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sábado, 22 de fevereiro de 2025

O título “Mãe de Deus” e o Nestorianismo

As Duas Naturezas de Jesus – A Divina e a Humana. Várias heresias surgiram até se definir bíblica e teologicamente a respeito.

O título "Mãe de Deus", theotokos, literalmente, 'portadora de Deus' foi defendido por Cirilo de Alexandria (376-444 d.C.). O fato se deu no século V quando se discutia, mais uma vez, sobre as duas naturezas de Jesus, a divina e a humana.

Enquanto Nestório (380-451 d.C.), bispo de Constantinopla entre 428-431 defendia o termo chistotokos, “mãe de Cristo”. Maria é mãe do Jesus humano (Mt 2.11,13,14,20-21), pois como Deus Ele não tem mãe. Deus é o eterno (Sl 90.2; 93.2; Is 40.28).

A expressão adotada por Cirilo, bispo de Alexandria, entre 412 a 444, era uma contradição teológica atabalhoada, sem base bíblica.  Embora a posição de Nestório fosse bíblica e teologicamente correta, o termo “mãe de Deus” se popularizou e prevaleceu sobre a visão e tese de Nestório. E assim se seguiu no romanismo. O Cristianismo pautado nas Escrituras nunca assumiu esse entendimento teológico e de fé.

Nestorianismo - Na visão e discussão teológica acerca das duas naturezas de Jesus, estava errado. No seu pensamento as duas naturezas de Jesus, a humana e a divina, eram duas pessoas. Essa afirmação nestoriana foi condenada como heresia no Concílio de Éfeso em 431 e em 451 na Calcedônia.

Quanto à defesa do termo chistotokos, “mãe de Cristo”. Maria é mãe do Jesus humano (Mt 2.11,13,14,20-21), Neste ponto teológico estava correto em sua posição. Porém, não lhe foi dada oportunidade para defender a tese no Concílio de Calcedônia em 451, apenas condenado no todo.

A União Hipostática – As duas naturezas de Jesus, o Cristo – Em 451, ficou teologicamente definida no Concílio de Calcedônia, a humana e a divina, obviamente, em uma só pessoa. Assim foi declarada: “as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um só e mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor”.

O romanismo, ao longo dos séculos, vem definindo sua teologia, dogmas por decretos papais, ignorando o revelado na Bíblia, no vazio entendimento de que a autoridade da Instituição Igreja está acima das Escrituras. Daí, as consequências neste particular.

Os quatro dogmas marianos:

A maternidade divina (atribui-se ao Concílio de Éfeso, em 431).

A virgindade perpétua (atribui-se ao Concílio de Constantinopla, em 553).

A imaculada conceição (bula proclamado pelo Papa Pio IX em 1854). 

E a Assunção de Maria (dogma declarado por Pio XII no pós-guerra, em 1950).

E segundo o site pt.aleteia.org, “os dogmas sobre Maria são verdades de fé declaradas por um Concílio ou por um Papa e nas quais o fiel católico é obrigado a acreditar e professar” - (pesquisa em 18/01/2025).

Há muitos católicos que o romanismo não os merece.

Postagem completa consulte: https://samuca-borges.blogspot.com/2025/01/a-origem-do-titulo-mae-de-deus.html.

Com amor à verdade e no desejo ganhar almas para o Reino de Deus.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 22/02/2025.

sábado, 15 de fevereiro de 2025

Combate aos Gases Intestinais.


“Se alimentar de maneira saudável é muito importante para a digestão e para o funcionamento do corpo. No entanto, na correria do dia a dia, muitas vezes se torna uma tarefa difícil.

No meio dos afazeres do cotidiano, não é raro nos rendermos a refeições mais rápidas, sem nos preocuparmos muito com seu valor nutricional ou reflexos no organismo. Ele, por sua vez, pode receber mal esses alimentos, podendo causar má digestão, queimação e até gases.

Gases – “São compostos de gás carbônico, hidrogênio e metano. Mas, também contém derivados de enxofre, responsáveis pelo mau cheiro” (g1.globo.com – Bem Estar).

Causa dos gases

O acúmulo de gases intestinais é causado pela má digestão dos alimentos. Ele pode causar *flatulências, dores e distensões abdominais, e estar relacionado a:

Consumo de alimentos ricos em açúcares;

Consumo em excesso de alimentos fermentativos;

Intolerância alimentar;

Prisão de ventre.

