por cerca de 40 escritores, num espaço de tempo de quase 1500 anos. Porém, mantém a sua unidade consistente na revelação da Divindade, seus propósitos para com o homem na Terra e para a eternidade.

Não foi escrita para servir de objeto de magia. Nem tão pouco como um amuleto, nem para ser objeto de idolatria e sim para ser obedecido e vivido. A Bíblia é o livro mais lido em todo o mundo. O livro indestrutível.

Nos grandes meios acadêmicos atuais, é um intelectual completo quem conhece o mínimo necessário da Bíblia Sagrada.

Todos, homens e mulheres, precisam examinar as Escrituras:

Para compreenderem o amor de Deus (Jo 3.16; Ef 3.17-19).

Para serem sábios (Sl 111.10).

Para serem Bem-aventurados (Sl 119.1).

Para não pecarem (Sl 119.11).

Para conhecerem a verdade e serem libertos (Jo 8.32).

Para conhecerem a Cristo (Jo 14.6).

Para evitarem o inferno (Jo 5.24).

Para Refletir:
  
A. Monod – “A Bíblia é um livro perigoso: para a incredulidade, porque a confunde; para o pecado, porque o condena; para o mundo, porque o acusa; para satanás, porque o destrona; para as falsas religiões porque as desmascara”.

I. Simonetti – “A Bíblia é a revelação que renova o homem, ilumina sua mente, inclina seus desejos para o bem, enche-nos de santos afetos e prepara-nos para a vida celestial”.

John Wesley – “Você pode não entender tudo o que lê na Bíblia, mas pode obedecer a todos os ditames que compreender”.

Walter B. Knight – “Há homens que rejeitam a Bíblia, não porque ela se contradiz, mas porque ela lhes contradiz”.


Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN,  Dezembro 2019. Revisão dezembro 2024.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A Bíblia em 2.551 línguas


Este é o número mais atual de línguas que possuem, pelo menos, uma parte da Bíblia traduzida. A informação é do Relatório Mundial de Tradução de Escrituras de 2013, publicado pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU).

Região
Partes da Bíblia
Novos Testamentos
Bíblias
Total
África
212
340
196
748
Ásia
206
267
146
619
Oceania
135
273
40
448
Europa
110
41
63
214
América do Norte
40
31
8
79
Caribe, América Central e América do Sul
98
305
37
440
Línguas construídas
2
0
1
3
Total
803
1257
491
2551


Fonte:Revista Ultimato - Seção ultimato Online - Janeiro/fevereiro 2015.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

ERROS NA BÍBLIA

A Bíblia está CHEIA de erros 

O primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
O segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
E assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos...
porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições

Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
Ela contradiz o seu pecado e o meu.

A Bíblia está CHEIA de falhas

Porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;
Assim foi com a falha de Adão;
Com a falha de Caim;
e a de Moisés;

Bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia

Para pessoas que querem jogar com as palavras;
Para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
Para o homem que não acredita porque não quer.

O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia

Pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história
por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
Intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
Bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;
Convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.

Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:

Os ensinamentos bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
A Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO

Para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
Para os que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
Para os que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.

E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz

A menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR! 


Tradução de texto escrito por Winkie Pratney – apologista e evangelista – Nova zelandês

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A Bíblia



ADBrasil - Semana da Bíblia. 

O livro de Deus escrito à Humanidade. O livro dos livros. Nele se contém:
a) O maior romance da História – A História do amor de Deus pela humanidade.

b) A maior pergunta da vida: “Que farei para herdar a vida eterna?”

c) A revelação de Deus aos homens - Tendo o ponto máximo dessa revelação a pessoa de seu bendito e unigênito Filho – Jesus Cristo.

“O verbo que se fez carne e nós vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”.

