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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Quando nos deparamos com a calamidade, o que fazer?

     1.Coloque-se no lugar daqueles que sofrem.
2.Diante da magnitude do problema não se deixe paralisar.
3.Se possível, tente entender as causas.
4.Não se culpe. Não temos respostas para todas as perguntas.
5.Pense no que você pode fazer efetivamente para ajudar.
6.Criticamos a concentração de renda. Vejamos se não estamos fazendo o mesmo.
7.Conscientizar-se de que o sofrimento humano nos afeta moralmente.
8.Refletir até onde tem chegado os limites do egoísmo humano.
9.Jamais se conforme com a calamidade, mesmo quando oriunda de catástrofes naturais.
10.É a hora mais oportuna para amar incondicionalmente e sem preconceitos.
11.Façamos a nossa parte. O limite do amor é amar sem medida.
12.Não se deixe alienar pela boa intenção não realizada.
13.Diante da necessidade humana, eis aberta a oportunidade para generosidade.
14.Ore, interceda em favor dos que sofrem. Não ignore o valor da oração intercessória. A oração de um justo pode muito em seus efeitos. Deus age mediante a fé.
15.A vontade de Deus é: Boa, agradável e perfeita; não se coaduna com as tragédias humanas. Agora, violada a sua vontade moral, ocorrem as conseqüências.



“De que se queixa, pois o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados.” – Lamentações 3.39

                              Jeremias – profeta judaico

Samuel P M Borges


Um comentário:

  1. É verdade! E como o educador Paulo freire disse “Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão”, então não basta apenas refletir, ter intenção, também se faz necessário agir. E isso só vem a ratificar o que já foi exposto!
    Que a reflexão, intenção e ação sejam constantes em nossas vidas!

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