Objetivamente: Causas da produção de gases:

Lactose (açúcar do leite);

Frutose (açúcar das frutas);

Obesidade – a gordura comprime os órgãos, dificuldade de respirar e mastigar;

Problemas digestivos, ortodônticos e má formação da face;

Hábito alimentar inadequado – alimentação rica em frituras e produtos embutidos...(Secretaria de Saúde do DF – maio 2014). 

*A flatulência corresponde a uma sensação de presença de gases no tubo digestivo. O ar é um gás que também pode ser engolido juntamente com os alimentos. Deglutir pequenas quantidades é normal, mas algumas pessoas fazem-no em grande volume, de forma inconsciente, sobretudo em estados de ansiedade (cuf.pt/saúde).

Para evitar esse desconforto, separamos algumas dicas com hábitos alimentares e alimentos que podem proporcionar um melhor funcionamento do corpo.

Dicas

Consumir alimentos naturais e ricos em fibras, como vegetais e cereais integrais - Contribui para uma produção saudável de gases. Além disso, ajuda o metabolismo e a saúde das células intestinais.

Chás após as refeições - Também ajuda a reduzir o desconforto causado pelos gases. Chás de erva-doce, camomila, hortelã e funcho são boas opções, pois ajudam na digestão e na manutenção da saúde da flora intestinal.

Frutas - Consumir frutas como a ameixa seca, a laranja, o mamão e o abacaxi melhoram o trânsito intestinal, reduzindo o acúmulo dos gases.

Probióticos - A manutenção da flora intestinal ajuda no processo de digestão e pode evitar o desenvolvimento de bactérias nocivas que contribuem para o acúmulo de gases no organismo. Recomenda-se o consumo de iogurtes, leite fermentado e queijos ricos em probióticos.

Alho - O alho ajuda no processo digestivo e evita o acúmulo de gases”.

Fonte: receitadevida.com.br – Pesquisa em 15/02/2025.

E ainda:

Movimente-se

“Movimentação! Dê uma volta pela sua casa ou, se preferir, faça uma caminhada ou exercício físico. O importante é botar seu corpo em movimento, pois isso permite que a parede do estômago se fortaleça e se contraia, facilitando a liberação do excesso de gases no estômago.

Beba água

Tomar água de forma lenta pode ajudar a liberar o excesso de gases de duas maneiras:

Ajuda a digerir qualquer alimento que possa intensificar o problema de gases.

Torna o intestino mais forte para realizar as contrações que ajudam na liberação”.

Fonte: buscopan.com.br – pesquisa em 15/02/2025.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 15/02/2025.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

O que podemos afirmar e o que não podemos afirmar sobre as duas naturezas de Jesus

Não podemos afirmar:

O que podemos afirmar, explicitando sobre as duas naturezas de Jesus

1.Jesus esteve entre nós 100% Deus, 100% homem. Porém, não plenamente humano, considerando-se o seu nascimento sobrenatural (Is 7.14; Mt 1.18-25). Do contrário, poderá ser acusado do pecado original da queda humana (Rm 5.12; Hb 4.15).

2.Jesus despiu-se da sua glória junto ao Pai (Jo 17.4-5), não da sua divindade, de modo que se fez homem, sem nunca deixar de ser Deus. Eis o mistério da encarnação do verbo (Jo 1.1-2).

3.Jesus revelou-se entre nós com duas naturezas distintas, uma divina e outra humana (I Tm 3.16). Unir essas duas naturezas incorre-se no erro da heresia monofisista, defendida por seu principal expoente Êutico (378-454 - monge de Constantinopla). O Monofisismo foi discutido e condenado no Concílio de Calcedônia em 451.

4.Jesus como Deus, fez-se homem, com duas naturezas, sendo uma só pessoa, um único ser. Quem ensinou erradamente foi Nestório (380-451, bispo de Constantinopla). No seu pensamento as duas naturezas de Jesus, a humana e a divina, eram duas pessoas. A afirmação nestoriana foi condenada como heresia no Concílio de Éfeso em 431 e em 451 na Calcedônia.

