Mateus 18.3 - "Em verdade vos digo que, se não
vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no
reino dos céus".
Introdução
a) Jesus não ensinou que temos
de ser crianças na fé, pessoas imaturas, que não crescem, não evoluem na medida
que a idade avança.
b) Ele não ensinou aos
cristãos a serem ingênuos. Então! Qual foi o sentido?
I - Ser como as crianças, fala
de:
Inocência - não
têm senso crítico inflamado. Logo, dificilmente crianças serão murmuradoras.
Simplicidade - não
discriminam, geralmente não revelam orgulho pessoal.
Humildade - para
aprender, depender... Deus exalta os que se humilham, diferente de alguém que
sofre uma humilhação, a qual pode ser justa ou injusta.
Ausência de maldade - não
cultivam o mal, são sem malícia no coração, via de regra.
Imitação e empatia - aprendem
pela imitação. Elas têm tendências à empatia.
Sensibilidade - são
mais sensíveis. Não guardam mágoas. Perdoam com facilidade. Diferentemente,
vivemos numa sociedade insensível e de uma sensualidade reprovável.
Verdade – crianças geralmente falam sem filtro, sem as hipocrisias de adultos.
Pureza de fé - transmitem
confiança e também confiam.
Conclusão
1. Acima vimos algumas
virtudes infantis com as quais precisamos aprender e aplicar na vida cristã na
perspectiva que Jesus lecionou.
2. Hoje temos uma geração de
crianças sendo desrespeitadas, provocadas a descobrirem o que não devem, impulsionadas
a um crescimento forçado e mal intencionado. Incentivadas a uma autonomia que
não lhes cabe na tenra idade.
3. I Co 14.20 - "Irmãos,
não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no
entendimento".
Por Samuel Pereira de Macedo Borges
Natal/RN, 21/10/2026.

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