Na Bíblia encontramos a realidade do pecado sobre todo o gênero humano. É o livro que afastará o homem do pecado, ou o pecado afastará o homem dele, ou seja, da Bíblia Sagrada. Escrita por cerca de 40 escritores, num espaço de tempo de quase 1500 anos. Porém mantém a sua unidade consistente na revelação da divindade, seus propósitos para com o homem na terra até a eternidade.

Não foi escrita para servir de objeto de magia. Nem tão pouco um amuleto, nem para ser objeto de idolatria e sim para ser vivido e obedecido. A Bíblia é livro mais lido em todo o mundo. Nos grandes meios acadêmicos é um intelectual completo, quem conhece o mínimo necessário a  Bíblia Sagrada.

Todos, homens e mulheres, precisam examinar as Escrituras:

Para compreenderem o amor de Deus (Jo 3.16; Ef 3.17-19).

Para conhecerem a verdade e ganharem a liberdade (Jo 8.32).

Para terem um encontro com Cristo (Jo 14.6).

Para não pecarem (Sl 119.11).

Para evitarem o inferno (Jo 5.24).

Para serem sábios (Sl 111.10).

Para serem Bem-aventurados (Sl 119.1).

Para Refletirmos:

"A Bíblia é um livro perigoso: para a incredulidade, porque a confunde; para o pecado, porque o condena; para o mundo, porque o acusa; para satanás, porque o destrona; para as falsas religiões porque as desmascara". - A. Monod

"A Bíblia é a revelação que renova o homem, ilumina sua mente, inclina seus desejos para o bem, enche-nos de santos afetos e prepara-nos para a vida celestial". - I. Simonetti

"Você pode não entender tudo o que lê na Bíblia, mas pode obedecer a todos os ditames que compreender".  - John Wesley

"Há homens que rejeitam a Bíblia, não porque ela se contradiz, mas porque ela lhes contradiz". - Walter B. Knight


Por Samuel P M Borges 

Natal/RN– Dezembro 2012.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Bíblia em exame!

Examinando as Escrituras
Texto: João 5.39
Introdução:

a) A Bíblia é o livro de Deus escrito à humanidade. Nela está a revelação da Divindade que alcançou o seu apogeu através da encarnação de seu filho Unigênito, Jesus Cristo.
b) Dela aprendemos acerca da pecaminosidade humana e sobre a sua solução.
c) É o livro que nos afastará do pecado ou o pecado nos afastará dele. Convém portanto, examiná-lo.

I - Para compreender o amor de Deus.

"Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, Poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus" (Efésios 3.17-19).

II - Para encontrar a verdade.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14.6).

III - Para conhecer a Cristo.

"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3).

IV - Para ser sábio.

"O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre" (Salmos 111.10).

V - Para não pecar.

" Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti" (Salmos 119.11).

VI - Para evitar o inferno. 

"Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida" (João 5.24).

 VII - Para ser bem-aventurado.

"BEM-AVENTURADOS os retos em seus caminhos, que andam na lei do SENHOR". (Salmos 119.1).

Conclusão:

A Bíblia é o único livro na Terra que tem uma mensagem de transformação de vida com efeitos até na eternidade.  Dela não nos envergonhamos, pois é poder de Deus. Creia nela para  sua felicidade eterna...

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 12/11/2012.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A BÍBLIA - HISTÓRIA E GEOGRAFIA


INTRODUÇÃO


Esta lição compreende um breve resumo da História e Geografia Bíblica. Deus, na Sua soberania, estabeleceu Sua vontade no encaminhamento da História. Muitas vezes Deus precisou interferir na vida dos homens, para que Seu propósito fosse realizado (Gn 11.7-8). Há uma afirmação de que o homem que não conhecer a História não conseguirá entender a Bíblia. Do mesmo modo a Geografia Bíblica, deve ser compreendida pelo estudante da Bíblia como auxiliar nos fatos e mensagens, que muitas vezes obscuros, tornam-se claros quando estudados à luz da Geografia Bíblica. A Bíblia está repleta de Geografia, por isso a usaremos como fonte principal nesta lição.