5.Jesus veio ao mundo, entre outros fins, para consumar a redenção em prol da Humanidade. E sendo Deus, adquiriu a natureza humana, o título de Filho do homem, o Cordeiro de Deus (Jo 1.29;At 20.28). E permanece Deus e homem simultaneamente, seja na terra ou no céu. Estevão o viu em visão identificado como o Filho do homem no céu, à destra do Pai (Mt 19.28; At 7.55-56), e várias referências do Apocalipse faz menção ao Cordeiro de Deus na eternidade (Ap 5.11-14;7.17;14.4;21.22-23).

6.Jesus ao ressuscitar recebeu corpo glorificado, identificado com o seu corpo pessoal, inclusive com as marcas do que sofreu no calvário (Jo 20.24-29). Como o espírito e alma não morrem, a ressurreição bíblica é sempre do corpo. Não é descartável. O corpo humano faz parte da personalidade do indivíduo. Quando formos ressuscitados, o corpo incorruptível do salvo, com capacidade de se materializar e se desmaterializar terá identidade com cada pessoa. Entretanto, sem defeitos (I Co 15.42-43). No inferno nem no céu se perde a identidade corporal do homem. O ímpio ressuscitará com corpo não glorificado, preparado para enfrentar a condenação.

7.No céu a natureza humana de Jesus não é obstáculo para exercer a sua divindade. Especialmente, em corpo ressurreto, não despido da sua glória. E em Cristo continua a habitar corporalmente toda a plenitude da divindade (Cl 2.9).


Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Bacharel em Direito e Teologia

Natal/RN, 13/02/2025.

Pelo direito de discordar.

(Resiliência da fé racional, o culto com entendimento) 

Fui advertido de que nesse momento, que estamos vivendo na Igreja evangélica brasileira, discordar do Presidente do CDHM, em exercício, é concordar com o movimento GLBTS, e vice versa.

Discordo!

(Por Ariovaldo Ramos)

Eu respeito o irmão e oro por ele, mas, discordo da forma como o Deputado está conduzindo o mandato que recebeu de seus eleitores.

Nota do blog: O muito falar leva a erros, em especial no fervor das discussões, como também quem interpreta o verbalizado, dá o sentido que desejar na ótica do seu interesse.

Eu respeito os seres humanos que optaram pela homossexualidade, mas, entendo que os direitos que estão a reivindicar já estão contemplados nos direitos da pessoa humana, cobertos por nossa Constituição, e que o que passa disso constitui reclamos por privilégios, o que não é passível de ser concedido numa democracia, sob pena de contradizê-la.

Eu respeito o direito das uniões homossexuais terem garantida, pelo Estado, a preservação do patrimônio, por eles construídos, quando da separação ou do falecimento de um dos membros da união. Entretanto, discordo que seja possível transformar uma união voluntária de duas pessoas do mesmo sexo, a partir de opção comum e particular, em casamento, pois isso insinua haver um terceiro gênero na humanidade, o que não se explicita na constituição do ser humano. Assim como não entendo que a conjunção da maternidade e da paternidade, necessária para um desenvolvimento funcional do infante humano, seja substituível por mera boa vontade.

Eu respeito e exerço direito de pregar o que se crê, mas discordo do pregador, quando diz que (*1)Deus matou John Lennon ou aos Mamonas Assassinas, por terem desacatado o Altíssimo, como se o pecado humano não o fizesse desde sempre. A Trindade matou a todos os que a desacatam, em todo o tempo, no sacrifício do Filho, manifesto por Jesus de Nazaré (I Pd 1.18-20), na Cruz do Calvário, oferecendo a todos o perdão e a ressurreição.

Nota do blog: (*1) - Aqui o pregador faz alusão à Lei da Semeadura, não a morte em delitos em pecados, na qual todos morremos desde Adão. Deus não se deixa ser zombado sem cobrar a conta no tempo dele. 

Eu respeito o direito de ter religião e o reivindico sempre, mas, discordo de tachar como agentes do inferno quem não concorda com o que penso, como se Deus, por sua graça, não estivesse, desde sempre, cuidando que a raça humana não sucumbisse à rebeldia inerente à sua natureza, o que explica o triunfo do bem frente a maldade explícita. Por isso discordo do pregador quando afirma que o sucesso de um artista, a quem Deus, por sua graça, cumulou de talentos, como Caetano Veloso, só se explique por ter feito pacto com o diabo. Como se ao adversário de nossas almas interessasse qualquer manifestação do Belo.

