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terça-feira, 21 de julho de 2026

E os nossos filhos e netos amanhã serão cristãos engajados no Reino de Deus?


1.Rodeados de tanta tecnologia, jogos, heróis seculares, diversões, distrações várias...

2.Envolvidos em eventos, festas populares místicas que distorcem princípios cristãos e a Palavra de Deus é ignorada.

3.A Igreja Cristã com seus defeitos é a maior representação do Reino de Deus na Terra. A sua expressividade do Reino será mais robusta, enquanto evangeliza, cura enfermos, expulsa demônios, opera milagres na autoridade do nome de Jesus, ao que chamo de agência do sobrenatural neste mundo. Infelizmente, vivemos um declínio na autoridade espiritual da Igreja. Porém, como somos Igreja, esse êxito depende de todos nós.

4.Temos três grandes inimigos: A carne (natureza humana caída), o mundo e o diabo. Ainda cremos nessa verdade bíblica? Ou não importa mais? 

5.Há uma tendência em direção ao indiferentismo, quanto à presença no templo, para o culto de adoração coletiva ao Senhor e Deus.

6.Será que muitos de nós pais já estamos vendo a Igreja, o congregar-se como algo de menor importância?

7.Família e Igreja Organização são interdependentes, uma instituição não pode afirmar que não precisa da outra, nem rivalizar, nem se sobrepor a outra.

8.Membros do Corpo de Cristo (o organismo) isolados, é uma discrepância à sua natureza. Os desigrejados é um desafio à liderança e um mau sintoma no Corpo de Cristo contemporâneo.

9.Será que Deus está se tornando um detalhe entre muitos cristãos pós-modernos? É verdade que carecemos de menos religião, menos agendas de eventos e mais tempo de qualidade com Deus.

10.Pais que não têm vida devocional, de oração, leitura e exame diário das Escrituras, amanhã terão bases sólidas para guiar, formar filhos cristãos?

11.Formação cristã começa no lar, a escola educa para o mercado. É no lar onde se aprende sobre adoração, louvor, servir a Deus e esperar Jesus voltar? Muitos pais cristãos não se aplicam ao sacerdócio familiar, com ensino bíblico objetivo, sadio e consistente para prole, regado à oração...e precisam contar com o Espírito Santo.

12.Da infância à adolescência, vai e não volta – É o período no qual os pais poderão influenciar os filhos positivamente, especialmente quanto à fé em Deus, plantando a semente do Evangelho, gerando Cristo em seus corações (homem interior). O mundo e diabo estão fazendo a parte deles para sufocá-los e matá-los espiritualmente.

13.Nossos filhos precisam aprender a pensar, refletir na fé cristã desde cedo, para amanhã saberem separar religião do Evangelho de Cristo, aptos a evangelizar e fazer apologia da fé...Dá para imaginar nossos filhos amanhã agindo assim?

Afirmou Platão (427-347 a.C.): “Não deverão gerar filhos quem não se dar ao trabalho de criá-los e educá-los”.

14.Corroboro com a visão missionária: O cristão que não se preocupa em levar pessoas a Cristo, de alguma forma anunciando o Evangelho, há uma grande probabilidade de não haver nascido de novo. 

15.Há em família comemorações, onde nos deixarmos levar por respeitos humanos para agradar, a ministração da Palavra de Deus é desestimulada, nem sempre reservamos um momento de adoração, esquecemo-nos até de uma oração de gratidão a quem tudo devemos e dele dependemos.

16.Na sociedade se fala em torno de uma espiritualidade genérica, fé misturada entre tantos conhecimentos humanos, teorias de coaching, de sucesso, etc. Entretanto, parece mais ser uma veia do politicamente correto, sem mudança, sem transformação no homem para com Deus.

17.A vida material é temporal, assim é o ciclo da vida – nascer, crescer, emadurecer e partir. Haverá uma prestação de contas, seja na condição de cristão ou não...e não é opcional...Jesus vem já!

18.Então, reflitamos que cristãos somos nos dias atuais...

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 21/07/2026.

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