1. A HISTÓRIA BÍBLICA ANTIGO TESTAMENTO

A Bíblia revela o berço da humanidade como sendo a Mesopotâmia (terra entre rios) (Gn 2.10-14), ou vale do Eufrates. A partir deste lugar maravilhoso, formam-se povos e nações do mundo antigo. Em Gênesis capítulo 10, vemos as nações surgindo a partir dos filhos de Noé. Com as nações estabelecidas, e cada uma com sua própria língua (Gn 11.7-8), Deus chama Abrão (Gn 12.1), e estabelece com ele a promessa de uma grande nação (v.2), que se situaria em Canaã, (Gn 15.16), após o cativeiro no Egito (Gn 15.13), seguido de uma caminhada no deserto, para que lhe fosse dada a lei (Os 2.14). Sob o comando de Josué, Israel se instala em Canaã, após atravessar o Jordão (Js 3.16), um dos grandes milagres de Deus. Inicia-se portanto o período das conquistas (Js 12.7-24), ficando ainda muita coisa para se conquistar (Js 13.1), o que trouxe perigo para o povo de Deus (Js 23.7).
Por mais de 300 anos Israel viveu tempos de apostasia espiritual (Jz 2.10-11), e Deus levantou juizes para julgar a nação e estabelecer o retorno ao Senhor (Jz 3.10-11). Este período na vida de Israel foi por demais aflitivo e conturbado conforme Juizes 21.25, apesar da presença do homem de Deus, Samuel (1 Sm 3.20).
A História Bíblica é rica em detalhes sobre a vida do povo de Deus e das nações da terra. O povo deseja a monarquia (1 Sm 8.5), e Deus a estabelece, levantando homens, dos quais destacamos Davi (At 13.22), que conquistou Jerusalém, a cidade dos Jebuseus (II Sm 5.6-7). O filho de Davi, Salomão, é quem edifica o templo (I Cr 22.8-10) e expande a área geográfica (I Rs 4.24). Após a morte de Salomão, o reino se divide em Norte (Israel) e Sul (Judá). Ambos viveram vários períodos de trevas espirituais, devido aos reis que governavam sem obedecer a palavra do Senhor (Jr 35.15). Tudo isto levou o povo ao cativeiro. Israel (reino Norte) segue para Assíria (II Rs 15.29), e Judá (reino Sul) segue para Babilônia (Dn 1.1). O cativeiro foi usado por Deus para tratar seu povo das mais diversas doenças espirituais. O grande templo de Salomão, destruído por Nabucodonozor, é agora reconstruído sob as mais duras penas (Ed 3.6;12;13). Vários profetas são usados por Deus para animar e despertar o povo de Deus (Ed 5.1). Sob o comando de Neemias, os muros de Jerusalém foram reconstruídos (Ne 6.15-16). Em Neemias encerra-se o período da História no Velho Testamento. Temos a partir daí um novo período na vida do povo de Deus, o InterBíblico, que durou aproximadamente 400 anos, onde muitos fatos aconteceram, conforme narra Daniel cap. 11 a 12.4.

2. HISTÓRIA BÍBLICA - NOVO TESTAMENTO

A História Bíblica do Novo Testamento, começou com o domínio romano. O nome de Herodes, "O grande", passa a fazer parte do mundo Bíblico. Este homem que perturba-se com a notícia do nascimento de Jesus (Mt 2.3), manda matar crianças (Mt 2.16) e morre (Mt 2.19). Após tantas atrocidades conhecidas na História Geral, marca o inicio dos Evangelhos.
A terra de Canaã no tempo de Jesus, estava agora dividida em distritos como: Judéia, Samaria, Iduméia, Galiléia, Peréia e Ituréia. O templo dos judeus, agora reformado por Herodes "O grande", torna-se atração em Jerusalém, admirado até pelos discípulos de Jesus (Mt 24.1). Neste instante Jesus profetiza (Mt 24.2). A profecia de Cristo tem cumprimento no ano 70, da Era Cristã. Num dia de páscoa, surge um grande exército sob o comando de Tito, General romano, e arrasa toda a cidade; destrói o templo, e, assim começa a perseguição do povo de Deus.