Eu respeito e pratico o direito ao livre exame das Escrituras Sagradas, conquistado pela Reforma Protestante, e, por isso, enquanto respeito o direito do teólogo expressar suas conclusões, discordo do teólogo quando suas considerações sobre o significado de profecias do texto que amo e reverencio, não corresponderem ao que entendo ser uma conclusão pautada pelas regras da interpretação bíblica, assim como, no meu parecer, ferirem a uma das maiores revelações desse Livro dos livros: Deus é Pai de todos, está em todos e age por meio de todos (*2) (Ef 4.6).

Nota do blog (*2) – É uma referência à unidade da fé na Igreja, no corpo de Cristo. Deus é Criador de tudo e de todos. Não é pai de todos os homens. Há criaturas e filhos de Deus.

Reconheço a qualquer ser humano o direito de protestar contra o que não concorda, mas, nunca em detrimento do direito do outro, o que inclui o direito ao culto. Uma coisa é discordar do político outra coisa é cercear o direito do religioso, e de quem o convide para participar de um culto da fé que pratica. Uma coisa é denunciar o político por suas posturas, outra, e inadmissível, é atentar contra a integridade física ou emocional dele e dos seus.

Não admito, contudo, como cristão, ser sequestrado no direito de discordar, ou ser tratado como se fosse refém das circunstâncias, sejam elas quais forem. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5.1).

Lamento que haja, entre os cristãos, quem trate a nossa fé como se fosse frágil e necessitada de proteção. Nossa fé foi preponderante na construção do Ocidente, e resistiu às mais atrozes perseguições.

Nós sempre propugnamos pela liberdade. Nós impusemos a Carta Magna ao Príncipe John, na Inglaterra; construímos o Estado Laico na revolução americana, quando, numa nação majoritariamente cristã, todas as confissões religiosas foram tidas como de direito. Nós lutamos entre nós pelo fim da escravidão, seja na guerra da Secessão, seja por meio de (*3) Wilberforce, premier Inglês, e de tantos outros movimentos. Nós denunciamos e enfrentamos os que entre nós quiseram fazer uso da nossa fé para legitimar a opressão. Os maiores movimentos libertários nasceram em solo cristão, e mesmo quando renegavam ao que críamos, não havia como não reconhecer a nossa contribuição à emancipação humana.

Nota do blog (*3) - William Wilberforce (1759-1833) foi um político britânico, filantropo e líder do movimento abolicionista do tráfico negreiro. Nativo de Kingston upon Hull, Yorkshire, começou sua carreira política em 1780 como candidato independente, sendo deputado do condado de Yorkshire entre 1784 e 1812 (Wikipédia – pesquisa em 13/02/2025).

“Finalmente, em fevereiro de 1807 – 20 anos após seu primeiro discurso pelo fim da escravidão –, foi aprovada uma lei que abolia o tráfico negreiro em todo o Reino Unido e em suas colônias. Sua luta, entretanto, estava longe do fim. Pelos 26 anos que se seguiram, até sua morte, em 1833, William Wilberforce continuaria a trabalhar pela erradicação do comércio de seres humanos e pela abolição do regime escravocrata” (Revistashowdafe.com.br – pesquisa em 13/02/2025).

Nós construímos uma sociedade de direitos, lutamos por e reconhecemos direitos civis, e não podemos abrir mão disso; não podemos abrir mão da civilização que ajudamos a construir e a solidificar, onde mulheres, homens e crianças são protegidos em sua integridade e garantidos em seus direitos. Na democracia que ajudamos a reinventar, onde cada ser humano vale um voto, tudo pode e deve ser discutido segundo as regras da civilidade.

Nossa fé foi construída por gente que foi a toda luta que entendeu justa, pondo em risco a própria vida, e por mártires, por gente que se recusou a matar, por gente que não capitulou diante do assassínio, pois nós cremos que Deus é amor, e que o amor de Deus é mais forte do que a morte (Rm 8.38). E por amor a Deus e ao seu Cristo lutamos pela unidade e pela liberdade da humanidade.

Adendo do blog: Discordar à parte das críticas, perseguições, inclusive da família e Igreja sob a liderança de quem sofre as pressões injustas, desonestas e mentirosas, é bem mais fácil. 

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Ariovaldo Ramos é escritor, articulista e conferencista sobre a missão da igreja. Foi presidente da AEVB (Associação Evangélica Brasileira), missionário da SEPAL e presidente da Visão Mundial no Brasil. Atualmente é um dos presbíteros da Comunidade Cristã Reformada, em São Paulo (SP).

Fonte: Site Revista Ultimato – 11 de abril de 2013 – Coluna Opinião.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 13 de fevereiro de 2025.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

“Terroristas árabes recém-libertados emergem das prisões israelenses como milionários”.

 

"Eles estão saindo da prisão como milionários. Enquanto Israel continua a libertar centenas de terroristas em um acordo de troca de reféns, muitos retornarão para casa com contas bancárias infladas por anos de pagamentos do programa de recompensas "Pague para Matar" da Autoridade Palestina.

De acordo com o Palestinian Media Watch, 734 dos terroristas libertados durante a quarta rodada de trocas receberam coletivamente mais de US$ 141 milhões, com quase metade deles acumulando mais de NIS 1 milhão cada".

"Em outra sociedade, se um criminoso vai para a cadeia por assassinar alguém, ele se sente envergonhado disso. Na Autoridade Palestina, eles andam por aí com uma coroa na cabeça", Itamar Marcus, diretor do Palestinian Media Watch, disse ao JNS."

"Quando são apresentados e em entrevistas, mesmo anos depois de terem sido libertados da prisão, são chamados de Asra (Prisioneiro). Esse é o título deles. É como um embaixador. Na verdade, é semelhante a POW (prisioneiro de guerra). Eles têm uma palavra diferente para prisioneiros criminosos. Para a AP, eles são combatentes legítimos, mesmo que tenham matado mulheres e crianças."

"Quando Israel aprovou uma lei em julho de 2018 para reter receitas fiscais equivalentes a esses pagamentos a terroristas, a Autoridade Palestina encontrou maneiras criativas de evitá-la. Após uma repressão em 2020 que levou ao fechamento de 33.000 contas bancárias sob leis antifinanciamento do terrorismo, eles primeiro canalizaram os pagamentos por meio de agências dos correios antes de criar um banco dedicado exclusivamente à lavagem de dinheiro".

"Além de aumentar as fileiras de terroristas que reconhece como prisioneiros, a AP também aceita sem questionar o número inflacionado de mortos pelo Hamas em Gaza. Os 45.936 chamados "mártires" agora têm direito a um pagamento único de US$ 1.600, além de uma pensão mensal de US$ 385 para suas famílias".

"O mais absurdo, claro, é que uma pessoa que mora em casa, trabalha, tem cinco ou seis filhos e precisa do dinheiro, vê seu salário reduzido em 70%. Mas o prisioneiro, cuja comida e necessidades são cobertas por Israel, é quem recebe 100%. É simplesmente uma mensagem de valores", diz Marcus.

Os mesmos terroristas que queimaram famílias vivas e cometeram atrocidades horríveis demais para descrever agora retornam para casa cheios de riquezas. Enquanto isso, as famílias de suas vítimas só têm túmulos para visitar e pesadelos que nunca acabam.

Além de aumentar as fileiras de terroristas que reconhece como prisioneiros, a AP também aceita continuamente o número distorcido de mortos pelo Hamas em Gaza. Esses 45.936 chamados "mártires" agora têm direito a pagamentos únicos de US$ 1.600, mais um subsídio mensal de US$ 385 para suas famílias.

"Essa perversão moral está além da compreensão humana".

 

Fonte: Facebook – Pérolas da Sabedoria Judaica – 10/02/2025.

Postagem/Citação no blog

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

domingo, 9 de fevereiro de 2025

Tronos e o Trono de Deus na Bíblia.

 

Isaías 66.1 – “Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?

Salmos 115.16 – “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens”.

É sua habitação e lugar do seu trono de glória.

Mateus 19.28 – Jesus, o Filho do Homem se assentará no trono da sua glória. E a Igreja se assentará sobre doze tronos para julgar as doze de tribos de Israel.

Jesus ascendeu ao céu e está à destra do trono de Deus.

I Pedro 3.22 – “O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu, havendo-se lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências”.

Colossenses 3.1 – “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”.