O cristianismo no Novo Testamento tem 2 etapas:

A 1ª Etapa acontece na vida de Cristo, o que é visto nos evangelhos, até surgir a Igreja no Pentecostes (At 2.1), onde inicia a 2ª Etapa, vista nos Atos dos apóstolos, se dividindo em: a) período da igreja em Jerusalém até o capítulo 12; b) a partir do capítulo 13 de Atos e nas Epístolas, vimos o período missionário da Igreja. Findo os dias do Novo Testamento.
O Cristianismo aparece em quatro períodos da História: 1) período romano; 2) período medieval; 3) período moderno até 1789 e 4) período contemporâneo, de 1789 aos nossos dias, conforme Cantares 6.10.

3. A GEOGRAFIA BÍBLICA

É exatamente a Bíblia a fonte principal da Geografia Bíblica. Nela encontramos citações de inúmeros lugares, povos, nações, cidades, acidentes geográficos. A Bíblia menciona cerca de 600 cidades da Palestina ocidental. Estudar Geografia Bíblica é atuar no palco terreno e humano das revelações divinas, esclarecendo fatos e enigmas constantes das Escrituras.
Deus tem estabelecido as nações (Dt 32.8) e estudar este assunto à luz da Bíblia é bastante compensador (At 17.26).

A partir dos filhos de Noé (Gn 10.2;6;22), houve o povoamento da Ásia, África, Canaã e Europa. Dentre as terras Bíblicas, destacamos Canaã ou Palestina e citaremos alguns de seus nomes, os quais aparecem na Bíblia. Canaã (Gn 13.12); Terra dos hebreus (Gn 40.15); Terra do Senhor (Os 9.3); Terra de Israel (Mt 2.20); Terra de Judá (Is 26.1); Terra Gloriosa (Dn 11.41); Terra da Promessa (Hb 11.9) e Terra Santa (Zc 2.12). A partir do reinado de Davi, Jerusalém passa a ser a capital da Palestina. Seu primeiro nome é Salém (Gn 14.18), em Josué 18.28 chama-se Jebus e por fim Jerusalém, (Jz 19.10). A Santa Cidade (Ne 11.1). Jerusalém, sempre erguida sobre suas próprias ruínas, permanece a Cidade Eterna, símbolo da Jerusalém Celestial, que se estabelecerá na consumação dos Séculos (Ap 21.2), Destacamos nesta lição três ciências que tem auxiliado a Geografia bíblica, ao longo dos anos:
a) História geral - Com certo cuidado, o estudante da Bíblia, pode se valer desta ciência para descobrir fatos Bíblicos, relacionados à história dos povos e nações.
b) Arqueologia - Principalmente a Bíblica, é um auxiliar direto na elucidação de fatos Bíblicos, escondidos no tempo. A arqueologia desvenda os mistérios dos antigos, escavando e revelando-nos os fatos.
c) Cartografia - A famosa ciência dos mapas, coloca-nos frente ao lugar que a Bíblia fala. Situa-nos no espaço físico da narrativa bíblica.

CONCLUSÃO

Prezado aluno, sem a História e a Geografia Bíblica, certamente a Bíblia, seria um livro sem cor, sem expressão e se tornaria apenas algo, introspectivo. Entretanto o que acabamos de estudar traz vida e expressão aos relatos bíblicos, permitindo-nos uma pregação mais ampla da Palavra de Deus.

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A BÍBLIA - SEU TEMA CENTRAL


INTRODUÇÃO

A grande preocupação de Deus através de Sua Palavra tem sido revelar Seu Filho, e desde o princípio a Bíblia fala dEle. Toda a Escritura está cheia de referências ao Senhor Jesus. Do Gênesis ao Apocalipse, há uma revelação clara do papel do Filho de Deus, na história da criação, da redenção e da consumação de todas as coisas. Cristo se constitui portanto, na base de toda a mensagem Bíblica, de toda profecia, tipos e parábolas. Jesus, é o centro de todo propósito divino.