Hebreus 10.12 – “Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus”.

Hebreus 12.2 – “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”.

Nota: A Trindade é um só Deus subsistente eternamente em três pessoas distintas. Não são três deuses (triteísmo), o trono de Deus é um e o Filho a sua destra. Está no trono na plenitude da augusta majestade. Aliás, Deus é o Espírito excelente absoluto, na forma, essência e natureza consubstanciada nas três pessoas da Divindade (João 4.24).

Ap 3.21 – Ao anjo da igreja de Laodicéia, morno, acha-se rico e de nada tinha falta, não sabia que era pobre, miserável e nu. Precisa adquirir ouro provado no fogo, vestes branca e colírio para sarar da sua cegueira. Mas, ao que vencer, o Senhor concederá se assentar com Ele no seu trono, assim como Ele venceu e se assentou com seu Pai no seu trono.

Ap 4.2-4 – João viu um trono estabelecido no céu, um ser sentado sobre ele. Sua aparência, semelhante à pedra de jaspe e de sardônica. E o arco celeste ao redor do trono, semelhante à esmeralda. Ao redor do trono, 24 tronos, assentados sobre eles 24 anciãos vestidos de vestes brancas e coroas de ouro sobre as cabeças.

Ap 4.5 – “E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete Espíritos de Deus”.

Os sete Espíritos de Deus representam a Divindade na plenitude de sua majestade no seu trono.

Ap 4.6 – “E havia diante do trono um como mar de vidro, semelhante ao cristal. E no meio do trono, e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos, por diante e por detrás”.

Ap 4.8-11 – “E os quatro animais (seres viventes) tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir.  E, quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre.  Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:  Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas”.

Os quatro animais ou seres viventes - Podem representar a totalidade da Criação vivente, livre da maldição do pecado.

Os vinte e quatro anciãos - Simbolizam, segundo correntes de interpretação, Israel e a Igreja (12 mais 12), na presença de Deus em adoração conjunta.


Ap 4.10 - Essa passagem também nos dá uma luz para que servem galardões, pois os anciãos “lançavam as suas coroas diante do trono...” em adoração ao que estava assentado no trono.

p 5.11-14 – “E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares, que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.  E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.  E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre”.

O título de João 1.29 dado a Cristo, “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, segue repercutindo pela eternidade.

Ap 7.13-17 – “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram?  E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.  Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a sua sombra. Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem ardor algum cairá sobre eles.  Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes vivas das águas; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima”.

Ap 14.3 – “E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra”.

Um grupo de selados servos de Deus, “primícias de Deus e para o Cordeiro”, irrepreensíveis diante do trono de Deus (Ap 14.4-5). Os 144 mil (12.000 x 12) é uma representação simbólica do todo, não restrita a essa totalidade numérica.

Ap 19.4 – “E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!”.

Qual o motivo? Por causa do julgamento da grande prostituta que havia corrompido a terra com a sua prostituição (espiritual) e das mãos dela vingou o sangue de seus servos (Ap 19.2). Ela representa um poder político-religioso desviado e perseguia aqueles que se mantinham fiéis às Escrituras. A autoridade da Palavra de Deus está sempre acima da Igreja Organismo e da Organização (At 4.18-20).

A metáfora de Cristo e a Igreja - Por meio de seu sacrifício e de forma amorosa, tem escolhido a Igreja para ser sua noiva e no céu, a esposa (Ef 5.25-27; Ap 21.9).

Ap 19.7,9 – Na terra, a Igreja Cristã, peregrina como a noiva do Cordeiro. No céu haverá a festa nupcial, o casamento de Cristo com a Igreja nas Bodas do Cordeiro.

Ap 20.4 – “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos”.

No texto não é o trono de Deus. E sim de julgadores com poder delegado para julgar. E dar-nos entender ocorrer entre o término da Grande Tribulação e antes do início do Milênio.

Ap 20.11 – “E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles”.

Trata-se do trono para julgamento das pessoas de todas as épocas com base nos livros, e quem não foi achado o nome escrito no livro da vida, será lançado no lago de fogo, a condenação eterna (Ap 20.15). Jesus será o juiz (At 17.30-31; Rm 14.11-12). Foi-se o tempo para arrependimento e alcançar misericórdia e a graça de Deus. E Ele não é de meio de termo. A hora do juízo, será juízo.