1. JESUS, ANTES DE TODAS AS COISAS

A Palavra de Deus revela não somente o passado do homem, mas acima de tudo a pré-existência de Deus. Jesus, o Filho de Deus é apresentado na Bíblia, como antes de todas as coisas. Isto significa dizer que todas as coisas dependiam dEle, (Jo 1.3).
No seu grande propósito de salvar o homem perdido, Deus estabeleceu em Cristo todas as coisas, (Ef 1.4).
Um dos grandes testemunhos acerca da pré-existência de Jesus é o de João Batista, (Jo 1.15), que sendo mais velho na idade, declarou que Jesus era antes dele.
O próprio Cristo diante da multidão declarou (Jo 8.58), ".. antes que Abraão existisse eu Sou." Com isto Jesus coloca sua posição de eterno, (Jo 8.23). Ele é chamado pelo profeta Isaías de "Pai da Eternidade" (Is 9.6).
O apóstolo Pedro ao falar de nossa salvação, apresenta Jesus, como o Cordeiro imaculado e incontaminado que foi conhecido antes da fundação do mundo, (I Pd 1.20).
Na grande visão, na ilha de Patmos, João ouve a primeira e grande mensagem do Senhor, e nesta mensagem Ele revela sua eternidade maravilhosa, (Ap 1.8). Confiemos cada vez mais no Senhor, naquilo que Ele é. (Hb 13.8).

2. JESUS, NO ANTIGO TESTAMENTO

O Velho Testamento é um verdadeiro celeiro de revelações acerca de Jesus Cristo. Ele aparece nas mais diversas formas e ocasiões, onde foi necessária Sua presença.
As fontes mais fidedignas e pentecostais, crêem que a expressão Anjo do Senhor, que ocorre mais de 50 vezes no Velho Testamento, identifica a pessoa do Filho de Deus, em suas mais diversas atuações.
O Filho de Deus, Jesus, foi manifestado a várias pessoas no Antigo Testamento. Abraão por exemplo, viu-o no Cordeiro que substituiu Isaque e Jesus deu testemunho disso, (Jo 8.56). Jacó viu-o na visão da escada, (Gn 28.12), e o próprio Jesus, mais tarde, fala acerca disso, (Jo 1.51).
Quando o povo de Deus saiu do Egito, naquela noite, foi instituída a Páscoa para Israel. Cada família tomaria para si um cordeiro, disse o Senhor, (Ex 12.3). Todo o ritual da Páscoa mostrava o sacrifício de Cristo. João Batista falou do Cordeiro (Jo 1.29), o apóstolo Paulo falou da Páscoa, (I Co 5.7).
Em cada figura do tabernáculo se podia ver a pessoa da Filho de Deus; sua natureza divina e humana, sua obra redentora, ressurreição e seus ministérios como rei, profeta e sacerdote. Através da tipologia podemos contempla-lo ao longo do Velho Testamento. Ele pode ser visto em cada um dos 39 livros do Antigo Testamento, onde aparece como figura central, por exemplo, em Gênesis, Ele é a Semente da mulher; em Josué, o Capitão da nossa salvação.