Na Nova Jerusalém – Deus e o Cordeiro

Ap 21.12 – “E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel”. Observe Israel identificado até na eternidade.

Ap 21.14 – “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro”.

Ap 21.22-23 – “E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.

Ap 21.27 – Ela será incontaminável e somente acessível aos que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.

Ap 22.3- “E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão”.

Ap 22.14 – “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas”.

Ap 22.16 - “Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã”.

Portanto,

I Coríntios 2.9 – “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.  Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus”.

I João 3.2 – “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos”.

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 09/02/2025.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Aspectos nas Relações entre as Pessoas da Trindade

 

A doutrina da Trindade bíblica consiste em um só Deus que subsiste eternamente em três pessoas distintas, presente no AT como no NT.

O monoteísmo bíblico do AT, por exemplo Dt 6.4 – “Ouve Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”. A palavra hebraica ‘echad’, traduzida como ‘único’ indica uma unidade composta. Não contradiz a doutrina da Trindade.

O Que hoje se entende por Subordinacionismo?

É um ensino herético que declara ser o Filho subordinado ao Pai ou um deus secundário ou menos divino que o Pai. Os monarquianistas dinâmicos (adocionistas) e os arianistas são os principais representantes dessa heresia. Orígenes de Alexandria (185-254), foi o seu principal mentor e muito escreveu em torno da evidência, da razão e das Escrituras. Elevou a teologia cristã a alta categoria científica e combateu o apocaliptismo da época. Sua filosofia é essencialmente neoplatônica e sua ética, estóica. Ele exerceu grande influência no Oriente por mais de 100 anos.

Orígenes defendia que o Filho é subordinado ao Pai em natureza e substância, ou seja, ignorou, negava os aspectos ontológicos do ser e da Divindade absoluta de Jesus Cristo com o Pai (Jo 1.1-2;10.30).

O mistério da unidade na Trindade em três pessoas distintas em essência, caráter e forma está presente nas Escrituras desde o Gênesis 1.1-2,26.

Distinção entre Subordinação funcional e a ontológica

Subordinação funcional - Segundo Benjamin Breckinridge Warfield (1851-1921), “não há dúvida que nas “formas de operação”, como é tecnicamente conhecido — isto é, nas funções atribuídas às várias pessoas da Trindade, no processo de redenção, e, mais amplamente, em toda a matéria das relações de Deus com o mundo — se exprime, de forma evidente, o princípio da subordinação”.

Subordinação *Ontológica - (Relacionada ao ser, ao estudo da realidade do ser – Diz respeito à natureza essencial de Jesus em relação ao Pai. A doutrina bíblica da Trindade afirma que Pai, Filho e Espírito Santo são um único Deus em três pessoas distintas, em essência, natureza e substância divina. Não há subordinação no ser da Divindade entre o Pai e Filho.

*A ontologia cristã aponta para o Ser de Deus: “Deus é o ser infinito, pessoal (triúno), transcendente e imanente, onisciente, onipotente, onipresente, soberano, Criador do universo. Deus infinito-pessoal é o que significa ser.

“...O que o Pai faz, o faz mediante o Filho (Rom. 2.16; 3.22; 5:1,11,17,21; Ef. 1.5; I Tes. 5.9; Tito 3.5), por meio do Espírito”.

No conselho divino nos céus, no Plano da redenção, Jesus, Deus o Filho, se disponibilizou para ser o enviado do Pai. Isaías 6.8 tem sido interpretado em alusão a sua decisão na eternidade, fora do tempo dos humanos. Ele é o Cordeiro de Deus que foi morto desde a fundação do mundo, ou seja, estava na presciência divina o seu sacrifício na cruz pela humanidade (I Pd 1.18-20; Ap 13.8).

Jesus para vir ao mundo e padecer na cruz, recebeu uma missão do Pai. A sua morte foi uma doação do Pai (Jo 3.16). Porém, Jesus ao dar a sua vida o fez voluntariamente, sob comando do Pai. Ninguém podia tirar a sua vida. Ele a deu (Jo 10.17-18).

João 5.30; 6.38-40; Hb 10.9 - Jesus veio para fazer a vontade do Pai, não a sua vontade. E quando uma das pessoas da Trindade expressa a sua vontade, jamais contraria as outras na unidade da Deidade.