3. JESUS NO NOVO TESTAMENTO

O Jesus que foi profetizado no Antigo Testamento, encontra agora no Novo Testamento Sua grande revelação. A partir dos Evangelhos toda Sua vida, ministério e Sua graça são revelados.
Cada um deles apresenta Jesus de uma forma: em Mateus, Ele é visto como "o grande Rei", rosto de leão; em Marcos, Ele é visto como "O Servo de Jeová", o boi, o bezerro; em Lucas Ele é visto como "O Filho do Homem", rosto de homem e em João, Ele é visto como "Filho de Deus", rosto de águia. Tudo isto foi visto por Ezequiel no Velho Testamento, (Ez 1.10) e por João, na visão de Patmos, (Ap 4.7).
No livro histórico do Novo Testamento, Jesus atua através do Espírito Santo na vida da Igreja. O Seu nome é usada pelos apóstolos, que cheios do Espírito realizam Sua obra, (At 4.31), Paulo era um deles, (At 19.11).
A partir das Epístolas Paulínas, Jesus se revela através da doutrina, fortalecendo nossa fé, alicerçando Sua Igreja, da qual Ele é a cabeça, (Ef 1.22). Ele ministra diretamente às necessidades do Seu povo, (I Co 11.23-25). Ele envia obreiros à Sua obra para o aperfeiçoamento dos Santos, (Ef 4.11,12), nos faz assentar nas regiões celestiais, (Ef 1.3).
Em Hebreus, Ele aparece como "O Melhor" em todas as coisas, (Hb 7.22). e nas Epístolas Gerais, Ele fundamenta nossa fé nas ricas e preciosas promessas e nos leva a uma vida cristão vitoriosa, (II Ped 3.18).
No Apocalipse, João o vê na Sua Glória, (Ap 1.13-16), onde Ele se revela às Igrejas e mostra a João as coisas que brevemente hão de acontecer, (Ap 1.1), pois Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, (Ap 19.16).

4. JESUS, O CENTRO DE TODAS AS COISAS

Sabemos, que o centro é lugar de equilíbrio, e Jesus é o equilíbrio perfeito para nossos dias. Do Gênesis ao Apocalipse, Jesus é o centro da Bíblia, o centro de toda a Mensagem de Deus aos homens.
O escritor aos Hebreus apresenta Jesus como o centro do universo, sustentando todas as coisas pela Palavra do Seu poder, (Hb 1.3). No Éden, Jardim de Deus, a árvore da vida, tipo perfeito de Cristo, está no meio do Jardim, (Gn 2.9), e é prometida aos vencedores em Apocalipse 2.7.
O tabernáculo, um tipo de Cristo, é prometido ao povo de Israel, (Lv 26.11), e ele seria edificado no meio do Seu povo. O propósito de Deus era estar no centro da nação Israelita.
Jesus sempre foi o centro das profecias no Velho Testamento, quando Deus falava ao Seu povo acerca da salvação, (Is 40.10); de vitória e libertação, (Is 22.22), de restauração e renovação, (Is 61.1-3).
No Novo Testamento vamos encontrar Jesus ainda menino no meio dos doutores, cuidando dos negócios de Seu Pai, (Lc 2.46), era o centro das atenções.
Uma de suas gloriosas promessas à Igreja é que no momento de reconciliação e comunhão do povo de Deus, Ele estaria no nosso meio, (Mt 18.20), abençoando tudo o que for feito em Seu nome. Na cruz, lugar de dor e sofrimento, Jesus foi colocado no centro, Ele estava ali para cumprir as Escrituras, (Mt 27.28).
Após ressuscitar, Jesus aparece aos discípulos tristes e abatidos, e surge no meio deles, (Jo 20.19), trazendo-lhes Sua gloriosa Paz, enchendo-os de alegria.
Em toda o Novo Testamento, principalmente de Atos ao Apocalipse, vemos Jesus, o centro da Igreja Primitiva, o centro das mensagens apostólicas, (I Co 2.2), no meio dos castiçais de ouro, (Ap 1.13), no meio do trono, no controle de todas as coisas, (Ap 5.6).

CONCLUSÃO

Jesus Cristo, nosso Senhor, é para o universo, para Israel, para a Igreja, e para o mundo, o centro perfeito, onde todas as coisas acontecem conforme o apóstolo João afirma em João 1.1-3. Ao abrir sua Bíblia, encontre-o, Ele é o centro da Palavra de Deus.

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