Foi muito duro para Cristo, enfrentar a dor da separação do Pai, por um momento na execução da expiação no gólgota. E chegou a orar: “Pai, se possível passa de mim este cálice sem que eu beba....mas, seja feita a tua vontade”.

João 7.16-17 - A sua doutrina é do Pai.

João 10.30 - Jesus disse que Ele e o Pai, são um (Jo 10.30). Declara a unidade da deidade com o Deus Pai.

João 13.16 – O enviado é menor do que aquele que o enviou.

João 14.28 - Jesus afirmou que o Pai é maior do que Ele, tendo em vista que assumiu voluntariamente a condição de servo e para cumprir o papel messiânico.

O Apóstolo Paulo diz-nos que Cristo é de Deus, assim como nós somos de Cristo (I Co 3.23), e que, assim como Cristo é “a cabeça de todo o varão”, também “Deus é a cabeça de Cristo” (I Co 11.3).

Acerca do Espírito Santo:

João 14.16 – Jesus rogou ao Pai, para Ele nos dá outro consolador, em seu lugar, em continuidade na missão da Igreja.

João 16.7 – Jesus tinha que ascender ao Pai e enviar o Espírito Santo, o Consolador. Em Jo 14.26, o Espírito Santo é enviado do Pai, em seu nome.

João 16.13 – O Espírito Santo, o guia de toda a verdade, não veio para falar de si mesmo.

João 16.14 – O Espírito Santo veio para glorificar ao Filho e anunciar o que dele recebeu. 

E enfim, em Mateus 28.18 – A Jesus ressuscitado foi dado todo o poder no céu e na terra pelo Pai (Jo 3.35).

Chegará o momento, na plenitude dos tempos, quando o Filho de Deus entregará tudo ao Pai (I Co 15.24-28).

Conforme a Declaração de Fé da AD Brasil, pág. 24 – Edição Novembro 2016 advoga:

“A subordinação do Filho não compromete a sua deidade absoluta e, da mesma forma, a subordinação do Espírito Santo ao ministério do Filho e ao Pai não é sinônimo de inferioridade”.

E, portanto, “...não compromete a deidade absoluta do Filho: “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9), nem a igualdade de essência e de substância das três Pessoas da Trindade”.

Após consumada a redenção humana, Deus o Filho, ascendeu aos céus, assentou-se à destra do Pai (At 7.55-56; Rm 8.34). É oportuno indagarmos, porque não se faz menção direta ao Espírito Santo junto ao trono de Deus?

No AT Deus foi se manifestando pela Criação, na consciência do homem, pelas próprias Escrituras proféticas, utilizando-se de Teofanias e ora por ação esporádica do Espírito Santo.

No NT Jesus veio em carne, 100% Deus, 100% homem e se manifestou entre nós, revelou o Pai, instituiu a sua Igreja, cumpriu o seu ministério, ao ressuscitar ascendeu aos céus, deixando a promessa da descida do Espírito Santo para estar com a Igreja. E cumpriu-se no Dia de Pentecostes.

Deus é Espírito, uma das definições teológica da Divindade nas Escrituras (Jo 4.23-24). Sendo Ele em Essência Espírito soberano em excelência, no céu, no seu trono, estará literalmente presente na plenitude da Divindade, não como a 3ª pessoa da Trindade que nos conduz na presente Era da Igreja.

Ap 4.5,10-11– Na visão do trono da majestade divina, faz referência aos sete Espíritos divinos, como sete relâmpagos ardendo em fogo. Aos quatro seres viventes e aos vinte e quatro anciãos. Os sete Espíritos de Deus têm sido interpretados, representando a presença plena da Deidade no seu trono de glória e da sua habitação, digna de honra e adoração, aquele que vive para todo o sempre. Amém!

Fontes da Pesquisa:

Bíblia Sagrada – ARC – Atualizada, Revista e Corrigida.

Declaração de Fé da AD Brasil.

Lição EBD/CPAD – 1º trimestre de 2025. Comentário Pr Esequias Soares.

Artigo Subordinacionismo – Tiago Rosas.

Doutrina da Trindade – Por Benjamin Breckinridge Warfield.

 

Por Samuel Pereira de Macedo Borges

Natal/RN, 07/02/2025.

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